Pairam dúvidas sobre como morreu Obama: a primeira versão dizia que ele tinha tentado reagir e fora morto. Agora afirma-se que ele não teria arma nenhuma e teria sido executado na cama, indefeso. Como não fizeram autópsia, jamais dará para saber o que aconteceu. Uma das teorias mais interessantes é que Obama seria, na verdade, um prisioneiro dos paquistaneses, que finalmente o entregaram aos EUA em troca de alguma coisa.
Porém, as dúvidas sobre a morte de Osama não são casuais: são propositais e têm, na verdade, uma grande utilidade. Por exemplo, agora a Casa Branca afirma que além de fotos tem um vídeo e uma série de documentos obtidos no bunker de Osama, mas está aguardando o "momento propício" para liberá-lo. É praticamente uma confissão: está na cara que as informações, por poucas e contraditórias que sejam, vão ir sendo liberadas a conta-gotas para tirar o máximo proveito eleitoral. Isto, no fim das contas, não tem nada a ver com a "guerra ao terror", e tudo a ver com as eleições de 2012.
Como sabemos que Obama realmente morreu, ainda mais agora que a Casa Branca afirmou que não divulgará as fotos do corpo? A única garantia que temos é a palavra do governo americano e da mídia. Dá para confiar?
Há poucos dias atrás, a dúvida era em relação ao certificado de nascimento de Osama. A questão foi resolvida com a emissão de uma imagem digital do certificado. Resolvida? Na era do Photoshop, imagens digitais podem ser manipuladas, e jamais são 100% confiáveis.
Mas e se fosse um documento real, mostrado na frente das câmeras em uma coletiva de imprensa? Mesmo assim, haveria quem não acreditaria. Afinal, o Governo está no ramo da produção de documentos. Um documento "falso" seria indistinguível de um verdadeiro.
O que estou querendo dizer é que tudo na vida em sociedade é uma questão de confiança. Mesmo o dólar é apenas um pedaço de papel que só vale enquanto as pessoa confiarem nele. Quando a confiança não existe mais, impérios ruem.
Quando o poder torna-se demasiado secreto ou hermético, passamos a não mais acreditar em suas declarações. Stalin costumava apagar seus desafetos das fotos, mas isso não enganava ninguém. Todo mundo sabia quem estava morto; todo mundo sabia que as estatísticas sobre a economia soviética eram mentiras deslavadas.
Será que o Governo Americano chegou no mesmo ponto? Talvez, mas quem é o Governo Americano? A foto abaixo é bem engraçada:
O comentário da Alt Right reproduzido na Dextra é que "se tivesse um boné, poderia ser confundido com um entregador de pizza". Realmente, a foto de Obama encolhidinho num canto, divulgada pela própria Casa Branca, é estranha. Até Hillary parece mais interessada na operação do que Obama. Além disso, fora Obama, são todos brancos. Que racistas!
Há quem diga que Obama seja apenas um "laranja", um fantoche politicamente correto. Nesse caso, quem estaria por trás dele? George Soros? Os comunistas? O clube Bilderberg?
Um tema que tem estado em voga é o das Sociedades Secretas. Grande parte dos presidentes americanos foram membros da "Skull and Bones". Há várias outras sociedades exclusivas entre os ricos e bem-conectados, como sabe bem quem assistiu o filme "A Rede Social". Estaria o verdadeiro Poder sendo exercidos em tais sociedades, longe dos olhares da mídia e da população?
Quando você não confia nas fontes de informação oficiais, teorias da conspiração tornam-se a norma. E não falamos apenas do Governo aqui. A própria grande mídia perdeu sua credibilidade, e perde-a cada vez mais a cada dia.
E como confiar, se a mídia dedica-se cada vez mais a esconder, e menos a mostrar? Toda a vez que alguma turba enfurecida de muçulmanos queima algo na Europa, eles são referidos como "jovens", sem qualquer menção à sua origem ou religião. Também nos EUA, em qualquer crime que ocorre, quase nunca há uma descrição física do suspeito indicando sua raça ou origem (salvo que ele seja branco, aí pode). Afinal, se todas as informações fossem dadas, alguém poderia detectar aí um padrão politicamente incorreto...
De qualquer modo, o problema mesmo é que mundo é muito complexo, e, sendo assim, só podemos ter acesso a uma compreensão parcial deste, por mais que nos esforcemos. Todas as informações, mesmo as dos maiores gênios entre historiadores, filósofos ou analistas políticos e sociais, são incompletas e sujeitas a revisão. Talvez por isso as teorias da conspiração atraiam tanto: dão uma explicação coerente e simples para fenômenos muitas vezes incompreensíveis em sua totalidade, transformando em ordem o caos.
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quarta-feira, 4 de maio de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Obama mata Osama
Osama bin Laden está morto.
É o que garantem as agências de notícias e a Casa Branca, e quem sou eu para discordar.
É curioso: Obama, eleito como o anti-Bush, terminou sendo na verdade mais bushista do que o próprio. Realizou mais bombardeios no Oriente Médio. Matou mais civis. Continuou mantendo terroristas presos em Guantánamo. Não só continuou a presença militar nos EUA e no Afeganistão, como entrou em ainda mais uma parada, a Líbia. E, agora, matou Osama em uma operação militar em um país supostamente aliado, o Paquistão. Tudo sob o mais incrível silêncio da mídia e das multidões. Cadê os protestos pacifistas?
Na política interna, no fundo tampouco mudou tanto assim, só mudou o grau. Se Bush começou com os deficits e os bailouts, Obama triplicou-os. Se Bush abriu as fronteiras aos mexicanos, Obama escancarou-as. Se Bush deu a mão ao príncipe saudita e afirmou que "O Islã é da Paz", Obama ajoelhou-se e beijou seu anel.
Vamos admitir: Obama é um neocon.
O que isso prova, acho, é que em política aparência é tudo, essência é nada. Fora algumas extravagâncias como o plano de saúde e outras comunices, Obama continuou as mesmas políticas de Bush, mas, sendo negro e Democrata, ninguém sequer deu conta.
Isso prova também o seguinte: nem Bush é de "direita", nem Obama é de "esquerda". Ambos são duas caras da mesma moeda. Filhos do poder global.
A diferença talvez esteja nos detalhes: por exemplo, leio agora que a Casa Branca garantiu que "o corpo de Obama está sendo tratado de acordo com as práticas islâmicas". Mate, trucide e bombardeie terroristas como é certo e justo, mas depois garanta um enterro politicamente correto.
Vivemos em tempos interessantes. Quem viver, verá.
Atualização: A única foto que tem até agora do cadáver de Obama é uma grosseira falsificação:
O Governo Americano garante ter fotos do corpo, mas está hesitando em divulgá-las "devido ao seu conteúdo forte". E o tal "ritual muçulmano" de "enterrar no mar"? Isso não existe. Mas entende-se que não seria enterrado em uma cova para não criar um ponto de peregrinação para terroristas.
É o que garantem as agências de notícias e a Casa Branca, e quem sou eu para discordar.
É curioso: Obama, eleito como o anti-Bush, terminou sendo na verdade mais bushista do que o próprio. Realizou mais bombardeios no Oriente Médio. Matou mais civis. Continuou mantendo terroristas presos em Guantánamo. Não só continuou a presença militar nos EUA e no Afeganistão, como entrou em ainda mais uma parada, a Líbia. E, agora, matou Osama em uma operação militar em um país supostamente aliado, o Paquistão. Tudo sob o mais incrível silêncio da mídia e das multidões. Cadê os protestos pacifistas?
Na política interna, no fundo tampouco mudou tanto assim, só mudou o grau. Se Bush começou com os deficits e os bailouts, Obama triplicou-os. Se Bush abriu as fronteiras aos mexicanos, Obama escancarou-as. Se Bush deu a mão ao príncipe saudita e afirmou que "O Islã é da Paz", Obama ajoelhou-se e beijou seu anel.
Vamos admitir: Obama é um neocon.
O que isso prova, acho, é que em política aparência é tudo, essência é nada. Fora algumas extravagâncias como o plano de saúde e outras comunices, Obama continuou as mesmas políticas de Bush, mas, sendo negro e Democrata, ninguém sequer deu conta.
Isso prova também o seguinte: nem Bush é de "direita", nem Obama é de "esquerda". Ambos são duas caras da mesma moeda. Filhos do poder global.
