segunda-feira, 24 de abril de 2017

Como a elite pensa

Estive lendo um exemplar do Financial Times londrino que caiu nas minhas mãos. Sim, aqueles antigos jornais de papel. Pelo que entendo é um jornal dirigido à elite política e econômica, ou pelo menos a quem deseja chegar lá.

Primeiro logo na capa havia um artigo celebrando a vitória parcial (no primeiro turno) do candidato dos Rothschild nas eleições francesas (sim, Macron trabalhou para o banco dos Rothschild, literalmente). As ações dos bancos subiram com o resultado e subirão ainda mais. A coitada da Marine Le Pen não tem chance.

Logo li um artigo sobre "o que significa ser francês". Na foto de ilustração, africanos agitando bandeirinhas francesas em um estádio de futebol. O artigo falava que os negros sempre fizeram parte da história da França, como, por exemplo, Alexandre Dumas, que era 1/8 negro. Para a elite, uma andorinha já faz verão, e africanização não é problema, mas solução.

Outro artigo na seção Internacional, era sobre a educação na Libéria e a privatização de suas escolas. Será que a elite realmente pensa que isto dará certo? "Vamos investir na Libéria, será o novo Eldorado"? Realmente duvido.

Na seção de Tecnologia, uma notícia sobre o criador do Facebook investindo em realidade virtual e em técnicas para "ler o pensamento dos usuários". Também um artigo sobre os novos investimentos de Elon Musk no transhumanismo.

Na seção de Sociedade, um longo artigo sobre criogenia e seus desafios para vencer a morte corporal.

Na seção de Espetáculos, o elogio a um recentemente falecido diretor teatral e à sua obra, supostamente mais famosa, que chegou a ser censurada por incluir um estupro homossexual anal.

É, amiguinhos.

O mundo que a elite quer é um mundo de servos miscigenados, controlados por computador e passando seu tempo em uma realidade virtual, enquanto eles viverão eternamente, através da criogenia ou do transhumanismo, para poder se dedicar à obtenção de cada vez mais poder e dinheiro e às mais esdrúxulas perversões sexuais.

Ajoelhe-se,  escravo, perante seus novos líderes!!

"Confie em mim."

domingo, 16 de abril de 2017

Feliz Páscoa!

Jesus voltará, mas eu, não tenho certeza. Estarei viajando e depois precisarei dar um jeito na minha própria vida e fazer coisas mais úteis, como, por exemplo, trabalhar. Portanto, cuidem-se, e até qualquer dia! Abs.





quinta-feira, 13 de abril de 2017

Feminismo e Masculinismo

Agradeço às sugestões de todos, acho que alguns tópicos poderão ser interessantes.

Alguém me pediu um post sobre o masculinismo e, na verdade, pensei até em escrever uma série de textos mais longos sobre o assunto, já que é um tema que desperta muitas paixões. Mas isto será para mais adiante, por ora só um breve resumo.

Pessoalmente, vejo o masculinismo como uma mera reação tardia ao feminismo, que é um movimento que, basicamente, faz as mulheres defenderem coisas que: a) são ruins para os homens e b) são ruins para elas também.

Epa! Mas por que as mulheres defenderiam coisas que são ruins para elas?

Ué, uma das mais incríveis "conquistas" do feminismo foi a de fazer as mulheres se interessarem em ter uma "carreira", ao invés de serem donas de casa com filhos. De lambuja, os poderosos conseguiram duas coisas com isso: 1) reduzir os salários médios (antes o salário de um único homem poderia manter uma família inteira; agora quase sempre os dois precisam trabalhar e ainda pagar uma creche onde deixar a criança), e 2) reduzir a demografia branquela, pois é difícil conciliar trabalho e filhos.

Trocar a vida de mãe pela vida em um cubículo oito horas por dia parece ser algo que só uma pessoa muito estúpida poderia fazer, mas, grande parte das mulheres acreditou que era uma grande troca, que elas teriam maior "independência". Como naquele programa de TV: "você quer trocar a máquina de lavar por uma meia furada?" "Siiim!"

Está certo, por um lado a carreira deu realmente maior independência financeira à mulher, liberando-a assim (em teoria) para poder escolher um parceiro sem a pressão de ter que ficar com alguém que pudesse mantê-la. Digo em teoria, pois, na prática, não foi bem o que aconteceu. Na verdade, só aumentou o patamar das exigências das mulheres. As mulheres que trabalham continuam querendo alguém que ganhe mais do que elas, então, se elas ganham bem, vão querer alguém que ganhe ainda mais. Isto deixa grande parte dos homens de fora. (Algumas mulheres, é verdade, preferem investir em "bad boys" vagabundos ou criminosos que ganham pouco, mas estas são raras e em geral de baixa classe ou têm problemas mentais.)

A questão da sexualidade também foi outra forma em que as mulheres (e os homens) foram enganados. A tal revolução sexual era, supostamente, para resultar em mais e melhor sexo para todos. O que ocorreu no fim foi o contrário. Alguns garanhões, e algumas vadias, conseguiram mais sexo (e mais DSTs). Mas para o homem médio beta, e para a mulher média, o resultado foi a falta de parceiros. Ninguém está querendo casar, uns por medo de virarem cornos, outros por não terem dinheiro para cobrir todos os caprichos da mulher moderna, outras por medo de serem abandonadas depois de engravidar.

Certo, mas você que está lendo não quer ouvir mais reclamações, quer soluções, certo? Então escute aqui as dicas sobre como obter mulheres na Era do Feminismo!

1. Seja bonito. Mesmo se você não ganhar muito dinheiro ou não tiver outras qualidades, a beleza física costuma atrair as mulheres. Dizem que os homens são mais superficiais e se interessam apenas pela beleza, mas a verdade é que o homem médio termina descobrindo que não adianta idealizar a beleza se no fim a mulher logo depois de casar ela terminará virando uma gorda chata, então, o melhor é escolher pela personalidade. Mas mulheres não pensam assim, e muitas escolhem pela beleza mesmo, talvez pensando inconscientemente na beleza dos filhos.

2. Seja rico. Se você não for bonito, uma carteira recheada é sempre um bom afrodisíaco. Algumas mulheres se importam menos com a beleza se tiverem acesso livre ao seu cartão de crédito!

3. Seja masculino. Mulheres, ou ao menos certas mulheres, parecem gostar de homens musculosos e porradões. Não sei dizer, pois odeio fazer musculação e sou mais magro e fracote do que o Seu Madruga, ainda que um pouco mais bonito, mas parece que funciona para alguns.

4. Seja extrovertido. Muitas mulheres adoram um homem com um "bom papo". Mas atenção, isto não significa alguém que saiba discutir sobre filosofia, literatura, ou, pior ainda, sobre tecnologia, computação e inteligência artificial. O que elas querem é alguém que sempre lhe diga que elas estão lindas, gostosas, etc, e que as façam rir. Não é preciso muita inteligência para isso! Mas é preciso extroversão e ousadia, coisa que o homem médio beta não tem.

Viram? É muito simples, sigam uma dessas quatro estratégias e chegarão lá. Agora, se você é feio, pobre, fraco e tímido, aí meu caro, realmente fica difícil. Nem as gordas, as velhas, as feias e as divorciadas com sete prévios filhos de pais diferentes irão querer você.

Mas veja pelo lado positivo: as mulheres que não casam e que não têm filhos tendem em geral a ser muito infelizes e frustradas, pois esta é a sua função primordial na vida. Porém, isso ocorre menos com o homem, que pode ocupar o seu tempo com outros afazeres. Muitos homens como Isaac Newton, Michelangelo, etc, etc, não casaram ou tiveram filhos e isto não os impediu de viver vidas extremamente produtivas e que em muito contribuíram com a civilização.

Então, sugiro um monastério, a ciência, ou, se não for inclinado para a religiosidade ou a pesquisa, junte-se a um grupo de gamers e nerds. Ou, então, vire blogueiro!





quarta-feira, 12 de abril de 2017

O que fazer?

Um comentarista escreveu:

Esse blog só fala asneiras. Preferia mil vezes o blog do pobretão, lá sim a gente podia desabafar da vida ruim de pobre e beta, mas infelizmente o blog fechou. Aqui só tem retardados que não falam coisa com coisa.
Ele está certo. Nem sei quem é este pobretão, mas este blog já foi bom e interessante mas hoje acabou virando meio monotemático, ao menos no que se refere aos comentários. O tema de raças, que era para ser tabu, acabou virando repetitivo e até cansativo. É verdade que me divirto escrevendo sobre isso, por outro lado, não há muito a se dizer sobre o assunto, então termina cansando. 

