domingo, 19 de fevereiro de 2017

O fim da diversidade

Um dos aspectos mais deprimentes da globalização é que ela está acabando com a diversidade. Sim, isto mesmo. Ao contrário do que dizem, a globalização é a morte da diversidade cultural.

Antigamente, cada país era diferente, com seus próprios hábitos, culturas, culinária e música. Certo que havia trocas e intercâmbios, mas ainda assim existia uma identidade nacional que procurava ser mantida. Era divertido viajar e conhecer outros lugares.

A globalização promove uma monocultura global de consumismo, pornografia, idolatria gay, rap e hip hop, Hollywood, Starbucks, McDonald's. Todas as grandes cidades ocidentais, e até mesmo algumas orientais, começam a se parecer.

Sim, alguns países mantém ainda uma certa "cor local" para fins turísticos, mas é algo bem superficial. A realidade é que a América Global venceu e está exportando seu modelo para o planeta inteiro.

Vá num bar em Berlim, Londres, Los Angeles ou New York e verá o mesmo tipo de música, o mesmo tipo de gente, o mesmo tipo de comportamento.

Cor local? Você verá imigrantes muçulmanos, negros e chineses em quase tudo que é lugar.

Isto sem falar na vitória total do cinema americano. Até os anos 60, 70, o cinema europeu resistiu, criando algumas obras-primas. Hoje, salvo raras exceções, são os primeiros a querer imitar Hollywood e seu estilo de história com mensagens politicamente corretas. Mas é isso mesmo, é o que o povo quer ver.

Conglomerados multinacionais como Apple, Facebook e Google aumentam ainda mais esta sensação de monocultura. A tecnologia a serviço da globalização. Nem sua identidade pertence a você.

Mas a esquerda não era contra as grandes empresas? Por que idolatram os gigantes da informação?

Por fim, a miscigenação genética entre os diversos grupos humanos  acabará de vez com as identidades nacionais e culturais. Tudo o que restará será uma vaga memória de tempos passados. E uma indigesta população mista sem identidade étnica, cultural ou sexual.

Há solução? Não, salvo o isolamento e uma revolta contra o mundo pós-moderno. Mas isto está muito longe de acontecer. Na verdade, a maioria dos brancos adora esta monocultura global, e eu sou uma minoria da minoria, então, o que fazer?

A única opção por ora é tentar levar uma vida individual digna, mantendo a independência e tentando misturar-se o menos possível com essa gentalha.



Existe alt-right no Brasil?

É curioso como existem tantas brigas de ego na dita direita brasileira. Parece até aquele poema do Drummond, só que ao contrário: Reinaldo que brigou com Constantino que brigou com Olavo que brigou com todo mundo.

O Reinaldo Azevedo xingou agora a Joice Hasselman, em um vídeo constrangedor. Nem vou colocar o link pois acho que só queima o filme dele, coitado. E na verdade, embora faça anos que não o leio, sempre gostei bastante do Reinaldo Azevedo. É muito inteligente, culto e escreve muito bem. Porém, faria melhor em se assumir como tucano mesmo em vez de fingir ser "conservador". Quer conservar o quê, além do seu emprego? Porém, como disse, gosto dele e espero que se recupere destas bobagens.

Bem, de qualquer modo vendo estes últimos barracos me peguei pensando se existia algo que podemos chamar de alt-right no Brasil. Quem seriam os alt-righteiros locais?

Não conheço muito a Joice Hasselman. É gostosa e simpática. Certamente não tem a profundidade intelectual de um Olavo ou Reinaldo, mas convenhamos, poucas mulheres têm. O papel das mulheres em geral nos movimentos políticos é mesmo o de ser carismáticas e motivar os homens, mas não de aprofundar muito na ideologia.

O Rodrigo Constantino -- que por sinal também já brigou com o Olavo, mas quem não brigou? -- me parece também meio simplório, sem muitas ideias próprias. Bem, não sigo o seu blog, mas lembro que antes das eleições ele criticava o Trump; agora que ele virou presidente passou a elogiá-lo. É um libertário que acha que Miami é "Brasil que deu certo". Sei lá. Há quem goste e tampouco vejo tanto motivo assim para criticá-lo.