A diferença talvez esteja nos detalhes: por exemplo, leio agora que a Casa Branca garantiu que "o corpo de Obama está sendo tratado de acordo com as práticas islâmicas". Mate, trucide e bombardeie terroristas como é certo e justo, mas depois garanta um enterro politicamente correto.
Vivemos em tempos interessantes. Quem viver, verá.
Atualização: A única foto que tem até agora do cadáver de Obama é uma grosseira falsificação:
O Governo Americano garante ter fotos do corpo, mas está hesitando em divulgá-las "devido ao seu conteúdo forte". E o tal "ritual muçulmano" de "enterrar no mar"? Isso não existe. Mas entende-se que não seria enterrado em uma cova para não criar um ponto de peregrinação para terroristas.
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quinta-feira, 28 de abril de 2011
O Certificado
A grande notícia destes dias foi, naturalmente, a liberação do certificado de nascimento de Obama pela Casa Branca. O documento não apresenta nada de extraordinário, de modo que fica incompreensível a demora de três anos em apresentá-lo (e que só ocorreu devido à pressão exercida por Donald Trump, que trouxe o assunto com maior força à grande mídia).
Há quem diga que o documento seja falso, e isso explique a demora: teria sido produzido especialmente para a ocasião. Se é o governo que produz os documentos, por que não poderia produzir um documento em nome do presidente? Há de fato algumas irregularidades, a mais curiosa delas que há um oficial que assina como "U. K. L. Lee" - bem parecido com ukulele, que é um tradicional instrumento havaiano. (Bem, na verdade, talvez isso prove que o documento é legítimo - ninguém inventaria uma coincidência dessas).
Mas o maior mistério mesmo é a demora. Foram gastos anos e milhões de dólares para impedir sua divulgação; agora ele aparece. Por quê?
Estou entre os que acreditam que o certificado fosse apenas um "red herring" - uma falsa pista propositalment deixada por Obama e seus amigos globalistas para desviar a atenção. Obama é cidadão americano; os seus maiores mistérios são outros.
Há quem diga que o documento seja falso, e isso explique a demora: teria sido produzido especialmente para a ocasião. Se é o governo que produz os documentos, por que não poderia produzir um documento em nome do presidente? Há de fato algumas irregularidades, a mais curiosa delas que há um oficial que assina como "U. K. L. Lee" - bem parecido com ukulele, que é um tradicional instrumento havaiano. (Bem, na verdade, talvez isso prove que o documento é legítimo - ninguém inventaria uma coincidência dessas).
Mas o maior mistério mesmo é a demora. Foram gastos anos e milhões de dólares para impedir sua divulgação; agora ele aparece. Por quê?
Estou entre os que acreditam que o certificado fosse apenas um "red herring" - uma falsa pista propositalment deixada por Obama e seus amigos globalistas para desviar a atenção. Obama é cidadão americano; os seus maiores mistérios são outros.
domingo, 20 de março de 2011
Os Senhores da Guerra
Prometi a mim mesmo não blogar até segunda, mas o bombardeio da Líbia por forças americanas, francesas e britânicas me intriga e me perturba.
Obama, que tanto prometia ser o "presidente da paz", conseguiu deixar os EUA envolvidos em três conflitos ao mesmo tempo, um recorde: além das tropas que ainda estão no Iraque e no Afeganistão, agora interfere na Líbia.
Minha pergunta é: se era para bombardear algum país, então por que não o Irã? São eles que mais massacraram seu próprio povo (após a fraude eleitoral do ano passado); são eles que estão desenvolvendo armas nucleares; são eles os que recentemente mataram soldados americanos e seqüestraram soldados britânicos, são eles os que mais apoiam o terrorismo internacional. Ou por que não a Arábia Saudita? (Bem, nesse caso já sabemos por que não).
A Líbia? Sim, Kadafi não é flor que se cheire, mas tampouco representa uma grande ameaça internacional. Promoveu atentados nos anos 80 e 90, mas nas últimas décadas estava até quietinho. Pode até estar matando rebeldes em seu próprio país, mas e daí? No mundo pós-Guerra Fria, devem os países mais poderosos intervir em todos os conflitos ao redor do globo? No Sudão, houve matanças muito piores, mas nenhum país ocidental interveio (e olha que há petróleo também por lá). Na escaramuça entre Rússia e Georgia, ninguém foi maluco de se meter.
Sempre desconfio quando dizem que "a razão de tudo é o petróleo", mas neste caso talvez seja mesmo. Em tempos de crise, acreditar que há países que se mexem exclusivamente por "razões humanitárias" é algo que não é muito engolido pelo cínico que estou me tornando ultimamente. A zona ocupada pelos rebeldes, curiosamente, é a parte do país onde tem mais poços de petróleo.
E, no entanto, essa explicação tampouco me convence. De que forma o acesso ao petróleo ficaria mais fácil com os rebeldes no comando? Isso sem falar que, com a guerra, o preço tende a aumentar, o que beneficia ditadores e fundamentalistas árabes e não aos países ocidentais importadores.
O objetivo da ação militar parece ser apenas a de promover uma "zona de exclusão aérea" na parte ocupada pelos rebeldes. Isto é, evitar que eles sejam bombardeados por Kadafi. Ao mesmo tempo, segundo os últimos comunicados, as forças da coalizão não pretendem atacar diretamente Kadafi. Ou seja: estão organizando um "empate". Nem Kadafi vence, nem os rebeldes. A situação pode se alastrar por anos a fio. Quem sabe vire um novo conflito Israel-palestinos, que só existe mesmo porque idiotas de fora insistem em manter um inexistente "processo de paz".
Por falar nisso, quem são os "rebeldes" líbios? Procuro informações a respeito, e não acho. Provavelmente são tão ruins ou piores do que o Kadafi. Não entendo por que EUA, França e Inglaterra apoiam um grupo de pessoas que, claramente, seria ingenuidade acreditar que sejam democratas à maneira ocidental.
E os franceses? Por que os franceses, ou ao menos o Sarkozy, estão tão ansiosos em bombardear o Kadafi? Será que é por isto? Ou tem algo a ver com isto?
Como é que Obama conseguiu ordenar o uso de força militar sem pedir autorização ao Congresso americano? (Lembrem que esta foi necessária para invadir o Iraque, e demorou vários meses). Será que a autorização só é necessária quando soldados entram de fato no país?
Demasiadas perguntas, poucas respostas. Se me perguntarem se sou a favor dessa nova ação militar, digo que não. (Ainda que isso pareça me colocar do lado da esquerda chavista.) É que parece-me um desperdício de dinheiro, de tempo e de vidas, no momento mais equivocado possível. Mas deve haver muita coisa por trás de tudo isso que ainda não sabemos, ou ao menos que eu não sei.
Se alguém souber, me avise.
Obama, que tanto prometia ser o "presidente da paz", conseguiu deixar os EUA envolvidos em três conflitos ao mesmo tempo, um recorde: além das tropas que ainda estão no Iraque e no Afeganistão, agora interfere na Líbia.
Minha pergunta é: se era para bombardear algum país, então por que não o Irã? São eles que mais massacraram seu próprio povo (após a fraude eleitoral do ano passado); são eles que estão desenvolvendo armas nucleares; são eles os que recentemente mataram soldados americanos e seqüestraram soldados britânicos, são eles os que mais apoiam o terrorismo internacional. Ou por que não a Arábia Saudita? (Bem, nesse caso já sabemos por que não).
A Líbia? Sim, Kadafi não é flor que se cheire, mas tampouco representa uma grande ameaça internacional. Promoveu atentados nos anos 80 e 90, mas nas últimas décadas estava até quietinho. Pode até estar matando rebeldes em seu próprio país, mas e daí? No mundo pós-Guerra Fria, devem os países mais poderosos intervir em todos os conflitos ao redor do globo? No Sudão, houve matanças muito piores, mas nenhum país ocidental interveio (e olha que há petróleo também por lá). Na escaramuça entre Rússia e Georgia, ninguém foi maluco de se meter.
Sempre desconfio quando dizem que "a razão de tudo é o petróleo", mas neste caso talvez seja mesmo. Em tempos de crise, acreditar que há países que se mexem exclusivamente por "razões humanitárias" é algo que não é muito engolido pelo cínico que estou me tornando ultimamente. A zona ocupada pelos rebeldes, curiosamente, é a parte do país onde tem mais poços de petróleo.
