Mostrando postagens com marcador fim do mundo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fim do mundo. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 5 de abril de 2012

O fim do Império Americano?

Um bom texto (em inglês) fala sobre o fim do Império Americano, vítima de uma futura balcanização. O autor, que assina apenas como Vox Day, aposta numa nova divisão dos EUA em linhas étnicas e raciais.

Bem, na verdade, as cidades americanas já são para lá de segregadas, ainda que voluntariamente. Cada comunidade mora em seu próprio bairro, chineses com chineses, japoneses com japoneses, iranianos com iranianos. Há algumas comunidades multiétnicas, mas são raras. Em geral o povo não se mistura muito.

E existem códigos de conduta que, embora não estejam escritos, são bem claros. Por exemplo, se algum branco entra por engano em algum bairro negro, pode terminar depenado até das roupas. Por outro lado, criminosos negros não costumam entrar nos bairros brancos mais ricos, pois certamente terão problema com a polícia (se cometerem crime em seu próprio bairro, a polícia fecha o olho).

É um caldeirão. Qualquer dia, os conflitos explodem a céu aberto, como já ocorreu nos anos 60, ou então nos anos 90 em Los Angeles.

Seria mesmo lícito falar em um fim do Império Americano? O paralelo com a decadência de Roma é tentador, mas não sei se exato. Até por que, sob alguns aspectos, o colosso americano parece estar longe de ruir. Ainda é militarmente o país mais poderoso da Terra e é pouco provável que outro país, mesmo a China, o supere. Enfrenta uma crise econômica, é certo, mas tem algum lugar do mundo que não a enfrente? A vida parece estar difícil em todos os lugares. E a sua indústria cultural continua a todo vapor com uma influência maior do que todos os outros países somados. A América ainda é uma marca que vende.

Porém, quanto mais alto se está, maior a queda. É bem possível que os EUA estejam hoje em dia em seu ponto inicial de decadência. Pode ser que seja uma decadência longa, de várias décadas; ou então é possível que tudo ocorra bruscamente, como no fim da URSS. Pode até ser que tudo se resolva com uma sangrenta guerra civil. Quem sabe?

Mas o mais provável mesmo é que a vida vá progressivamente ficando pior, sem que a maioria das pessoas entenda bem o porquê. Haverá mais crime, mais pobreza, mais insegurança, mais desgraça e menos dinheiro. Os esquerdistas colocarão a culpa "na direita", naturalmente, e insistirão com ainda maior número de políticas esquerdistas que só acelerarão a ruína.

Uma coisa que o tal Vox Day fala que achei interessante é o seguinte (traduzo mal e porcamente):

Além da equivocada fé no poder transformativo da educação e da geografia, outra idéia errada por parte da aristocracia Americana é que o povo valoriza a civilização. Não é verdade. Eles podem valorizar seus frutos, mas poucas pessoas têm qualquer interesse em aceitar todas as limitações de comportamento que a construção e a manutenção de uma civilização requerem, e menos pessoas ainda têm a perspectiva ou a capacidade de entender a conexão entre os dois fatores. A civilização é uma construção frágil, e leva séculos, não anos ou décadas, para transformar um povo bárbaro em um povo civilizado. Considere que foram precisos 1.270 anos para que os Bretões se transformassem de um povo que pintava os traseiros de azul e praticava o sacrifício humano ao povo que criou a Abadia de Westminster e a Magna Carta, apesar da influência civilizadora de Roma. Levou ainda mais tempo para que as bárbaras tribos germânicas passassem da selvageria pura para a cultura cristã que gerou Mozart, Bach e Beethoven. 

O problema é o de sempre: construir leva tempo, mas destruir é muito fácil...

domingo, 7 de agosto de 2011

A fúria dos idiotas e o fim da ordem social

(Ver ATUALIZAÇÃO abaixo.)

Há algo de podre no reino ocidental. E a antiga ordem social parece estar lentamente se desintegrando, a olhos vistos. Sem que ninguém faça nada.

Distúrbios raciais que começaram nos EUA (as tais "flash mobs", onde turbas de adolescentes negros do gueto se juntam para roubar e surrar todo branco que encontram pelo caminho) espalham-se pelo mundo. Nestes dias aconteceu um evento similar no Canadá e, ontem, houve um violentíssimo quebra-quebra em um bairro predominantemente negro e paquistanês de Londres: para reclamar pela "injustiça" de um criminoso ter sido morto pela polícia, colocaram fogo num edifício e aproveitaram para roubar televisões.

A violência niilista parece ser a norma em todo o mundo, pelos motivos mais absurdos. Nos EUA, teve até afro-americanos dando tiros de AK-47 em um ônibus de linha devido a uma discussão fútil sobre dar palmadas em uma criança (ver o incrível vídeo aqui). Na França, todo ano os árabes queimam milhares de carros e a polícia deixa, já virou rotina. No México e no Brasil, grupos criminosos dominam completamente a sociedade através do uso da violência extrema, transformando o restante da população em reféns. 

Mesmo brancos e asiáticos, os grupos tradicionalmente mais tranquilos, se metem em confusão e aceitam a violência como única linguagem. Vejam por exemplo, também na Inglaterra, o quebra-quebra promovido por estudantes contrários ao aumento de tarifas universitárias, ou no Canadá a violência gerada por um jogo de hóquei. Ou os protestos na Grécia. O vários tiroteios em escolas. Ou o massacre norueguês.