Porém escrever sobre filosofia, religião, cultura e outros temas parece não ser muito interessante, ao menos para os poucos leitores que ficaram, e a julgar pelo número de comentários mínimos que os temas mais culturais ou filosóficos têm, mas quando se fala de discutir quem é e quem não é branco, a discussão bomba.

O que fazer? 

Será que eu deveria fazer um blog mais "normie"? Um dos problemas de se rejeitar os dogmas progressistas (ou seja qual for a moda do momento) é que você acaba perdendo muitos leitores, que não querem se "sujar" lendo coisas heréticas e ficam apenas na sua bolha progressista. 

Por outro lado, mesmo na direita também existe a bolha religiosa, a bolha alt-right, a bolha HBD, a bolha stormie, e várias outras e outros bolhas, e aí se você escreve algo destoando, também termina ficando de fora do clubinho.

O negócio acho que é escrever o que der na telha sem se preocupar muito com as reações, que é em geral o que faço de qualquer jeito, afinal, não é que ganhe a vida com isto aqui. Por outro lado, também não dá para cair no solipsismo. Um blog não vive sem leitores, nem que sejam um ou dois.

Então, fazer o quê?

O espaço de comentários ficará aberto aqui ao longo de um mês, para sugestões de temas a serem abordados, bem como uma possível sugestão de guinada geral do blog para outra direção, ou, até mesmo, o seu aguardado fim.

Agradeço.

Abs.



Fotos de algumas loiras naturais para animar a discussão.

terça-feira, 11 de abril de 2017

Máquina de matar mulheres

O falecido Lawrence Auster observou certa vez que o progressismo é uma "máquina de matar mulheres brancas".

Sem dúvida, a ingenuidade de certas mulheres brancas em relação aos fatos básicos da vida, e como muitas terminam mortas de forma patética ou inútil, certamente chama muito a atenção. É um tipo de doença mental que as torna incapazes de enxergar predadores ou situações de risco.

Artistas, ou devemos dizer "artistas", parecem ser especialmente afetadas por esta síndrome.

Se eu tivesse uma filha, e graças a Deus que não tenho uma neste planeta imundo, e se ela quisesse ser artista, eu a aconselharia a aprender a pintura ou a escultura clássicas em casa, ao invés de freqüentar estes antros que se tornaram as universidades de humanas. Se ela se metesse a fazer "instalações", cortaria a sua mesada. Se fizesse "arte performática", ficaria um mês de castigo trancada no quarto. Se virasse justiceira social, a deserdaria. (E se virasse Youtuber feminista, nossa, segurem-me.)

Anos atrás, uma italiana resolveu fazer uma viagem de carona pelo mundo para provar "que a maioria das pessoas são boas". Morreu estuprada e estrangulada por um turco logo no começo da viagem.

Agora uma outra "artista" e "ativista" americana que lutava pelos negros e demais não-brancos, veio a falecer.

Ela escreveu como última mensagem no seu blog um lamento sobre "o terrível sofrimento dos homens não-brancos".

Em visita a Washington D.C. para manifestar-se contra a morte de criancinhas negras inocentes, foi sequestrada, torturada e esfaqueada por um "homem não-branco", ou mais exatamente um negro muçulmano nascido em Sierra Leone que roubou seu carro e seu dinheiro e depois de torturá-la para obter seus dados bancários, a matou.

E ela está bem longe de ser a única. Cada semana há uma nova vítima. (Neste outro caso, de uma professora de yoga sequestrada, estuprada e morta também em Washington D.C., chama a atenção a desculpa esfarrapada do assassino afro-americano. Segundo ele, a mulher lhe deu carona, fez voluntariamente sexo com ele, logo ofereceu-lhe o seu carro todos os seus pertences, e depois se suicidou. Parece legítimo!)

Uma das maiores mentiras da mídia é a vitimização dos homens negros, passando a ideia de que eles estão constantemente sendo perseguidos e mortos pelo homem branco. É uma mentira cruel. O que ocorre é justamente o oposto. Negros matam brancos em muito, mas muito maior proporção.

O próprio fato de que negros aparentemente levem mais tiro da polícia só mostra uma coisa: tem mais negros do que brancos envolvidos com crime. Afinal, é bastante raro a polícia atirar em pessoas totalmente inocentes que não estão, no mínimo, em atitude suspeita. Já fui abordado pela policia várias vezes, e algumas foram até bastante desagradáveis, mas nunca tomei tiro.

As feministas tem certa razão: as mulheres brancas vivem em um perigo terrível hoje em dia. Mas este perigo não vem, em geral, dos homens brancos nem do patriarcado, mas sim dos negros, dos muçulmanos, dos latinos e dos imigrantes pelos quais elas tanto choram e protestam.

(Claro que também há psicopatas brancos que matam mulheres, como este monstro nojento que matou duas pré-adolescentes. Claro que há pedófilos e estupradores brancos. Mas a proporção de risco é relativamente menor. No mais, se você fosse mulher, acharia pior ser bolinada por um ator da Globo ou esfaqueada e morta por um criminoso? A julgar pelo número de protestos e notícias na mídia, a primeira opção parece ser pior.)

Não gosto de fazer posts sobre violência, pois me desanimam muito, portanto este provavelmente será o último.

Mas quantas mulheres mais precisarão morrer?
Que descanse em paz.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Maçons imundos controlam o mundo

Trump é um porco traidor. Depois de prometer que iria acabar com as guerras insanas no Oriente Médio e controlar a imigração, agora o que faz? Bombardeia a Síria logo de cara. E na questão da imigração, nada!

Mais uma vez o povo americano é feito de trouxa. Na verdade, não resta mais do que abandonar a ideia de que existe qualquer escolha na "democracia", que poderia ser chamada hoje de "demon-cracia". A elite globalista controla os dois lados a seu bel-prazer. Aliás, nem existem dois lados, é pura ilusão. A elite no poder sempre inventa dois times "rivais" para manipular o povo de acordo com os interesses do momento.

Em público e na mídia, políticos fingem ser rivais. Mas no fim das contas, são todos amiguinhos. Aqui, e acolá.

Seria Trump maçom? Nunca escrevi sobre maçonaria, mas é só porque tenho pouco conhecimento sobre isso. Mas realmente parece bem estranho que os maçons estão sempre por trás de quase tudo que acontece na esfera política, da Independência Americana à Revolução Farroupilha. Nada acontece sem ter pelo menos um maçon no meio.

O que são os maçons? Basicamente, um clubinho secreto de membros que se ajudam mutuamente. Você foi acusado de corrupção? Não se preocupe, o juiz maçom "irmão" salvará sua pele. Quer virar editor de um grande jornal? Um "irmão" o ajudará. Mas além disso eles tem uma série símbolos e rituais esotéricos que são bem esquisitos, bem como os famosos apertos de mão que identificam um membro e seu grau para outro.

Alguns dizem que os maçons seriam satanistas, o que não surpreenderia nem um pouco. Ao ingressar no clube, um maçom jura jamais revelar os segredos dos rituais, sob pena de morte. Por isso existe pouca coisa escrita sobre os maçons. Alguns jornalistas e ex-maçons até escreveram livros sobre essa temática, e morreram misteriosamente pouco tempo depois.

Bodes fazem parte do simbolismo maçônico; ser iniciado é "cavalgar o bode". Naturalmente, bodes também estão associados aos cultos de Pan e de Baphomet.

Eles dizem ser apenas uma sociedade cultural e beneficiente. Mas se fosse apenas isso, para que tanto segredo? E não é algo assustador que os políticos que nos governam possam pertencer a uma sociedade secreta, e agir tendo por base códigos ocultos, sem que saibamos? Não seria do interesse público saber quem é maçom, e quem não é?

Ah, mas isto poderia revelar que grande parte dos atuais líderes políticos sejam maçons, bem como o atual "papa". Então, melhor esconder...



É, meus caros, está tudo dominado. Melhor mesmo é ficar quieto no cantinho... Não vamos falar sobre os maçons... Afinal, quem brinca com fogo poderia se queimar... E ninguém quer isso, não é mesmo?


quarta-feira, 5 de abril de 2017

Sambando na cara do homem branco

Estamos vivendo numa era de oportunistas. Chacais e hienas que vêem o homem branco caído no chão e já querem um pedaço: nem morreu ainda e já estão dando dentadas.

Não contentes em reclamar, as "minorias" da América que já são maioria agora estão deitando e rolando. Primeiro negros, depois hispânicos, e agora é a vez do pessoal asiático que mal chegou e já está querendo participar da loteria da vitimização.

Eis aqui um estudante de Bangladesh que na sua carta de motivação para aplicar para Stanford, uma das mais importantes universidades americanas, escreveu apenas "Black Lives Matter" 100 vezes. Foi aceito.