E, no entanto, essa explicação tampouco me convence. De que forma o acesso ao petróleo ficaria mais fácil com os rebeldes no comando? Isso sem falar que, com a guerra, o preço tende a aumentar, o que beneficia ditadores e fundamentalistas árabes e não aos países ocidentais importadores.
O objetivo da ação militar parece ser apenas a de promover uma "zona de exclusão aérea" na parte ocupada pelos rebeldes. Isto é, evitar que eles sejam bombardeados por Kadafi. Ao mesmo tempo, segundo os últimos comunicados, as forças da coalizão não pretendem atacar diretamente Kadafi. Ou seja: estão organizando um "empate". Nem Kadafi vence, nem os rebeldes. A situação pode se alastrar por anos a fio. Quem sabe vire um novo conflito Israel-palestinos, que só existe mesmo porque idiotas de fora insistem em manter um inexistente "processo de paz".
Por falar nisso, quem são os "rebeldes" líbios? Procuro informações a respeito, e não acho. Provavelmente são tão ruins ou piores do que o Kadafi. Não entendo por que EUA, França e Inglaterra apoiam um grupo de pessoas que, claramente, seria ingenuidade acreditar que sejam democratas à maneira ocidental.
E os franceses? Por que os franceses, ou ao menos o Sarkozy, estão tão ansiosos em bombardear o Kadafi? Será que é por isto? Ou tem algo a ver com isto?
Como é que Obama conseguiu ordenar o uso de força militar sem pedir autorização ao Congresso americano? (Lembrem que esta foi necessária para invadir o Iraque, e demorou vários meses). Será que a autorização só é necessária quando soldados entram de fato no país?
Demasiadas perguntas, poucas respostas. Se me perguntarem se sou a favor dessa nova ação militar, digo que não. (Ainda que isso pareça me colocar do lado da esquerda chavista.) É que parece-me um desperdício de dinheiro, de tempo e de vidas, no momento mais equivocado possível. Mas deve haver muita coisa por trás de tudo isso que ainda não sabemos, ou ao menos que eu não sei.
Se alguém souber, me avise.
Esperemos que as famosas guarda-costas de Kadaffi não sejam atingidas.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Fim do "free speech" nos EUA?
Um jovem britânico de 17 anos foi banido por toda a vida de entrar nos EUA. Seu crime? Ter tomado umas e outras e enviado um e-mail para a Casa Branca, chamando Obama de "prick" e acusando-o de ligações com os "illuminati". (Dica: Cláudio)
E eu que achava que o caso da queima do Corão era o fim da picada...
Olha, eu não acreditava nessa história de illuminati, mas depois dessa, acho que passo a acreditar. Que um garoto seja banido pela vida toda de entrar nos EUA devido a um e-mail, enquanto terroristas em listas negras conseguem entrar sem problemas, enquanto imigrantes ilegais que cometem crimes não são sequer deportados, só pode ser explicado por forças malignas em controle... Será que Obama é mesmo o anticristo?
Os EUA, longe de ser o paraíso capitalista que todos acreditam que seja, possui dezenas de políticas de caráter quase socialista (um dia farei um post sobre o "rent control", política que algumas cidades têm de limitar o preço dos aluguéis "para ajudar os pobres" e que está arruinando várias vizinhanças). E, apesar do mito criado sobre a "terra da liberdade", é cada vez menos verdade que qualquer um possa falar o que quiser. Dentro dos EUA, o politicamente correto bane os discursos não alinhados com o status quo. Fora dos EUA, não se pode sequer criticar o presidente...
The times, they are a-changing.
E eu que achava que o caso da queima do Corão era o fim da picada...
Olha, eu não acreditava nessa história de illuminati, mas depois dessa, acho que passo a acreditar. Que um garoto seja banido pela vida toda de entrar nos EUA devido a um e-mail, enquanto terroristas em listas negras conseguem entrar sem problemas, enquanto imigrantes ilegais que cometem crimes não são sequer deportados, só pode ser explicado por forças malignas em controle... Será que Obama é mesmo o anticristo?
Os EUA, longe de ser o paraíso capitalista que todos acreditam que seja, possui dezenas de políticas de caráter quase socialista (um dia farei um post sobre o "rent control", política que algumas cidades têm de limitar o preço dos aluguéis "para ajudar os pobres" e que está arruinando várias vizinhanças). E, apesar do mito criado sobre a "terra da liberdade", é cada vez menos verdade que qualquer um possa falar o que quiser. Dentro dos EUA, o politicamente correto bane os discursos não alinhados com o status quo. Fora dos EUA, não se pode sequer criticar o presidente...
The times, they are a-changing.
sábado, 11 de setembro de 2010
11 de Setembro: Osama venceu?
Passaram já 9 anos desde o maior atentado islâmico nos EUA e ocorreu o impensável - Osama Bin Laden venceu. Se não concorda, veja só:
* Osama jamais foi encontrado. Pode estar morto, mas tampouco existe o corpo para provar.
* Os EUA já abandonaram o Iraque e hoje enfrentam sérios problemas para destruir o Talibã no Afeganistão.
* O próprio presidente dos EUA chama-se Hussein e tem origem muçulmana, celebra Ramadã na Casa Branca e defende os muçulmanos sempre que pode.
* Uma polêmica mesquita deverá ser construída a duas quadras do ponto do ataque de 9/11, mesmo com 64% da população americana considerá-lo uma afronta: mídia e governo americanos são 100% a favor.
* Enquanto isso, apesar dos planos e promessas, nada foi construído no lugar das duas torres.
* Houve mais de um atentado nos EUA desde então, o mais grave o tiroteio em Fort Hood, onde um soldado muçulmano matou 12 pessoas. No relatório oficial do exército sobre o evento, não há uma única menção ao islamismo ou à jihad, e a conclusão de um dos generais é que deveriam ser alistados ainda mais muçulmanos para fins de "diversidade".
* Muito embora a população nativa seja contrária, a imigração muçulmana nos EUA e na Europa continua andando a todo vapor.
* Um obscuro pastor da Flórida decide anunciar que vai queimar uma cópia do Corão, e o establishment em peso se une contra ele. O governo e mídia americanos, em vez de proteger o direito perfeitamente legal de um cidadão americano de se expressar, decidem apoiar e justificar a indignação violenta de estrangeiros muçulmanos, muitos dos quais vêem os EUA como inimigos.
* O pastor é obrigado a desistir e anunciar publicamente de joelhos que jamais queimará um Corão, mas mesmo assim dezenas de milhares de muçulmanos desavisados protestam no Afeganistão e gritam: "morte à América!"
Osama Bin Laden venceu. Allárru aquebar!
* Osama jamais foi encontrado. Pode estar morto, mas tampouco existe o corpo para provar.
* Os EUA já abandonaram o Iraque e hoje enfrentam sérios problemas para destruir o Talibã no Afeganistão.
* O próprio presidente dos EUA chama-se Hussein e tem origem muçulmana, celebra Ramadã na Casa Branca e defende os muçulmanos sempre que pode.
* Uma polêmica mesquita deverá ser construída a duas quadras do ponto do ataque de 9/11, mesmo com 64% da população americana considerá-lo uma afronta: mídia e governo americanos são 100% a favor.
* Enquanto isso, apesar dos planos e promessas, nada foi construído no lugar das duas torres.
* Houve mais de um atentado nos EUA desde então, o mais grave o tiroteio em Fort Hood, onde um soldado muçulmano matou 12 pessoas. No relatório oficial do exército sobre o evento, não há uma única menção ao islamismo ou à jihad, e a conclusão de um dos generais é que deveriam ser alistados ainda mais muçulmanos para fins de "diversidade".
* Muito embora a população nativa seja contrária, a imigração muçulmana nos EUA e na Europa continua andando a todo vapor.
* Um obscuro pastor da Flórida decide anunciar que vai queimar uma cópia do Corão, e o establishment em peso se une contra ele. O governo e mídia americanos, em vez de proteger o direito perfeitamente legal de um cidadão americano de se expressar, decidem apoiar e justificar a indignação violenta de estrangeiros muçulmanos, muitos dos quais vêem os EUA como inimigos.