Olavo de Carvalho é o filósofo mais amado do Brasil. É certamente o de maior peso intelectual da turma. Porém tem também os seus defeitos que todos conhecem: a mania de falar palavrão, a mania de guru que não aceita contradições, o ponto cego em relação a um certo país do oriente médio, as críticas estranhas à Rússia etc. Pode não ser um neocon completo, mas também não diria que é alt-right. Aliás parece que ele mesmo estes dias disse que não é de direita.

Existem alguns outros blogs de menor expressão que talvez sejam de alt-right, mas a verdade é que não leio quase nada hoje.

Eu, que não tenho expressão nenhuma, também não sou de alt-right.

Bem, mas é claro que seria preciso primeiro definir o que é alt-right. É similar ao nacionalismo branco? É outra coisa? Para mim, a alt-right não é tanto uma ideologia própria e coerente, mas é acima de tudo apenas uma manifestação contra as várias mentiras que nos tem sido contadas ao longo destes anos: sobre imigração, sobre o comportamento feminino, sobre diferenças étnicas, sobre o poder. Mas mesmo assim, a alt-right parece mesmo apenas o redescobrimento de coisas que eram de conhecimento comum no século XIX. Nada de muito novo no front.

Ou então, se definirmos a alt-right apenas como um nacionalismo mais sadio e ligado ao tradicionalismo, então neste caso teríamos alguns blogueiros mais reacionários que estariam alinhados com esta vertente mais "patríótica" e com a candidatura de Bolsonaro, que seria o Trump brasileiro? Mas Bolsonaro politicamente parece ser um libertário, o que o colocaria mesmo no campo do Constantino, então, não sei. Além disso, o estranho batismo de Bolsonaro em Israel o colocaria mais como evangélico do que católico tradicionalista, mas talvez seja apenas uma jogada de marketing já que o futuro do Brasil, lamentavelmente, parece ser evangélico mesmo (a Igreja Católica fez uma grande burrada nos anos 60-70 ao se alinhar com a teologia da libertação, pastoral da terra etc e perdeu a maioria de seus fiéis).

De qualquer forma, a verdade é que a política brasileira me interessa muito pouco hoje. E, aliás, mesmo a americana não me interessa tanto assim. Acho que o que é mais importante mesmo é saber se os estados nacionais da Europa sobreviverão. Estes são o berço do Ocidente, e se eles morrerem, não acho que o que chamamos de "Ocidente" terá muito futuro. A América já é uma combinação esquisita de origem maçônica e povos misturados que não pode ser uma completa herdeira da tradição ocidental.

Então, acho que esta pergunta ficará sem resposta.

Abraços, e até.

A direita brasileira em ação.



quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Volto depois


Desculpem o mau humor. Às vezes os textos ficam meio pessimistas, não é? Mas sem motivo, pois tenho certeza que no fim das contas venceremos esta batalha contra as forças do mal. Aguardem.


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Fake news

Diz a mídia que um atirador branco com jeito de viadinho matou seis muçulmanos no Canadá. Primeiro, todas as testemunhas inicialmente falavam em dois atiradores, um deles nome muçulmano. Depois passou a falar-se apenas em um atirador, o branquelo.

Mais estranhamente ainda, pouco depois a notícia praticamente sumiu. O perfil do suposto assassino no Facebook foi deletado (por quem?) e embora a mesquita tivesse câmeras de segurança filmando o local 24 horas por dia, nenhum vídeo foi divulgado. Não se fala quase mais no assunto.

Eu tenho certeza quase absoluta que esse tiroteio nunca aconteceu, ou, se aconteceu, foi de um modo bem diferente do que contam.

Porém, ninguém questiona nada disso. As pessoas aceitam o que vem de cima como zumbis.

Algumas coisas interessantes sobre o Quebec onde ocorreu o suposto massacre:

Um, a região está recebendo muitíssimos imigrantes, em especial de Haiti, Senegal, Argélia, e outros países francófonos (mas também franceses brancos que fogem da França multicultural - saltam da panela com água fervente para o fogo).

