segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Fidel morreu

Confesso que fiquei surpreso com a quantidade de admiradores do Fidel Castro no meu Foice após a morte do dinossauro cubano. É que achei que até para a esquerda ele estava defasado e esquecido.

Afinal, Fidel era um comuna velha guarda, e não um progressista moderno. Não gostava de homos nem de travestis, não se importava muito com direitos humanos, não me consta que estivesse tão preocupado com o meio-ambiente, enfim, não cultuava nenhum dos deuses progressistas modernos. No fundo, era apenas mais um típico tiranete latino-americano, dos quais existiram sempre tantos, independente da ideologia.

Podemos até pensar, cinicamente, que para muitos líderes a ideologia é apenas um disfarce ou fantasia, utilizado conforme a moda do momento. O que conta para pessoas como Fidel e tais é apenas o poder.

De qualquer forma, para um observador neutro, a obsessão da esquerda latino-americana por Fidel Castro e por Cuba é um pouco esquisita. Não parece ter sido um país que tenha dado espetacularmente certo. (Talvez tampouco espetacularmente errado, ao menos a nível de América Latrina, mas mesmo assim. A tal "medicina e escola para todos" parece ser mais um mito estapafúrdio. Porém, por um tempo graças ao apoio soviético foram acima da média latina no esporte.)

E os direitos humanos, aparentemente tão importantes para os "progres"? Parece que eles não importam quando as vítimas torturadas são contrárias ao regime socialista. Leiam porém aqui sobre as horríveis condições de vida dos presos políticos em Cuba e as torturas que sofreram, e digam se vale a pena chorar por esse ditador.

No mais, nunca conheci ninguém que quisesse emigrar para Cuba, nem mesmo entre os mais fanáticos esquerdistas. A maioria daqueles que visitaram a ilha ficaram no máximo "admirados com a simplicidade do povo cubano" (i.e. espantados com a pobreza) e voltaram rapidinho.

E, hoje em dia, até em Cuba os ativistas de esquerda estão mais para a progressista Yoani Sanchez do que para fidelistas.

Talvez a maior vantagem da Cuba de Fidel seja ter ficado (esteticamente) parada nos anos 50. Não há carros modernos nem arranha-céus da horrenda arquitetura contemporânea, e parece-me que eles escaparam também do rap e outras abominações.

Dizem que tem menos violência do que outros países latino-americanos. É possível, mas desconfio de qualquer estatística socialista. Mas parece ser menos caótico do que o Haiti. Porém, pode ser apenas fome. Num país em que estudantes universitárias se prostituem para poder comprar sabonete.

Em breve tudo isso mudará, é claro, e a ilha poderá voltar a ser o cassino preferido do Tio Sam, o que também é triste em certo sentido. A modernidade virá, e com ela o tráfico de drogas e o crime também.

Nesse sentido, não sei se o capitalismo globalista trará grandes vantagens para Cuba como imaginam os libertários, mas é esperar para ver. Ao menos a ilha deixará de ser uma prisão, o que já é bastante.

No entanto, uma coisa triste é que não mais poderá se gritar para um esquerdopata chato, "Vai para Cuba!" e assim encerrar a discussão.

Se bem que o irmão de Fidel continua no poder, então, pode que nem mude tanto assim.


terça-feira, 15 de novembro de 2016

If...

If

If you can keep your head when all about you
Are losing theirs and blaming it on you,
If you can trust yourself when all men doubt you
But make allowance for their doubting too,
If you can wait and not be tired by waiting,
Or being lied about, don't deal in lies,
Or being hated, don't give way to hating,
And yet don't look too good, nor talk too wise;

If you can dream--and not make dreams your master,
If you can think--and not make thoughts your aim;
If you can meet with Triumph and Disaster
And treat those two impostors just the same;
If you can bear to hear the truth you've spoken
Twisted by knaves to make a trap for fools,
Or watch the things you gave your life to, broken,
And stoop and build 'em up with worn-out tools; 

If you can make one heap of all your winnings
And risk it all on one turn of pitch-and-toss,
And lose, and start again at your beginnings
And never breath a word about your loss;
If you can force your heart and nerve and sinew
To serve your turn long after they are gone,
And so hold on when there is nothing in you
Except the Will which says to them: "Hold on!" 