* O pastor é obrigado a desistir e anunciar publicamente de joelhos que jamais queimará um Corão, mas mesmo assim dezenas de milhares de muçulmanos desavisados protestam no Afeganistão e gritam: "morte à América!"
Osama Bin Laden venceu. Allárru aquebar!
domingo, 15 de agosto de 2010
Obama confessa: "Sou muçulmano!"
Obama aprovou oficialmente em seu discurso a mesquita com planos de ser inaugurada em 11 de setembro de 2011 a poucos metros do local em que dois aviões pilotados por suicidas muçulmanos destruíram as Torres Gêmeas. Al-bama celebrou o Ramadã na Casa Branca e disse: "O Islã sempre foi parte da História da América".
Imagine que um presidente como Bush dissesse: "O cristianismo sempre foi parte da História da América". Seria coberto de vitupérios, muito embora estivesse bem mais próximo da verdade. (Se o Islã foi parte da História da América, foi sempre como inimigo, desde a época dos piratas bárbaros)
Enquanto isso, nas proximidades, uma igreja cristã ortodoxa destruída no ataque tem dificuldade em obter permissão para a sua reconstrução. A mesquita de 13 andares não teve qualquer problema em obter permissão das autoridades, muito embora 70% do público americano seja contrário.
Mesmo que se aceite a lógica que há liberdade de religião nos EUA, por que construir uma mesquita logo naquele lugar? E inaugurá-la justamente no dia 11 de setembro? Ora, trata-se claramente um sinal de conquista. É antiga tradição dos guerreiros muçulmanos de construir mesquitas nos novos territórios conquistados, mais ou menos como um cachorro que marca seu território com pipi.
Após o discurso da mesquita, parece que Obama foi visto curvando-se para Meca e gritando "Allahu Aqbar!", mas não há confirmações.
Imagine que um presidente como Bush dissesse: "O cristianismo sempre foi parte da História da América". Seria coberto de vitupérios, muito embora estivesse bem mais próximo da verdade. (Se o Islã foi parte da História da América, foi sempre como inimigo, desde a época dos piratas bárbaros)
Enquanto isso, nas proximidades, uma igreja cristã ortodoxa destruída no ataque tem dificuldade em obter permissão para a sua reconstrução. A mesquita de 13 andares não teve qualquer problema em obter permissão das autoridades, muito embora 70% do público americano seja contrário.
Mesmo que se aceite a lógica que há liberdade de religião nos EUA, por que construir uma mesquita logo naquele lugar? E inaugurá-la justamente no dia 11 de setembro? Ora, trata-se claramente um sinal de conquista. É antiga tradição dos guerreiros muçulmanos de construir mesquitas nos novos territórios conquistados, mais ou menos como um cachorro que marca seu território com pipi.
Após o discurso da mesquita, parece que Obama foi visto curvando-se para Meca e gritando "Allahu Aqbar!", mas não há confirmações.
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quarta-feira, 21 de julho de 2010
Malditos racistas!
O governo Obama finalmente encontrou uma razão para criticar os terroristas muçulmanos: a Al-Qaeda é racista.
Seria hilário, se não fosse trágico. Ou será o contrário? Agora só falta Obama processar a Al-Qaeda por eles discriminarem os homossexuais, as lésbicas, os vegetarianos, e não se importarem com o aquecimento global.
Será que ser racista é pior do que ser terrorista?
Um dos nomes mais engraçados que a esquerda dá a si mesma, ao menos aqui nos EUA, é "reality-based community", ou "comunidade baseada na realidade". É delírio demais. Mas a verdade é que a esquerda não só não entende o mundo, como não entende que não o entende. Pode um louco ser convencido de que ele não é Napoleão?
Os EUA são um país obcecado com o racismo, como mostram vários eventos ocorridos nas últimas semanas. A maior acusação na América, hoje, é chamar alguém de "racista" e, de fato, os progressistas usam e abusam do método para silenciar seus oponentes. Quase sempre funciona. Mas a palavra já não tem qualquer sentido. O que é ser racista? Ninguém sabe, como mostra este documentário aqui.
Antes diziam que Obama jamais seria eleito presidente, pois os EUA eram um país "fundamentalmente racista". Agora que o homem foi eleito, as acusações continuam. Se você é contrário a Obama, você é racista. E, de fato, os afro-americanos são os únicos que continuam apoiando Obama em quase 90%, o mesmo nível desde sua posse. Já a cotação entre hispânicos e brancos despencou.
O fato é que a divisão racial no país só está aumentando com Obama e suas desastradas políticas. O negócio é rezar para que esta tensão fique apenas nas acusações de racismo, e não termine descambando para a violência real.
Seria hilário, se não fosse trágico. Ou será o contrário? Agora só falta Obama processar a Al-Qaeda por eles discriminarem os homossexuais, as lésbicas, os vegetarianos, e não se importarem com o aquecimento global.
Será que ser racista é pior do que ser terrorista?
Um dos nomes mais engraçados que a esquerda dá a si mesma, ao menos aqui nos EUA, é "reality-based community", ou "comunidade baseada na realidade". É delírio demais. Mas a verdade é que a esquerda não só não entende o mundo, como não entende que não o entende. Pode um louco ser convencido de que ele não é Napoleão?
Os EUA são um país obcecado com o racismo, como mostram vários eventos ocorridos nas últimas semanas. A maior acusação na América, hoje, é chamar alguém de "racista" e, de fato, os progressistas usam e abusam do método para silenciar seus oponentes. Quase sempre funciona. Mas a palavra já não tem qualquer sentido. O que é ser racista? Ninguém sabe, como mostra este documentário aqui.
Antes diziam que Obama jamais seria eleito presidente, pois os EUA eram um país "fundamentalmente racista". Agora que o homem foi eleito, as acusações continuam. Se você é contrário a Obama, você é racista. E, de fato, os afro-americanos são os únicos que continuam apoiando Obama em quase 90%, o mesmo nível desde sua posse. Já a cotação entre hispânicos e brancos despencou.
O fato é que a divisão racial no país só está aumentando com Obama e suas desastradas políticas. O negócio é rezar para que esta tensão fique apenas nas acusações de racismo, e não termine descambando para a violência real.
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terça-feira, 22 de junho de 2010
Obama se autodestruindo?
O que nem os Republicanos nem os "tea parties" conseguiram, o desastre petrolífero no Golfo do México pode conseguir. A imagem de Obama está degringolando a olhos vistos. Sua resposta ao acidente foi tão atrapalhada e confusa, que até seus maiores aliados estão reclamando. Há já vários figurões do alto escalão que repentinamente começam a fazer outros planos para 2012.
Um blogueiro americano especulou as possíveis razões para a resposta de Obama ao desastre:
1) O desastre não é tão ruim como se pensa, e o governo Obama sabe disso.
Obama apenas utiliza o evento e até o exagera para continuar com sua agenda de mudanças radicais, como acabar com as perfurações ou quem sabe até nacionalizar as companhias petrolíferas.
2) O desastre é tão ruim quanto se pensa, mas o governo Obama não se dá conta da magnitude.
Obama e sua equipe são incompetentes e estão mais perdidos que deficiente visual em confronto balístico.
3) O desastre é tão grande quanto se pensa, e o governo Obama sabe disso.
Já que é um desastre sem solução, Obama e amigos querem apenas manter as aparências enquanto tentam tirar proveito da situação o máximo que podem ante das eleições de novembro.
4) O desastre não é tão grande quanto se pensa, mas o governo Obama não sabe disso.
Melhor o governo Obama não fazer nada, ou só vai piorar a situação.
E isso sem contar os outros problemas de Obama, como o desemprego, contra o qual o governo Obama decidiu fazer frente através da luta pelos direitos dos trabalhadores ilegais. É isso mesmo, assistam.
O curioso é que Obama está sendo criticado tanto à direita quanto à esquerda, obtendo uma unanimidade rara no país.
Um blogueiro americano especulou as possíveis razões para a resposta de Obama ao desastre:
1) O desastre não é tão ruim como se pensa, e o governo Obama sabe disso.
Obama apenas utiliza o evento e até o exagera para continuar com sua agenda de mudanças radicais, como acabar com as perfurações ou quem sabe até nacionalizar as companhias petrolíferas.