Dois, de acordo com pesquisas recentes, dois em cada cinco bebês da região nascidos nos últimos anos são filhos de imigrantes ou de casais inter-raciais.

Três, a região em uma ou duas gerações passou de ser extremamente católica (famílias numerosas, todos indo à missa) para quase atéia (e hoje chama a atenção até algumas belas igrejas transformadas em ginásios, restaurantes ou discotecas - pessoalmente, acho isto horrível. Seria melhor até se demolissem os prédios do que transformá-los em templos do consumo).

Enquanto isso, Google e Facebook se tornaram os árbitros mundiais do que é uma "notícia falsa" e o que é uma "notícia real". Até na França eles irão monitorar as notícias, acredite. Google e Facebook, os árbitros da verdade, da moral e dos bons costumes... E todos acham isso normal.

Parece-me bastante claro que a maioria das pessoas são bem estúpidas e não muito diferentes de marionetes. Controle a mídia e você controlará as pessoas.

Na época do fascismo, o povo era fascista. Na época do igualitarismo, o povo é igualitarista. Se algum dia budistas nudistas tomarem controle da mídia, o povo será budista e nudista.

Por isso não levo tão a sério o Trump, embora naturalmente ele seja muito melhor do que a Hillary ou qualquer outro "líder ocidental" atual. Porém, enquanto ele não investir contra Wall Street e contra a mídia, nada mudará. Certo, sendo uma democracia fica mais difícil de mudar as coisas "de verdade",  por outro lado, fingir fazer alguma coisa é muito fácil.

Aliás, alguém disse certa vez que a política é o teatro para a gente feia. E é mesmo.

Alguns acham que vivemos numa "matrix", na qual tudo o que é mostrado como realidade é na verdade falso. Mas é ainda pior do que isso, pois até a suposta "verdade" que está por trás do que é "falso" é, em grande parte dos casos, falsa também. Sintomático que ambos os diretores do filme Matrix logo depois se revelaram como progressistas doidos que "trocaram de sexo".

Nada do que acontece é exatamente como nos contam.

Mas qual a verdade por trás de tudo isto?

Será que um dia descobriremos?




O país do futuro

As notícias sobre o caos no Espírito Santo após a greve da polícia tornaram-se internacionais. Isto após as anteriores várias notícias de massacres em presídios que também chamaram a atenção do planeta.

Não há como escapar da imagem de que os brasileiros são em sua maioria um povo de selvagens, que só podem ser controlados na base da porrada constante, e, muitas vezes, nem isso adianta.

Se algum assessor do governo Trump assistisse aos vídeos, provavelmente colocaria uma moratória à imigração de brasileiros, e não por três meses, mas por três séculos. O fato é que brasileiros são em média muito, mas muito piores do que muçulmanos. Nenhum país árabe tem tanta criminalidade quanto o Brasil. De fato, até o Iraque durante o recente conflito entre sunitas e xiitas, teve menos assassinatos do que no Brasil.

O que explica tamanha violência?

Eu realmente não sei. Tenho a impressão que décadas (séculos?) de disgenia, somados à mais recente seleção sexual pela guerra das drogas, tenham gerado uma enorme população de psicopatas débeis mentais completamente irredimível. Existem cidades na África que são menos violentas do que capitais no sul Brasil -- supostamente a parte mais "europeia" e "civilizada".

Naturalmente que estamos falando aqui das classes populares, mas mesmo a classe média brasileira é bastante tosca. Basta ler sobre a péssima fama internacional dos "gamers" brasileiros, ou então apenas checar qualquer comentário na Internet de brasileiros, são quase sempre os mais estúpidos. Um pequeno exemplo recente tirado de um filme clássico no Youtube:

Comentário de um sueco: kjun03 3 weeks ago
Bergman was and still is a great journey of the mind 
Comentário de um indiano: Rajesh Perampally 1 year ago
good psychological movie, decent performances, please uplode more ingmar bergman movies.
Comentário de um americano: Nat Gat 1 year ago
Ingmar bergman.
fucking sick . if it is dead twist in hell. damn trash !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! 
Comentário de um brasileiro: ERIOVALDO COSTA SANCHO 1 month ago
TENHO UM PAU BEM GRANDE PRA VOCES MULHERES, CASADAS E SOLTEIRAS. 