O que está acontecendo? Alguns falam na crise econômica global, outros mencionam as diferenças culturais e raciais que se acentuam com o multiculturalismo, outros falam na perda da religião. Embora esses certamente sejam fatores, acho que há algo mais profundo acontecendo. O Brasil sempre foi uma sociedade miscigenada e multiracial, mas eventos como o causado pelo PCC seriam impensáveis décadas atrás. Nos EUA, não se via uma comoção racial assim desde os anos 60. Na Europa do pós-guerra havia muito mais pobreza do que hoje, mas sem os conflitos sociais que se observam cada vez mais.

Minha teoria é a seguinte. Há 40 anos, Nelson Rodrigues observou em um brilhante texto que "os idiotas descobriram que são em maior número":
De repente, os idiotas descobriram que são em maior número. Sempre foram em maior número e não percebiam o óbvio ululante. E mais descobriram: — a vergonhosa inferioridade numérica dos “melhores”. Para um “gênio”, 800 mil, 1 milhão, 2 milhões, 3 milhões de cretinos. E, certo dia, um idiota resolveu testar o poder numérico: — trepou num caixote e fez um discurso. Logo se improvisou uma multidão. O orador teve a solidariedade fulminante dos outros idiotas. A multidão crescia como num pesadelo. Em quinze minutos, mugia, ali, uma massa de meio milhão.

Sim, é a rebelião do "homem-massa" preconizada por Ortega y Gasset que finalmente acontece. Acho que, da mesma forma que os idiotas, hoje as minorias descobriram que não são tão minorias assim, e que existe um sistema que as protege e que sempre as trata como "oprimidas", não importa o que façam.

Tudo isso tem a ver também com a falência da autoridade no mundo atual, onde não há qualquer controle sobre o comportamento e tudo é considerado igual a tudo; onde criminosos são vítimas do "sistema", e vítimas "fizeram por merecer".

Talvez estejamos assistindo aos primeiros momentos da Queda do Império Romano Ocidental. Por via das dúvidas, ande armado!


ATUALIZAÇÃO: Aparentemente para provar minha teoria sobre o "fim da ordem social", o inferno se espalhou por outros bairros e cidades londrinas. Aproveitando o caos, novos grupos de "excluídos" juntaram-se à balbúrdia. O que começou como um "protesto" quase exclusivamente negro, agora parece envolver também gangues de brancos "chavs" e outros grupos que decidiram tirar uma casquinha:


Dito isso, observem esta série de fotos e vejam se detectam algum padrão ou conseguem ver alguma diferença:


"Jovem" entrega suas roupas a "saqueador" em pleno dia.

"Jovens" correndo com mercadoria roubada.

"Jovens" caminhando tranquilos com produto do saqueio.

"Saqueador" mostrando pra galera o fruto do seu "trabalho".


"Jovens" voluntários ajudando a limpar as ruas.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

O suicídio da Europa

Um caso que me perturbou, confesso. Talvez por ter visto imagens chocantes de embrulhar o estômago (não vou linká-las aqui, mas se encontram aí pela Internet).

No outro dia falávamos sobre as suecas. Pois uma jovem sueca de 23 anos, linda de morrer, foi estuprada e espancada até a morte a pedradas por um imigrante etíope (que morara nos EUA antes). Imagens de seu corpo foram divulgadas para a imprensa pelo partido de direita Democratas Suecos (parece que todos os partidos de direita agora deram de se chamar "Democratas").

Os suecos ainda não estão muito acostumados com essas coisas, e portanto o caso parece ter dado o que falar por lá. Nos últimos anos, o número de estupros aumentou muito na Suécia. Tanto que o país hoje é o campeão europeu de estupros. Mas como se chegou a essa situação?

Alguns dizem que seja apenas porque, graças às incríveis feministas suecas, a palavra expandiu os seus significados: como descobriu o Assange, uma mera transa sem camisinha pode configurar "estupro" no país escandinavo. Sim, parte pode ser isso, mas a outra parte tem a ver com o fato que, na Suécia, a pequena minoria de imigrantes, em sua maioria de países como Iraque e Somália, comete 25% do crime total no país.

Não, o Mal não veio com os imigrantes. Houve e há vários casos de europeus nativos estupradores ou pedófilos que mantiveram meninas em cativeiro e depois as mataram. Josef Fritzl é tão austríaco da gema quanto Adolf Hitler. E para ficarmos em casos recentes de brancos nativos, vejam este maluco inglês que matou a ex-mulher e o filho a machadadas usando uma máscara de terror.

(Se bem que a Inglaterra talvez seja um caso especial. Nesse país, mesmo a maioria nativa britânica parece ter decaído miseravelmente. Quem visitou a Inglaterra recentemente sabe: os idosos das classes populares são extremamente corteses e atenciosos, falam até "darling" e "my dear" quando se dirigem a você. Já os jovens são carrancudos, mal-educados e constantemente bêbados, muitas vezes expressam-se com grunhidos e palavrões.)

Porém, não dá para negar que os imigrantes do Terceiro e Quarto Mundo, em sua maioria muçulmanos, muitas vezes admitidos como refugiados, trouxeram mais crime à Europa. Os muçulmanos e africanos estupram as suecas. Os árabes controlam o tráfico de droga em Marseille. Os paquistaneses controlam a prostituição ilegal na Inglaterra. 

Há quem fale em "illuminati", em conspirações malignas envolvendo os mais diversos grupos, que estariam por trás de tudo isso. E sem dúvida o poder de decisão cada vez maior dado a organizações burocráticas como a ONU ou a Comunidade Européia em lugar dos tradicionais governos locais diz muito sobre a tirania globalista para onde tudo se encaminha. Mas o fato é que, por ora, ninguém está obrigando os europeus a fazer nada contra a sua própria vontade.