If you can talk with crowds and keep your virtue,
Or walk with kings --nor lose the common touch,
If neither foes nor loving friends can hurt you;
If all men count with you, but none too much,
If you can fill the unforgiving minute
With sixty seconds' worth of distance run,
Yours is the Earth and everything that's in it,
And --which is more-- you'll be a Man, my son!

Rudyard Kipling

(Tradução em português aqui.)

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Mentiras e surpresas

O mundo assiste atônito à vitória de Trump. Mas atônito por quê? Porque acreditaram na mídia, que dizia que ele era um racista, misógino e tarado sexual que tinha zero chances de vencer.

Porém, se soubessem um pouco mais sobre o mundo real, e sobre a América verdadeira além do que é mostrado no cinema, poderiam talvez compreender que existem muitas razões para a vitória de Trump.

Os EUA são um país curioso. São o centro do globalismo, não há dúvidas. E são também os maiores propagandistas do progressismo. Ao mesmo tempo, sendo a capital do Império, seus habitantes podem ver todos os podres mais de perto, e portanto concentram também em suas paragens a maior reação ao globalismo.

O "flyover country" - isto é, a verdadeira América - votou em peso em Trump.

Brancos votaram em maioria em Trump - até as mulheres, com 52%. Hillary ficou com os não-brancos, com as feminazis encalhadas, e com os branquelos progressistas das grandes capitais.

Ainda assim, ela venceu no voto popular. O que é estranho, pois jamais se viu uma candidata tão impopular. E o que significa que com as mudanças demográficas em curso as vitórias Republicanas ficarão cada vez mais apertadas.

É estranho, ou nem tanto. Não-brancos emigram para países brancos, e aí votam em candidatos anti-brancos. Mas não seria esse um tiro no pé? Sem os branquelos, quem é que vai construir um país legal para todos os não-brancos poderem "ter uma vida melhor"? Quando Europa e EUA acabarem inundados pela imigração, para onde os miseráveis irão imigrar? Para a China e Japão? É, quem sabe. Gafanhotos tampouco pensam muito a longo prazo.

Ainda assim, uma das coisas mais curiosas desta eleição foi descobrir como grande parte das pessoas acredita nas maiores bobagens, só porque a mídia o repete várias vezes.

A ideia de que Trump seja um novo Hitler, por exemplo, é uma das mais bizarras já vistas. Quero dizer, não é como se o sujeito tivesse saído totalmente do nada, há décadas ele faz parte da cultura popular americana, apresentando programas de televisão e construindo edifícios e cassinos. Suas ideias não vão, no máximo, além de um nacionalismo um pouco mais afirmativo. Hitler, sério?

Mas muitos parecem ter levado a sério os exageros e as mentiras da mídia. Uma femidoida escreveu que "jamais sentiu tanto medo pela sua vagina". Um articulista judeu insinuou que no governo Trump os judeus passariam a ser discriminados e até mesmo atacados e mortos nas ruas impunemente. Jura? Trump tem uma filha que casou com um judeu e se converteu, tendo assim vários netos judeus. Também outro filho de Trump parece que namora uma judia. Por que ele iria querer atacar sua própria família?

A grande notícia de 2016 não é tanto a eleição de Trump, como a perda de credibilidade das elites e de sua mídia mentirosa. Mais de metade dos americanos desconfiam ou desprezam, e mesmo entre os progressistas, os que acreditam mesmo são apenas uma minoria de doentes mentais. Os outros também estão com um pé atrás. Quer dizer, só as pesquisas dando "90% de chances" de Hillary ser eleita já deveriam servir para enterrar Nate Silver, New York Times e CNN.

E a suposta mídia "de direita" como National Review ou The Economist não é muito melhor não, ou talvez seja até pior. Lobos globalistas em pele de cordeiro. Mentirosos também.

Bem, eu estou satisfeito com a vitória, nem que seja só por ser um tapa na cara dos arrogantes progressistas, por contrariar a mídia, e também um pouco por ter talvez impedido a terceira guerra mundial.

Sei lá o que vai acontecer, mas não ter que aturar os Clintons for mais quatro ou oito anos já é lucro.

A mídia.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Tempos de mudança

Trump venceu, para alegria da garotada e desespero dos progressistas. Surpreendente? Sim, talvez, mas nem tanto. Ann Coulter já havia cantado essa pedra mais de um ano atrás. Na época, muitos riram. Hoje, não estão rindo mais.

