sábado, 21 de julho de 2018

São Chesterton, orai por nós

Chesterton (nosso ex-leitor) deve estar feliz. Chesterton (o escritor) pode virar santo. Ao menos são as tratativas que estão ocorrendo, mas existem alguns impedimentos.

Um deles parece ser que o escritor católico era considerado por alguns um "anti-semita" (por artigos como este). Que bobagem! É para ele virar santo católico, ou santo em alguma sinagoga? Ou o Vaticano já estã tão infiltrado que agora tem outra missão?

Em seu famoso livro "Ortodoxia", Chesterton escreveu uma coisa muito interessante. Disse que quando uma religião rui (como estava ocorrendo já então com o Cristianismo), não apenas os vícios ficam soltos, como as virtudes também. E virtudes soltas, fora de um esquema religioso, são até mais perigosas do que os vícios: "O mundo moderno está cheio de velhas virtudes cristãs enlouquecidas".

De fato, é o que podemos claramente constatar hoje. A virtude da caridade e de compaixão foram transformadas no espetáculo masoquista de chorar ao ver "crianças imigrantes separadas dos pais", não importando que foram os próprios pais os que as colocaram nessa situação ao imigrar ilegalmente, e que a solução mais simples para uma família unida seria a de ficar em seu país e não quebrar as leis. Esquerdistas "caridosos" choram ao ver africanos se afogando, mas não se importam com as jovens europeias mortas e estupradas por esses mesmos imigrantes. E não sabem eles que tudo isto é armado, e que foram ONGs imundas que colocaram os africanos nesses barcos e estão financiando o literal estupro da Europa?

As mulheres particularmente precisam de religião, e não é coincidência que elas sempre foram historicamente as mais devotas. A recente onda feminista parece ter provado definitivamente que as mulheres têm uma certa tendência à histeria.

Vejamos três casos recentes. Um, o de uma mulher de 46 anos, mãe de dois filhos, que quis fazer uma cirurgia estética com um picareta conhecido como "Dr. Bumbum", que fazia operações em seu próprio apartamento. Ela gastou 20 mil. Morreu. Enfim, coitada, e quem sou eu para dizer como as pessoas devem gastar o seu dinheiro, mas que uma mãe gaste tudo isso e arrisque até a vida em um procedimento desses me parece o cúmulo da futilidade.

O outro caso é de uma jovem espanhola que fugiu de casa com um guru peruano que conheceu na Internet e foi encontrada mais de um ano depois morando no meio da selva amazônica junto à seita peruana com um bebê do guru. Eu já observei outras vezes que mulheres adoram líderes de seitas ou personalidades dominantes, ao ponto de largar até a família e os confortos materiais. Lembre que houve outros casos de jovens adolescentes que fugiram para ir morar com guerrilheiros do tal ISIS e viver no meio do deserto. Eu não sei bem por que isso ocorre, talvez a dominação psicológica e sexual seja como crack para as mulheres e elas perdem a razão. Ou talvez elas simplesmente desde o início não tenham capacidades racionais desenvolvidas e sejam incapazes de pensar a longo prazo.

O último caso é de uma alemã ativista pró-refugiados que aceitou uma carona de um refugiado marroquino. Foi estuprada e morta pouco depois. Mulheres brancas fazem um monte de histórias para aceitar saírem com um outro branco, não tem problemas em rejeitá-los uma e outra vez, ou até acusar de assédio. Mas aí, aceitam carona do primeiro marroquino que aparece, sem pensar nas consequências? É realmente impressionante. 

A religião tradicional provavelmente teria salvo estas três mulheres, colocando barreiras mentais no seu comportamento.

Evidentemente, o mesmo ocorre entre os homens, ainda que talvez em menor grau. Toda sociedade precisa de religião. E não falo aqui necessariamente da religião cristã, mas de qualquer sistema que coloque as virtudes em seu devido lugar: o paganismo greco-romano e o nórdico, ou mesmo as crenças das tribos indígenas sul americanas, tinham essa mesma função psicológica e social. Isto é, manter a sociedade unida e proteger as pessoas da ameaça de ideias nefastas e destrutivas, ser anti-corpos de proteção mental.