A Europa está longe de ser uma ditadura. Sim, é verdade, muitos governos estão tomando medidas que vão contra os anseios da maioria da população. Mas tais governos foram votados pelos europeus, uma e outra vez. Mesmo a questão dos imigrantes muçulmanos não veio do nada: esta só ocorreu porque os próprios europeus nativos votaram nos partidos que trouxeram e continuam trazendo levas deles.

Além disso, mesmo tirando o papel dos governos, o grande problema mesmo é que os europeus nativos não estão se reproduzindo. Ninguém os proíbe de ter filhos, mas eles não o fazem. A maioria dos países europeus tem taxas de fertilidade baixíssimas, de 1.2, 1.3, 1.4... (Em comparação, na Nigéria e no Afeganistão chega-se a 7).

Sem novas gerações, como pode haver um futuro para a Europa? 

Não pretendo causar alarmismo. Talvez seja prematuro falar em "suicídio da Europa", embora colunistas como Mark Steyn venham cantando essa pedra já há alguns anos. Afinal, é fato que essa queda no crescimento populacional não ocorre só na Europa, mas é global, acontecendo também no Japão, nos "tigres asiáticos", e começando a acontecer também em alguns países árabes e no Brasil. Dizem alguns que teria mais a ver com a urbanização do que com qualquer processo maquiavélico de lavagem cerebral.

Ainda assim, em média os muçulmanos têm mais filhos do que os europeus nativos. E esse tipo de decadência demográfica segue uma progressão geométrica: se cada imigrante tem 4 filhos, e seus filhos têm 4 filhos cada um, logo já temos 20 novos muçulmanos. Enquanto isso, no mesmo período os novos europeus "pós-cristãos" talvez nem cheguem a 3. Façam as contas.

Soma-se a esse declínio demográfico da Europa o declínio cultural. A arte e a literatura francesa, italiana, britânica e alemã anos atrás dominavam o mundo cultural e a pesquisa acadêmica séria. Todos procuravam ler e estudar esses idiomas. Hoje, nas universidades americanas, sua tendência é rumo ao desaparecimento, substituídos pelo espanhol e pelo chinês. Na própria Europa, a cultura tradicional muitas vezes é esquecida em nome do multiculturalismo, do "pós-colonialismo" e das tradições trazidas pelos outros povos. Até que faz sentido: para que uma cultura francesa se ninguém mais é francês?

O problema mesmo é que ninguém se preocupa com o futuro. Vez por outra converso com alguns europeus que conheci por aqui. No outro dia conversava com duas moças, uma sueca, outra britânica. Estão entre as pessoas mais de esquerda que conheci. Uma delas estava escandalizada com a lei que proibia a burca na França, achava "racista" e "fascista". A outra horrorizava-se com o drama dos refugiados em Lampedusa, e achava que todos os líbios e tunisinos deveriam ser admitidos imediatamente na Europa. Seriam milhões, mas que é que tem? (Esta segunda também já tinha visitado o Brasil e até participado de uma marcha com o MST... Ai ai ai...)

Ah, não, nenhuma delas tem filhos, embora tenham trinta e tantos anos e, portanto, mesmo que os tenham mais adiante, não serão muitos.

O que dizer? Se os próprios europeus não estão preocupados com o destino de seus países, quem sou eu para me preocupar por eles?

Mas eu não entendo. Confesso que não entendo. Por que a Europa está se suicidando?


sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Dissonância cognitiva

Continuam os protestos pelo mundo árabe. A bola da vez é o Barein, mas também já houve protestos nos últimos dias na Líbia, Argélia, Iêmen e até no Irã. 

Continuo, de minha parte, sem me emocionar. Será que tais movimentos realmente levarão à democracia, à liberdade de expressão, aos direitos humanos, à maior amizade com os países ocidentais? Ou, ao contrário, levarão a maiores belicosidades, a mais terrorismo, a mais ódio contra Israel, EUA e Europa, ao estabelecimento da lei da sha'ria e ao supremacismo muçulmano? Tudo ainda está em aberto, é claro, mas no que se refere a essa parte do mundo é sempre bom ficar com um pé atrás.

O fenômeno da dissonância cognitiva pode ser definido como a presença simultânea de duas idéias completamente opostas na cabeça. É o que ocorre com muitos progressistas, e é de fato estranho que as suas cabeças não explodam. Um exemplo claro é no que se refere ao Islã. Seu coração lhes diz que estrangeiros morenos seguidores de uma religião não-cristã só podem ser pessoas do bem. No entanto, seus olhos lhes mostram muçulmanos constantemente atacando mulheres, gays, ateus, e todas as demais minorias e valores tão prezados por eles. 

Estes dias saiu a notícia sobre uma repórter americana, loira, feminista, que estava cobrindo com júbilo as manifestaçõs do "heroico" povo egípcio, que "lutava pela democracia" quando foi agarrada, espancada e abusada sexualmente por uma massa de pessoas no mesmo meio dos protestos. Epa! Esse é o mesmo povo de "heróis" que (segundo a mídia) quer "democracia", "direitos humanos", "igualdade para as mulheres", ou é outro? Ou era apenas uma forma culturalmente diversa de celebrar a queda do odiado ditador? 

"You gonna get raped"

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

O mundo do contrário

Quando eu era criança, existia uma canção chamada "O mundo do contrário", sobre um mundo em que tudo estava virado de pernas para o ar. É mais ou menos o que está acontecendo hoje em dia, embora nem todos percebam.