2) O desastre é tão ruim quanto se pensa, mas o governo Obama não se dá conta da magnitude.
Obama e sua equipe são incompetentes e estão mais perdidos que deficiente visual em confronto balístico.
3) O desastre é tão grande quanto se pensa, e o governo Obama sabe disso.
Já que é um desastre sem solução, Obama e amigos querem apenas manter as aparências enquanto tentam tirar proveito da situação o máximo que podem ante das eleições de novembro.
4) O desastre não é tão grande quanto se pensa, mas o governo Obama não sabe disso.
Melhor o governo Obama não fazer nada, ou só vai piorar a situação.
E isso sem contar os outros problemas de Obama, como o desemprego, contra o qual o governo Obama decidiu fazer frente através da luta pelos direitos dos trabalhadores ilegais. É isso mesmo, assistam.
O curioso é que Obama está sendo criticado tanto à direita quanto à esquerda, obtendo uma unanimidade rara no país.
Um presidente bem trapalhão.
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terça-feira, 6 de abril de 2010
Tempos confusos
"Se você não está confuso, é porque não está prestando atenção" - disse certa vez um executivo americano. Acho que o mesmo se aplica à política internacional atual.
Recentemente, Obama afirmou que os EUA não utilizariam a bomba atômica como recurso de defesa nem mesmo se fossem atacados massivamente com armas químicas ou biológicas.
Não dá para entender o objetivo de tal fala de Obama. A que serve? A convencer o Irã a abandonar a produção de armas nucleares -- e investir pesadamente em um programa de armas químicas e biológicas? A estimular terroristas a atacarem os EUA? Ou é uma mera manobra de distração para continuar com o projeto de saquear o contribuinte americano enquanto todos discutem outra coisa?
Obama parece ter uma fixação em desinventar as armas nucleares, o que seria até compreensível se não fosse completamente delirante. Os EUA poderão até acabar com o seu arsenal. Não quer dizer que russos, chineses, paquistaneses, indianos, israelenses, iranianos etc farão o mesmo. Aliás, o mais provável é o efeito oposto. Se os EUA diminuírem seu arsenal, pode apostar que todos os outros vão se armar, de europeus a asiáticos, até ditadores africanos.
Mais preocupante é a total falta de reação de Obama a um hipotético ataque com armas químicas e biológicas, as quais, pessoalmente, parecem-me mais terríveis do que as bombas nucleares. Um ataque biológico pode matar mais do que um ataque nuclear, dependendo como for realizado. Obama fala como se tratasse de uma brincadeira de crianças travessas.
Evidentemente, não há - não pode haver! - interesse de Obama e da elite esquerdista-chique americana em sofrer devastantes ataques ao próprio país. Afinal, não só eles próprios poderiam morrer, como isso seria péssimo para os negócios. Portanto, deve haver algo por trás disso além da mera ingenuidade pacifista. Ou será que não?
Acho que as teorias da conspiração estão na moda hoje em dia por uma razão muito simples: das políticas insanas de imigração à economia global, existem simplesmente muitas coisas que acontecem hoje em dia que não parecem fazer sentido algum. (Há comerciais bizarros japoneses que fazem mais sentido.)
É natural que as pessoas procurem explicações esotéricas, misteriosas, ou que vejam os invisíveis tentáculos de uma organização secreta controlando tudo. Faria mais sentido do que muita coisa que se vê por aí.
Recentemente, Obama afirmou que os EUA não utilizariam a bomba atômica como recurso de defesa nem mesmo se fossem atacados massivamente com armas químicas ou biológicas.
Não dá para entender o objetivo de tal fala de Obama. A que serve? A convencer o Irã a abandonar a produção de armas nucleares -- e investir pesadamente em um programa de armas químicas e biológicas? A estimular terroristas a atacarem os EUA? Ou é uma mera manobra de distração para continuar com o projeto de saquear o contribuinte americano enquanto todos discutem outra coisa?
Obama parece ter uma fixação em desinventar as armas nucleares, o que seria até compreensível se não fosse completamente delirante. Os EUA poderão até acabar com o seu arsenal. Não quer dizer que russos, chineses, paquistaneses, indianos, israelenses, iranianos etc farão o mesmo. Aliás, o mais provável é o efeito oposto. Se os EUA diminuírem seu arsenal, pode apostar que todos os outros vão se armar, de europeus a asiáticos, até ditadores africanos.
Mais preocupante é a total falta de reação de Obama a um hipotético ataque com armas químicas e biológicas, as quais, pessoalmente, parecem-me mais terríveis do que as bombas nucleares. Um ataque biológico pode matar mais do que um ataque nuclear, dependendo como for realizado. Obama fala como se tratasse de uma brincadeira de crianças travessas.
Evidentemente, não há - não pode haver! - interesse de Obama e da elite esquerdista-chique americana em sofrer devastantes ataques ao próprio país. Afinal, não só eles próprios poderiam morrer, como isso seria péssimo para os negócios. Portanto, deve haver algo por trás disso além da mera ingenuidade pacifista. Ou será que não?
Acho que as teorias da conspiração estão na moda hoje em dia por uma razão muito simples: das políticas insanas de imigração à economia global, existem simplesmente muitas coisas que acontecem hoje em dia que não parecem fazer sentido algum. (Há comerciais bizarros japoneses que fazem mais sentido.)
É natural que as pessoas procurem explicações esotéricas, misteriosas, ou que vejam os invisíveis tentáculos de uma organização secreta controlando tudo. Faria mais sentido do que muita coisa que se vê por aí.
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segunda-feira, 22 de março de 2010
Bye bye Miss American pie
O Obamacare passou, ao menos no voto inicial. Os Democratas celebram, mas mal sabem eles (ou sabem e não se importam) que estão praticamente assegurando o fim dos EUA como superpotência mundial. It's over, è finito, c'est fini.
O país está à beira da bancarrota, e este trambolho que acaba de passar vai custar mais alguns trilhões. Não haverá dinheiro para inovação em tecnologia médica, e muitas companhias de seguro médico irão falir, deixando o caminho livre para o futuro monopólio estatal, que encherá o bolso de alguns políticos, mas custará mais para todos os outros a uma qualidade cada vez pior.
Naturalmente, a saúde "gratuita" beneficiará prioritariamente aqueles que vivem no welfare, os que recebem pouco e não pagam imposto de renda, e os ilegais. A saúde de todos estes grupos será paga pela classe média que trabalha, graças a um fenomenal aumento de impostos. O aumento de impostos gerará mais desemprego, o que colocará mais pessoas no welfare, o que gerará maiores impostos, etc.
Depoi de ferrar com a saúde, o próximo passo de Obama será aprovar o plano "antiaquecimento global", que vai ferrar com a economia, e o plano de "reforma de imigração", permitindo a legalização imediata de vinte milhões de ilegais no país - o que, em tempos de desemprego, também não vai ser muito bem recebido pela classe média. O que não importa, já que os agradecidos novos legalizados votarão nos Democratas, e a fraude fará o resto.
Os EUA se tornarão um país de minoria branca, com uma maioria formada por uma maioria desunida de todos os credos e cores. E, assim, ao desemprego se juntará o ressentimento étnico e racial. Aos altos impostos se juntarão a inflação e a desvalorização da moeda, garantindo a pobreza de milhões. Os EUA deixarão de investir em tecnologia militar e limitarão enormemente os gastos com a defesa, deixando o país à mercê de ataques, que, cedo ou tarde, acontecerão, causando ainda maior caos e crise econômica. A China cobrará suas dívidas e tomará o lugar anteriormente ocupado pelo colosso americano, ou talvez o controle passe para a tal Nova Ordem Global.
Depois disso, é possível até mesmo uma guerra civil e a secessão do país em diversos novos Estados, como sugeriu há algum tempo um maluco russo que já não parece tão maluco assim.
Naturalmente, tudo isso não acontecerá imediatamente, mas aos poucos, ao longo de várias décadas. Mas é o caminho que foi escolhido pelos Democratas.
Há mais de dois mil anos atrás, Marco Túlio Cícero advertia os romanos:
O orçamento nacional deve ser equilibrado. As dívidas devem ser reduzidas. A arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada. Os pagamentos a governos estrangeiros devem ser reduzidos se a nação não quiser ir à falência. As pessoas devem, novamente, aprender a trabalhar, em vez de viver da assistência pública.Roma não ouvi os conselhos, e caiu. Seguirão os EUA pelo mesmo caminho?