Mas os sinais de uma mudança nos ares já estavam claros há um tempo. Como diria o agora Nobel Bob Dylan, "você não precisa de um meteorólogo para saber de que lado o vento sopra".

Começou com a mudança dos governos na América Latina, com as quedas de Dilma, Kirchners e afins. Logo tivemos Brexit na Inglaterra, surpreendendo a Europa. Agora, Trump.

Está sendo divertido acompanhar a fúria de Salon, Slate e outros centros da mídia progressista, bem como o queixo caído de vários "amiguchos" do Face.

Mas o fato é que o povo começa a estar cansado de ser estuprado pelas elites. E o próprio progressismo globalista parece dar os primeiros sinais de exaustão.

A vitória de Trump é uma vitória acima de tudo simbólica. Nem importa o que ele realmente fará ou deixará de fazer. Acho que o mais importante da vitória de Trump é demonstrar que é possível ter uma mensagem anti-establishment e vencer. Mesmo que ele venha depois a decepcionar seus eleitores, ocorreu uma ruptura de paradigmas, para utilizar uma expressão que os progressistas gostam.

Graças a isto, é possível que no ano que vem tenhamos a queda de Merkel na Alemanha e até uma vitória de Le Pen na França. Enfim, o impensável pode ocorrer. Quem sabe?

Não que tudo irá necessariamente melhorar. Aliás, é bem possível que tudo piore, e que esta vitória só faça acelerar um conflito bélico, econômico, etc, que já se desenha há um tempo e que poderá ser inevitável nas próximas décadas.

As bolsas já despencaram com o anúncio da vitória trumpista. O que mais virá a acontecer?

"Que você viva em tempos interessantes", diz uma antiga maldição chinesa. Bem, vivemos hoje em tempos interessantes, não dá para negar.

Veremos o que acontece.




segunda-feira, 31 de outubro de 2016

O que há de errado com as mulheres brancas?

Há algo de podre no reino da Dinamarca, e também no da Suécia, da Noruega, da Inglaterra, da Alemanha e de quase todos os países ocidentais.

Vejam aqui uma mulher britânica que decidiu abandonar marido e filhos para ir trabalhar na "Selva" de Calais ajudando jovens refugiados. Divorciou do marido que era contra este "trabalho", deixou-o com os filhos, e ficou meses ajudando refugiados e gastando milhares de libras até que "apaixonou-se" por um tradutor afegão. Agora quer casar com ele e importá-lo para a Inglamerda.

Eis aqui outra bela história de amor. Uma sueca conheceu um queniano no aeroporto. Conversaram por algumas horas, "apaixonaram-se". Ela foi visitá-lo no Quênia. Agora ela o importou para a Suécia onde já se casaram e esperam seu futuro Obaminha.

Existem ainda as várias jovens adolescentes que apaixonaram-se por guerrilheiros do ISIS, isto sem falar dos vários casos de branquelas com "jungle fever" que se esfregam em africanos nas boates.

Até na Alemanha, a fascinação com a cultura afro-americana parece ser a ordem do dia.

O que estaria acontecendo com as mulheres brancas? Cansaram do branco beta burro, e querem maiores emoções?

A emancipação financeira deu-lhes a possibilidade de fazer o que lhes dá na telha, finalmente liberando-as do jugo patriarcal do homem branco? Mas realmente casar com um afegão ou um queniano poderá lhes dar uma vida melhor e mais feliz?

Ou talvez o homem branco tenha se tornado demasiado bonzinho e passivo. Muitas mulheres tem fantasia de estupro e dominação (visite qualquer chat de sexo e verá, 90% delas tem fantasias relacionadas com isso). Isto talvez explique a preferência delas por culturas misóginas e dominadoras, bem como seu interesse pelos refugiados.

A Suécia é um dos casos mais interessantes de se examinar. Lá, se um branquelo transa com uma mulher sem camisinha, isto é considerado "estupro". Já se não-brancos abusam uma jovem paralítica, são defendidos pelas feministas. "Não nos protejam de estupradores islâmicos", elas pedem.

Algo similar ocorre nos EUA, onde um branquelo que apenas toca uma mulher branca bêbada que depois se arrepende vira um "estuprador", mas centenas de estupros verdadeiros de cheerleaders brancas por jogadores de futebol negros são constantemente ignorados.

A maioria das mulheres brancas solteiras vota na Hillary. A maioria das mulheres brancas é a favor dos refugiados. A maioria das mulheres brancas solteiras é progressista.