Não se sabe se foi aceito pela cara-de-pau esquerdopata, ou por ter pais cheios da grana; provavelmente uma combinação dos dois. Hoje o que mais conta na vida é ser membro da elite e ao mesmo tempo fingir que chora pelos negros, pobres e pardos.

O curioso é que negros, pobres e pardos hispânicos continuam se dando em média mal: não são tão espertos para aproveitar a onda anti-branca. Quem se dá bem com o esquema de "porta-voz dos oprimidos" são judeus, levantinos, iranianios, sudeste asiáticos e, agora, até os chineses. Esses povos mercantis e materialistas do oriente são oportunistas de nascença; sabem farejar uma ocasião.

Mulheres também são mais oportunistas do que os homens, e estão aproveitando a era da vitimologia. Não contentes com a licença-maternidade, agora querem também licença-menstruação todo mês. Isso ao mesmo tempo em que exigem "pagamento igual"...

Eis aqui uma outra vadia SJW com uma mistura estranha (nome judeu e cara de asiática) que acusou um ex-namoradinho de estupro e ficou famosa fazendo uma performance carregando um colchão. Era tudo mentira! Não houve estupro nenhum. A puta arruinou a vida do rapaz e nunca pagou por isso.

Tenho muita raiva de pessoas oportunistas e picaretas, mas infelizmente são as mais premiadas hoje em dia, e se forem não-brancas, se dão ainda melhor, pois é tudo ao que o sistema dá valor.

Não está fácil para ninguém. Mas, se você for branco, pobre e loser, então cave uma fossa e se enterre, meu amigo. Será melhor para todos, pois ninguém gosta de você, nem os outros brancos!

Ah e lembre-se: a diversidade é nossa força.


terça-feira, 4 de abril de 2017

Controle mental total

Nórdicos, e em especial os suecos, são ainda mais tolos do que eu pensava. Uma empresa sueca está implantando microchips subcutâneos em seus funcionários para que possam ser identificados e abrir as portas com um mero gesto das mãos, e eles estão adorando.

Seriam os suecos o povo mais domesticado do mundo?

Eu jamais consentiria a uma coisa do tipo. Meus caros, a privacidade online já acabou (você já notou como qualquer coisa que você procura na rede, posta em mídias sociais ou até mesmo só envia por email acaba misteriosamente aparecendo em anúncios?). Em breve o dinheiro será apenas virtual (podendo assim ser sempre rastreado, e muitos governos estão tentando acabar com os pagamentos em dinheiro, "é para combater o tráfico de drogas e o terrorismo", claaaaaro). Os carros logo serão auto-dirigidos (mais uma restrição da liberdade com possibilidade de hacking). Agora será que teremos que conceder até o controle de nossos próprio corpos?

E notem que isto é só o começo, pois muitos bilionários estão investindo pesado em sistemas que conectam o cérebro humano com tecnologia de inteligência artificial.

(Aguardem para muito em breve um chip instalado na cabeça que dará choques se você tiver pensamentos "racistas" ou "anti-elitistas").

Começo a desconfiar que o Unabomber estava correto em seu diagnóstico sobre a sociedade industrial.

Seria o futuro das massas da humanidade o de virar escravos ciborgues?

Funcionário-modelo

sábado, 1 de abril de 2017

Confissões de um illuminati

Chegou a hora de dizer a verdade. Sim, eu sou um illuminati. Eu confesso! Escrevo a soldo do Soros e do falecido Rockefeller, bem como da Fundação Ford e do Clube Bilderberg. Meu plano maligno ao criar este blog foi o de desmoralizar o homem branco com "notícias falsas" sobre os males da imigração e do "terrorismo islâmico" que, como todos sabem, não existe de verdade.

Também ajudei a criar confusão na mente dos leitores ao postar sempre fotos de "brancos" que não eram na verdade 100% brancos, com o intuito de subliminarmente acostumar as pessoas à mistura racial cada vez maior. Lamentavelmente, alguns espertíssimos (e expertíssimos) leitores sempre se deram conta de quem tinha pelo menos 1% de sangue não-branco. O plano falhou. Maldição!

Vocês devem ter percebido que já falei dos negros, das mulheres, dos muçulmanos, dos asiáticos, dos mexicanos e acho até que dos ciganos e dos aborígenes, mas jamais citei os judeus, os maçons, os jesuítas, os reptilianos e os alienigenas com crânios alongados. Era tudo embromação! Com o intuito de desviar o olhar dos verdadeiros donos disto tudo.

Apoiei a eleição do Trump, mais um truque sujo para colocar no "poder" uma marionete que só repete papagaiadas, quando o poder verdadeiro está muito longe de suas mãos! Ha ha ha!

Ajudei a promover discussões tolas sobre "brancura" e "multiculturalismo" para distrair o branquelo das questões verdadeiramente importantes, como a dissolução cultural, mental e social de um número cada vez maior dos membros da sociedade branca prole, e a sua lenta mas inexorável extinção.

Ao criar a ideia de um mundo em perigo de terrorismo e outras catástrofes, bem como ao xingar as mulheres por seu feminismo e materialismo, estimulei as pessoas a não terem filhos, de forma a aumentar as chances do plano genocida do nosso Mestre e Senhor: Satanás. Sim, Satanás, que sempre esteve do meu lado!

Meus crimes não páram aí. Além de desmoralizar os brancos "proles" e criticar direta e indiretamente os Cristãos ao sugerir um vago agnosticismo, desestimulando assim a crença em Deus, ajudei uma bela e jovem virgem a ter um bebê com o Demônio. Agora ele já está com 22 meses, ou, para ser mais exato, 666 dias de vida!

Agora os dias da humanidade e em especial da maldita raça branca heterossexual cristã estão contados, e portanto já posso revelar tudo. Ah, esqueci de dizer, este texto foi escrito com caracteres radioativos que causam epilepsia e morte cerebral, portanto, quem ler morrerá em uma semana.

Adeus otários! Que o Inferno lhes seja leve!!! Ha ha ha!


O país mais feliz

Vez por outra saem listas sobre "os países mais felizes", e quase sempre ganham países nórdicos como Dinamarca e, agora, Noruega.

O truque está na definição de "mais feliz", que pouco tem a ver com a felicidade ou mesmo a alegria de seus habitantes, mas com os seguintes valores: "PIB per capita, expectativa de vida com saúde, liberdade, generosidade, ajuda social e ausência de corrupção".

São coisas que podem até gerar uma vida mais tranquila e maior harmonia social, mas não necessariamente "felicidade", um conceito um pouco mais difícil de definir.

Notem que um dos organizadores dessa lista e quem parece ter definido os critérios é Jeffrey Sachs, um dos miseráveis da máfia de Harvard por trás do estupro econômico da ex-União Soviética com suas dicas da "terapia de choque", e que curiosamente nunca pagou por isso. Pelo jeito, psicopatas são como gatos, (quase) sempre caem de pé.

De qualquer forma, não creio que os países nórdicos sejam os mais felizes, como vários comentaristas dinamarqueses ou de origem dinamarquesa confirmam. O conformismo social, o clima tenebroso, as pessoas fechadas, tudo isso não parece uma receita de felicidade. Quando visitei a Islândia, conheci um islandês que agora morava e trabalhava em Uganda, e adorava. Ia para a Islândia apenas para visitar a família durante as festas, e, depois, saía correndo de novo.

Isto talvez explique o suicídio demográfico e cultural que está acontecendo hoje estes países do norte. (Se seus habitantes fossem mesmo tão felizes, você acha que estariam tão ansiosos para ser invadidos por hordas de selvagens? É um grito de desespero).

É verdade, africanos são mais alegres e espontâneos - mas aí apreciar isso vai do temperamento de cada um. Eu por exemplo tenho horror a pessoas demasiado alegres e extrovertidas, e por isso nunca tive muitos amigos negros, aliás, acho que nenhum. Mas tampouco tive muitos amigos brancos, amarelos ou de qualquer cor. (Bem, meu conceito de amigo é diferente do conceito de "amigo" na era das mídias sociais).

Porém, os ugandeses estão doidos para sair da África e ir para a Islãndia, Noruega, Suécia e outros países europeus. O que explica isso?

É mais simples do que parece. Ter mais conforto pode ser um bom chamariz, ainda mais se o branquelo trouxa pagar a conta. A outra razão é que eles podem foder com branquelas. O recente terrorista "londrino" era filho da cruza de uma branca inglesa com um africano. O pai se foi, ficou a mãe. A criança levou uma vida de criminoso, conseguiu engravidar uma outra branquela inglesa com duas filhas, depois separou e depois se converteu ao Islã.