Antes, gays eram perseguidos, e nem mesmo figuras importantes como Alan Turing e Oscar Wilde escapavam de duras punições. Agora, há gays no exército americano, gays recebendo dinheiro público para realizar paradas na rua, gays casando e adotando filhos, gays escrevendo os novos livros infantis. O que era impensável há poucas décadas atrás hoje virou o novo normal.

Nem estou fazendo um juízo de valor aqui (afinal não sou a favor da perseguição sistemática a gays), mas apenas observando como os padrões do comportamento moral, do que era considerado certo e errado, praticamente se inverteram.

O problema é que isso é só o começo, é claro. Se você ainda se consegue escandalizar com o homossexualismo, é porque não sabe que já existe um movimento que está legalizando e promovendo o incesto: afinal, se os dois forem maiores de idade é sexo entre duas pessoas adultas, e ninguém tem nada com isso, certo? É o que argumenta um professor universitário que teve sexo consensual com sua filha durante três anos. E não esqueçamos da pedofilia, agora transformada em aspecto cultural.

Enquanto isso, cristãos são punidos por meramente existirem, ou por promoverem o seu "ódio" contra gays, lésbicas e incestuosos. Soldados heterossexuais são proibidos de tomar banho em um chuveiro separado dos gays, afinal não se abaixar para pegar o sabonete poderia ser considerado discriminação. 

O Richard Fernandez, do Belmont Club, tem um excelente post sobre o tema: ele observa que não é que a moral tenha acabado, é simplemente que substituiu-se a antiga moral baseada na virtude cristã por uma nova moral baseada no Politicamente Correto e nas teorias esquerdistas de igualdade forçada.

O problema é que a antiga moral, ao contrário da nova, tinha uma lógica baseada na experiência e no bom senso. Mesmo se deixarmos de lado o aspecto religioso, podemos observar que existem comportamentos que são mais negativos e comportamentos que são mais positivos, seja para o indivíduo ou para a sociedade.

O homossexualismo, por exemplo, pode até ser divertido para seus praticantes (?), mas tem o inconveniente de não propagar a espécie e causar potencialmente maiores problemas de saúde. O incesto, nem preciso dizer: causa filhos com deformações genéticas e mentais, além de ter repercussões negativas na estrutura social, baseada na criação de alianças entre diferentes famílias. E assim por diante: tomar drogas tem repercussões negativas para a saúde física e mental, a dependência estatal leva à preguiça e à acomodação, et cetera.

Mas vivemos em um momento em que a grande virtude -- talvez a única virtude - é considerada a Igualdade. Todos precisam ser iguais a todos, por bem ou por mal. Os gays precisam entrar no exército e casar entre si -- por quê? Simplesmente porque o contrário seria "discriminar". Todos os cidadãos de bem devem ser igualmente revistados até as cuecas no aeroporto, mesmo que 99% dos terroristas sejam muçulmanos. Por quê? Porque o contrário seria "discriminar". Indivíduos de certas etnias e classes sociais devem ter direito privilegiado a freqüentar uma universidade, ainda que tenham notas mais baixas, por quê? Porque... Bem, acho que você já pegou a idéia.

O grande problema com isso tudo é que essa Nova Moral nada tem de compatível com o Mundo Real. Todas essas mudanças (ou deveríamos dizer experimentos sociais) têm conseqüências, que se farão sentir mais cedo ou mais tarde. Assim como as teorias progreçistas que vêem o criminoso como uma "vítima do sistema" estão certamente por trás do terrível aumento do crime em todo o mundo nas últimas décadas, e as teorias iguali-otárias de Paulo Freire estão certamente por trás do desastre na educação atual, certamente as novas propostas de reengenharia sexual terão seu resultado daqui a alguns anos, e eu não quero nem saber qual será.

Vejam bem, amiguinhos. Não sou nenhum paladino da moral e dos bons costumes, nenhum pregador de moral de calça curta. Acredito que salvo intervenção genética ou divina o homossexualismo sempre existirá, ainda que restrito a um máximo de 10% da população. E o mesmo com outros comportamentos como o incesto, a pedofilia, a poligamia, etc. O desejo humano tem razões que a própria razão desconhece.

Porém, observo que os comportamentos marginais mais excessivos, que antes eram mantidos no seu canto, agora estão sendo transformados na norma de conduta, e seus praticantes transformados em uma classe protegida, a qual não pode sequer ser criticada. Somado a isso, vemos uma moral que inverte vício e virtude (em seus conceitos tradicionais), e que privilegia comportamentos contrários à unidade familiar, e, portanto, contrários à harmonia social. Isso não pode dar certo.  

De minha parte, rezo apenas para que homossexualismo e incesto não se tornem obrigatórios, pois do jeito que vai a coisa, não duvido que venha a ocorrer...

terça-feira, 1 de junho de 2010

Por que todos odeiam Israel?

Se é verdade que "os sionistas controlam a mídia", como se explica que esta seja tão fanaticamente anti-Israel? Nenhum outro país é tão vigiado, tão vilipendiado, tão acusado. Se os "sionistas" de fato controlam os meios de comunicação, estão fazendo um péssimo serviço.

Há uma guerra civil no Congo que dura até hoje e que já matou mais de cinco milhões de pessoas em poucos anos. É a guerra com maior número de vítimas desde a II Guerra mundial. Ninguém se importa. Ninguém vai levar medicamentos, água ou comida para esses pobres desgraçados. Não vai haver nenhuma "frota da paz" nessa direção. Ninguém vai comentar em blogs.

Putin matou duzentos mil muçulmanos chechenos. Houve uma única jornalista que protestou, e terminou suicidada com dois tiros. Quanto ao resto da mídia, silêncio.