Pareceria ser que a emancipação feminina teve maiores efeitos negativos do que se pensa. O direito ao voto para as mulheres gerou um estatismo cada vez maior. A tal "revolução sexual" foi pior ainda, destruindo famílias e a coesão social. E hoje a terceira onda feminista parece querer simplesmente dar todos os direitos e nenhum dever à mulher.

Enquanto isso, parece que ser branco virou um estigma. Vejam aqui um teste sobre brancura do popular site "Buzzfeed". Se você faz poucos pontos, aparece a mensagem: "Parabéns, você não é branco!"

Então talvez o que esteja acontecendo é que a mulher branca já percebe que o homem branco é um perdedor, e então está indo para o lado dos novos conquistadores. As mulheres gostam de vencedores, e fazem de tudo para ficar do lado destes. Quando as mulheres francesas foram humilhadas e castigadas publicamente por deitar-se com ocupadores nazistas, pode parecer injusto, mas houve uma razão para isso.

Lembro que uma vez li uma história sobre uma princesa ou rainha que, após seu país ter sido conquistado por invasores, ela casou-se com o novo líder e mandou ela própria decapitar seu marido, já que agora ele não era mais rei. No momento achei chocante a total falta de fidelidade, mas hoje não me surpreendo mais.

Ou talvez, como quase tudo o que as mulheres fazem e dizem, pode ser que o que elas queiram seja o contrário do que parece. Talvez a ação da mulher branca seja apenas um grito de desespero, uma tentativa de induzir o homem branco a retomar as rédeas da sociedade. Vai saber?

Resta o fato de que estas tendências parecem ser bem menores nas mulheres asiáticas, negras, islâmicas, latinas ou indígenas. O que há de errado com as mulheres brancas?

Tudo está de cabeça para baixo.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Inferno III, 22-51

Quivi sospiri, pianti e alti guai
risonavan per l’aere sanza stelle,
per ch’io al cominciar ne lagrimai. 
24

Diverse lingue, orribili favelle,
parole di dolore, accenti d’ira,
voci alte e fioche, e suon di man con elle 
27

facevano un tumulto, il qual s’aggira
sempre in quell’aura sanza tempo tinta,
come la rena quando turbo spira. 
30

E io ch’avea d’error la testa cinta,
dissi: "Maestro, che è quel ch’i’ odo?
e che gent’è che par nel duol sì vinta?". 
33

Ed elli a me: "Questo misero modo
tegnon l’anime triste di coloro
che visser sanza ’nfamia e sanza lodo.
36

Mischiate sono a quel cattivo coro
de li angeli che non furon ribelli
né fur fedeli a Dio, ma per sé fuoro. 
39

Caccianli i ciel per non esser men belli,
né lo profondo inferno li riceve,
ch’alcuna gloria i rei avrebber d’elli". 
42

E io: "Maestro, che è tanto greve
a lor che lamentar li fa sì forte?".
Rispuose: "Dicerolti molto breve. 
45

Questi non hanno speranza di morte,
e la lor cieca vita è tanto bassa,
che ’nvidïosi son d’ogne altra sorte. 
48

Fama di loro il mondo esser non lassa;
misericordia e giustizia li sdegna:
non ragioniam di lor, ma guarda e passa". 





terça-feira, 11 de outubro de 2016

Sexo, mentiras e Wikileaks

Recentes mapas de pesquisas eleitorais mostram uma situação curiosa na América: se apenas homens brancos votassem, Trump estaria eleito. Já se apenas mulheres brancas votassem, Hillary seria eleita com ampla maioria. E se só não-brancos votassem, Hillary ganharia de lavada com quase 100%.

Pode parecer bem curioso para alguns ver como o voto dos não-brancos e das mulheres brancas é praticamente idêntico.

Mas o mistério não é tão grande quanto parece. Tanto mulheres quanto minorias (ou maiorias?) não-brancas costumam receber mais ajuda estatal, portanto é natural que votem nos Democratas para obter sempre mais ajuda do Estado. Já -- como alguém sempre tem que pagar -- os homens brancos são os que em geral trabalham para pagar estes serviços financiados pelos impostos, portanto é natural que queiram menos exploração. 

O curioso mesmo é que não ocorre a quase ninguém, a partir daí, chegar a uma conclusão óbvia: o voto feminino e depois a invasão não-branca foram criados justamente para obter essa divisão, e para dar cada vez maior poder à esquerda.