Chesterton tinha razão. Espero que vire santo. São Chesterton, orai por nós!


terça-feira, 17 de julho de 2018

Os novos deuses negros

É amiguinhxs. A coisa está mesmo preta para a França.  Eles ganharam a Copa com um elenco de mercenários negros e árabes. Aparentemente, o mais francês dos jogadores é um que é metade italiano. O outro branco do time é uma mistura de espanhol com alemão. Não tem nenhum 100% francês.

Eu realmente não vejo qual a graça de comemorar um título "nacional" desses, se bem que a esta altura é provável que a população branca da França já esteja mais ou menos na mesma proporção. 

Claro que tudo isso está sendo utilizado para mais propaganda de imigrantes, como se ter um time de futebol campeão fosse o mais importante de tudo. Bem, para algumas pessoas, talvez seja mesmo.

Enfim, o que é interessante é que agora já se deixou de lado a ideia de não ser preconceituoso com os negros e tratá-los com o respeito devido a qualquer ser humano. O que se precisa é cultuá-los, adorá-los.

O negro virou um objeto de culto, e, como nos antigos cultos religiosos pagãos, exigem sacrifícios. No outro dia o e criador e dono da famosa empresa americana de pizzas "Papa John's" perdeu sua própria empresa, por ter usado a palavra "nigger". Não importa que o contexto na qual a utilizou foi de negação, isto é, ele a estava rotulando como algo negativo. Virou uma palavra tabu, cuja simples menção é suficiente para destruir alguém. Existem outros incontáveis exemplos.

Negros podem fazer papéis de brancos no cinema, porém, ai de um branco que queira fazer papel de branco ou utilizar qualquer coisa relacionada com negros em uma obra de arte, vira "apropriação cultural". No outro dia no Canadá um espetáculo musical que utilizava canções de escravos foi proibido por ter alguns atores brancos e o diretor ser branco também. Só negros podem falar de negros.

Eu realmente acho tudo isto muito estranho. E o mais estranho é que o mesmo não se aplica a outros grupos raciais não-brancos, por exemplo, ninguém chora por mexicanos ou asiáticos não serem igualitariamente representados no cinema, e eles são em maior número.

Enfim, apenas uma nota de rodapé neste bizarro circo que é o mundo de hoje.

E você, já beijou um negro hoje?

Francesas comemorando a viória na Copa.

domingo, 1 de julho de 2018

Poema do Domingo

Cansaço

O que há em mim é sobretudo cansaço —
Não disto nem daquilo,
Nem sequer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço.

A subtileza das sensações inúteis,
As paixões violentas por coisa nenhuma,
Os amores intensos por o suposto em alguém,
Essas coisas todas —
Essas e o que falta nelas eternamente —;
Tudo isso faz um cansaço,
Este cansaço,
Cansaço.

Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada —
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...

E o resultado?
Para eles a vida vivida ou sonhada,
Para eles o sonho sonhado ou vivido,
Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...
Para mim só um grande, um profundo,
E, ah com que felicidade infecundo, cansaço,
Um supremíssimo cansaço,
Íssimno, íssimo, íssimo,
Cansaço...

Álvaro de Campos, in "Poemas"
Heterónimo de Fernando Pessoa

Paz para todos

Desculpem peo último texto, que nem texto foi. É que ando cansado disso tudo.

Cansado de ver o branco sendo manipulado com fotinhos de crianças, mulheres e outras mazelas. Mas engraçado, fotos de crianças e mulheres brancas sofrendo não causam a mesma comoção (a não ser que dê para culpar o patriarcado branco).  

Por outro lado, o "genocídio branco" só não é de todo verdade porque é um mezzo suicídio. O branquelo está ajudando a cavar a sua própria fossa. E por quê? Sem motivo. A Europa é minúscula se comparada com a África e Ásia.

E a América... Bem, o branco no seu auge teve a chance de se espalhar pelo mundo, e fracassou. Gerou uma América Latina de mestiços indígenas e africanos. A América do Norte parecia ter tido melhor sorte, mas foi só temporário. Agora já está sendo recolonizada também. Vingança de Montezuma?

Mas vamos aos fatos. As massas que estão avançando e se instalando nos países brancos não são "pobres imigrantes". São colonizadores. É uma invasão massiva apoiada e financiada por gente muito, muito rica. Os imigrantes são só peões, é verdade, mas não coloquemos um caráter espontâneo e "humanitário" em algo que é claramente organizado com fins nefastos.