Os jordanianos mataram em um só mês (Setembro Negro) dez vezes mais palestinos do que os israelenses em 40 anos. Mesmo hoje, morrem mais muçulmanos nos conflitos sunitas versus xiitas do que no conflito com Israel. Mas se árabe mata árabe, ninguém se importa. 

Há menos de um mês, um barco sul-coreano foi torpedeado e morreram 46 pessoas, e ninguém está "indignado".

Por que alguns mortos valem mais do que outros?

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Reductio ad absurdum

Obama mente mais uma vez. Depois de afirmar peremptoriamente que jamais criaria novos impostos, agora afirma que está nos seus planos criar o VAT (Value Added Tax), imposto aos produtos similar ao existente nos países europeus. (No Brasil não existe um VAT, existem três: IPI, ICMS, ISS). E ainda ri na cara dos contribuintes.

Enquanto isso, a Comedy Central censura previamente o "South Park", para não citar o nome ou a figura de Ma Aquele-Que-Não-Pode-Ser-Nomeado.

E agora ficamos sabendo que o bloqueio total de vôos em metade da Europa (que causou prejuízos de dois bilhões de euros) devido às cinzas do vulcão Eywhwhwhwyahwlla foi baseado em simulações de computador equivocadas, e poderia ter sido desnecessário. (Bem, melhor prevenir do que remediar.)

Os tempos atuais são mais loucos do que os anteriores, ou sempre foi assim?

segunda-feira, 22 de março de 2010

Bye bye Miss American pie



O Obamacare passou, ao menos no voto inicial. Os Democratas celebram, mas mal sabem eles (ou sabem e não se importam) que estão praticamente assegurando o fim dos EUA como superpotência mundial. It's over, è finito, c'est fini.

O país está à beira da bancarrota, e este trambolho que acaba de passar vai custar mais alguns trilhões. Não haverá dinheiro para inovação em tecnologia médica, e muitas companhias de seguro médico irão falir, deixando o caminho livre para o futuro monopólio estatal, que encherá o bolso de alguns políticos, mas custará mais para todos os outros a uma qualidade cada vez pior.

Naturalmente, a saúde "gratuita" beneficiará prioritariamente aqueles que vivem no welfare, os que recebem pouco e não pagam imposto de renda, e os ilegais. A saúde de todos estes grupos será paga pela classe média que trabalha, graças a um fenomenal aumento de impostos. O aumento de impostos gerará mais desemprego, o que colocará mais pessoas no welfare, o que gerará maiores impostos, etc.

Depoi de ferrar com a saúde, o próximo passo de Obama será aprovar o plano "antiaquecimento global", que vai ferrar com a economia, e o plano de "reforma de imigração", permitindo a legalização imediata de vinte milhões de ilegais no país - o que, em tempos de desemprego, também não vai ser muito bem recebido pela classe média. O que não importa, já que os agradecidos novos legalizados votarão nos Democratas, e a fraude fará o resto.

Os EUA se tornarão um país de minoria branca, com uma maioria formada por uma maioria desunida de todos os credos e cores. E, assim, ao desemprego se juntará o ressentimento étnico e racial. Aos altos impostos se juntarão a inflação e a desvalorização da moeda, garantindo a pobreza de milhões. Os EUA deixarão de investir em tecnologia militar e limitarão enormemente os gastos com a defesa, deixando o país à mercê de ataques, que, cedo ou tarde, acontecerão, causando ainda maior caos e crise econômica. A China cobrará suas dívidas e tomará o lugar anteriormente ocupado pelo colosso americano, ou talvez o controle passe para a tal Nova Ordem Global.

Depois disso, é possível até mesmo uma guerra civil e a secessão do país em diversos novos Estados, como sugeriu há algum tempo um maluco russo que já não parece tão maluco assim.

Naturalmente, tudo isso não acontecerá imediatamente, mas aos poucos, ao longo de várias décadas. Mas é o caminho que foi escolhido pelos Democratas.

Há mais de dois mil anos atrás, Marco Túlio Cícero advertia os romanos:
O orçamento nacional deve ser equilibrado. As dívidas devem ser reduzidas. A arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada. Os pagamentos a governos estrangeiros devem ser reduzidos se a nação não quiser ir à falência. As pessoas devem, novamente, aprender a trabalhar, em vez de viver da assistência pública.
Roma não ouvi os conselhos, e caiu. Seguirão os EUA pelo mesmo caminho?

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Careful what you wish for

Há uma preocupante onda de sentimento "anti-capitalista" no mundo, na verdade propagada pela mídia e pelos políticos.

Com a crise econômica, banqueiros, empresários e investidores de Wall Street são os vilões. Em Londres, protestos contra a reunião do G20 terminaram com confrontos com a polícia. Curiosamente, a maioria dos manifestantes usava celulares, iPods, roupas da moda. Em resumo, filhos mimados do capitalismo que se rebelam contra o pai.

A propaganda do aquecimento global também coloca misteriosos empresários e industriais capitalistas como vilões, que estupram o planeta em nome da "ganância". Nada é dito sobre o fato de que regimes socialistas e países subdesenvolvidos são os que menos preservam e mais destróem o ambiente natural.

Nota-se no rosto dos jovens manifestantes o ódio e a rebeldia, o desejo de confronto. Embora não seja certo que a Europa se torne islâmica (levaria ao menos cem anos), é muito provável que antes disso - e na América Latina já estamos lentamente a caminho - surjam novos governos autoritários para conter o crescente caos social. Afinal, depois de toda grave crise econômica costumam surgir governos autoritários. Se não acredita, pense nas crises de 1929 e 1973 e lembre o que veio depois.