Mas progressistas são incapazes de associar causa e conseqüência. Ao ver o mapa, tudo o que um branquelo conseguiu balbuciar foi "Envergonho-me de minha raça". Confesso que eu também, mas por declarações como essa.

Enquanto isso, a luta para desmasculinizar os meninos continua. Na Austrália as escolas já ensinam a desconstruir os gêneros. É uma tolice, e tenho dúvidas que isso irá funcionar: é bastante claro para mim que as diferenças psicológicas entre os sexos têm origem biológica, portanto aulinhas como estas não transformarão ninguém em um homossexual ou transgênero. Mas poderão causar confusão, e são uma perda de tempo e dinheiro desnecessárias.

A todas essas, Julian Assange, que continua revelando emails obscenos de Hillary Plinton, está preso há vários anos na Embaixada do Equador em Londres. Uma situação surreal. Acusado de estupro por duas suecas com as quais transou sem camisinha (isto é considerado estupro na ultra-feminista Suécia, muito embora é bem provável que tudo isto seja apenas uma armação), Assange não pode sair de um pequeno apartamento de 30 m2. Será que ele pode ter sexo com alguém lá? A princípio pode receber visitantes, porém, o fato de que a embaixada esteja sendo filmada e gravada 24 horas por dia, somada às possíveis tentativas de extrair informação, chantagear ou tentar prendê-lo, parece limitar as possibilidades de relacionamentos. 

Julian Assange e Edward Snowden são basicamente dissidentes dos Estados Unidos Soviéticos: chegamos a este ponto no tal "país da liberdade". (Antes disso, foi o enxadrista Bobby Fischer quem sofreu parecida perseguição, embora pouco tenha feito para merecer). 

Enfim, o que podemos fazer? Nada, a não ser esperar que Hillary não seja eleita, e que mais cedo ou mais tarde o Império de Mentiras desabe sob seu próprio peso. Um dia, vai acontecer.

Imagem de um branquelo ambíguo para gerar comentários.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Alguém precisa parar Hillary

Muitas pessoas são anti-Trump. Eu sou mais anti-Hillary. Se esta por assim dizer mulher chegar ao poder da nação mais poderosa do planeta, poderá ser o fim da vida como a conhecemos.

Nos anos 90, Hillary junto com seu parceiro Bill e a amiguinha Madeleine Albright bombardearam inocentes na Sérvia para tirar um pedaço do país e dá-lo de presente a terroristas albaneses. Hoje estes albaneses criaram lá um dos maiores centros de prostituição e tráfico de entorpecentes de toda a Europa.

Mais recentemente, com sua fatídica passagem como Secretária de Estado do governo Obama, Hillary esteve por trás do inútil bombardeio da Líbia, que destruiu um dos países mais tranquilos daquela região e gerou uma instabilidade que ainda perdura. Ela também esteve por trás da tentativa de derrubar Assad na Síria, gerando uma guerra civil e uma legião de refugiados invadindo a Europa e que periga transformar Paris na nova Guiné-Bissau.

Não contente com tudo isso, agora esta verdadeira monstra pretende uma guerra com a Rússia de Putin, o que poderia causar um intercâmbio nuclear. Que importa para ela? Os políticos e bilionários estão construindo bunkers para se proteger, mas e o resto?

Hillary é uma criminosa. Não apenas de corrupção, mas de assassinatos: ela e seu marido estão por trás do suspeito desaparecimento (mortes por "suicídio" e "acidentes") de dezenas de inimigos.

Hillary promove tudo o que há de mais ruim e degenerado.

Hillary acha que Merkel fez uma excelente ação ao trazer um milhão de supostos "refugiados" supostamente "sírios" para uma Alemanha cujos habitantes nativos mal estão procriando.

Hillary é a favor de um mundo "global sem fronteiras", mas apenas para alguns (dica: não para mim ou para você). 

Mas para a mídia, ruim é Trump por chamar uma vadia latina de gorda e falar em "pussy". Realmente não dá para entender. Progressistas promovem as maiores barbaridades sexuais e incentivam as criancinhas a brincar com vibradores na escola, mas aí supostamente se escandalizam com um adulto falando de adultério.  Você acredita?