Porém, o ódio, a raiva e a revolta não são o caminho. O que o branco precisa é reencontrar a fé em si mesmo, e a positividade perdida. O ativismo online separado de um ativismo prático na vida real também é desmotivador: a esquerda aprendeu isso logo. O branco, ainda não.

É verdade que o bronquelo não ajuda, mesmo. Por um lado, apoiam a própria substituição demográfica em nome de, do quê mesmo? De nada, competição por status, imagens na mídia social. Nunca um povo se perdeu por tão pouco.

Por outro, os puristas nacionalistas que recusam qualquer um que não seja caucasiano segundo seus critérios. Segundo um leitor, os afrikaners são "asiáticos loiros". Que ótimo! Merecem ser exterminados, então, seguindo a lógica do purismo absoluto. Enfim, está certo, até eu às vezes canso de tentar defender esse povo e acho que o branco europeu talvez mereça mesmo sumir da face da Terra.

Por outro lado, o desânimo tampouco ajuda, não é?  O branco europeu não sobreviverá se "odiar os imigrantes", e sequer precisa disso (como disse, são só peões, sem culpa direta), e tampouco odiando a si mesmo, mas sim voltar a acreditar na sua história e no seu futuro.

O ódio desmotiva. Só o amor constrói.

Deixo isso para outros, para os jovens. Meu tempo acabou, e nem branco direito sou. Nào sou ativista, sou só ranzinza mesmo. Ando estressado, cansado, atordoado, fatigado, irritado, acabado. Enfim, cansei e tenho mais o que fazer.  

Que a paz de Jesus se abra sobre vossos corações. 

Paz para todos. 

Até.

Europa.
Cai fora daqui, Demônio.

sábado, 30 de junho de 2018

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Teoria e prática da deportação

A maré está mudando? Itália recusando barcos africanos, Trump enjaulando criancinhas mexicanas. Não dá para saber ainda o que é real e o que é espetáculo para a mídia, mas parece haver um certo cansaço com o consenso do "status quo" que dominou o Ocidente pelos últimos quarenta anos. Então é natural que as coisas comecem a mudar.

Difícil saber se todo este triste teatro com as criancinhas hispânicas nos EUA é uma mancada honesta ou mais uma manipulação. Mas é fato que se realmente houver um dia uma deportação de imigrantes, cenas do tipo serão inevitáveis, e é claro que elas serão manipuladas pelos especialistas de manipulação sentimental.

E no entanto, a mídia escolhe. Não vimos tanto choro e drama na mídia pelas criancinhas palestinas recentemente fuziladas em um protesto. É algo com o que o mundo se acostumou, tanto que quase nem apareceu nas notícias ou nas mídias sociais. A ativista palestina Ahed Tamimi, de 16 anos, pelo que sei, continua presa até agora e nenhum âncora chora. 

Tampouco se falou muito na mídia global sobre Pamela Mastrantonio, jovem de 18 anos trucidada e esquartejada por gangues de nigerianos na Itália, e um dos principais fatores para a mudança na opinião pública por lá.

É triste e chato que usem crianças e aborrecentes para a manipulação política, de um lado e de outro. Mas isso fatalmente irá acontecer, como aconteceu com a imagem do menino sírio afogado na Turquia. O único modo em que este tipo de propaganda não funciona é com um duro controle estatal da mídia como ocorre nas ditaduras, seja no estalinismo ou na Coréia do Norte. E evidentemente esse tipo de situação também está longe de ser ideal.

Tudo isso seria desnecessário se as pessoas simplesmente usassem do bom senso e fossem honestas em relação aquilo que é melhor para a sociedade como um todo, e não apenas para si. O egoísmo, a vaidade e a hipocrisia são os verdadeiros fatores por trás deste suicídio demográfico branquelo.

O que fazer? O problema é que grande parte das pessoas das pessoas que detém o poder são os chamados psicopatas de alto funcionamento, e psicopatas apenas manipulam sentimentos, mas não tem reais emoções. Eles não se importam de verdade com a morte de criancinhas, mas, sabem muito bem fingir e utilizar as emoções para comover.

No outro dia o famoso "experimento da prisão de Stanford" foi revelado uma fraude. O estudo de Philip Zimbardo nos anos 70 buscava provar que "qualquer pessoa" quando detém o poder se torna abusadora e violenta com os subordinados. Agora sabemos que quase tudo foi fingido. De fato, faz mais sentido o contrário: que as pessoas que buscam e obtém o poder são aquelas que já por natureza são mais abusadoras, violentas e psicopáticas.