Eu realmente não vejo nenhuma saída para o Brasil além do aeroporto. E, uma vez lá fora, o melhor a fazer é tentar se afastar o máximo que der de outros brasileiros. Não digo que não existam bons brasileiros, dentro ou fora do Brasil. É claro que existem. Mas também existe muita gente ruim.

Mas o pior nem é isso, o pior é que as elites globais, com toda sua propaganda sobre a "diversidade" e "imigração", parece que querem isso mesmo, transformar o planeta inteiro em um imenso Brasil. Não sossegarão enquanto as ruas de Paris, Londres e Barcelona não estiverem tão caóticas quanto as de Vitória.

Eu realmente não entendo para que alguém ia querer fazer isso. O melhor a fazer com o Brasil seria enviar sua população negra e mista descendente de escravos para a África, seus brancos ou semi-brancos + 90% caucasianos/asiáticos para os países de origem na Europa e Ásia, esterilizar o resto da população, demolir as cidades, e depois retornar o território inteiro na forma de reserva natural às poucas tribos de ameríndios puros ainda existentes, com um pedido de desculpas.

Não deu certo.



Atualização:

Bem, talvez eu tenha exagerado um pouco, mas é difícil ser otimista ao ver vídeos ou notícias como estas, mostrando que no Brasil definitivamente "a ocasião faz o ladrão". Honestidade é para os trouxas.

Dito isto, lembro que na minha infância e aborrecência nos anos 80 ficávamos até tarde brincando sozinhos na rua e não havia tanta preocupação. Realmente a situação da violência urbana piorou muito desde então, ao menos no Sul do Brasil. Porto Alegre é hoje uma das cidades mais violentas do planeta, e o Brasil virou uma zona de guerra. O que aconteceu?

Talvez este jornalista tenha razão ao falar na sonegação de impostos, na corrupção e no tal "arrocho" dos governantes, que curiosamente sempre cortam mas nunca suas próprias mordomias. Neste sentido, o Governo Sartori do RS desmantelou totalmente a segurança pública, ao mesmo tempo em que aumentou as mordomias para si e seus amigos. Mas não acho que seja apenas isso.

Existem soluções?

Talvez. Não, não a educação, que não adianta nada e está longe de ser a panacéia que dizem, mas: uma volta a uma aplicação de penas severas, incluída a pena de morte; fim do desarmamento civil; diminuição da natalidade da parte mais baixa da curva do sino; e resolver a questão das drogas de alguma forma.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

«Quanto mais contemplo o espectáculo do mundo, e o fluxo e refluxo da mutação das coisas, mais profundamente me compenetro da ficção ingénita de tudo, do prestígio falso da pompa de todas as realidades. E nesta contemplação que a todos, que reflectem, uma ou outra vez terá sucedido, a marcha multicolor dos costumes e das modas, o caminho complexo dos progressos e das civilizações, a confusão grandiosa dos impérios e das culturas - tudo isso me parece como um mito e uma ficção, sonhado entre sombras e esquecimentos. Mas não sei se a definição suprema de todos esses propósitos mortos, até quando conseguidos, deve estar na abdicação extática do Buda, que, ao compreender a vacuidade das coisas, se ergueu do seu êxtase dizendo "Já sei tudo", ou na indiferença demasiado experiente do imperador Severo: "omnia fui, nihil expedit - fui tudo, nada vale a pena".»

Fernando Pessoa/ Bernardo Soares, Livro do Desassossego, 3.ª edição, Assírio & Alvim, p. 138/9


Tu ne quaesieris, scire nefas, quem mihi, quem tibi
finem di dederint, Leuconoe, nec Babylonios
temptaris numeros. ut melius, quidquid erit, pati.
seu pluris hiemes seu tribuit Iuppiter ultimam,
quae nunc oppositis debilitat pumicibus mare
Tyrrhenum. Sapias, vina liques et spatio brevi
spem longam reseces. dum loquimur, fugerit invida
aetas: carpe diem, quam minimum credula postero.