Isto tudo prova que o problema não é tanto o Islão quanto a imigração em si, e nem mesmo a imigração, mas essa ideia de que todo lugar do planeta tem que ter "multiculturalismo". Ou seja, o fim dos estados étnicos e sua substituição por um mundo global. A religião é só um problema a mais.

No mais, acho que "civilização" em média tende a aumentar a infelicidade das pessoas, mas é um preço que se paga pela "ordem" e pelo "progresso". (Por exemplo: brancos euros tendem a ser mais honestos. Por experiência própria, quase sempre que alguém tentou me passar a perna era um não-branco, como o armênio que me vendeu um carro usado. Mas, pode ser só coincidência!)

Em outras palavras: a felicidade individual diminui, mas a coletiva aumenta.

Freud era uma fraude e falou muita besteira, mas uma coisa que era mais ou menos certa ainda que não de todo original era sobre a supressão dos instintos, e como estes são necessários na civilização. E a ideia romântica do Rousseau sobre o "nobre selvagem" tampouco está de todo errada. Sim, o homem é mais "feliz" quanto está mais próximo dos animais. Quanto mais "civilizado" mais afastado da Natureza e portanto mais miserável.

Não caçamos nem plantamos, compramos nossa comida empacotada no supermercado; passamos oito horas por dia espremidos num cubículo e mais duas em um carro/ônibus/metrô e mal vemos nossas esposas e filhos; isto é receita para ser feliz?

Resumindo: os países nórdicos não são os países mais "felizes", apenas os mais "civilizados".

E estão com os dias contados.

sexta-feira, 17 de março de 2017

Au revoir les enfants

Um comentarista escreveu no outro dia que "os brancos que não têm filhos são tão ou mais traidores quanto os que se misturam com outras raças".

Traidores do quê?

Bem, o próprio conceito de "traição racial" ao se misturar confesso que sempre me pareceu esquisito, já que não lembro de jamais ter assinado nenhum contrato de filiação a qualquer raça ou etnia ao nascer. E como já disse várias vezes o conceito de "pureza" me parece equivocado ou inexistente.

Pessoalmente, acho que não teria filhos com mulheres de outras raças como negras, asiáticas, ou aborígenes australianas, mas não me sinto apto a condenar quem o faz, seja pelo motivo que for.

A verdade é que a maioria das pessoas casa com quem pode, não com quem quer. Provavelmente a maioria dos homens brancos com certeza preferiria casar com uma loirinha "pura" de olhos azuis. Mas como dizia o Garrincha, "faltou combinar com a loirinha". E por isso muitos brancos até mesmo ricos e bem-sucedidos estão casando com asiáticas, enquanto as loirinhas estão ficando com negões, ou então, dando volta no carrossel do pênis até os 35-40, quando finalmente casam e têm 1.3 filhos ou, se não der, adotam gatos e ou um pug (nada contra; não gosto muito de pugs, mas gosto de gatos).

Não gosto muito de asiáticas, confesso. Seus olhos puxados me causam arrepios. Prefiro até mulatas. Mestiças ou mulatas podem ser atraentes e simpáticas, em alguns casos até mais bonitas do que brancas "puras", portanto não vejo tampouco nada de extraordinário no fato de que alguns homens as prefiram. No mais, relacionamentos podem ser bem complicados, então quem casa com outra pessoa apenas por motivos de "pureza racial" é provavelmente um autista ou um imbecil.

De qualquer forma, a baixa natalidade dos brancos na maioria dos países europeus é realmente um problema.

Mas não seria tão grave, é claro, se a isso não se somasse a imigração, que cria um clima de competição Darwiniana que não existe, por exemplo, no Japão. Que tem baixa natalidade mas, ao menos por enquanto, continua bastante japonês.

O problema então não é apenas os brancos não terem tantos filhos, como a imigração de milhões de indesejáveis ocupando o mesmo espaço.

Seria a falta de filhos dos europeus que está gerando a imigração, como sugerem os neocons?

Eu tendo a achar que é o contrário. O fato dos "brancos não terem filhos" não é causa, é conseqüência. Resolva o problema fundamental político/econômico/cultural/espiritual e os brancos voltarão a ter filhos. Ter filhos na verdade não é difícil, qualquer um pode ter. Aliás, é mais comum as pessoas de inteligência média ou baixa terem filhos do que pessoas inteligentes, que tendem a ser mais neuróticas e precavidas.

Além do mais, ter filhos em quantidade não necessariamente muda o destino branco.

Primeiro, por que ter bilhões de pessoas não é necessariamente o melhor. Os ingleses dominaram a África e a Índia com apenas um número reduzido de soldados. Os espanhóis derrotaram o poderoso Império Inca em ainda menor número.

Já os chineses e indianos contam-se aos bilhões, e fizeram o que com isso? Nada. (Ou melhor: nadam.).

Ter filhos tampouco é muito útil se ocorrer de forma desordenada, fora do âmbito familiar e de uma sociedade boa de se viver. Para que ter filhos se for para condená-los a uma vida de sofrimento, subemprego e dissolução?

Li no outro dia que pelo menos 45% das gestações nos EUA são não-planejadas, e 20% indesejadas. O fenômeno ocorre em número muito maior entre os brancos pobres, os negros e os hispânicos.

Já o branco de classe média casado por toda a vida está sumindo. Mesmo nos países europeus, um casal se manter junto por toda a vida é bem infrequente. A maioria são de pais divorciados ou mãe solteiras.

Já escrevi sobre as dificuldades em se ter filhos hoje em dia. Em parte o problema é sustentar as crias, e aqui pesam os problemas econômicos que tornam difícil manter muitas criancinhas em um país branco atual sob condições normais. Tudo custa tão caro!

Mas, como também já observei, concordo que o problema principal também não é econômico. É, afinal, uma questão de prioridades. Não, o problema é mesmo espiritual.

A grande causa da queda de natalidade no mundo moderno foi mesmo a contracepção artificial. Antigamente, ter filhos era muito fácil: bastava foder. A esposa de Euclides da Cunha, o clássico autor de "Os Sertões", teve onze filhos: quatro com o esposo e sete com o amante. Hoje, acredito, seria mais precavida.

Os religiosos não gostam de contracepção e costumam ter muito mais filhos do que ateus. Um retorno à religião então poderia ser um modo de promover esse sonhado aumento demográfico.

Por outro lado, tampouco sei se essa seria a solução. Teremos um mundo de muçulmanos, evangélicos e mórmons, além de judeus ortodoxos, as religiões mais chatas do planeta. (Só gosto do catolicismo e do budismo, desculpem-me).

(Aqui um parêntese: muitos contrapõe os "ateus" aos "religiosos", mas eu não acho que esta seja a oposição. Os ateus e agnósticos seriam mais neutros; em termos políticos, seriam o "centrão". O verdadeiro oposto do religioso é o Satanista, aquele que prega os vícios e a dissolução moral. E o sonho deles, como em "o bebê de Rosemary", é também ter filhos, de preferência com o Capeta!)

Machado de Assis escreveu: "Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado de nossa miséria". Bem, no caso a frase seria do seu personagem Brás Cubas, mas é fato que Machado não teve filhos. Ele era epiléptico e em parte negro. Não se sabe se não teve filhos por que não quis passar adiante a epilepsia, ou a negritude da qual ele se acomplexava, ou se porque era estéril mesmo, ou porque sua esposa o era. Realmente não sei.

Porém, seus romances mais famosos são quase todos sobre homens que não tiveram filhos. Brás Cubas, Simão Bacamarte, e Dom Casmurro. (E chega de discussão, Capitu traiu sim. Não só teve um filho com Escobar como provavelmente fez de tudo com o amante. Capitu deu até o cu!)

Brancos que não têm filhos são traidores? Acho que não. Acho que a responsabilidade de cada um é consigo mesmo, e não com a sua "raça". Muitos gênios jamais tiveram filhos, e alguns eram até
miseráveis simpáticos homossexuais, mas fizeram mais pelo avanço da humanidade do que um zé ninguém que teve oito ou nove filhos. Lembramos hoje de Machado de Assis, mas não de seu vizinho Nicolau que teve quinze filhos e depois morreu bêbado e atropelado por um bonde.

Bem, eu já me preocupei muitíssimo com tudo isso. Hoje, não mais. Estou pouco me lixando para a salvação da "raça branca", do "homem ocidental" ou da lavoura. Sim, meus caros, estou abandonando a luta inglória pela "salvação do Ocidente", que, aliás, é algo que não podemos salvar ou deixar de salvar. O máximo que podemos fazer é colocar um pequeno grão de areia no mar, ou uma semente num vaso, e esperar que prospere. Agir de modo correto conosco e com nossos familiares e amigos. Ter filhos, se assim quiser, ou não, se assim não quiser. Não é obrigatório, não se preocupe. E quem não gostar, azar.