É por isso que em geral as grandes mudanças ocorrem em geral em períodos traumáticos, como guerras, desastres econômicos, epidemias, fome em massa, revoluções. Nestes casos o desespero é tanto que a empatia superficial do povão dá lugar ao ódio ou à lei da sobrevivência de si e dos próximos.

Espero que não se tenha que chegar a isso e que todos os problemas que acossam o Ocidente possam ser resolvidos da maneira mais positiva, humana e cristã possível.

Abs.





Nunca entendi o sentido desta frase tola. Humanos podem 
não ser "ilegais", mas muitos cometem atos ilegais.


segunda-feira, 18 de junho de 2018

Notas da Copa

A Itália está fora da Copa, mas conseguiu desviar um gol ao mandar para a Espanha um navio de refugiados. Agora só falta cumprir a promessa de expelir meio milhão de africanos. Será que conseguirá? Bem que podiam expelir junto o Balotelli, por sinal.

Os favoritos começaram mal. A Alemanha perdeu para o México, a Argentina empatou com a Islândia, e o Brasil com a Suiça. Por enquanto, os melhores são Espanha e Portugal.

Os times europeus parecem estar menos mistos do que em outros anos, ou será impressão? Os jogadores da Islândia e Suécia são quase todos brancos. Até o time francês tem três brancos, o que parece ser um recorde recente.

É curioso como o futebol consome tanto a energia dos brancos europeus. Quem dera tivessem a mesma energia para protestar contra a destruição de seus países.

Brasileiros para variar causando vergonha no exterior com o "típico humor brasileiro". Como disse alguém, e o pior é que esta gente procria.

Enfim, a Copa do Mundo é apenas um circo globalista, e portanto não acho que valha a pena tanto sua discussão. Eu mesmo estou achando-a este ano menos divertida do que em anos anteriores, mas nunca fui muito fão de futebol. Mas parece-me que as pessoas em geral parecem menos entusiasmadas, mesmo os proles mais amantes do ludopédio.

O tal do "pão e circo" só funciona quando tem bastante pão?


quinta-feira, 31 de maio de 2018

O que é ser uma mulher?

Há algo de sinistro ou até diabólico na alegria das aborteiras irlandesas, felizes de obter o "direito ao aborto" em um país ex-católico. Nunca entendi muito toda esta festa pelo "direito ao aborto", entendo que no melhor dos casos seria um mal necessário, mas motivo de alegria?

Estamos falando de sacrifícios humanos afinal (um feto é um ser humano, pois não? ainda que não plenamente desenvolvido).

Mas também o motivo pelo qual isto choca pode ser que as mulheres estão neste mundo principalmente para ser mães. Nem todas podem ou querem, é claro, e isto não necessariamente as diminui, porém biologicamente a função da fêmea é parir e criar os filhos.

O que é ser uma mulher? Não acho que mulheres tenham necessariamente que ser mães, mas mulher em geral é quem cuida. Seja dos filhos, seja dos maridos, seja em profissões adequadas aos seus talentos naturais (enfermeiras, professoras, babás, assistentes sociais, hum, será que devo incluir prostitutas?)

Houve algumas boas mulheres cientistas, é verdade, e também algumas boas líderes mulheres, mas são mais exceção do que o caráter geral. Seu principal talento não está no estudo nem na política.

Porém, várias mulheres são boas artistas, em especial nas artes visuais, na performance musical (mas não na composição) e na poesia. Para os romances, elas tem menos fôlego, mas existem algumas boas escritoras, se bem que quase todas assexuadas ou lésbicas. Eu ia dizer que mulheres também parecem ter menos talento para o cinema, mas houve ao menos a Leni Riefehnstal, e possivelmente existam outras. Mas em geral o talento das mulheres nesta área está mais na atuação.

De fato, todas as mulheres são atrizes consumadas, façam disso profissão ou não. Mulheres são excelentes em fingir e em manipular. Não sempre por motivos ruins. É apenas parte do charme feminino, e fazem isso instintivamente, talvez até inconscientemente. Não é que necessariamente sejam desonestas, é que por vezes terminam acreditando nos próprios fingimentos.

Mulheres também são mais práticas do que homens e tendem a ter uma visão mais madura das coisas. Homens podem ser tolos, desorganizados e infantis. Em alguns homens, só uma boa esposa dá um jeito.