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sábado, 20 de março de 2010
Saúde pública ou não?

Há muita discussão nos EUA sobre o Obamacare, o plano de saúde que Obama e os Democratas querem empurrar goela abaixo (para não usar uma metáfora mais grosseira) do cidadão estadunidense, e cuja votação está prevista para este domingo.
Confesso que não entendo bem o que está acontecendo. Tudo o que sei é que a lei é um trambolho de mil páginas cujo conteúdo muda constantemente, que não foi lido em sua completude por nenhum político (diz-se até que algumas partes estão em branco para ser completadas depois), e que os Democratas querem passar com voto ou sem voto.
A maioria do povo americano é contrário às reformas (que incluem a obrigação de ter um plano de saúde sob pena de prisão) mas isso não parece importar aos Democratas. O próprio Obama já falou que esse negócio de democracia é um saco, que ele preferiria ter um grupo de acadêmicos decidindo tudo. Thomas Friedman, colunista do New York Times, sonha em implantar o modelo chinês nos EUA.
Em quase todos os países em que há "saúde pública", o que acontece é o seguinte: há na verdade dois planos de saúde, o plano "gratuito" e vagabundo (para os pobres), e o plano privado ou especial (para os políticos ou para quem pode pagar). O problema é que você paga pelos dois: pelo plano público com seus impostos, e pelo plano privado com o pouco dinheiro que resta.
Pode apostar que o mesmo vai acontecer nos EUA: o Obamacare vai eventualmente criar um sistema de saúde "gratuito" de qualidade medíocre, com doutores "multiulturais" eleitos por cotas raciais. Como mesmo assim não dá para atender trezentos milhões de pessoas (mais os ilegais), tudo vai ser racionado, e teremos as imagens que já conhecemos bem do Brasil: espera de meses, falta de camas nos hospitais, etc etc. Não que o sistema atual seja uma maravilha, mas as reformas tirânicas de Obama o transformarão em um Titanic.
Políticos, é claro, adoram vender soluções falsas para problemas imaginários, sempre com o dinheiro alheio. Vejam o caso do estacionamento "gratuito" nos shopping centers, tema deste excelente ensaio aqui. Os políticos não estão interessados nas conseqüências danosas de seus atos, apenas em prometer benefícios "gratuitos" e obter votos dos otários.
Só há dois tipos de pessoas que apóiam o Obamacare: os ignorantes, que não têm a menor idéia de como o plano vai ferrar com tudo, e os fdps, que sabem que vai ferrar com tudo, mas que têm justamente a idéia de mandar a sociedade às favas. ("Some people just like to watch the world burn.")
O Obamacare, se passar, vai destruir a América como a conhecemos. Não exagero. Leiam as seguintes citações de dois heróis da independência americana:
"If ye love wealth greater than liberty, the tranquility of servitude greater than the animating contest for freedom, go home from us in peace. We seek not your counsel, nor your arms. Crouch down and lick the hand that feeds you; May your chains set lightly upon you, and may posterity forget that ye were our countrymen."O Obamacare é justamente o oposto. É a aceitação da escravidão.
(Samuel Adams)
"Is life so dear, or peace so sweet, as to be purchased at the price of chains and slavery? Forbid it, Almighty God! I know not what course others may take; but as for me, give me liberty, or give me death!"
(Patrick Henry)
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
NASA rumo à Lua (Crescente)
Nos tempos de JFK, os americanos foram à Lua (embora alguns ainda garantam que tudo tenha sido uma farsa filmada em estúdio por Stanley Kubrick).
Nos tempos de Obama, projetos de novas viagens espaciais são cancelados, a frota de ônibus espaciais é aposentada sem previsão de renovação, e a NASA passa a ser utilizada como "ferramenta diplomática para ajudar os países muçulmanos."
É sério: a missão da NASA na era de Obama é ajudar países muçulmanos como a Indonésia a ter seu próprio programa espacial.
Nos tempos de Obama, projetos de novas viagens espaciais são cancelados, a frota de ônibus espaciais é aposentada sem previsão de renovação, e a NASA passa a ser utilizada como "ferramenta diplomática para ajudar os países muçulmanos."
É sério: a missão da NASA na era de Obama é ajudar países muçulmanos como a Indonésia a ter seu próprio programa espacial.
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sábado, 13 de fevereiro de 2010
O povo e as elites - e Sarah Palin
Os esquerdistas americanos unanimemente odeiam a Sarah Palin. O que é curioso, pois, entre os conservadores, a opinião é bem mais dividida. Há quem a idolatre - e são muitos - mas também há quem a elogie com ressalvas, quem a considere uma falsa conservadora, quem a ache burra e cretina, e até quem a considere um Obama de saias e de direita - isto é, uma mera jogada de marketing.
A questão é que ela dá muito Ibope. A última notícia é que ela tinha "cola" anotada nas mãos durante uma entrevista. Pronto. Só se falou disso nos blogs políticos locais.
Mas por que a Palin causa esse alvoroço? Acredito que tenha a ver com o seguinte: o povo americano está cansado de suas elites esquerdistas. Sim, pois a elite, por aqui - salvo talvez em certas indústrias como a do petróleo - é quase toda esquerdista, ou, vá lá, Democrata (mas o Partido Democrata de hoje não é o mesmo de anos atrás, radicalizou-se muito mais). Indústria da informática? Obamista. Hollywood? Obamista. Mídia? Obamista. Wall Street? Obamista. Bill Gates? Obamista. George Soros? Mais que Obamista, esse é o manipulador do fantoche-Obama.
Vários políticos e acadêmicos, revoltados com a rejeição popular ao plano de saúde de Obama (70% do país não quer essa joça), afirmaram que "vão continuar a luta" e que "o povo deve ser conduzido na marra por aqueles que são mais educados" e que "esse pessoal que protesta são todos uns racistas safados".
Para o esquerdista padrão, se o povo (ou, como diria o Tiago, o Povo) não aceita as leis que o esquerdista quer impor, só há três explicações possíveis:
a) o Povo não entendeu porque não explicamos direito;
b) o Povo não entendeu porque está sendo enganado pelos malvados direitistas;
c) o Povo é burro!!
(Aqui um bom artigo do Washington Post explicando um pouco a condescendência dos esquerdistas no contexto da história recente americana.)
Sarah Palin é popular, acredito, porque ela é vista como sendo do Povo, como sendo exatamente o contrário desses elitistas calhordas de esquerda que se acham superiores a todos, seja por seu poder, seja por seu status, ou seja por sua formação acadêmica. Então, mesmo sua alegada falta de inteligência ou cultura joga a seu favor. Em outras palavras, acredite se quiser - Sarah Palin é a Lula americana!
Por outro lado, a esquerda odeia Sarah Palin pelo mesmo motivo. A esquerda americana - centrada nas grandes cidades - odeia pessoas comuns, especialmente se elas são brancas, cristãs e conservadoras e rurais. A esquerda local gosta, ou de negros, latinos, árabes e gays (ou qualquer outro grupo que possa ser construído como "minoria oprimida") ou então de brancos super-ricos, chiques, artistas. O resto não passa de cristão fundamentalista, redneck, trailer trash, flyover country.
(Obs.: Eu não sou necessariamente contrário às elites; acredito que elas tenham sua função em uma sociedade saudável. O problema é quando as elites decidem se envolver em mirabolantes planos de revolução ou reconstrução social, e voltam-se contra o próprio povo e classe média que a sustenta.)
Ainda é cedo para dizer qual vai ser o futuro de Sarah Palin - ou mesmo o de Obama. Há um longo caminho até 2012. Mas por enquanto ela, para bem ou para mal, é a principal figura da oposição.
A questão é que ela dá muito Ibope. A última notícia é que ela tinha "cola" anotada nas mãos durante uma entrevista. Pronto. Só se falou disso nos blogs políticos locais.
Mas por que a Palin causa esse alvoroço? Acredito que tenha a ver com o seguinte: o povo americano está cansado de suas elites esquerdistas. Sim, pois a elite, por aqui - salvo talvez em certas indústrias como a do petróleo - é quase toda esquerdista, ou, vá lá, Democrata (mas o Partido Democrata de hoje não é o mesmo de anos atrás, radicalizou-se muito mais). Indústria da informática? Obamista. Hollywood? Obamista. Mídia? Obamista. Wall Street? Obamista. Bill Gates? Obamista. George Soros? Mais que Obamista, esse é o manipulador do fantoche-Obama.