Supostamente, seria uma tentativa de obter o voto feminino, o que parece ilustrar uma grande diferença entre as razões pelas quais as mulheres e os homens votam. Porém, o comercial de Hillary sobre o assunto tem muito mais "dislikes" do que "likes", o que ainda dá certa esperança.

A verdade é que quase ninguém gosta de Hillary, ela parece ser o retrato vivo da hipocrisia e da frieza, e chega mesmo a ser incrível que ela possa vir a ser uma candidata eleita.

Não tenho grandes esperanças em Trump. Duvido que ele vá fazer metade do que promete, e fora isso ele parece estar tão no bolso das elites quanto os outros, aliás, ele faz parte desta mesma elite. Seria tudo apenas um joguinho? Falsa oposição para fingir uma alternativa que não existe?

Pode ser, pode não ser. Mas, nem que seja por razões estéticas, morais e cívicas, alguém precisa impedir a vitória de Hitlary, antes que seja tarde demais.


terça-feira, 4 de outubro de 2016

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Europroles

Foi na Inglaterra, anos atrás. Fim do jogo de futebol e desceu uma massa ignara no metrô, gritando e cantarolando. A presença massiva da polícia não impediu gritaria e confusão. Um hooligan imundo roubou o passe de metrô que eu tinha acabado de comprar e ainda ameaçou me dar um soco. A polícia nada fez. Ia fazer o quê?

O pessoal costuma reclamar dos "rednecks" ou "white trash" americanos, mas há muitos "proles" e "eurotrash" na Europa também. É só olhar, eles estão sempre por aí.

Aliás, parece ser uma constante da raça branca essa divisão entre uma multidão mais tosca que só pensa em cerveja e futebol, e um grupo menor de culturalmente mais sofisticados que porém são progressistas. Aliás, poderíamos até pensar que a famosa divisão política entre "esquerda" e "direita" nada mais é do que a divisão entre esses dois grupos de branquelos.

De um lado, estão os "proles" que trabalham como carteiros ou motoristas de ônibus, tomam cerveja, gritam, cospem no chão, escutam Beyoncé ou seja lá o que for que estiver tocando no rádio, andam todos tatuados com dragões e mulheres nuas, usam roupas de péssimo gosto e cores berrantes, são em sua maioria gordos, xenófobos e de vez em quando espancam algum refugiado.

Do outro lado, estão os "hipsters" que trabalham com design ou produção de eventos, tomam vinho, atravessam sempre na faixa, escutam jazz e música eletrônica experimental, usam também tatuagem (hoje a tatuagem lamentavelmente virou universal) mas de símbolos místicos ou deuses indianos, vestem de preto ou cores discretas, tendem a ser mais magros, e odeiam xenofobia, quando podem ajudam algum refugiado ou até dão o rabo para ele.

Entre esses dois times, parece ser impossível qualquer acordo. Também é impossível um meio termo, alguém que possa tomar o bom de um lado e o bom do outro. Ao contrário, parece que as pessoas tendem sempre a copiar só o pior das outras.

Olhando assim, quase que começo a entender os globalistas e seu ódio aos brancos. Penso: realmente é uma racinha desgraçada, deveríamos aboli-la.

Mas depois penso que eu também não sou lá muito melhor, e afinal, quem é que é? Todos tem seus defeitos, uns piores do que os outros, e as outras raças são possivelmente ainda piores.

(Se bem que as diferenças raciais desaparecem frente a certos fatores. De fato, embora haja diferenças raciais, elas são irrelevantes frente a outras semelhanças que são mais importantes. Por exemplo, idade. Nada mais parecido com um aborrecente americano do que um aborrecente francês; mulheres na faixa dos 20 anos também são bastante parecidas na psicologia e no comportamento, seja ou em Berlim ou em Bangladesh. Outro exemplo: classe social. Os pobres em qualquer lugar do mundo se parecem. Os ricos, que em geral são ainda mais nojentos e psicopáticos, também.)

Nada mais parecido com um huma(s)no do que um outro huma(s)no.

A humanidade é um lixo, e ninguém é muito melhor do que ninguém.

Talvez o segredo seja esse: ver o mundo não pela ótica da falsa igualdade progressista do "somos todos idênticos e todo mundo pode ser o que quiser", mas o contrário, "somos todos diferentes mas igualmente tragicômicos e incapazes".  O pessimismo e a misantropia como símbolo de paz?

Bem, é uma idéia...

Uma inglesa prole.