Então esses jovens finalmente poderão receber as pauladas que tanto desejam.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

O fim do império americano?

Em mais um interessante artigo, Caroline Glick observa que os vários poderes mundo afora já estão testando Obama. Como notei alguns posts abaixo, a liberação do "cientista" A. Q. Khan, que vendeu segredos nucleares à Coréia do Norte e possivelmente ao Irã, foi um teste dos paquistaneses para ver a reação de Obama. Por enquanto, esta foi nula.

Da mesma forma, os russos já mandaram o presidente do Kirguistão fechar a base americana lá, no que foram prontamente atendidos. Isso, obviamente, compromete a continuação da presença americana no Afeganistão. Os terroristas islâmicos também já aumentaram a pressão e hoje explodiram alguns soldados americanos no Iraque, no atentado mais sério em meses.

O governo Obama exala fraqueza de todos os poros.

Mais preocupante é o fato que Obama esteja querendo fazer um acordo para reduzir os arsenais nucleares de EUA e URSS Rússia em 80%, o que provavelmente selaria o fim dos EUA como potência militar maior. Não apenas a Rússia conta com centenas de estoques nucleares não-declarados, como a China, como observa este artigo, graças à sua rede de espiões conseguiu em apenas uma década ter um arsenal nuclear de tecnologia similar à dos dois contendentes da Guerra Fria.

Obama e os "sofisticados" que acreditam na "força da diplomacia" e no "desarmamento" são meros amadores. Acostumados a lidar apenas com os "inimigos" do Partido Republicano - que são provavelmente os únicos a quem consideram de fato "inimigos" (com todos os outros se pode dialogar) - não tem idéia que no mundo real a coisa pega pra valer.

Colocar Obama na frente de Putin, chineses e terroristas islâmicos é como mandar uma professora de jardim de infância para negociar com a máfia.


sábado, 31 de janeiro de 2009

Dinheiro na mão do Estado é vendaval


Lula anuncia o fim do capitalismo. Não é o único. Vários líderes mundiais também já anunciam que a era do "capitalismo sem limites" (quando existiu isso?) acabou, e é hora do Estado assumir cada vez mais as rédeas do mercado.

Cui bono? A quem beneficia que o governo tome conta de cada vez mais dinheiro? Ao governo, é claro. Quem é que faz essa propaganda pró-governo? O governo, é claro. Quod erat demonstrandum.

sábado, 24 de janeiro de 2009

A volta dos mortos-vivos

Parece que a morte da esquerda foi anunciada algo precipitadamente por mim alguns posts atrás. Quando parecia que o Comunismo tinha finalmente morrido e sido enterrado, eis que ele volta nas mais variadas manifestações.

Primeiro, uma série de "intelequituais" e professores universiotários brasileiros fez um abaixo-assinado apoiando o asilo político dado ao criminoso comum Cesare Battisti. Por que será que esquerdista gosta tanto de abaixo-assinado? Serve para alguma coisa, além de exibir o nome ligado a uma causa, na maior das vezes imbecil? (E, mais importante, com a nova hôrtografía, deve-se escrever abaixoassinado?)

A propaganda comunista continua em full mode.

O Lancet, essa mesma revistinha que publicou um artigo com uma estatística comprovadamente fajuta sobre os mortos no Iraque (dizia que tinham sido alguns bilhões de civis iraquianos mortos, se não me engano), lançou agora uma outra pesquisa fajuta afirmando que morreram "um milhão" de pessoas devido às "privatizações" no Leste Europeu.

Vejam a picaretagem. A mortalidade aumentou, portanto, a culpa é do capitalismo. Nem liguem para o fato que "capitalismo" é uma palavra pouco exata para designar as máfias que controlam a maioria dos países do Leste Europeu, em especial os ex-satélites soviéticos. O fato é, como é que se pode provar que tenha sido o processo de privatização o culpado, quando tantos outros incontáveis fatores, inclusive o próprio colapso da União Soviética, estão relacionados ao problema?

Trata-se, naturalmente, de uma propaganda para convencer as pessoas que o controle estatal absoluto não é tão ruim assim. "A privatização matou um milhão, portanto voltemos para o sistema que matou cem milhões."

Ao mesmo tempo, o colunista Spengler informa que, graças à crise e aos diversos bailouts, Barack Oxybarama é o presidente americano com maior poder sobre a economia em toda a História do país. É também o que advoga um controle estatal cada vez maior.

Talvez tenham razão aqueles que dizem que o comunismo não morreu. Ao contrário, metastatizou. Em vez de apenas um, tornou-se vários. Agora temos o islamo-comunismo, o eco-comunismo, o homo-comunismo e até o capital-comunismo.

Lembram da proposta petista da lei contra a homofobia? Na nova página da Casa Branca, já promete-se algo similar:
Expand Hate Crimes Statutes: President Obama and Vice President Biden will strengthen federal hate crimes legislation, expand hate crimes protection by passing the Matthew Shepard Act, and reinvigorate enforcement at the Department of Justice’s Criminal Section.
Tenham medo. Tenham muito medo.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

"Antisionismo não é antissemitismo"

...mas parece que esqueceram de avisar um certo pessoal. Cadê o Idelber, o Chomsky e o Juan Cole nessas horas pra "traduzir"?


Protesto de imigrantes muçulmanos na Austrália. Em vez de ensinar ódio, podiam ter ensinado inglês: o certo seria "haven't learned".

sábado, 29 de novembro de 2008

O fim da responsabilidade individual

Durante as compras da tradicional Black Friday (dia posterior ao Dia de Ação de Graças, em que as lojas fazem ofertas especiais), um funcionário da Wal-Mart morreu atropelado pela multidão ensandecida ao abrir as portas da loja.