Vários políticos e acadêmicos, revoltados com a rejeição popular ao plano de saúde de Obama (70% do país não quer essa joça), afirmaram que "vão continuar a luta" e que "o povo deve ser conduzido na marra por aqueles que são mais educados" e que "esse pessoal que protesta são todos uns racistas safados".
Para o esquerdista padrão, se o povo (ou, como diria o Tiago, o Povo) não aceita as leis que o esquerdista quer impor, só há três explicações possíveis:
a) o Povo não entendeu porque não explicamos direito;
b) o Povo não entendeu porque está sendo enganado pelos malvados direitistas;
c) o Povo é burro!!
(Aqui um bom artigo do Washington Post explicando um pouco a condescendência dos esquerdistas no contexto da história recente americana.)
Sarah Palin é popular, acredito, porque ela é vista como sendo do Povo, como sendo exatamente o contrário desses elitistas calhordas de esquerda que se acham superiores a todos, seja por seu poder, seja por seu status, ou seja por sua formação acadêmica. Então, mesmo sua alegada falta de inteligência ou cultura joga a seu favor. Em outras palavras, acredite se quiser - Sarah Palin é a Lula americana!
Por outro lado, a esquerda odeia Sarah Palin pelo mesmo motivo. A esquerda americana - centrada nas grandes cidades - odeia pessoas comuns, especialmente se elas são brancas, cristãs e conservadoras e rurais. A esquerda local gosta, ou de negros, latinos, árabes e gays (ou qualquer outro grupo que possa ser construído como "minoria oprimida") ou então de brancos super-ricos, chiques, artistas. O resto não passa de cristão fundamentalista, redneck, trailer trash, flyover country.
(Obs.: Eu não sou necessariamente contrário às elites; acredito que elas tenham sua função em uma sociedade saudável. O problema é quando as elites decidem se envolver em mirabolantes planos de revolução ou reconstrução social, e voltam-se contra o próprio povo e classe média que a sustenta.)
Ainda é cedo para dizer qual vai ser o futuro de Sarah Palin - ou mesmo o de Obama. Há um longo caminho até 2012. Mas por enquanto ela, para bem ou para mal, é a principal figura da oposição.
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segunda-feira, 16 de novembro de 2009
O significado
Depois de curvar-se ao rei saudita, agora Obama curvou-se ao imperador japonês, de forma curiosamente excessiva. Nenhuma das mais de 50 líderes mundiais que visitaram o monarca nos últimos anos demonstraram a mesma deferência, como pode ser visto neste elegante vídeo. Obama só faltou beijar os pés.
Muitos blogueiros estão se perguntando o significado de tal ato. Acho que os mais possíveis motivos são dois:
a) É um pedido de desculpas pelos EUA terem vencido a guerra jogando duas bombas atômicas no Japão.
b) é a admiração pela realeza: como Lula, que mal disfarçou sua admiração por tiranos africanos há vinte anos no poder, Obama tem o sonho secreto de ser um Rei.
Muitos blogueiros estão se perguntando o significado de tal ato. Acho que os mais possíveis motivos são dois:
a) É um pedido de desculpas pelos EUA terem vencido a guerra jogando duas bombas atômicas no Japão.
b) é a admiração pela realeza: como Lula, que mal disfarçou sua admiração por tiranos africanos há vinte anos no poder, Obama tem o sonho secreto de ser um Rei.
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009
V
Não sei se alguém lembra da minissérie "V", que passou lá nos idos dos anos 80 no Brasil. Agora realizaram uma versão nova, que acaba de estrear. O primeiro episódio pode ser assistido online em alta definição (não tenho certeza se funciona fora do território dos EUA, no entanto). A qualidade de imagem é excelente, e mostra que a televisão praticamente acabou - hoje a Internet a substitui com vantagem.
No episódio, uma atraente morena*, líder de visitantes espaciais, chega do nada com sorriso e simpatia, é paparicada pela mídia e promete saúde pública universal gratuita aos terráqueos, que caem no conto. É claro que tudo não passa de uma pilantragem, já que não somente o plano de saúde termina custando trilhões, gerando desemprego e altos impostos, como os visitantes, por trás da máscara humana, são na verdade sádicos répteis devoradores de gente.
Fora essas pequenas coincidências, ainda é cedo para saber se a nova versão de "V" é mesmo uma crítica ao governo Obama ou só um descarado plano de marketing.
* O nome da atriz morena é mesmo Morena, e nasceu no Brasil.
No episódio, uma atraente morena*, líder de visitantes espaciais, chega do nada com sorriso e simpatia, é paparicada pela mídia e promete saúde pública universal gratuita aos terráqueos, que caem no conto. É claro que tudo não passa de uma pilantragem, já que não somente o plano de saúde termina custando trilhões, gerando desemprego e altos impostos, como os visitantes, por trás da máscara humana, são na verdade sádicos répteis devoradores de gente.
Fora essas pequenas coincidências, ainda é cedo para saber se a nova versão de "V" é mesmo uma crítica ao governo Obama ou só um descarado plano de marketing.
* O nome da atriz morena é mesmo Morena, e nasceu no Brasil.
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sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Qué pasa en Honduras?
São os americanos, quem diria, que estão forçando o retorno de Zelaya ao poder. Com direito a aplauso de Hillary. Anteontem, por mera coincidência, o sobrinho de Micheletti foi assassinado: mãos dos zelayistas, ou da própria CIA? O governo Obama está apoiando o neo-comunismo na América Latina, não restam dúvidas. Até o comuna pedófilo e estuprador que quer virar ditador na Nicarágua os canalhas estão promovendo.
É um pouco assustador. "EUA, EUA, por que nos abandonaste?", gritam os (poucos) arautos da liberdade que restam na América Latrina. Mas é inútil. Cada um deve carregar sua cruz; a das nossas terras é o caudilhismo eterno.
É um pouco assustador. "EUA, EUA, por que nos abandonaste?", gritam os (poucos) arautos da liberdade que restam na América Latrina. Mas é inútil. Cada um deve carregar sua cruz; a das nossas terras é o caudilhismo eterno.
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sábado, 17 de outubro de 2009
Roleta russa
Leio sobre um curioso acordo dos EUA obamístico com a Rússia:
Entenderam? Agentes russos poderão monitorar a destruição dos arsenais nucleares americanos. Americanos não poderão fazer a mesma coisa com os russos.
Somem essa notícia com esta outra, segundo a qual Obama pretende renunciar à possibilidade de realizar ataques preventivos de modo a afirmar definitivamente que ele "não é o Bush."
E colocai no caldo indigesto de vossos atuais pensamentos esta outra notícia, segundo a qual os russos afirmam que eles sim poderão realizar um ataque preventivo, até mesmo com armas nucleares, caso se sintam ameaçados.
E lembrem ainda que: a) o Irã, aliado da Rússia, afirmou pela milésima vez que não vai parar seu programa nuclear; b) a coisa está fervendo no Paquistão (outro país nuclear, não esqueçam, e aliado da China); c) agora até a Turquia praticamente declarou-se abertamente inimiga de Israel e EUA.
Eu achava que era mera paranóia, mas começo a achar que os blogueiros ensandecidos que publicaram a teoria têm razão: Obama quer que os EUA sejam atacados.
Boa noite de insônia.
As part of the next arms reduction treaty between superpowers, the United States has tentatively agreed to unprecedented Russian access to American nuclear missile sites. According to published accounts, Russian weapons inspectors will be given an open door to American nuclear sites in order to monitor the number of missiles and warheads. Russian Foreign Minister Sergei Lavrov is quite satisfied with the deal. Perhaps it is an error of omission, but there is no news of a similar concession from the Russian side.
Entenderam? Agentes russos poderão monitorar a destruição dos arsenais nucleares americanos. Americanos não poderão fazer a mesma coisa com os russos.
Somem essa notícia com esta outra, segundo a qual Obama pretende renunciar à possibilidade de realizar ataques preventivos de modo a afirmar definitivamente que ele "não é o Bush."
E colocai no caldo indigesto de vossos atuais pensamentos esta outra notícia, segundo a qual os russos afirmam que eles sim poderão realizar um ataque preventivo, até mesmo com armas nucleares, caso se sintam ameaçados.
E lembrem ainda que: a) o Irã, aliado da Rússia, afirmou pela milésima vez que não vai parar seu programa nuclear; b) a coisa está fervendo no Paquistão (outro país nuclear, não esqueçam, e aliado da China); c) agora até a Turquia praticamente declarou-se abertamente inimiga de Israel e EUA.
Eu achava que era mera paranóia, mas começo a achar que os blogueiros ensandecidos que publicaram a teoria têm razão: Obama quer que os EUA sejam atacados.
Boa noite de insônia.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Obama, o banana
Apesar do prêmio Nobel e todo o oba-oba, o que mais chama a atenção em Obama é o bananeiro que seu governo é. Hoje, por exemplo, a Casa Branca atacou a Fox News, acusando-a de ser "uma ala do Partido Republicano". Quer coisa mais latinoamericana do que essa?
Nós por aqui estamos enjoados de presidentes que atacam a mídia ao primeiro sinal de descontentamento. Alguns, como o mafioso casal K, vão mais longe e pretendem mesmo silenciá-la. Nos EUA, porém, sempre foi um pouco diferente. Fosse o presidente Democrata ou Republicano, jamais algum deles ousou diretamente intrometer-se com a liberdade de expressão. Assumia-se que as críticas eram parte do jogo. Bush, o presidente mais criticado da história da humanidade, nunca levantou a voz contra a mídia. Clinton, no alto do escândalo Lewinski, também não.
Já Obama, que tem todos os canais a seu favor com exceção da Fox News, não suporta essa única voz contrária (e nem tanto, já que mesmo a Fox tem vários apresentadores obamistas, como Geraldo Rivera).
Obama é um banana.
Nós por aqui estamos enjoados de presidentes que atacam a mídia ao primeiro sinal de descontentamento. Alguns, como o mafioso casal K, vão mais longe e pretendem mesmo silenciá-la. Nos EUA, porém, sempre foi um pouco diferente. Fosse o presidente Democrata ou Republicano, jamais algum deles ousou diretamente intrometer-se com a liberdade de expressão. Assumia-se que as críticas eram parte do jogo. Bush, o presidente mais criticado da história da humanidade, nunca levantou a voz contra a mídia. Clinton, no alto do escândalo Lewinski, também não.
Já Obama, que tem todos os canais a seu favor com exceção da Fox News, não suporta essa única voz contrária (e nem tanto, já que mesmo a Fox tem vários apresentadores obamistas, como Geraldo Rivera).
Obama é um banana.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
A política do wishful thinking
A Academia surpreendeu o mundo dando o Prêmio Nobel da Paz para Obama. Não que ele não fosse o candidato ideal para esse grupo de velhotes que já premiou criaturas obscenas como o terrorista Yasser Arafat e a picareta Rigoberta Menchu. Mas é que Obama, fora belos discursos, não fez ainda NADA digno de nota na sua administração. Zero, zilch, nulla, nada. O próprio Saturday Night Live, dominado por escritores esquerdistas, fez um esquete observando a curiosa falta de acomplishments do presidente-celebridade.
Qual famoso acordo de paz Obama celebrou em seus oito meses de governo? Qual ação de sua administração poderia ter sido usada como desculpa para o prêmio? E notem ainda que, de acordo com as próprias regras da Academia, as ações que contam para o prêmio teriam de ocorrer antes de 1 de fevereiro de 2009. Ou seja, para o comitêsueco norueguês (ao contrário dos outros Nobel, o prêmio da paz é escolhido por um comitê norueguês), a grande ação de paz de Obama foi mesmo se eleger presidente.
Como mesmo seus discursos - um no Egito bajulando o povo muçulmano, outro na Europa pedindo um mundo sem armas nucleares - tiveram resultados negativos, isto é, resultaram apenas em posturas mais agressivas deinimigos "países incompreendidos" como Coréia do Norte e Irã, só podemos concluir uma coisa: para o Comitê Nobel, resultados não contam. Nem mesmo acordos de paz contam. Contam só belos discursos, só o wishful thinking. Se eu amanhã subir em um caixote e disser em praça pública que desejo um mundo de paz em que todos vivam de mãos dadas, corro o sério risco de receber um Nobel na cabeça.
Isso é perigoso. É perigoso para Obama, pois gera expectativas que não serão cumpridas: temo que, daqui por diante, vai ser só ladeira abaixo para o rapaz.
É perigoso para o mundo, pois a idéia de que as palavras e as (supostas) boas intenções sejam mais importantes do que as ações, embora seja um firme dogma da esquerda, não funciona no mundo real. Em breve teremos um Irã com armas nucleares e uma possível proliferação por todo o Oriente Médio, e não há discurso de paz que possa resolver esse pepino.
Mas talvez o comitê tenha escolhido Obama agora justamente por essa razão: em um ano, quando a situação mundial pegar fogo, mísseis voarem e a popularidade do presidente estiver rastejando, será tarde.
Isso nos leva também a uma certa teoria da conspiração. Quer dizer, Obama é um mistério. Praticamente tudo o que ele conquistou foi menos por mérito do que por sorte ou indicação. Vejam bem: depois de ter feito um college medíocre e viver em meio a drogas e dissolução, de repente começou uma ascenção vertiginosa. Foi aceito em Harvard. (Não se sabe quais notas teve, pois ninguém divulga.) Ganhou um contrato para escrever duas autobiografias, sem ter escrito previamente um panfleto sequer (há quem diga que Bill Ayres seja o ghost-writer desses livros). Virou Senador antes de ter tido qualquer emprego. Foi eleito Presidente na base da esperança. E, agora, ganha o Nobel antes de ter feito qualquer coisa para merecê-lo.
Só há duas explicações: ou ele é apenas uma marionete de um poderoso grupo globalista internacional, ou ele é mesmo o Anticristo.
(Hamlet, Act I, Scene V)
Qual famoso acordo de paz Obama celebrou em seus oito meses de governo? Qual ação de sua administração poderia ter sido usada como desculpa para o prêmio? E notem ainda que, de acordo com as próprias regras da Academia, as ações que contam para o prêmio teriam de ocorrer antes de 1 de fevereiro de 2009. Ou seja, para o comitê
Como mesmo seus discursos - um no Egito bajulando o povo muçulmano, outro na Europa pedindo um mundo sem armas nucleares - tiveram resultados negativos, isto é, resultaram apenas em posturas mais agressivas de
Isso é perigoso. É perigoso para Obama, pois gera expectativas que não serão cumpridas: temo que, daqui por diante, vai ser só ladeira abaixo para o rapaz.
É perigoso para o mundo, pois a idéia de que as palavras e as (supostas) boas intenções sejam mais importantes do que as ações, embora seja um firme dogma da esquerda, não funciona no mundo real. Em breve teremos um Irã com armas nucleares e uma possível proliferação por todo o Oriente Médio, e não há discurso de paz que possa resolver esse pepino.
Mas talvez o comitê tenha escolhido Obama agora justamente por essa razão: em um ano, quando a situação mundial pegar fogo, mísseis voarem e a popularidade do presidente estiver rastejando, será tarde.
Isso nos leva também a uma certa teoria da conspiração. Quer dizer, Obama é um mistério. Praticamente tudo o que ele conquistou foi menos por mérito do que por sorte ou indicação. Vejam bem: depois de ter feito um college medíocre e viver em meio a drogas e dissolução, de repente começou uma ascenção vertiginosa. Foi aceito em Harvard. (Não se sabe quais notas teve, pois ninguém divulga.) Ganhou um contrato para escrever duas autobiografias, sem ter escrito previamente um panfleto sequer (há quem diga que Bill Ayres seja o ghost-writer desses livros). Virou Senador antes de ter tido qualquer emprego. Foi eleito Presidente na base da esperança. E, agora, ganha o Nobel antes de ter feito qualquer coisa para merecê-lo.
Só há duas explicações: ou ele é apenas uma marionete de um poderoso grupo globalista internacional, ou ele é mesmo o Anticristo.
| O villain, villain, smiling, damned villain! | |
| My tables,—meet it is I set it down, | |
| That one may smile, and smile, and be a villain; |
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