Horatio

domingo, 29 de janeiro de 2017

O muro

Trump vai mesmo construir o tal muro e já limitou a entrada aos EUA de refugiados de vários países muçulmanos. Sou a favor. É divertido ver o chilique dos esquerdos com algo que é apenas uma medida de bom senso. A Europa deveria ter feito o mesmo há muito tempo.

Sim, a esquerda está escandalizada, chamando Trump de Hitler para baixo, mas na verdade ele é ou parece ser apenas um nacionalista americano velho estilo. O escândalo não mostra tanto o radicalismo de Trump como o crescente radicalismo da esquerda globalista contemporânea.

Se é só teatro ou jogar para a torcida não sabemos, mas é fato que já a mudança de discurso é uma novidade, o que indica que as coisas estão mudando ou podem mudar em uma nova direção. As eleições francesas este ano poderão indicar uma mudança de rumo também na Europa, nem que seja na elite tentando uma estratégia diferente de contenção. Quero dizer, até a elite pode estar se dando conta que seus velhos métodos já não funcionam tanto e esteja tentando um método novo. Netanyahu gostou do muro de Trump. Putin também.

Dito isso, não tenho certeza que baste mudar de governo ou construir um muro para as coisas mudarem. Acho que a razão é que para mim o problema principal do mundo de hoje, ao menos do modo que eu vejo, é mais cultural do que político. A cultura está num lamaçal tão grande que fica difícil crer que tudo poderá mudar tão rápido, parece que seria mais um trabalho de gerações.

Mas vamos ver o que acontece; coisas mais estranhas já aconteceram neste planeta.

O poeta Robert Frost escreveu um bom poema sobre muros. Se é verdade que por um lado ele diz que "há algo [em mim] que não gosta de um muro", também parece concordar que "boas cercas fazem bons vizinhos".

Também há aqueles que, como eu, vivem em cima do muro, mas essa é uma outra história.




segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Anjos e demônios

Milhões de mulheres saíram às ruas para protestar contra a posse do Trump. Mas protestar pelo quê?

Não é bem claro. Afinal, 53% das mulheres brancas votaram a favor de Trump, e quanto às outras, bem, poderiam ao menos esperar a presidência realmente começar para reclamar.

Algumas protestavam contra o "patriarcado" enquanto seguravam cartazes de uma islâmica usando a bandeira americana como véu. Outras protestavam a favor do aborto enquanto empurravam carrinhos de neném.

Outras ainda protestaram contra a "objetificação feminina" enquanto aplaudiam a um discurso da Madonna, puta padroeira da objetificação.

Curiosamente, nenhuma manifestante protestou contra a imigração, que levou a casos como este de imigrantes muçulmanos pakis e árabes estuprando mulheres suecas, filmando e rindo às gargalhadas.

(Não se preocupem, estarão soltos logo mais para poder estuprar mais. A Suécia precisa de diversidade!)

Houve também alguns peitos de fora e, como sempre, uma enorme obsessão com vaginas. (Já pensou se em um protesto masculino houvesse tantas imagens de pênis? O que pensariam as mulheres dos homens?)

Alguém observou que o feminismo moderno é basicamente uma mistura de puritanismo com putaria.

Isto é, as mulheres teriam o direito de se vestir como putas provocando os homens e ser obecadas com peitos e vaginas, ao mesmo tempo em que criam barreiras intransponíveis para o acesso sexual: não pode ficar olhando, não pode passar cantada na rua, não pode tocar nenhuma parte do corpo sem autorização por escrito, etc.

Em resumo: poucas vezes se viu um protesto tão confuso e com objetivos tão pouco claros.

Porém, não vamos desconsiderar os protestos de todo. Acho que os protestos indicam um certo mal-estar civilizatório geral. Assim como aconteceu com o "Ocupar Wall Street", as pessoas protestam mas sem nem saber direito o porquê.

No caso, muitas mulheres parecem estar insatisfeitas com a vida moderna no Ocidente, ainda que não saibam muito bem o motivo.

O lixo humano Soros foi quem financiou a marcha. Parece que cansou de apoiar protestos de negros, agora financia protestos de mulheres. Bem, por um lado melhor, tem menos quebra-quebra.