Mulheres são obcecadas com a aparência - delas e das rivais. O principal defeito das mulheres talvez seja a vaidade. O que é uma tolice pois a beleza nas mulheres passa rápido. Segundo Schopenhauer, seriam como libélulas que perdem as asas logo depois da reprodução. Mas o velho Schops não tia boa opinião das mulheres, se bem que, segundo as más línguas, isso é porque foi rejeitado por uma novinha.

(Mulheres raramente gostam de filósofos; Nietzche também penou e, segundo a lenda, a mulher de Sócrates era uma bruxa. Por outro lado, elas parecem gostar de líderes de cultos religiosos exóticos).

Talvez os homens valorizem demais a beleza (e por vezes até o caráter) das mulheres, o que termina criando problemas para elas e para nós.

A mulher de melhor caráter e que é melhor companhia raramente é a mais bela, mas há exceções, como em tudo na vida.

Mulheres não são perfeitas, mas em média são melhores do que os homens. Porém, os homens tem maior variação, e portanto altos mais altos e baixos mais baixos. (Em tudo: caráter, inteligência, talento, bem como nos aspectos mais negativos da existência).

Mulheres são parte essencial da vida e da sociedade. Ruim com elas, pior sem elas.

Ruivas naturalmente empoderadas.

quinta-feira, 24 de maio de 2018

O que é ser um homem?

Feministas, SJWs, MGTOWs, PUAs, Incels. Alfas, betas, gamas, sigmas.

Todos esses movimentos e siglas geram confusão e ofuscam algo que na verdade é um pouco mais simples.

Em primeiro lugar, esqueçamos esta classificação dos homens entre "alfas", "betas" e "gamas". Não porque tal diferenciação não exista em certo sentido, é claro que existem diferentes personalidades de homens, mas porque colocados desta forma falsamente hierárquica geram uma distorção.

De fato, podemos observar que o próprio nome "beta" faz parte de uma campanha de propaganda destinada a desvalorizar o homem comum monogâmico e elevar o "pegador". Tanto o feminismo quanto o masculinismo são culpados disto.

Desde quando o valor de um homem está relacionado com o número de vaginas que pegou?

Casanova ficou famoso por pegar várias mulheres, mas seu legado intelectual é nulo.

Nikola Tesla era celibatário convicto, e contribuiu com grandes invenções (de fato, ele parece ter relacionado o celibato com a gestação de melhores ideias).

É claro, a maioria dos homens não está nem em um nem em outro extremo. O mal chamado "beta" é apenas o homem médio, não necessariamente desejado pela maioria das mulheres, mas tampouco celibatário, e em última análise, a base da civilização.

Dito de outra maneira: alguém tem que consertar os canos furados e as goteiras e desentupir as privadas. E estes homens também precisam casar e se reproduzir. Por que, só por não serem saxofonistas musculosos, deveriam ser destinados a ser vítimas de "divorce-rape" ou virar "incels"?

A monogamia tradicional era um sistema que beneficiava os "betas" sobre os "alfas" e sobre as mulheres hipergâmicas. Agora que esse sistema está ruindo, o que acontecerá?

Nem todos os homens podem ser "alfas" desejados por todas, assim como nem todas as mulheres são supermodelos desejadas por todos os homens. E daí?  

O que define um homem não são seus hábitos sexuais ou mesmo o interesse que despertam nas mulheres. Ser homem é, basicamente, fazer coisas.

A identidade da mulher está basicamente ligada com a sua aparência, com o jeito que ela é e age. São, nesse sentido, mais superficiais. Baste ver que redes como Instagram são principalmente femininas e se destinam a mulheres que gostam de se mostrar. Os temas de discussão e de interesse das mulheres são quase sempre: moda, aparência, relacionamentos. 

Já o homem tem uma gama bem mais variada de interesses e se mede por aquilo que realiza.

Observe que a maioria das atividades criativas são realizadas por homens. E não falo apenas das artes ou das ciências, muito embora homens sejam responsáveis por talvez 90% das mais importantes obras nestas áreas, mas de quase tudo. 

Quem é que se dedica seu tempo livre a produzir cerveja artesanal, a editar o conteúdo de sites como Wikipedia, a criar programas de computador, se não homens? Os "nerds" nesse sentido, mesmo rejeitados pelas mulheres, representam também um tipo de masculinidade típica.

Homem que é homem não se importa com o que as mulheres pensam dele.

Homem que é homem é um criador.

Homem que é homem bebe uísque e cerveja e ocasionalmente vinho, não drinques multicores com nomes esquisitos.

Homem que é homem não tem como principal objetivo de vida o de foder com o maior número possível de vagabundas.

Homem que é homem é responsável por sua esposa, sua família e pelos filhos que cria.

Homem que é homem é quem cria e mantém as civilizações.

Porém... O homem precisa da mulher. Ambos tem o seu destino e a sua necessidade, e portanto o movimento "MGTOW" tampouco é solução nenhuma.

O que é preciso é ignorar tanto o masculinismo e o feminismo, e voltar a uma sociedade mais ordenada, na qual um sexo não compete contra o outro, mas onde cada um tem o seu valor.

Que tal?

MGTOWs, outro erro?

domingo, 6 de maio de 2018

Separatismo feminino?

A leitora Fernanda Souza sugeriu no outro dia a separação entre homens e mulheres, com cada um criando uma nação separada. Pode até ser uma noção interessante, não saberia dizer, mas o curioso é que, na prática, o que ocorre é o contrário: mulheres querendo menos, e não mais, separação.

Assim como negros, hispânicos, asiáticos, judeus e árabes, que reclamam a não mais poder do "homem branco" mas fazem de tudo para entrar em suas sociedades, as mulheres vivem reclamando dos homens, ao mesmo tempo em que exigem a destruição de todo e qualquer "clube do Bolinha" que ainda permaneça exclusivamente masculino.

A última vítima foram os escoteiros ou "Boy Scouts of America", que agora aceitam também meninas e mudaram o nome para apenas "Scouts". O engraçado é que o clube exclusivo para meninas das Girl Scouts of America continua existindo. Uma menina, se for. mais feminina, pode escolher ir para as Girl Scouts para cozinhar e vender biscoitos e fazer bordados, ou, se for mais masculina, pode ir para os Scouts para acampar, aprender a fazer fogueira e participar de aventuras.

Mas os meninos já não tem mais essa opção. Precisam obrigatoriamente dividir o seu campinho com as meninas, e acomodar-se a elas.

Sim, eu sei que em outras partes do mundo existem já clubes escoteiros mistos sem tantos problemas, mesmo assim a mudança parece indicar que há cada vez menos espaços onde meninos possam ser apenas meninos e realizar atividades masculinas sem a distração do outro sexo. É realmente um movimento global que visa erradicar a tal "masculinidade tóxica", que, na verdade, é apenas a masculinidade média normal. A Universidade do Texas já está tratando a masculinidade como "doença mental" (mas ei, cortar o próprio pênis e implantar silicone nos peitos e fingir ser uma mulher, isto é perfeitamente normal). 

O problema de se colocar mulheres em campos de atividade masculina é que mulheres transformam tudo em sexo. Não é necessariamente culpa delas, é claro, e sim da biologia, mas o fato é que seja qual for a intenção original da instituição em questão, quando mulheres entram, ocorre uma transformação. O caso mais patético é o das forças armadas, em que a presença de mulheres soldadas gerou a necessidade de uma transformação até mesmo da infra-estrutura: por exemplo, os submarinos precisaram ser modificados com válvulas mais fáceis de abrir, para acomodar mulheres que tem dificuldade em abrir um pote de picles. Pior, segundo recentes informações, quase 16% das mulheres na Marinha terminam abandonando seus postos no navio e retornando à terra por "gravidez não-planejada". E vamos falar dos casos de "assédio sexual", antes inexistentes?

Separar ou não separar os sexos? Na verdade, não sei. Nunca tive problemas com ambientes mistos, ao contrário, e no ambiente de trabalho muitas vezes me dou até melhor com colegas mulheres. Por outro lado, acho que certos ambientes, em especial entre adolescentes, provavelmente são mais propícios a uma separação.

Por exemplo, acho que a separação educacional entre meninos e meninas até o segundo grau funcionou bastante bem ao longo da história, gerando menos distração em ambos os sexos, e poderia voltar. (As universidades podem continuar sendo mistas, já que um dos principais usos paralelos da universidade é encontrar alguém mais selecionado com quem casar). O ambiente de trabalho (dependendo da área, é claro) também pode continuar a ser misto, naturalmente.

O problema é que campanhas feministas como o "Me Too" terminam gerando, na prática, um maior desejo de separação tanto entre homens como mulheres, uns por medo de serem acusados de assédio, outras de sofrerem assédios indesejados. Com a mudança de definição de "estupro" de "sexo genital forçado através da violência" para "flerte indesejado" ou "atividade sexual durante embriaguez depois da qual me arrependi", fica cada vez mais perigoso para os homens abordarem mulheres no ambiente de trabalho.

O que fazer?

Não me toque: Slut walk em Tel Aviv.

sábado, 5 de maio de 2018

Salvar o Ocidente? Para quê?

O poeta Yeats escreveu, lá por 1938, quando o mundo estava à beira da guerra:

All things fall and are built again
And those that build them again are gay.

Atenção, naquele tempo "gay" ainda não significava "homossexual" mas apenas "alegre" ou "feliz". Traduzindo literalmente: todas as coisas são destruídas e construídas novamente, e aqueles que as reconstróem são alegres. Traduzindo menos literalmente: civilizações acabam e precisam ser reconstruídas, paciência, isto não é necessariamente ruim, mas pode até ser bom.

Muitos e eu inclusive já disseram lutar pela "salvação do Ocidente", mas o que é que chamamos de Ocidente hoje? Feministas imundas desejando a morte do homem branco, o fim do estado-nação substituído por um mundo global sem identidade, todo o mundo com iPhones e um MacDonalds ou Subway ou Starbucks em cada esquina, o direito à "troca de sexo", casais de lésbicas e homossexuais adotando criancinhas muitas vezes para abusá-las sexualmente, arte escatológica, arquitetura horrível, e assim por diante. 

Eu não sei direito quando foi que o tal Ocidente passou do ponto de ser "salvo". Talvez quando deram o Nobel de Literatura para o Bob Dylan, ou agora mais recentemente, quando um rapeiro negro ganhou o Prêmio Pulitzer por canções com rimas de dar inveja a Keats e Yeats, belos versos como: "I gotta slap a pussy-ass nigga, I don't give a fuck".

Ou talvez seja quando os "neocons" se emocionarem com o Iraque e decidiram bombardear Líbia, Síria e o Oriente Médio inteiro sem sequer dar uma boa desculpa e ainda empurrando cinicamente os refugiados para a Europa, ou quem sabe com o escândalo do "Me Too" quando uma feminista se sentiu sexualmente abusada ao simplesmente ouvir um homem falar a palavra "rape" na sua frente.

Vai saber. O fato é que acho que o Ocidente já não é mais parte da solução, é o problema. Não sei se tem jeito de salvar. Talvez sim, mas talvez não. Talvez devamos esperar tudo isso ser destruído para começar de novo. Talvez, como sugeriu um autor que agora não lembro quem era, o melhor negócio seja sobreviver nas ruínas esperando o momento de reconstruir tudo. E este momento virá, podem ter certeza. O feminismo, o globalismo e o multiculturalismo em breve ruirão, são só um castelo de cartas ridículo sem qualquer relevância, não são forças construtoras, mas destruidoras, e portanto não podem se manter em pé sós.

É da natureza, algumas poucas pessoas constróem, as outras só sabem destruir. E daí? Quase toda forma de destruição é na verdade auto-destruição, uma forma de suicídio. Eles morrerão com o mundo que querem destruir, no seu lugar sempre virão outros para levantar as pedras, e farão isso assobiando com alegria. 

O Ocidente está em chamas? Deixa queimar. Depois a gente constrói novamente.

Burn baby burn.
P. S. Gente, não leiam tudo tão literalmente, às vezes gosto de usar hipérbole, OK? É um recurso de retórica, só isso.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Ataque dos incels raivosos

Parece que o sujeito que atropelou e matou 10 pessoas em Toronto, a maioria mulheres, não era muçulmano mas sim um armênio sexualmente frustrado que já tinha conversado com Elliot Rodgers, aquele outro maníaco que matou não lembro quantas mulheres na Mexifórnia.

Evidentemente há um problema hoje em dia com a psiquê masculina, mas não é exatamente o que as feministas pensam. Aliás, talvez seja exatamente o contrário.

O feminismo moderno é, basicamente, um ataque aos homens "beta". Perceba que as feministas modernas protestam, contra o quê? Estupros violentos? Casos de exploração sexual como os de Rotterham?