Pouco depois, assisti a um debate na TV em que uma jornalista argumentava que a Wal-Mart deveria ser processada pelo incidente.

Até então, eu achava que o mal de "culpar a vítima" ou "culpar a sociedade" era típico apenas da esquerda organizada. Acreditava que certos retardados que comentam no Weblog do PD (e o próprio Pedro Doria, até certo ponto), os quais correram para justificar os atentados de Mumbai apontando o dedo para o "terrorismo hindu", para o sistema de castas, para o Bush, para a "segregação dos muçulmanos", para Kashmir - enfim, culpando tudo e todos, menos os assassinos que perpetraram o massacre - eram assim apenas devido ao alto teor de marxismo instilado em seus diminutos cérebros.

Mas a coisa é mais grave. Vai além de direita e esquerda: representa uma degradação moral inusitada, uma crise de valores jamais vista desde a queda do Império Romano.

Eis, por exemplo, o que disseram alguns internautas ao comentar a notícia sobre a morte do funcionário:
“Its because the eonomy is so bad under BUSH that this happened!!! Folks been held down so long that they got no money to spend to by their Christmas presence be cause of BUSH!!! He need to resign NOW and let Barack take over so this tragady don’t happen again!!"

"Walmart should be held liable for allowing this to take place; Walmart is nothing more than a GreedWhore company that treats its employees like garbage."

"The media is partly responsible for this savage behaviour. They try to make people feel guilty for not supporting the economy and to brainwash the public that you must get out there and buy buy buy."
Um culpa o Bush, o outro a Walmart, o outro a mídia. Trata-se de retardados, é claro. Mas são reflexo dos tempos atuais. A própria jornalista sugerindo um processo à Wal-Mart faz parte do mesmo processo de idiotização ocidental.

No outro dia, um casal inglês foi de férias em uma excursão ao Caribe; na viagem, uma cadeira de plástico quebrou e o marido teve uma luxação no braço. Processaram a agência de viagens. Ganharam.

Não duvide se em Mumbai alguém não processar os hotéis, que "não zelaram suficientemente pela segurança dos hóspedes."

Vivemos em tempos em que ninguém mais aceita a responsabilidade individual ou mesmo a idéia de que coisas ruins possam acontecer. Terroristas, criminosos, ladrões, compradores ensandecidos: ninguém tem ação própria nem é culpado pelos seus crimes. É tudo culpa "do sistema", "da sociedade injusta", do "abuso na infância", da "pobreza", da "humilhação das minorias", das "corporações".

Está ouvindo esse barulho? É a civilização desmoronando lentamente.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Control + Alt + Del

Eu sei que havia prometido tirar férias, mas ando preocupado. Vivemos em tempos demasiado interessantes...

* * *

Na Califórnia, Flórida e outros estados venceram propostas que emendam a constituição local com a seguinte frase: "Somente o casamento entre um homem e uma mulher é permitido ou válido na Califórnia". Notem que trata-se apenas da definição de uma palavra. Quer dizer, os gays poderiam criar sua própria palavra, "gaysamento", "homosamento", já que ao menos na Califórnia, os gays têm direito a formar uniões civis. Isso não lhes basta. Nada tenho contra os gays e pouco me preocupa se casam ou não. Mas não seria que, mais do que lutar por um direito, os 2% de gays estão lutando para acabar com a definição tradicional de "casamento" dos outros 98%? Podem apostar: após obter o direito ao casamento (e vão obter), aposto que passarão a lutar pelo "direito" de casar na odiada Igreja Católica, de véu e grinalda...

* * *

Falaram que a eleição de Obama daria lugar à América "pós-racial"; no entanto, e se fosse o contrário? 95% dos negros votaram em Obama e não viram nada de "pós-racial" na idéia: de fato, votaram exclusivamente baseados na raça do candidato. E se agora então cada um só votar no candidato da sua cor? Brancos votando em brancos, latinos em latinos, asiáticos em asiáticos? Não estaríamos assistindo - em vez de uma era pós-racial - simplesmente a volta do tribalismo? No Iraque, por exemplo, xiita só vota em xiita e sunita só em sunita.

* * *

E por falar em sunitas e xiitas, os Jihadistas comemoram muito a vitória de Obama (mas sem champanhe, que é anti-islâmico) e afirmaram "quase fomos derrotados pelo maldito Bush mas, graças a Alá, Obama venceu e podemos continuar nossa luta". Não é brincadeira, disseram isso mesmo. Tá no New York Times.

* * *

Às vezes dá vontade de dar reboot no sistema e começar tudo de novo... Mas a História não pára.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Apocalipse now


O Spengler do Asia Times, otimista como sempre, afirma que todos aqueles que torceram pela Grande Crise do Capitalismo Americano e o final do papel "imperialista" dos EUA terão seus desejos prontamente atendidos.

Mas não gostarão nem um pouco do resultado.

Impedidos de agir pela crise e pelo inútil Obama, os EUA se fecharão sobre si mesmos. O resultado será uma Europa cada vez mais insegura e com conflitos intra-étnicos; guerra religiosa do Líbano ao Paquistão; aumento de armas nucleares em posse de elementos suspeitos; América Latina cada vez mais refém do tráfico e de neo-guerrilhas criminosas; Rússia retomando o Leste Europeu.

Não haverá vencedores; mas talvez alguém perca um pouco menos.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Paz, amor e fantasia

Há um projeto de lei nos EUA, proposto pelo deputado Democrata Dennis Kucinich, que quer criar um "Departamento da Paz e da Não-Violência". Seu objetivo seria, nas palavras do seu autor, "transformar a consciência e as condições que impelem o ser humano à violência e desenvolver um novo sentimento de compreensão".