Mesmo assim, de onde esses bilionários da elite tiram tanta energia para ferrar com o planeta? Este velhote satânico não cansa nunca? Por que não se aposenta de uma vez e vai gozar de sua riqueza? Ou então, por que não se mata logo e vai comemorar com seus parceiros no Inferno?

Às vezes, creio sim que haja uma dimensão espiritual em tudo isto. Muitos membros da elite pós-moderna são certamente satanistas comedores de criancinhas, e, se não forem, ao menos parecem, devido aos seus gostos bizarros em arte e em cultura.

Não sou um especialista em símbolos, mas eles parecem ser bem importantes para a elite. Basta assistir aos vários produtos de Hollywood, e em especial aos videoclipes de cantores pop da moda, sempre repletos de imagens sinistras.

Acho também que já falei desta bizarra inauguração de um túnel na Suiça assistida pela elite política global.

Suas obsessões com "transgenderismo" e "transhumanismo" são também estranhas e perigosas. Parece que querem realmente transcender a condição humana, transformando-se em anjos - ou em demônios.

O poeta Yeats escreveu sobre a importância dos símbolos e sua dimensão sobrenatural. Desde um ponto de vista mais tradicionalista, Julius Evola também escreveu muito sobre isso.

O mundo não é apenas material, mas tem certamente uma dimensão espiritual, sobrenatural por assim dizer. Símbolos são e sempre foram uma forma de comunicação com o além.

Em termos estritamente materiais, o mundo moderno é melhor do que na maioria dos outros períodos da história humana. Temos mais conforto, menor pobreza (relativamente, um favelado de hoje tem mais conforto do que um pobre europeu da Idade Média), melhor saúde, mais dinheiro.

Mas em termos culturais e espirituais, tudo aponta para a decadência. Enganada com falsas imagens, a humanidade já não sabe mais em que acreditar!

E eu, também não.



Dai-me paciência e fé, Senhor.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

O que está acontecendo com os Japas?

Muitos devem ter lido as notícias de que hoje em dia grande parte dos homens japoneses são virgens até os 30 anos ou mais. Ou então as notícias sobre japoneses preferindo namoradas de anime virtual do que mulheres de carne e osso. Ou até mesmo sobre seus simuladores de colo.

Agora leio uma notícia sobre estudantes de intercâmbio chineses em Tóquio roubando as namoradas dos japas "herbívoros", simplesmente por agir de uma forma mais agressiva com as japetinhas.

O que estaria acontecendo?

Parte da razão é sem dúvida o feminismo. Sim, no Japão também há feminismo, embora de forma um pouco diferente do que na virulenta forma ocidental.

Já logo no pós-guerra a influência dos costumes americanos era evidente. Filmes como o belíssimo "Primavera tardia" de Ozu, dos anos 50, já mostram essa busca das mulheres por mais independência.

Os casamentos anteriormente eram arranjados pelas famílias, de forma que a mulher tinha pouca escolha, e o homem não precisava treinar-se nas artes de disputar vadias com outros machos.

As mulheres por natureza tendem a buscar um homem mais agressivo. Nisso, são implacáveis e pouco fiéis. Tem zero solidariedade étnica, ou mesmo sentimento de culpa em relação ao parceiro.

Por isso, se um dia os japoneses abrirem a porteira para os africanos, tenho certeza que virarão um país mestiço em pouco tempo, cheio de baby mamas japas com filhos mulatos.

Outra coisa que parece estar acontecendo é que os jovens japoneses estão tendo maiores dificuldades financeiras. Leio aqui que os homens japoneses entre 20 e 35 anos estão ganhando pouco, e inclusive menos do que as mulheres, e não conseguem ter uma carreira estável como seus pais. Desprezados pela sociedade e pelas mulheres com independência financeira, tais homens se refugiam no mundo da tecnologia. (Por outro lado, ao recusar-se a participar no jogo, não caem na escravidão do sistema feminista como ocorre no ocidente).

E no entanto o Japão não foi sempre um país "herbívoro". Ao contrário. Venceu uma guerra contra um país maior e mais poderoso (a Rússia em 1905), dominou militarmente a China durante muitos anos, e lutou bravamente contra o colosso americano, provavelmente só sendo derrotado pelo covarde uso de armas atômicas.

(Covardia, sim, e das piores. Experimentar um armamento terrível em uma população civil inocente é um crime de guerra nojento, mas os vencedores tudo podem e ainda posam de bonzinhos, não é? O que evidentemente não é desculpa ou vitimização dos japoneses, que também fizeram coisas horríveis durante a guerra.)

Talvez aqui esteja a outra resposta. O Japão é um país derrotado, e isso teve um forte impacto psicológico. Assim como a Alemanha passou de ser o terror da Europa a tornar-se hoje o país mais "cuck" do mundo, o Japão também sofreu e muito com essa humilhação. Talvez até mais, devido à sua cultura da honra.

Qual o caminho agora para o Japão?

Bem, acima de tudo eles devem manter-se firmes contra a imigração. Não acho que a baixa natalidade seja um problema assim tão grave, o país é superpovoado e poderia ter um pouco mais de espaço. Mas, se abrir as portas para africanos, filipinos, árabes, brancos e outros povos, estará perdido.

Em segundo lugar, devem se livrar da influência americana e se rearmar. Talvez devessem aliar-se com a Rússia ao invés do que com o EUA?

Deveriam idealmente rejeitar o ocidentalismo e voltar às suas tradições, mas talvez isso não seja possível hoje em dia.

A grande sorte do Japão é não estar na mira dos globalistas, sendo poupado por ora, enquanto eles acabam primeiro com os países brancos.

Porém, os globalistas não são a única ameaça, afinal os chineses também ainda odeiam os japas e querem se vingar a todo custo pelos antigos massacres. Começam roubando suas namoradas, terminarão quem sabe querendo roubar seus territórios. Todo cuidado é pouco.

Tenho simpatia pelos japoneses, mais do que pelos outros povos asiáticos. Mas até quando eles poderão resistir?

Japoneses ontem...
Japoneses hoje.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

"Eu sou normxl!"

A foto abaixo é de umx xrtistx trxnsgênerx e militxntx sul-xfricxnx realizando sua mais recente performance.

Vocês não tem a impressão que grande parte dos esquerdistas são doentes mentais?

Será que o movimento nos anos 60 para acabar os manicômios não era, na verdade, um plano secreto para "libertar os seus irmãos"? Será que o número de militantes esquerdistas, isto é, de doidos soltos, aumentou muito de lá para cá? Alguém deveria fazer um estudo a respeito...

Falo sério. Quero dizer, antes eu pensava que o progressismo era apenas mais uma forma de tentar destruir as estruturas tradicionais do mundo ocidental, e que para isso criava teorias propositalmente bizarras (como essa mania de escrever tudo com x), o que por sua vez tendia a atrair pessoas mentalmente desequilibradas.

Porém, agora penso seriamente que pode ser o contrário. As ideias progressistas são malucas, não por desígnio, mas simplesmente por que eles são malucos. É como se alguém acreditasse ser Napoleão Bonaparte, e, em base a isso, em vez de interná-lo num hospício, lhe fosse entregue o poder.

Não que não existam doidos na direita, no centro, ou em toda a amplidão do espectro político (mas especialmente movimentos extremos tendem a atrair doidos). Porém, no caso da esquerda progressista atual, é cada vez mais difícil de diferenciar quem é "louco" de quem é "normal", e, de fato, pareceria que os mais "loucos" são os que mais sobem ao topo.

Quando eu era criança, tinha um quadro humorístico do programa do Jô Soares em que o personagem fazia ou dizia as maiores maluquices e depois gritava, "Eu sou normaaal!!"

Pareceria que este é o comportamento da maioria dos militantes de esquerda hoje em dia. Mas o pior é que a maioria das pessoas, mesmo as basicamente apolíticas, realmente os leva a sério, o que prova, ou que elas também são malucas, ou que a doença mental pode ser algo contagioso.

Ou, o que também é possível, somos todos doentes mentais, e o que acreditamos ser "o mundo real", no fim não passa de um grande hospício...