Você é um snowflake?

Ninguém gosta de críticas. Até eu, que sou paciente como o Diabo, de vez em quando me irrito se alguém me insulta gratuitamente. Por outro lado, nesta vida parece que temos que aprender a levar chutes e socos para ficar fortes. Parece que Adolf Hitler disse: "A vida é uma luta, e quem não quer lutar não merece viver". Bem, ele lutou e ele morreu. Ele não teve filhos e alguns dizem que sequer teria copulado com a Eva Braun.

Não sei se concordo. Já levei muito chute e soco na vida, tanto metafóricos quanto literais, e isso não me deixou muito mais forte, só mais desanimado mesmo.

Por outro lado, realmente cansam estes estudantes estúpidos nas universidades que hoje em dia acham que tem o direito de não ser insultados e de viver eternamente em uma "bolha" ou "safe space". No outro dia impediram o Charles Murray de falar. Alguém tinha lido o livro dele? Duvido. Disseram que ele era um "nacionalista branco" e "anti-gay". O que é uma tolice, pois ele é um cuck casado com uma china e é a favor do casamento homossexual.

Porém, mesmo que ele fosse o próprio Adolf Hitler em pessoa, acho que deveria ao menos ser escutado antes, afinal é preciso saber pelo menos ao que você se opõe.

Mas parece que os "snowflakes" (flocos de neve) universitários de hoje em dia não podem sequer ouvir pensamentos contrários, ou derreterão.

É realmente curioso, pois a academia já foi um lugar de discussão, onde ideias eram contestadas e discutidas. Hoje, ao menos nas humanas, virou um curioso antro onde jovens vão com o único intuito de aprender aquilo que já "sabem", e tentar ao máximo se isolar de descobrir coisas novas.

Isto quando estudam, é claro, pois muitos parece que vão apenas para beber e fazer farra, ou então protestos, algazarra e confusão.

Típico estudante do sexo "masculino"

E típico estudante do sexo feminino.

Sobre vegetarianos e ateus

Faz um tempo alguém sugeriu escrever um post sobre ateus e vegetarianos. Fiquei na hora sem saber o que responder. O que poderia falar sobre o assunto?

Bem, as notícias do dia sobre carne podre vendida pelos principais frigoríficos brasileiros me fizeram pensar que talvez os vegetarianos não estejam de todo errados. Se você souber que comer cérebros de cadáveres humanos ou de animais em decomposição podem conter prions e causar doenças horríveis, talvez não se anime mais a comer certos produtos, ao menos no Brasil.

E também é verdade que muita coisa na culinária pode ser cultural. Alguns povos asiáticos adoram comer cachorro quente. E outros, insetos.

Por outro lado, você também pode pegar uma intoxicação alimentar de vegetais. E no mais é verdade que veganos em especial costumam ser chatos. É o que os torna parecidos com os ateus militantes, que são igualmente chatos.

Digamos que é assim. Há três formas de encarar a questão.

1. Há os que vêem os humanos como superiores aos animais.

2. Há os que vêem os humanos como no mesmo nível dos animais.

3. E há os que os vêem abaixo dos animais.

Muitos veganos costumam ser deste terceiro tipo, idolatrando os animais e uma "natureza" que só existe na cabecinha deles. A natureza, afinal, é psicopata.

Já eu acho que humanos e animais não estão necessariamente em planos de inferioridade ou superioridade, mas apenas em planos diferentes. Os homens tem maior amplitude de consciência e mentalidade, podendo estar tanto muito acima, como muito abaixo dos animais.

O que isto tem a ver com o ateísmo? Bem, enquanto os religiosos vêem um papel maior no homem, e portanto colocando-o acima dos animais, os ateus costumam ver os homens apenas como outro tipo de animal (opção 2 acima).

O erro aqui me parece estar justamente nesta visão. É bom acreditar que há algo que está moralmente e espiritualmente acima de nós, nem que seja como exemplo, como observou Francis Bacon, em vez de nos mirarmos apenas no comportamento dos macacos.

Outra forma de ver a questão é imaginando um homem como um animal que não deu certo, ou, então, um híbrido incompleto entre um animal e alguma outra coisa que não chegou a nascer. Seres caídos, como o mito do Éden e outros similares em outras culturas explicam muito bem.

E de fato se formos pensar, ocorre uma coisa curiosa: que os animais tendem a ser mais satisfeitos em si mesmos e até contentes com muito pouco (em especial cães e gatos domésticos), enquanto que o homem por mais que tenha está sempre insatisfeito e infeliz.

Para alguns, isto poderia significar que não somos deste mundo mesmo, e que atingiremos a nossa plenitude apenas no Céu - ou, quem sabe, no Inferno.



Cappuccino

Durante milênios, os principais grupos raciais humanos viveram separados. Ásia tinha os asiáticos, África os africanos, Europa os europeus, América os índios, e Oceania, os aborígenes. Cada continente tinha o seu grupo principal, e depois outras subdivisões. Não que não houvesse misturas, é claro que havia, mas a maioria dos grupos populacionais se manteve mais ou menos em seus locais de origem.

As várias migrações e guerras de conquista mudaram um pouco isso. Em especial a descoberta e colonização da América, que por um lado foi uma expansão do homem europeu, mas também foi uma mistura com o índio e com o negro, que deram origem ao nosso maravilhoso Brasil.

Hoje com a tecnologia que encurtou as viagens e possibilitou a globalização, todos estão se misturando mais e mais. Além disso, pagando o salgado preço da colonização, o homem europeu hoje se vê colonizado em seu próprio território.

A mistura racial seria hoje em dia inevitável? Kalergi e seus amiguinhos teriam conseguido o que tanto sonharam? O futuro do homem é uma raça única cor café? Ou quem sabe dezenas, quiça centenas de sub-raças diferentes, ou melhor apenas variações de mestiçagem com maior ou menor predominância de um certo padrão?

Realmente fica difícil saber, mas o homem branco precisa se preparar e logo para um mundo no qual será minoria.

Segundo o cozinheiro franco-judeu Anthony Bourdain, o homem do futuro será "cor cappuccino". Ele parece não ter observado que o cappuccino tem este nome justamente por ter uma capa branca de espuma de leite no topo - é marrom embaixo, e branco em cima.

Ou seja, no futuro os brancos, judeus, asiáticos e outros de "alto QI" continuarão existindo e ficando no topo, e os marronzinhos embaixo. Que delícia.

Adoro cappuccino. E vocês?
A sociedade do futuro

quinta-feira, 9 de março de 2017

As raças do futuro

A pureza racial é um mito. Somos todos misturas, e não apenas de raças, como de espécies. Os neandertais se misturaram com os sapiens que se misturaram com os denisovanos. De acordo com algumas teorias recentes:

sapiens + neanderthal = europeu
sapiens + denisovan = melanésio 
sapiens + neanderthal + denisovan = asiático
sapiens + idaltus = africano

Será verdade? Seja como for, foi a partir desta mistura inicial surgiram as cinco principais raças em cada continente, e depois as várias subetnias. Daqui a algumas dezenas de milhares de anos, é quase certo que (se a humanidade sobreviver) novas raças surgirão, realizando a profecia de Kalergi!

Jusiáticos - Futuros líderes do planeta, eles são uma mistura de judeus com asiáticos, que já hoje estão se misturando adoidados na tentativa de se tornar a nova classe dominante na China e nos EUA. Judeus adoram comida chinesa e chineses adoram judeus e dinheiro, então, esta mistura tem tudo para dar certo.

Escandinárabes - Fruto do feminismo escandinavo com o impulsivismo árabe, será uma raça matriarcalmente escandinava e patriarcalmente árabe. Praticarão a poligamia e o terrorismo. Seu principal produto de exportação serão bombas artesanais IKEA que você pode montar em casa com facilidade.

Vietlatinos - Mistura de latino-americanos de várias vertentes com sudeste-asiáticos de baixa extração social, serão uma nova classe pobre que nos momentos de escassez se alimentarão basicamente de carne de cachorro e rapadura.

Chinegros - Após a conquista e recolonização da África pelos chineses, eles se misturarão com a população local. Após milhares de anos isto decantará numa nova raça que dominará completamente na música e nas artes marciais.