(pausa para bater com a cabeça na parede)

Já o candidato Barack Obama afirmou - por se houvesse algum terrorista escutando - que em sua presidência "a América se moverá em uma nova direção enviando um claro sinal ao resto do mundo que não estamos mais interessados em força bruta e unilateralismo, mas sim em criar parcerias ao redor do mundo para resolver problemas práticos."

Santa ingenuidade, Batman! Os esquerdistas, parafraseando Freud, são como "pessoas que se preparam para ir a uma expedição ao Pólo Norte com roupas de verão e um mapa dos lagos italianos".

E, como dizia Karl Popper: "Todas as tentativas de criar o paraíso na Terra acabam inevitavelmente criando o inferno".


Cartaz que Obama enviará aos terroristas de todo o mundo.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

9/11

Sete anos.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

O fim do início do fim


O grande acelerador de partículas Hadron começou a funcionar. O blog, por se acaso, se despede. Afinal, o experimento de hoje pode causar o início do fim do mundo.

(Parece que é tudo culpa de um tal de Higgs Boson. Alguém o conhece?)

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Será que Obama é o Anticristo?



No começo, confesso, não dei muita atenção. Achei que fosse mais uma dessas teorias conspiratórias que se espalham pela Internet. Mas pouco a pouco fui levando mais a sério. Os indícios, a princípio difusos, foram se tornando cada vez mais claros - e perturbadores.

Fato um: Obama é canhoto. A Bíblia, notadamente, identifica a esquerda com as forças demoníacas, e como culpá-la, se a esquerda é em geral só traz mesmo desgraça? O Diabo é canhoto. Obama também.

Fato dois: Segundo o livro do Apocalipse, a Besta "surgirá do meio do mar". Onde nasceu Obama? Nas ilhas do Hawaii, no meio do oceano pacífico.

Fato três: O nome de Obama é quase idêntico ao do maior inimigo do mundo livre judaico-cristão, Osama. O S, de Serpente, é trocado pelo B... De Besta. Como sabem os cabalistas, letras e números não são jamais casuais. Nada é coincidência.

Fato quatro: Disse Jesus (Mateus 7:15-23), ”Cuidado com os falsos profetas que vem em roupa de ovelha, mas por dentro são lobos vorazes. Por seus frutos os reconhecerão." Obama é simpático, cordial, sorridente, calmo. Uma ovelha. Mas, por dentro? Notem ainda que Obama se anuncia a si mesmo como uma espécie de Messias, vejam o que ele disse em discurso recente: "Uma luz brilhará através daquela janela, um raio de luz descerá sobre você... Você experimentará uma epifania... E descobrirá que deve votar em Obama." (7 de janeiro).

Fato cinco: Já várias pessoas, especialmente mulheres, desmaiaram em discursos do Obama. Emoção... Ou possessão demoníaca? Quando as frases do Obama durante cada desmaio são escutadas ao contrário, revelam mensagens perturbadoras...

Fato seis: Diz o Apocalipse sobre a Besta que "o dragão lhe deu seu poder e seu trono, e grande autoridade". Obama poderá ser o futuro presidente dos EUA. O dragão talvez seja uma referência à China, indicando que os EUA suplantarão os chineses, e Obama governará não apenas os EUA, como o mundo.

Fato sete: os eventos do Apocalipse culminam com a destruição de Jerusalém. A política de Obama e seus assessores parece ser bastante crítica a Israel, e pretendem dividir a Cidade Sagrada, o que certamente resultará em guerra.

Fato oito: segundo a Bíblia, o Anticristo não teria "desejo por mulher". Obama, segundo estas acusações veiculadas no Youtube, seria homossexual, e teria realizado sexo oral quando era senador por Illinois.
Os fatos estão todos ali, amigos. O Apocalipse se aproxima, e com ele a morte, a fome, a insanidade e a pestilência. Se fosse vocês, eu teria medo. Muito medo.

"Quando o Cordeiro abriu o sétimo selo, houve silêncio no céu cerca de meia hora. Então vi os sete anjos que se achavam em pé diante de Deus; a eles foram dadas as sete trombetas. Veio outro anjo, que trazia o incensário de ouro, aproximou-se e ficou de pé junto ao altar. A ele foi dado muito incenso para oferecer, com a oração de todos os santos, sobre o altar de ouro diante do Trono; e da mão do anjo subiu diante de Deus a fumaça do incenso juntamente com as orações dos santos. Então o anjo pegou o incensário, encheu-o com fogo do altar e lançou-o sobre a terra.; e houve trovões, vozes, relâmpagos e um terremoto."

Atualização: No dia 1 de setembro de 2008 (1 Elul de 5768 no calendário hebreu), foi anunciado que Bristol Palin, a filha de Sarah Palin, vice do candidato Republicano John McCain, estava grávida. Logo surgiram vozes afirmando que a menina de 17 anos era virgem, e que seu futuro filho era o novo Messias que lutaria contra o Anti-Cristo Obama. Meros boatos... ou a terrível verdade?!?

Atualização 11/10/08: A prova que faltava. Os animais percebem a presença do Maligno:


Atualização 03/06/09: Agora é sério. Ferrou de vez. Em discurso explícitamente antireligioso em que blasfema a Bíblia e diz que esta promove a escravidão e o apedrejamento de mulheres e crianças, Obama diz que "Os EUA não são mais uma nação cristã". Vídeo (em inglês) abaixo: