sábado, 22 de agosto de 2015

Adeus, otários

Que curioso: instantes depois de escrever o post abaixo post defendendo o homem branco e sua cultura contra a invasão multicultural, leio um artigo sobre dois suecos (na verdade, um sueco e um finlandês) que querem transformar Malmö na cidade mais multicultural do mundo.

A cidade já tem habitantes de 169 países do mundo -- mas estes nórdicos acham pouco. Querem ter pelo menos um cidadão de cada um dos 193 países reconhecidos pela ONU, e estão pagando a passagem e acomodação para eles, através de doações dos próprios habitantes da cidade.

Para quê? Para nada, oras. Pura diversão. Coisa de homem branco, você não poderia entender. 

Malmö já é a cidade mais multicultural da Suécia, e também a mais violenta. Campeã de roubos, estupros e até explosões. Tudo graças às alegres minorias já importadas. Eles querem mais.

Quando alguém é enganado ou ludibriado, ou quando é vítima de sua própria tolice ou ignorância, temos pena. Errar é humano, todos sabemos. E quem nunca tomou uma má decisão?

Porém, quando alguém é enganado dezenas de vezes, ou faz mal a si mesmo das formas mais diversas, o consideramos um otário. O otário não é bem-visto pela sociedade, e com certa razão: uma coisa é ser enganado uma, duas vezes, até três vezes. Mas virar freguês não é motivo algum de orgulho.

O homem branco pode desafiar os maiores perigos para escalar montanhas ou ir à lua. Por que? Sem motivo: "Because it's there -- Por que está aí". O homem branco é responsável pelas maiores conquistas e invenções.

É também um otário.

Talvez seja parte do mesmo espírito, o outro lado da mesma moeda. George Mallory (autor da famosa frase acima) foi um dos primeiros homens a tentar escalar o Everest. Morreu a 200 metros de chegar ao topo.

"Because it's there": o mesmo espírito de desbravamento o leva a cometer tolices, a apostar no desconhecido, a celebrar a própria destruição em nome de um ideal maior.

Tudo bem, porém, eu não vejo mais muito sentido em tentar defender um povo tão tolo. Que façam o que querem. Que passeiem com alegria rumo ao Everest de sua própria extinção.

Eu? Nada. Desisto de tudo. Vou-me embora para Pasárgada.

Sejam felizes vocês também.

Adeus.


sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Até quando?

"Até quando, Catilina, abusarás de nossa paciência"?

Assim o senador romano Cícero começava seus discursos, denunciando o traidor Catilina. Graças a seus esforços, o maldito traidor foi executado.

Também temos traidores no Ocidente. Sob a desculpa de promover as belezas do "multiculturalismo", que nada mais é do que um estupro dos países anteriormente de maioria branca, estão semeando caos e confusão.

A França, que ainda nos anos 50 era um belo país de maioria étnica francesa, virou um verdadeiro inferno multicultural. Os muçulmanos que foram importados, em particular, não sevem para nada a não ser causar desgraça, morte e horror.

Agora, mais um desses jihadistas imundos armado de um fuzil tentou causar um atentado em um trem. Se não fosse a pronta intervenção de dois marines americanos, quantas dezenas ou até centenas de vidas não teriam sido perdidas?

Quem teve a idéia de importar muçulmanos para a Europa? E para quê? Não faz o menor sentido. Não ajudam em nada, e para pior ainda atrapalham. Fala-se que os imigrantes "enriquecem" o país, mas não é claro em qual sentido. Pareceria mais que empobrecem: economicamente, culturalmente, socialmente. Pode-se entender qual a vantagem para os imigrantes que melhoram de vida, mas para o europeu que mora lá, qual a vantagem?

Sempre que vejo uma muçulmana de burca com 7 pirralhos ao lado penso: mas por que diabos as elites estão importando estas desgraças para cá???

E não são só os muçulmanos. Embora menos violentos, os mexicanos que inundam os EUA tampouco contribuem com nada de muito positivo além de mão de obra barata (e de má qualidade).

E os asiáticos? Normalmente celebrados como "minoria modelo", a verdade é que eles tampouco adicionam tanto assim, e também causam problemas.

A cidade de Vancouver, no Canadá, por exemplo, já é 30% chinesa, fora as outras "minorias". (A única "minoria" de verdade são os brancos, que já são menos de 46%). Graças a milionários (mafiosos?) chineses que estão comprando metade das propriedades da cidade em operações de lavagem de dinheiro, o custo de vida na cidade aumentou a mais não poder. Já é a segunda cidade do mundo em custos de habitação, perdendo apenas para Hong Kong -- e os culpados são os mesmos chineses.

Sem poder aquisitivo, as famílias brancas de Vancouver precisam sair e migrar para outras cidades, como Surrey - onde são assediadas por gangues paquistanesas e somalis.

Nos EUA e Europa a situação é ainda pior. O custo de vida só aumenta para as famílias brancas, enquanto muçulmanos, mexicanos e outros vivem ao custo do contribuinte -- e tornam a vida mil vezes pior, em todos os sentidos.

Longe de mim querer idealizar a raça branca -- cujos membros são, aliás, em grande parte responsáveis pela desgraça em que se encontram. Porém, não tem o menor sentido que países de herança européia tenham que se submeter a esta invasão de alienígenas mal intencionados.

Como dizia o personagem de Robert De Niro em "Taxi Driver". o que precisamos é de uma verdadeira chuva, que limpe toda a escória das ruas do mundo civilizado.

Precisamos de um renascimento civilizacional. Isso inclui, naturalmente, uma mudança na própria sociedade e cultura ocidental. Uma mudança de paradigma. Algo difícil, sem dúvida. Mas que outra solução existe?

Assim como está, não pode ficar.

Até quando?



quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Teoria geral do lixo

No outro dia, uma fiscal de prefeitura de uma cidadezinha do interior do Cú do Judas discutiu com dois viciados em droga que estavam em local indevido. Foi esfaqueada e depois atropelada com seu próprio carro. Morreu.

Estivesse eu em controle da sociedade, tais facínoras não teriam tempo sequer de aguardar raiar o sol, quanto menos um julgamento longo: seriam enforcados ou fuzilados em praça pública logo após a captura. Tipos como esse são puro lixo humano, gente que não agrega nada à sociedade, e ainda atrapalha ou acaba com a vida de outros. 

O problema da esquerda é que vive com pena das pessoas erradas. É correto ajudar os mais desvalidos, porém, de forma a enfatizar uma boa forma de viver em sociedade. Ter pena de criminoso é como ter pena de animais peçonhentos. Não faz o menor sentido, prejudica a sociedade em geral e ainda é cruel com as vítimas. (Mas sabemos que, das vítimas, o esquerdista não tem pena.)

Tenho uma teoria, a teoria do lixo. Acredito que infelizmente as más pessoas tentem a proliferar bem mais do que as boas. Uma das melhores pessoas que conheço teve uma doença que a impediu de ter filhos. E todos sabemos que as pessoas inteligentes tendem a procriar bem menos. Enquanto isso, existem pessoas nojentas que engravidam aos 15 e depois tem 7 filhos, cada um com um pai diferente.

Faz sentido: de acordo com a minha teoria geral, o que é bom é pouco numeroso e não prolifera, enquanto que o que é ruim existe em quantidade e se propaga ainda mais. Parece ser uma constante do universo. Assim como ratos e baratas são mais numerosos, impossíveis de erradicar e se reproduzem mais do que coalas fofinhos ou elefantes inteligentes que estão em perigo de extinção, o mesmo ocorre no reino humano. Pessoas boas são poucas e tendem a ser mais vulneráveis, enquanto os psicopatas são legião, e aumentam cada vez mais.

O criminoso é alguém que se aproveita dos outros, usando de violência. É uma pessoa má que deforma o tecido social para se beneficiar, e portanto deve ser punida -- para o bem da vítima, e para o bem da sociedade em geral. Não interessa "regenerar" o bandido -- para quê? Mesmo que fosse possível, o que duvido, estaria premiando-se a pessoa por uma coisa má que ela fez. Não interessa se a pena de morte "reduz o crime" em geral ou não. Acaba com a vida do criminoso, é suficiente. É um bandido a menos, que terá menos bandidinhos.

Tudo bem, Estado de Direito, julgamento, defesa com advogados, e tudo mais. Mas depois disso, fuzilamento.

É claro, pena de morte por si só não resolverá o triste problema do crime no Brasil. Seria necessário muito mais, como o fim do tráfico de entorpecentes, policiamento preventivo com remoção de vagabundos de lugares públicos, a remoção de favelas e transferência de seus habitantes para longe da cidade, bolsa-esterilização, e, por que não, melhoria da qualidade de vida das populações mais carentes.

Olhem, eu até que tenho empatia com os pobres e desvalidos. Sei que a vida é difícil para quase todo mundo, e em especial para algumas pessoas com pouca educação ou bens materiais. Nem sempre são más pessoas, não é justo que sofram só pela pobreza ou pela burrice. Que tenham seu lugar ao sol. 

Porém, se tem um grupo social de quem não tenho pena é de bandido, e em especial de assassinos. Escolheram essa vida, é justo que paguem o preço. Quem matou, sabe muito bem que pode morrer. A idéia de "reeducar" ou "resocializar" o bandido é, como já afirmei acima, pouco mais que inútil. Vários estudos mostram que a maioria dos bandidos são reincidentes. É verdade, podem existir exceções, mas são bem raras. Em geral, quem nasce no crime, morre no crime.

É por isso que o Estado, se é que tem alguma função, deveria ser a de ao menos controlar que os criminosos proliferem menos. A longo prazo (e a curto também) isso beneficia toda a sociedade. É preciso reciclar o lixo, transformando-o em adubo.



sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Para onde vai o homem branco?

Estou em Seattle. Belo lugar. Um dos últimos bastiões da América branca, ao menos entre as grandes cidades. Não é coincidência também que seja extremamente progressista: a cidade tem até estátua de Lenin.

Os seattlenses são bem simpáticos. Progressistas em média tendem a ser mais simpáticos do que os conservadores. Podemos dizer que o progressista é como um animal dócil, domesticado: faz amizade com todos, até com o predador que pode caçá-lo ou comê-lo. O conservador é mais arisco, foge ou morde os estranhos.

Por exemplo, um amigo meu espanhol foi morar em uma cidadezinha conservadora do interior dos EUA, acho que em Ohio: disse que é tratado como lixo, confundido com um vulgar mexicano, e que todos são taciturnos e desconfiados.

(Pensando melhor, talvez isso não tenha tanto a ver com a diferença entre conservadores e liberais quanto com a psicologia das cidades grandes versus cidades pequenas. A cidade grande é mais acolhedora inicialmente, mas também mais superficial: as pessoas são simpáticas no começo, mas fechadas a relações mais profundas. Já a cidadezinha é inicialmente mais hostil, porém pode terminar acolhendo estrangeiros com grande afeto se estes se mostram confiáveis (sei disso, já visitei o Sul dos EUA onde fui tratado como membro da família por quase completos estranhos). Na cidadezinha todos se conhecem e se cumprimentam; na grande cidade, há mais cortesia superficial, mas muita solidão. De qualquer forma, a diferença ideológica também se mantém: liberais preferem cidades e conservadores preferem cidadezinhas ou subúrbios. O que veio antes, o ovo ou a galinha? A cidade torna o homem mais liberal, ou é o liberal que tende a querer formar cidades?)

De qualquer forma, se podemos dizer que, em média, o progressista tem maior empatia, há também o lado negativo, que é que termina sendo uma presa fácil de bandidos e psicopatas. Além do fato de não se reproduzir.
Embora Seattle seja uma cidade considerada "branca", os brancos hoje são apenas 69% dos habitantes (já foi de 95%) -- e os asiáticos já são 14% e não param de crescer. Há em especial muitos vietnamitas. São considerados uma "minoria modelo", não sei direito por quê. Os latinos aos pouco também estão subindo desde a Califórnia, depois de terem mexicanizado sem volta Los Angeles.

E os brancos? Bem, seu crescimento é negativo. Seattle é uma das cidades com maior número de solteiros nos EUA - quase 40%. Vi porém pelas ruas vários casais de homens brancos com mulheres asiáticas.

E vejam este sujeito, típico hipster de Seattle, que casou com uma alegre muçulmana de olhos puxados da Indonésia:


Já as mulheres brancas não gostam de asiáticos. Preferem indivíduos mais viris, com instrumentos maiores.

Bem, o que fazer? A América está apaixonada pela diversidade, e é bom que seja assim. É melhor mesmo ter filhos com asiáticos ou outras raças, assim eles não destoam e se acostumam logo ao futuro misto que virá, onde um homem branco será tão raro quanto um mico-leão.

E no mais, eu não posso reclamar da infertilidade branquela, pois seria hipocrisia: também não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado de nossa miséria. E nem foi por falta de oportunidades, pois tive mais de uma. 

Porém, tenho a idéia de passar alguns meses na Alemanha no ano que vem. Lá planejo encontrar uma alemã ariana pura, com a qual irei gerar o novo Adolf Hitler. (Calma, estou brincando -- Hitler além de ser austríaco tinha sangue judeu, e eu não tenho).

Enquanto isso não acontece, passeio pelas ruas de Seattle, aproveitando a simpatia progressista.

Divirtam-se vocês também, enquanto der.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Da possibilidade ou impossibilidade de voar

Desculpem a falta de posts, mas estive ocupado tentando recuperar o que perdi na Bolsa de Valores, e lendo tudo o que é possível sobre como investir. Já aprendi a como perder dinheiro mais rápido! Agora falta descobrir como ganhar. Mas vamos ao post.

Um leitor pediu que eu falasse sobre os "cuckservatives". Nem sabia da existência desse termo, mas encontrei alguma coisa aqui e ali. É simples, é uma mistura da palavra "cuckold" (corno) com "conservative". São os supostos conservadores que na realidade traem a causa, deitando-se com o inimigo. 

Olhem, eu acho que em geral, à esquerda e à direita, são poucas as pessoas com verdadeiros princípios, a maioria dos políticos se vende a quem tem mais grana ou ao que é moda entre a população. Então não há nada de muito novo aí. Tanto Collor quanto Dirceu parecem ter ganho belas propinas do Petrolão.

Nos EUA como no Brasil, mais do que dois partidos com ideologias diferentes, temos mesmo dois times jogando de acordo com as regras de sempre, disputando apenas o poder.

De qualquer forma, eu acho que existe sim uma diferença entre conservadores (os reais) e progressistas, e tudo se remonta à eterna dualidade do nosso ser.

No outro dia li um texto da Chimananda Adichie. Acho que era a transcrição do seu Ted talk. Ela é bem simpática, uma igbo inteligente e criativa. Não li seus romances, mas devem ser bons. Seu texto sobre o feminismo, apesar de ser, hã, feminista, tampouco é ruim.

Ela se trai, porém, ao falar tanto sobre a "cultura" e a "educação". Não que tais fatores não sejam importantes, mas, para o progressista, são tudo o que conta. Para o progressista, o homem (e a mulher) é totalmente auto-perfectível. Pode reinventar a si mesmo eternamente de acordo com as suas preferências ou convicções. Daí que temos a reengenharia social, as tatuagens, a "mudança de sexo" e tantas outras modificações aparentemente absurdas: "Eu sou meu próprio Deus".

Já o conservador entende que existe algo chamado "natureza humana". Seja controlado por Deus ou pelos genes, ou por outros fatores aos quais não temos acesso, para o conservador o fato é que a tal "natureza humana" é algo muito difícil, se não impossível, de mudar. 

Isso não quer dizer que tudo seja estático. Por exemplo, detesto as muçulmanas de burca. E não venham me dizer que elas são pobres vítimas oprimidas pelo machismo muçulmano. Mentira! Elas adoram aquela burca. Adoram esfregá-la na cara das putas ocidentais. É um símbolo de opressão religiosa, sim, mas da opressão muçulmana sobre os infelizes cristãos, que têm que aturá-las em seus países. 

Bem, mas o que eu queria dizer é que, mesmo eu sendo contrário aos excessos do feminismo, não quer dizer que eu queira ver as mulheres vestidas como sacos de batata.

(O mesmo vale, aliás, para os judeus ortodoxos e suas judias ortodoxas; detesto aquelas vestimentas esdrúxulas. Mas gosto das indianas e seus saris. Também acho os vestidos africanos coloridos bonitos, e adoro as japonesas e seus kimonos. É possível ser modesta sem deixar de lado a feminilidade, pois não?). 

Acredito de qualquer forma que possa existir um meio-termo, entre os exageros do conservadorismo mais quadrado e os absurdos do progressismo delirante. Ou será que não?

Talvez eu seja ingênuo. Pelo que se vê na história humana, vivemos quase sempre em um pêndulo de extremos, do fascismo à revolução, com poucos períodos mais moderados.

Bem, de qualquer forma, eu não sei muito bem qual seria a solução. Às vezes eu também gostaria de poder reinventar tudo, toda a sociedade, toda a humanidade, de começar do zero, e de poder especialmente me reinventar, de escapar de meus genes e da inefável condição humana...  Ser livre para voar...

Será que é mesmo impossível?


sábado, 1 de agosto de 2015

...

Há doenças piores que as doenças,
Há dores que não doem, nem na alma,
Mas que são dolorosas mais que as outras....
Há angústias sonhadas mais reais
Que as que a vida nos traz, há sensações
Sentidas só com o imaginá-las
Que são mais nossas do que a nossa vida.
Há tanta cousa que, sem existir,
Existe, existe demoradamente,
E demoradamente é nossa, é nós...
Por sobre o verdor turvo do amplo rio
Os circunflexos brancos das gaivotas...
Por sobre a alma o adejar inútil
Do que não foi, nem pôde ser, e é tudo.


Dá-me mais vinho, porque a vida é nada.

Fernando Pessoa

segunda-feira, 13 de julho de 2015

No limite da paciência

No outro dia, li um artigo sobre uma gorda. Nem era um artigo, era uma dessas porcarias do Buzzfeed, é o que passa por jornalismo hoje em dia.

Vejam a história: ela estava numa loja de roupas, aí uma menina e sua mãe passaram, a menina pegou uma camiseta xxx-large, e dise, "Olhe mamãe, dentro desta aqui cabemos nós duas!" Mãe e filha riram.

A gorda chorou.

Depois, humilhada mas tomada de coragem, ela comprou a camiseta. E tirou fotos e postou no Feice. E agora o Buzzfeed está apontando esse ato ridículo como um exemplo de heroísmo.

Heroísmo? Heroísmo seria essa gorda inútil ficar um dia sem comer donuts!

Vivemos em um tempo super-sensível, em que todos choram e reclamam por qualquer coisinha. "Me chamou de gorda!"; "Me chamou de crioulo!" "Buá, buá!"
 
Isto quando eles não tomam as dores de outros e viram "Paladinos da Justiça Social", essa raça insuportável de ativistas da dor alheia.

No outro dia um branco progressista foi participar dos protestos dos negros em Ferguson. Apanhou. "Não queremos branquelos aqui!", lhe disseram. Bem-feito! Se eu estivesse lá, provavelmente entraria na briga. Do lado dos negros! Certos tolos merecem apanhar.

Bem mais sábios são os judeus, que contrataram mexicanos para protestar contra os gays. É meus caros, estamos chegando na era dos protestos terceirizados. Não me espantará se começarem a utilizar mão de obra chinesa para realizar protestos massivos. Bem, mas o MST por décadas não tinha já militantes pagos, "camponeses sem-terra" que nunca viram uma enxada? Então, nada de novo no front. 

Chineses, de qualquer forma, parecem ser os asiáticos mais revoltados, sempre prontos a protestar. No outro dia por exemplo, houve um protesto contra uma mostra em um museu que quis promover o quadro de Renoir "La Japonaise", que mostra a esposa do pintor vestindo um kimono. É que o museu teve a idéia de colocar um kimono à disposição dos visitantes, para que vestissem e tirassem fotos. Nada de mais, certo? Errado! "Isto é orientalismo!", gritaram os Paladinos da Justiça Social. "É racismo! É apropriar-se da cultura alheia", bradaram.

O engraçado é que não havia nenhum japonês no protesto. A líder (a do meio na foto) era chinesa, a outra parece filipina ou vietnamita, e a terceira é indiana ou paquistanesa, e provavelmente enganou-se de protesto. Os outros nomes citados na reportagem são Siyuan e Wang, que são nomes chineses. O único japonês que apareceu foi para protestar a favor. 

E os "homens feministas"? Nossa, esses são ainda piores. Eles juram que vão conseguir alguma garota assim. Se acham mesmo isso, são ainda mais ignorantes da psicologia feminina do que eu. É mais fácil uma mulher ficar com um cafajeste sexista do que com eles.

Está certo, eu também reclamo demais. Vivo choramingando contra os males existentes hoje no Ocidente. "Mamãe, eles estão querendo acabar com a raça branca e a cultura tradicional! Buá, buá!"

Ora, é preciso parar de chorar. A vida só te deu limões? Esprema-os nos olhos para usar como colírio e peça mais!

Só você não percebeu ainda, a vida é uma gigantesca plantação de limões. Se só ganhar limões, agradeça aos céus! Outros ganharam AIDS, ou câncer!

É, meus caros, a vida é uma batalha perdida, e chorar não adianta nada.

Por isso meu caros, vou também deixar de reclamar. Ando ranzinza demais, ultimamente!

Não, não vou falar de coisas divertidas, positivas e alegres, pois não vejo graça nisso: vou é embora. 

Adeus!

Mr X na vida real (foto recente)

sábado, 11 de julho de 2015

A inveja move o mundo

Está saindo uma nova série documental chamada "White People". Foi criada por um mexicano filipino imundo ilegal e gay homoafetivo que mora nos EUA e por motivos desconhecidos ganhou um prêmio Pulitzer. A série parece querer inculcar ainda mais nos americanos brancos a culpa em relação às tais "minorias", que cada dia aumentam mais: um dos temas principais é o "privilégio branco".

Privilégio branco? O que será isso? Nunca fui convidado para participar do clube, porém é verdade que, apesar do fenótipo e intelecto puramente ariano, tenho uma pequena parcela de DNA indígena e até negro, e portanto pode ser que eu não tenha sido aceito, e só por isso não ganhe privilégio algum. (Os brancos, às vezes, podem ser exclusivistas e cruéis.)

De qualquer forma, essa história de "privilégio branco" sempre me cheirou mal.

Sabem, no outro dia estava lendo uma reportagem sobre o Elon Musk, e me deu uma pontada de uma sensação desagradável. Não percebi imediatamente o que era, até me dar conta: era inveja.

Sim, inveja. Não tanto de sua riqueza e de suas várias casas com piscina e mulheres bonitas, mas pela possibilidade de fazer o que quiser: criar uma empresa de foguetes, ou de carros elétricos, o diabo. Ser livre e não depender de um emprego maçante. Ter um intelecto fantástico e uma vida com um objetivo grandioso -- e a capacidade para realizá-lo.

Além de ter inveja de bilionários e de gênios, também tenho inveja de artistas excepcionais. Tenho inveja até de pessoas simples e modestas mas que se sentem felizes e serenas com sua condição. Às vezes tenho uma inveja danada daqueles idiotas que ficam tão felizes com a vitória do seu time de futebol! Quisera eu também poder me contentar com tão pouco... Tenho inveja dos pássaros que voam e dos gatos que dormem o dia inteiro...

É, meus caros, muita coisa na vida pode ser explicada mais facilmente por inveja, ressentimento, complexo de inferioridade - o famoso "recalque". O mesmo ocorre provavelmente em relação a esse estúpido programa de televisão. Esse mexicano é provavelmente um invejoso, apesar de seu Pulitzer.

É triste, mas, muitos negros e mestiços têm inveja de brancos. É verdade, também tem alguns brancos com inveja dos negros, e alguns que até transformam sua aparência por causa disso, mas são poucos.

Muitos asiáticos têm inveja dos ocidentais, e em especial de seus olhos. De novo, alguns ocidentais têm inveja dos olhos puxados, e se transformam na outra direção, mas também são poucos. (Na verdade, parece que o olho puxado é supostamente uma evolução em relação ao olho tradicional, mas foi uma dessas mudanças tecnológicas que não pegaram)

Gays tem inveja de héteros, e por isso lutam tanto pelo casamento gay.

Alguns homens têm inveja da aparência das mulheres, e por isso querem se transformar.

Gordas têm inveja do corpo das magras e, as magras, das guloseimas que as gordas podem comer.

Muçulmanos têm inveja de cristãos e de suas igrejas que são mais bonitas do que a maioria das mesquitas. 

Judeus americanos têm inveja de anglos: ainda hoje vários se lamentam por não terem sido aceitos nos clubes de golfe da elite WASP nos anos 20. (E isso que o golfe é um esporte tão idiota...)

Feministas têm inveja do pênis, e por isso ficam querendo castrar todo mundo.

O homem branco europeu hétero cristão, porém, não têm inveja de quase ninguém.

Esse é o seu problema: é tão tolo, que não entende que tantos outros o invejam profundamente. Ou talvez entenda, e goste, e queira justamente incentivar esse sentimento nos outros, pois é bom ser invejado, e isso explicaria seu comportamento. Então, que se dane e se exploda ele também.

(De qualquer forma, acho que o homem branco tem sim uma inveja danada dos indígenas pré-civilizados, que vivem na floresta num Éden ancestral.)

A inveja move o mundo. E você, tem inveja de quem?


quinta-feira, 9 de julho de 2015

Fiado só amanhã

Odeio bancos. Se pudesse, guardaria meu dinheiro debaixo do colchão. No meu banco aqui, tenho que pagar uma quantia x por mês só para poder deixar meu dinheiro com eles, sem qualquer lucro, além dos juros que cobram por qualquer movimentação. São um lixo!

Banqueiros estão por detrás de quase todas as crises econômicas, e o que é pior, sempre se dão bem, afinal, ninguém quer correr o risco de uma crise econômica, não é mesmo? Então, vamos socorrer os bancos, nem que a população fique na mão.

E o pessoal de Wall Street? Ainda pior. Faz uns meses decidi investir na Bolsa. Uma das piores idéias que já tive! Só perdi dinheiro. Aquilo é uma loteria, um cassino. Basta uma palavrinha de um "analista" para fazer qualquer ação cair. (Fazê-las subir é um pouco mais difícil). Lixo e mais lixo!

Tudo isso para dizer que entendo muito pouco de economia; sou praticamente um analfabeto com números. Mal sei gerir meus gastos, e portanto não entendo quase nada sobre a situação da Grécia.

Porém, uma vez, muitos anos atrás, eu tive um "amigo" paraibano. Vivia me pedindo dinheiro emprestado. Ele era um estudante pobre sem trabalho, e embora eu fosse também, ficava com pena e emprestava. Ele jurava que ia pagar. Nunca pagou um centavo. Um dia, sumiu!

Nunca mais emprestei nada a ninguém. Mas aí fica a pergunta: sacana ele, ou trouxa eu?

Apesar de parecer ser um socialista imundo, acho que este comentarista está correto. Se você empresta para alguém que não pode ou não quer pagar, deve assumir esse risco. Se você não quer riscos, então só empreste a quem tem bom crédito na praça.

(Ou, como dizia o bilionário J. Paul Getty, "se você deve 100 dólares ao banco, é seu problema; se você deve 100 milhões de dólares ao banco, é um problema do banco".) 

Também gosto de algumas de suas sugestões para o que a Grécia deve fazer:

1. Sair do Euro
2. Aliar-se com Rússia e China
3. Expulsar seus imigrantes de volta pra África, ou se não der, embarcá-los em trens para a Alemanha (foi o que os italianos fizeram com alguns de seus ganeses, e a Alemanha não gostou)

A verdade é que os europeus do norte, os fantásticos "nórdicos" sempre destrataram o sul da Europa: querem obrigar Itália, Espanha e Grécia a aceitar imigrantes africanos e árabes em nome da compaixão, mas não os querem em seus países. Ora, se eles fossem sérios, fariam o contrário, dariam ajuda financeira de graça aos PIGS em troca de policiamento efetivo das fronteiras e uma frota marítima capaz de mandar para casa qualquer imigrante ilegal que quisesse furar o bloqueio. 

(Outra solução que li em outro lugar e gostei: recolonizar o estado falido da Líbia, de forma a interromper o fluxo na fonte mesmo. Às vezes, o melhor ataque é a defesa. Melhor expandir-se do que retrair.)

Em outras notícias, esta pobre mãe solteira inglesa com 8 filhos mulatos de pais diferentes não trabalha e ganha 40 mil dólares por ano do governo inglês para poder se manter.

Outra dica para os europeus: se você não quer estimular comportamentos negativos, não os financie.

Vou lá tirar meu dinheiro da bolsa, e guardar no colchão. Adeus.


terça-feira, 7 de julho de 2015

Genética versus cultura e energia versus QI

Ontem vi uma gorda.

Não "gordinha": gorda, dessas bem obesas, uns 150 kg. Branca (embora alguns comentaristas provavelmente diriam que ela tem mistura javanesa ou samoana, afinal, "não existe branco gordo!!!").

Parecia bastante jovem, não devia ter mais do que 30-32 anos. Estava sentada num banco da praça. Vestia um shortinho sensual e camiseta sem mangas, mesmo não estando assim tão quente (por que será que as gordas gostam de se vestir de forma sensual, seria para compensar pela gordura?). Ela também tinha três tatuagens visíveis, uma de caracteres chineses, uma do coelhinho da Playboy, e outra que acho que era uma caveira, mas não tenho certeza.

O retrato magnífico do Ocidente atual!

Aí um HBDoido vai dizer, "ela é gorda porque a facilidade de engordar ou emagrecer é genética". E um outro HBDébil vai retrucar, "não, seu tolo, o que é causado pelos genes é o seu baixo QI e o fato de ela ser gulosa, desleixada e/ou preguiçosa".

Porém, eles não conseguem pensar fora da caixinha. 

Na verdade, a razão pela qual existem tantos obesos hoje em dia é bem mais simples: muito mais comida disponível, e vida extremamente sedentária. Claro que há fatores genéticos, mas são secundários e não explicam um aumento tão elevado da gordura a nível global. Se esta mulher fosse uma camponesa 100 anos atrás, jamais teria tido a oportunidade de engordar tanto como uma porca!

(Ela era quase tão gorda quanto esta francesa gordoida que matou oito bebês. Estaria a obesidade mórbida relacionada com a doença mental?)

Aí vem então a pergunta que não quer calar sobre o comportamento humano, sobre os fatores genéticos e os fatores culturais e sociais. O que podemos mudar, e o que não podemos?

Pensemos numa coisa simples: jogar lixo na rua. Culturas latrino-americanas tem maior tendência a jogar lixo na rua e na natureza, enquanto culturas anglo e norte-européias tendem a ser mais ordenadas (culturas sul européias tendem a ficar no meio do caminho; não tenho informação suficiente obre mérdio-orientais; entre os asiáticos, os japoneses parecem mais preocupados com limpeza do que os chineses).

Bem, a questão é que não existe um gene que defina se a pessoa vai jogar lixo na rua ou não, porém, por que a maioria das pessoas joga lixo na calçada ou até na natureza em vez de procurar uma lixeira? Na maior parte das vezes, é por mera preguiça. E a preguiça deve ter certamente um caráter ao menos em parte genético, ainda que, tenho para mim que seja mesmo mais cultural.

O que é cultura? É o hábito. Os cachorros de Pavlov aprendiam a salivar ao ouvir um sininho. Da mesma forma, uma pessoa pode ser treinada, por condicionamento, a não jogar lixo no chão.  Nem que seja a pauladas!

Não são só as leis: a pressão social pode fazer maravilhas. Em Singapura, quem joga um chiclete no chão é multado em 500 dólares, e isso tem ajudado a tornar o país limpo. Assim, mesmo que a pessoa seja uma porca em sua casa, o medo da punição e/ou a vontade de imitar os outros vencerá e fará com que ela pense duas vezes antes de fazer bobagem.

Acho que existe outro fator também, que é pouco estudado pelos HBDs da vida, mas acho que deveria ser levado em consideração: a energia pessoal. Nem sei se existe isso ou se pode ser medido, mas deixem-me explicar.

Alguns dizem que os judeus tem QI maior do que os brancos e asiáticos, mas não tenho certeza. O que eles têm é um maior nível de energia. Estão sempre fazendo alguma coisa: eles podem ser tudo, menos preguiçosos. No tempo em que eu acordei, me espreguiçei, fiz o café e me preparei para escrever este texto, um judeu já escreveu três artigos, organizou um protesto a favor do casamento gay, vendeu e comprou ações na bolsa, deu de comer aos filhos e ainda leu o roteiro do filme que vai produzir. Eles são hiperativos!

Do outro lado estão os ameríndios, que talvez sejam a raça menos enérgica e criativa. Afinal, muitos negros costumam se destacar nos esportes e nas artes, na música, na comédia, na atuação, e até na escrita. Existem centenas artistas negros de sucesso nos EUA, e bem poucos ameríndios ou mestiços, mesmo estes sendo hoje em maior número. Seria falta de talento, ou falta de interesse?

O mesmo, aliás, ocorre na maioria da América Latina, mesmo esta sendo de maioria índigena ou mestiça. Nem falemos na música, pois seria covardia, mas pense por exemplo na maioria dos escritores famosos de nossa região. Borges, Cortázar, Octavio Paz? Brancos. Nicolás Gomez Dávila, colombiano autor dos genias "Escolios a um texto implícito? Mais branco do que o Diabo. Machado de Assis, Cruz e Souza, Mário de Andrade? Mulatos. O único indígena famoso que encontrei foi o paraguaio Augusto Roa Bastos, e ainda assim, era mistura de guarani com basco e português.

Bem, mas aí também temos que pensar se isso é também cultural ou genético. Afinal, os judeus são hiperativos e super-dinâmicos porque são treinados para isso desde criancinhas. O mesmo ocorre com os asiáticos, aliás, ainda que de forma diferente: de qualquer forma, o conceito é o mesmo, se não estudam e não tiram nota alta, causam desonra à família. É uma pressão e tanto!

Eu não sei se entre os ameríndios e mexicanos a cultura é mais relaxada e menos exigente, a julgar pelo Brasil, acho que é sim. Por outro lado, não podemos deixar de lado, mais uma vez, o condicionamento pavloviano da mídia. Vejamos os afro-americanos, por exemplo: por mais que existam diferenças genéticas, foi necessária a mídia para mudar a sua cultura disto para isto!

E já falamos das crianças ferais, criadas por bichos, que jamais chegam a evoluir, muito embora podendo ter o melhor material genético disponível, demonstrando que os pais e a família e os primeiros anos de formação têm importância sim, não importa o que um Gayman possa dizer! 

É amiguinhos, no fim das contas, as duas coisas são importantes, e estão até relacionadas. A cultura tampouco sai do nada, a genética influi a cultura, e esta, por sua vez, influi na genética através das gerações. É realmente uma questão de ovo-e-galinha.

Porém, dizer que QI é tudo, é coisa de burro!

Cultura...
...ou genética?