Não. Protestam contra cantadas vulgares, contra assédio no trabalho, contra não poder usar roupas sexy sem sofrer olhares indesejados. Em resumo, protestam contra as estratégias sexuais inadequadas dos homens beta.

Ao mesmo tempo, o feminismo moderno quer que as mulheres não deixem de ser consideradas atraentes por serem gordas (é "fat-shaming"), promíscuas ("slut-shaming") ou tatuadas até no ânus.

Basicamente, elas acham que merecem também um "alfa" só para elas, independente do seu valor.

Mas não coloquemos toda ou nem mesmo a maior parte da culpa deste desastre nas feministas ou nas mulheres. Movimentos masculinistas como os PUA e MGTOW também têm tanta ou mais culpa, por criar uma atmosfera envenenada de ódio e misoginia, além de o fato de declararem que o objetivo de "sucesso" seja o de copular com o máximo possível de "vadias".

Também a mídia e principalmente a indústria pornográfica tem sua culpa ao criar em homens ideais totalmente desconectados da realidade.

Elliot Rodgers e Minassian tinham atração por mulheres extremamente bonitas, com as quais não tinham tenhuma chance. Ei, é natural, de certa forma. Biologicamente, o homem sente atração (ao menos inicialmente) principalmente visual, e não importa se você é gordo, feio, velho ou nerd, todos os homens sentirão mais atração basicamente pelo mesmo tipo de mulheres - jovens e bonitas. 

E no entanto é preciso ser realista e aceitar que eles não tinham chance com esse tipo de mulher e que talvez seja até melhor uma mulher menos bonita, mas com outras características de personalidade que sejam atraentes. A beleza passa (e, em especial nas mulheres, muito, muito rápido), outras qualidades ficam.

Mais do que isso, existe um quê de "raposa e as uvas" nesta história. Muitas mulheres dão um trabalhão para conseguir, e, depois, o resultado nem sempre é o esperado.

Digamos que uma mulher muito atraente é como uma Ferrari. A princípio parece algo excelente e causa inveja em todos, mas depois você descobre que dá um monte de trabalho, a manutenção é extremamente cara, vai estar cheio de ladrões querendo roubar ela de você, e, no mais, quando é que você vai realmente poder andar a 300 km/h ao invés de ficar preso no trânsito?

Fazendo as contas, a não ser que você seja um fodão de Hollywood cheio da grana, mais vale um bom e velho Volkswagen - e uma mulher mais mediana.

No entanto, como eu já informei no artigo anterior, o celibatarismo involuntário parece estar aumentando. E isto ocorre tanto com os homens - em especial os "nerds" sem muita beleza ou habilidades sociais - como com as mulheres que passam do ponto e terminam adotando gatos em vez de ter crianças.

O problema é que não sei se isso tem solução.

Na era patriarcal monogâmica, o que ocorria é que as mulheres não tinham independência financeira, então sujeitavam-se a casar com quem podia mantê-la, e quem decidia eram os pais. Muitas talvez não gostassem desse sistema, e tampouco era necessariamente ideal para alguns homens, mas garantia uma maior igualdade sexual entre os gêneros.

Hoje parece que estamos voltando a uma era primitiva poligâmica, com 20% dos homens monopolizando 80% das mulheres, e o resto (tanto homens quanto mulheres) se ferrando.

Como se ainda não bastasse essa cruel mecânica, ainda existe a competição intra-tribal com os imigrantes e assemelhados.

A propaganda de casais mistos, e em especial de homens negros com mulheres brancas, é uma constante na propaganda moderna. Baste procurar no Google Images por "white couple" e depois por "black couple", e ver a curiosa diferença.

Nos filmes, na televisão, nos comerciais, a propaganda globalista ideaiiza esses casais mistos.

A realidade, no entanto, é bem mais triste. No outro dia uma branca inglesa decidiu sair do seu país para ir morar (na Alemanha e depois na Itália) com um imigrante de Burkina-Faso que conheceu no Facebook. Vejam a cara do sujeito e digam se parece alguém de boa índole (da mulher, não há fotos disponíveis, mas suspeito que tenha alguns quilos a mais). Em resumo, ela apanhou e sofreu estupro coletivo por vários imigrantes e hoje está chorando no hospital.

Enquanto o feminismo e o masculinismo continuarem sendo os únicos discursos, haverá mais casos como o dela -- e mais ataques violentos de "incels" raivosos.

Tempos sombrios, definitivamente.

Guerra dos sexos.