Branconésios - Acuados da Europa e dos EUA pelos imigrantes, os brancos farão um último e desesperado "white flight" para a Polinésia, onde cairão de encantos pelas nativas e terminarão se miscigenando definitivamente. Daí surgirá uma raça criativa e dinâmica, inteligente e sensual. Porém habitarão exclusivamente em pequenas ilhas e terão um número reduzido, e portanto influência reduzida também.



quinta-feira, 2 de março de 2017

O novo pecado original

O novo pecado original é ser branco. É um pecado sem salvação. Nem arrependimento salva. Vejam que a branquela americana Rachel Dolezal teve irmãos adotivos negros, casou com um negro, teve um filho negro, adotou ainda outro negro, depois ainda quis virar negra. Nem isso adiantou. Foi acusada de ser branca e de tentar "apropriação racial". Foi humilhada e agora diz que está desempregada e sem um tostão. Mas ela continua querendo ser negra.

No outro dia uma jovem semi-branca usando turbante foi acusada por negras de "apropriação cultural". Mas o turbante é invenção negra? Achei que fosse coisa dos árabes ou dos hindus. Vivendo e aprendendo. De qualquer jeito foi uma burrice, já que toda cultura é apropriação. Nada sai do nada. Quem não entende isso sequer entende o que é cultura, e provavelmente não tem nenhuma.

É realmente curioso. Assim como nada limpa as mãos sujas de sangue de Lady Macbeth, nada limpa a culpa branca. Só o suicídio coletivo.

O Oscar deste ano foi para um filme negro (e gay) que quase ninguém viu. Chamou a atenção mais o erro (planejado?) na cerimônia do que o filme. Literalmente tiraram o prêmio da mão dos brancos e deram para negros.

Agora saiu mais um outro filme: é um filme de horror sobre brancos que matam negros para roubar seus órgãos. Bem, mas pode ser que seja sátira, não sei bem. O diretor é um comediante. Ainda não assisti. Parece divertido. Curiosamente, o filme está tendo mais sucesso entre brancos do que entre negros.

Não entendo muito bem toda essa obsessão com os negros. Afinal, o futuro dos EUA é hispânico e asiático, e o futuro da Europa é muçulmano. Mas ninguém se preocupa muito em dar Oscars para mexicanos, asiáticos ou muçulmanos. A preocupação é só com negros mesmo.

O engraçado é que os mesmos branquelos progressistas que adoram tuitar "Oscar so white" e clamam por "fronteiras abertas" nos seus países, odeiam quando algum branco pobre, mexicano ou negro se muda para a sua vizinhança. Entrar nos EUA pode; entrar em Malibu, não. O país é uma coisa, mas ah, na vizinhança também não!

Hipocrisia, burrice, ou contradição? Vai entender. Apesar da suposta inteligência, branquelos podem ser bem estúpidos. Parece que são incapazes de aplicar de modo geral o que fazem e pregam na esfera particular. São um lixo.

Em resumo, a culpa branca é até merecida, mas mais pelo modo em que os brancos se tratam uns aos outros e a si mesmos.

Eu também acho que vou virar negro. Parece ser mais divertido. My name is X, Malcolm X.





sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

A era de Aquarius

Vi alguns trechos de "Aquarius", a nova obra-prima nacional. Está disponível no Youtube para quem quiser assistir o filme inteiro e se deliciar.

Bem, não posso fazer uma crítica de verdade pois só vi algumas cenas totalizando alguns minutos. Porém o filme parece bem fraco. Achei que, além da polêmica por questões políticas, o filme pudesse ser interessante, afinal não se deve avaliar uma obra de arte pela ideologia de seu criador. Mas o filme não parece se sustentar por si mesmo.

Em primeiro lugar, a história me pareceu tola: uma mulher não quer vender seu apartamento para construtores malvados. Fim. Sério, não tem muito mais do que isso. E nem fica claro por quê ela gosta tanto daquele apartamento, que não é grande coisa em termos de arquitetura, e a personagem no filme é dona de outros cinco, ou seja, poderia se mudar a qualquer momento. Se fosse uma casa de praia antiga a ser demolida para a construção de um edifício enorme faria mais sentido do que a mera substituição de um edifício feio por um outro feio também. Realmente a história não faz muito sentido, nem mesmo como crítica à urbanização. Aliás, até a animação da Pixar "Up" tratou o mesmo tema de forma mais sucinta e melhor.

Os diálogos são canhestros, com algumas supostas frases de efeito que sequer fazem muito sentido: "Nós exploramos as empregadas, e elas nos roubam de vez em quando". "É melhor dar um câncer do que ter um câncer". Confesso que não entendi o que esta última frase quis dizer.

Como em todo filme nacional que se preze, tem várias cenas de sexo gratuitas que nada acrescentam à história, inclusive de Sônia Brega com um garoto de programa, e de uma tia velha lembrando de quando era jovem e lhe lambiam a vagina. E esteticamente (fotografia, atuação, som) parece ser apenas medíocre. Porém, isto também pode ser um problema da cópia disponível no Youtube.

Li duas críticas negativas que me pareceram acertadas: aqui e aqui.

No entanto, a crítica internacional adorou o filme. Um crítico inglês até afirmou que o filme "dará ao espectador vontade de se mudar para o Brasil". De verdade? Achei que o filme fosse uma crítica ao país e não o mostrasse de forma muito positiva.

Não sei bem o motivo da apreciação do filme pelos críticos internacionais, então é possível que contenha algumas qualidades. Como só vi alguns minutos, realmente não posso julgar. Peço aos caros leitores que por favor assistam por inteiro e me contem depois.

Falando de uma maneira mais geral, por que o cinema brasileiro é quase sempre tão tosco? Por um lado, temos as embromações esquerdistas. Pelo outro, temos as comédias ainda mais toscas da Globofilmes, que tem maior sucesso de público, mas não necessariamente maior qualidade. Na verdade, o cinema brasileiro sempre foi assim: de um lado os filmes experimentais sem sucesso desde o Cinema Novo, de outro as chanchadas e pornochanchadas de maior sucesso popular mas qualidade duvidosa.

Não acho que o problema seja necessariamente esta vocação que o cinema brasileiro tem em mostrar pobres. Nem mesmo a pobreza do próprio cinema nacional, forçado a filmes de baixo orçamento.

O cinema italiano das antigas fez belíssimos filmes sobre pobres, usando poucos recursos. E o cinema iraniano dos anos 80-90 também fez alguns filmes sensíveis e belos sobre pobres, com menos recursos ainda.

Acho que o problema é que cineastas brasileiros colocam a ideologia deles em tudo. Querem porque querem colocar as suas mensagens politizadas, ao invés de contar uma história ou de procurar a beleza. Este é um problema geral do cinema moderno, a dizer a verdade. Hoje todo e qualquer filme tem que falar sobre racismo, gays, transexuais. No Brasil, cineasta que se preza tem que fazer filme reclamando da "zelite". Mas falta-lhes imaginação, além de melhores recursos e bons atores.

De qualquer forma, acho que o cinema em geral está em crise, não apenas o brasileiro. Ou, então, sou eu que envelheci e não gosto de mais quase nada.

Não vi nenhum dos filmes indicados ao Oscar, mas parecem ser bem tolos também.

O mais cotado é "La La Land", que me interessa muito pouco. Odeio musicais. Os outros parecem todos ser filmes com "mensagem" esquerdista. Racismo, homofobia, feminismo... Por mais bem-intencionados que sejam, tudo isto termina por cansar. A própria cerimônia do Oscar ficou tão ridícula que não a assisto há anos.

O único filme recente que vi foi o "Silêncio" do Scorsese, que me pareceu interessante, ainda que um pouco longo demais e prejudicado pelo casting equivocado de alguns atores como o horroroso "Kylo Ren". Coincidentemente, Scorsese também acredita que o bom cinema acabou.

Fazer o quê? Tudo acaba nesta vida.

Cena final de Acúarius impressiona e choca.
Acima, Lucélia Santos no papel de espectador médio.

Até a deputada Maria do Rosário já foi atriz
nos bons tempos do cinema nacional.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

O fim da diversidade

Um dos aspectos mais deprimentes da globalização é que ela está acabando com a diversidade. Sim, isto mesmo. Ao contrário do que dizem, a globalização é a morte da diversidade cultural.

Antigamente, cada país era diferente, com seus próprios hábitos, culturas, culinária e música. Certo que havia trocas e intercâmbios, mas ainda assim existia uma identidade nacional que procurava ser mantida. Era divertido viajar e conhecer outros lugares.

A globalização promove uma monocultura global de consumismo, pornografia, idolatria gay, rap e hip hop, Hollywood, Starbucks, McDonald's. Todas as grandes cidades ocidentais, e até mesmo algumas orientais, começam a se parecer.

Sim, alguns países mantém ainda uma certa "cor local" para fins turísticos, mas é algo bem superficial. A realidade é que a América Global venceu e está exportando seu modelo para o planeta inteiro.

Vá num bar em Berlim, Londres, Los Angeles ou New York e verá o mesmo tipo de música, o mesmo tipo de gente, o mesmo tipo de comportamento.

Cor local? Você verá imigrantes muçulmanos, negros e chineses em quase tudo que é lugar.

Isto sem falar na vitória total do cinema americano. Até os anos 60, 70, o cinema europeu resistiu, criando algumas obras-primas. Hoje, salvo raras exceções, são os primeiros a querer imitar Hollywood e seu estilo de história com mensagens politicamente corretas. Mas é isso mesmo, é o que o povo quer ver.

Conglomerados multinacionais como Apple, Facebook e Google aumentam ainda mais esta sensação de monocultura. A tecnologia a serviço da globalização. Nem sua identidade pertence a você.

Mas a esquerda não era contra as grandes empresas? Por que idolatram os gigantes da informação?

Por fim, a miscigenação genética entre os diversos grupos humanos  acabará de vez com as identidades nacionais e culturais. Tudo o que restará será uma vaga memória de tempos passados. E uma indigesta população mista sem identidade étnica, cultural ou sexual.

Há solução? Não, salvo o isolamento e uma revolta contra o mundo pós-moderno. Mas isto está muito longe de acontecer. Na verdade, a maioria dos brancos adora esta monocultura global, e eu sou uma minoria da minoria, então, o que fazer?

A única opção por ora é tentar levar uma vida individual digna, mantendo a independência e tentando misturar-se o menos possível com essa gentalha.



Existe alt-right no Brasil?

É curioso como existem tantas brigas de ego na dita direita brasileira. Parece até aquele poema do Drummond, só que ao contrário: Reinaldo que brigou com Constantino que brigou com Olavo que brigou com todo mundo.

O Reinaldo Azevedo xingou agora a Joice Hasselman, em um vídeo constrangedor. Nem vou colocar o link pois acho que só queima o filme dele, coitado. E na verdade, embora faça anos que não o leio, sempre gostei bastante do Reinaldo Azevedo. É muito inteligente, culto e escreve muito bem. Porém, faria melhor em se assumir como tucano mesmo em vez de fingir ser "conservador". Quer conservar o quê, além do seu emprego? Porém, como disse, gosto dele e espero que se recupere destas bobagens.

Bem, de qualquer modo vendo estes últimos barracos me peguei pensando se existia algo que podemos chamar de alt-right no Brasil. Quem seriam os alt-righteiros locais?

Não conheço muito a Joice Hasselman. É gostosa e simpática. Certamente não tem a profundidade intelectual de um Olavo ou Reinaldo, mas convenhamos, poucas mulheres têm. O papel das mulheres em geral nos movimentos políticos é mesmo o de ser carismáticas e motivar os homens, mas não de aprofundar muito na ideologia.

O Rodrigo Constantino -- que por sinal também já brigou com o Olavo, mas quem não brigou? -- me parece também meio simplório, sem muitas ideias próprias. Bem, não sigo o seu blog, mas lembro que antes das eleições ele criticava o Trump; agora que ele virou presidente passou a elogiá-lo. É um libertário que acha que Miami é "Brasil que deu certo". Sei lá. Há quem goste e tampouco vejo tanto motivo assim para criticá-lo.

Olavo de Carvalho é o filósofo mais amado do Brasil. É certamente o de maior peso intelectual da turma. Porém tem também os seus defeitos que todos conhecem: a mania de falar palavrão, a mania de guru que não aceita contradições, o ponto cego em relação a um certo país do oriente médio, as críticas estranhas à Rússia etc. Pode não ser um neocon completo, mas também não diria que é alt-right. Aliás parece que ele mesmo estes dias disse que não é de direita.

Existem alguns outros blogs de menor expressão que talvez sejam de alt-right, mas a verdade é que não leio quase nada hoje.

Eu, que não tenho expressão nenhuma, também não sou de alt-right.

Bem, mas é claro que seria preciso primeiro definir o que é alt-right. É similar ao nacionalismo branco? É outra coisa? Para mim, a alt-right não é tanto uma ideologia própria e coerente, mas é acima de tudo apenas uma manifestação contra as várias mentiras que nos tem sido contadas ao longo destes anos: sobre imigração, sobre o comportamento feminino, sobre diferenças étnicas, sobre o poder. Mas mesmo assim, a alt-right parece mesmo apenas o redescobrimento de coisas que eram de conhecimento comum no século XIX. Nada de muito novo no front.

Ou então, se definirmos a alt-right apenas como um nacionalismo mais sadio e ligado ao tradicionalismo, então neste caso teríamos alguns blogueiros mais reacionários que estariam alinhados com esta vertente mais "patríótica" e com a candidatura de Bolsonaro, que seria o Trump brasileiro? Mas Bolsonaro politicamente parece ser um libertário, o que o colocaria mesmo no campo do Constantino, então, não sei. Além disso, o estranho batismo de Bolsonaro em Israel o colocaria mais como evangélico do que católico tradicionalista, mas talvez seja apenas uma jogada de marketing já que o futuro do Brasil, lamentavelmente, parece ser evangélico mesmo (a Igreja Católica fez uma grande burrada nos anos 60-70 ao se alinhar com a teologia da libertação, pastoral da terra etc e perdeu a maioria de seus fiéis).

De qualquer forma, a verdade é que a política brasileira me interessa muito pouco hoje. E, aliás, mesmo a americana não me interessa tanto assim. Acho que o que é mais importante mesmo é saber se os estados nacionais da Europa sobreviverão. Estes são o berço do Ocidente, e se eles morrerem, não acho que o que chamamos de "Ocidente" terá muito futuro. A América já é uma combinação esquisita de origem maçônica e povos misturados que não pode ser uma completa herdeira da tradição ocidental.

Então, acho que esta pergunta ficará sem resposta.

Abraços, e até.

A direita brasileira em ação.



quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Volto depois


Desculpem o mau humor. Às vezes os textos ficam meio pessimistas, não é? Mas sem motivo, pois tenho certeza que no fim das contas venceremos esta batalha contra as forças do mal. Aguardem.


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Fake news

Diz a mídia que um atirador branco com jeito de viadinho matou seis muçulmanos no Canadá. Primeiro, todas as testemunhas inicialmente falavam em dois atiradores, um deles nome muçulmano. Depois passou a falar-se apenas em um atirador, o branquelo.

Mais estranhamente ainda, pouco depois a notícia praticamente sumiu. O perfil do suposto assassino no Facebook foi deletado (por quem?) e embora a mesquita tivesse câmeras de segurança filmando o local 24 horas por dia, nenhum vídeo foi divulgado. Não se fala quase mais no assunto.

Eu tenho certeza quase absoluta que esse tiroteio nunca aconteceu, ou, se aconteceu, foi de um modo bem diferente do que contam.

Porém, ninguém questiona nada disso. As pessoas aceitam o que vem de cima como zumbis.

Algumas coisas interessantes sobre o Quebec onde ocorreu o suposto massacre:

Um, a região está recebendo muitíssimos imigrantes, em especial de Haiti, Senegal, Argélia, e outros países francófonos (mas também franceses brancos que fogem da França multicultural - saltam da panela com água fervente para o fogo).

Dois, de acordo com pesquisas recentes, dois em cada cinco bebês da região nascidos nos últimos anos são filhos de imigrantes ou de casais inter-raciais.

Três, a região em uma ou duas gerações passou de ser extremamente católica (famílias numerosas, todos indo à missa) para quase atéia (e hoje chama a atenção até algumas belas igrejas transformadas em ginásios, restaurantes ou discotecas - pessoalmente, acho isto horrível. Seria melhor até se demolissem os prédios do que transformá-los em templos do consumo).

Enquanto isso, Google e Facebook se tornaram os árbitros mundiais do que é uma "notícia falsa" e o que é uma "notícia real". Até na França eles irão monitorar as notícias, acredite. Google e Facebook, os árbitros da verdade, da moral e dos bons costumes... E todos acham isso normal.

Parece-me bastante claro que a maioria das pessoas são bem estúpidas e não muito diferentes de marionetes. Controle a mídia e você controlará as pessoas.

Na época do fascismo, o povo era fascista. Na época do igualitarismo, o povo é igualitarista. Se algum dia budistas nudistas tomarem controle da mídia, o povo será budista e nudista.

Por isso não levo tão a sério o Trump, embora naturalmente ele seja muito melhor do que a Hillary ou qualquer outro "líder ocidental" atual. Porém, enquanto ele não investir contra Wall Street e contra a mídia, nada mudará. Certo, sendo uma democracia fica mais difícil de mudar as coisas "de verdade",  por outro lado, fingir fazer alguma coisa é muito fácil.

Aliás, alguém disse certa vez que a política é o teatro para a gente feia. E é mesmo.

Alguns acham que vivemos numa "matrix", na qual tudo o que é mostrado como realidade é na verdade falso. Mas é ainda pior do que isso, pois até a suposta "verdade" que está por trás do que é "falso" é, em grande parte dos casos, falsa também. Sintomático que ambos os diretores do filme Matrix logo depois se revelaram como progressistas doidos que "trocaram de sexo".

Nada do que acontece é exatamente como nos contam.

Mas qual a verdade por trás de tudo isto?

Será que um dia descobriremos?




O país do futuro

As notícias sobre o caos no Espírito Santo após a greve da polícia tornaram-se internacionais. Isto após as anteriores várias notícias de massacres em presídios que também chamaram a atenção do planeta.

Não há como escapar da imagem de que os brasileiros são em sua maioria um povo de selvagens, que só podem ser controlados na base da porrada constante, e, muitas vezes, nem isso adianta.

Se algum assessor do governo Trump assistisse aos vídeos, provavelmente colocaria uma moratória à imigração de brasileiros, e não por três meses, mas por três séculos. O fato é que brasileiros são em média muito, mas muito piores do que muçulmanos. Nenhum país árabe tem tanta criminalidade quanto o Brasil. De fato, até o Iraque durante o recente conflito entre sunitas e xiitas, teve menos assassinatos do que no Brasil.

O que explica tamanha violência?

Eu realmente não sei. Tenho a impressão que décadas (séculos?) de disgenia, somados à mais recente seleção sexual pela guerra das drogas, tenham gerado uma enorme população de psicopatas débeis mentais completamente irredimível. Existem cidades na África que são menos violentas do que capitais no sul Brasil -- supostamente a parte mais "europeia" e "civilizada".

Naturalmente que estamos falando aqui das classes populares, mas mesmo a classe média brasileira é bastante tosca. Basta ler sobre a péssima fama internacional dos "gamers" brasileiros, ou então apenas checar qualquer comentário na Internet de brasileiros, são quase sempre os mais estúpidos. Um pequeno exemplo recente tirado de um filme clássico no Youtube:

Comentário de um sueco: kjun03 3 weeks ago
Bergman was and still is a great journey of the mind 
Comentário de um indiano: Rajesh Perampally 1 year ago
good psychological movie, decent performances, please uplode more ingmar bergman movies.
Comentário de um americano: Nat Gat 1 year ago
Ingmar bergman.
fucking sick . if it is dead twist in hell. damn trash !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! 
Comentário de um brasileiro: ERIOVALDO COSTA SANCHO 1 month ago
TENHO UM PAU BEM GRANDE PRA VOCES MULHERES, CASADAS E SOLTEIRAS. 

Eu realmente não vejo nenhuma saída para o Brasil além do aeroporto. E, uma vez lá fora, o melhor a fazer é tentar se afastar o máximo que der de outros brasileiros. Não digo que não existam bons brasileiros, dentro ou fora do Brasil. É claro que existem. Mas também existe muita gente ruim.

Mas o pior nem é isso, o pior é que as elites globais, com toda sua propaganda sobre a "diversidade" e "imigração", parece que querem isso mesmo, transformar o planeta inteiro em um imenso Brasil. Não sossegarão enquanto as ruas de Paris, Londres e Barcelona não estiverem tão caóticas quanto as de Vitória.

Eu realmente não entendo para que alguém ia querer fazer isso. O melhor a fazer com o Brasil seria enviar sua população negra e mista descendente de escravos para a África, seus brancos ou semi-brancos + 90% caucasianos/asiáticos para os países de origem na Europa e Ásia, esterilizar o resto da população, demolir as cidades, e depois retornar o território inteiro na forma de reserva natural às poucas tribos de ameríndios puros ainda existentes, com um pedido de desculpas.

Não deu certo.



Atualização:

Bem, talvez eu tenha exagerado um pouco, mas é difícil ser otimista ao ver vídeos ou notícias como estas, mostrando que no Brasil definitivamente "a ocasião faz o ladrão". Honestidade é para os trouxas.

Dito isto, lembro que na minha infância e aborrecência nos anos 80 ficávamos até tarde brincando sozinhos na rua e não havia tanta preocupação. Realmente a situação da violência urbana piorou muito desde então, ao menos no Sul do Brasil. Porto Alegre é hoje uma das cidades mais violentas do planeta, e o Brasil virou uma zona de guerra. O que aconteceu?

Talvez este jornalista tenha razão ao falar na sonegação de impostos, na corrupção e no tal "arrocho" dos governantes, que curiosamente sempre cortam mas nunca suas próprias mordomias. Neste sentido, o Governo Sartori do RS desmantelou totalmente a segurança pública, ao mesmo tempo em que aumentou as mordomias para si e seus amigos. Mas não acho que seja apenas isso.

Existem soluções?

Talvez. Não, não a educação, que não adianta nada e está longe de ser a panacéia que dizem, mas: uma volta a uma aplicação de penas severas, incluída a pena de morte; fim do desarmamento civil; diminuição da natalidade da parte mais baixa da curva do sino; e resolver a questão das drogas de alguma forma.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

«Quanto mais contemplo o espectáculo do mundo, e o fluxo e refluxo da mutação das coisas, mais profundamente me compenetro da ficção ingénita de tudo, do prestígio falso da pompa de todas as realidades. E nesta contemplação que a todos, que reflectem, uma ou outra vez terá sucedido, a marcha multicolor dos costumes e das modas, o caminho complexo dos progressos e das civilizações, a confusão grandiosa dos impérios e das culturas - tudo isso me parece como um mito e uma ficção, sonhado entre sombras e esquecimentos. Mas não sei se a definição suprema de todos esses propósitos mortos, até quando conseguidos, deve estar na abdicação extática do Buda, que, ao compreender a vacuidade das coisas, se ergueu do seu êxtase dizendo "Já sei tudo", ou na indiferença demasiado experiente do imperador Severo: "omnia fui, nihil expedit - fui tudo, nada vale a pena".»

Fernando Pessoa/ Bernardo Soares, Livro do Desassossego, 3.ª edição, Assírio & Alvim, p. 138/9


Tu ne quaesieris, scire nefas, quem mihi, quem tibi
finem di dederint, Leuconoe, nec Babylonios
temptaris numeros. ut melius, quidquid erit, pati.
seu pluris hiemes seu tribuit Iuppiter ultimam,
quae nunc oppositis debilitat pumicibus mare
Tyrrhenum. Sapias, vina liques et spatio brevi
spem longam reseces. dum loquimur, fugerit invida
aetas: carpe diem, quam minimum credula postero.


Horatio

domingo, 29 de janeiro de 2017

O muro

Trump vai mesmo construir o tal muro e já limitou a entrada aos EUA de refugiados de vários países muçulmanos. Sou a favor. É divertido ver o chilique dos esquerdos com algo que é apenas uma medida de bom senso. A Europa deveria ter feito o mesmo há muito tempo.

Sim, a esquerda está escandalizada, chamando Trump de Hitler para baixo, mas na verdade ele é ou parece ser apenas um nacionalista americano velho estilo. O escândalo não mostra tanto o radicalismo de Trump como o crescente radicalismo da esquerda globalista contemporânea.

Se é só teatro ou jogar para a torcida não sabemos, mas é fato que já a mudança de discurso é uma novidade, o que indica que as coisas estão mudando ou podem mudar em uma nova direção. As eleições francesas este ano poderão indicar uma mudança de rumo também na Europa, nem que seja na elite tentando uma estratégia diferente de contenção. Quero dizer, até a elite pode estar se dando conta que seus velhos métodos já não funcionam tanto e esteja tentando um método novo. Netanyahu gostou do muro de Trump. Putin também.

Dito isso, não tenho certeza que baste mudar de governo ou construir um muro para as coisas mudarem. Acho que a razão é que para mim o problema principal do mundo de hoje, ao menos do modo que eu vejo, é mais cultural do que político. A cultura está num lamaçal tão grande que fica difícil crer que tudo poderá mudar tão rápido, parece que seria mais um trabalho de gerações.

Mas vamos ver o que acontece; coisas mais estranhas já aconteceram neste planeta.

O poeta Robert Frost escreveu um bom poema sobre muros. Se é verdade que por um lado ele diz que "há algo [em mim] que não gosta de um muro", também parece concordar que "boas cercas fazem bons vizinhos".

Também há aqueles que, como eu, vivem em cima do muro, mas essa é uma outra história.