O pequeno filho-da-puta
é sempre
um pequeno filho-da-puta;
mas não há filho-da-puta,
por pequeno que seja,
que não tenha
a sua própria
grandeza,
diz o pequeno filho-da-puta.
No entanto, há
filhos-da-puta que nascem
grandes e filhos-da-puta
que nascem pequenos,
diz o pequeno filho-da-puta.
De resto,
os filhos-da-puta
não se medem aos
palmos, diz ainda
o pequeno filho-da-puta.
Alberto Pimenta (1937)
Mostrando postagens com marcador filhos da puta. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador filhos da puta. Mostrar todas as postagens
domingo, 18 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
A política do wishful thinking
A Academia surpreendeu o mundo dando o Prêmio Nobel da Paz para Obama. Não que ele não fosse o candidato ideal para esse grupo de velhotes que já premiou criaturas obscenas como o terrorista Yasser Arafat e a picareta Rigoberta Menchu. Mas é que Obama, fora belos discursos, não fez ainda NADA digno de nota na sua administração. Zero, zilch, nulla, nada. O próprio Saturday Night Live, dominado por escritores esquerdistas, fez um esquete observando a curiosa falta de acomplishments do presidente-celebridade.
Qual famoso acordo de paz Obama celebrou em seus oito meses de governo? Qual ação de sua administração poderia ter sido usada como desculpa para o prêmio? E notem ainda que, de acordo com as próprias regras da Academia, as ações que contam para o prêmio teriam de ocorrer antes de 1 de fevereiro de 2009. Ou seja, para o comitêsueco norueguês (ao contrário dos outros Nobel, o prêmio da paz é escolhido por um comitê norueguês), a grande ação de paz de Obama foi mesmo se eleger presidente.
Como mesmo seus discursos - um no Egito bajulando o povo muçulmano, outro na Europa pedindo um mundo sem armas nucleares - tiveram resultados negativos, isto é, resultaram apenas em posturas mais agressivas deinimigos "países incompreendidos" como Coréia do Norte e Irã, só podemos concluir uma coisa: para o Comitê Nobel, resultados não contam. Nem mesmo acordos de paz contam. Contam só belos discursos, só o wishful thinking. Se eu amanhã subir em um caixote e disser em praça pública que desejo um mundo de paz em que todos vivam de mãos dadas, corro o sério risco de receber um Nobel na cabeça.
Isso é perigoso. É perigoso para Obama, pois gera expectativas que não serão cumpridas: temo que, daqui por diante, vai ser só ladeira abaixo para o rapaz.
É perigoso para o mundo, pois a idéia de que as palavras e as (supostas) boas intenções sejam mais importantes do que as ações, embora seja um firme dogma da esquerda, não funciona no mundo real. Em breve teremos um Irã com armas nucleares e uma possível proliferação por todo o Oriente Médio, e não há discurso de paz que possa resolver esse pepino.
Mas talvez o comitê tenha escolhido Obama agora justamente por essa razão: em um ano, quando a situação mundial pegar fogo, mísseis voarem e a popularidade do presidente estiver rastejando, será tarde.
Isso nos leva também a uma certa teoria da conspiração. Quer dizer, Obama é um mistério. Praticamente tudo o que ele conquistou foi menos por mérito do que por sorte ou indicação. Vejam bem: depois de ter feito um college medíocre e viver em meio a drogas e dissolução, de repente começou uma ascenção vertiginosa. Foi aceito em Harvard. (Não se sabe quais notas teve, pois ninguém divulga.) Ganhou um contrato para escrever duas autobiografias, sem ter escrito previamente um panfleto sequer (há quem diga que Bill Ayres seja o ghost-writer desses livros). Virou Senador antes de ter tido qualquer emprego. Foi eleito Presidente na base da esperança. E, agora, ganha o Nobel antes de ter feito qualquer coisa para merecê-lo.
Só há duas explicações: ou ele é apenas uma marionete de um poderoso grupo globalista internacional, ou ele é mesmo o Anticristo.
(Hamlet, Act I, Scene V)
Qual famoso acordo de paz Obama celebrou em seus oito meses de governo? Qual ação de sua administração poderia ter sido usada como desculpa para o prêmio? E notem ainda que, de acordo com as próprias regras da Academia, as ações que contam para o prêmio teriam de ocorrer antes de 1 de fevereiro de 2009. Ou seja, para o comitê
Como mesmo seus discursos - um no Egito bajulando o povo muçulmano, outro na Europa pedindo um mundo sem armas nucleares - tiveram resultados negativos, isto é, resultaram apenas em posturas mais agressivas de
Isso é perigoso. É perigoso para Obama, pois gera expectativas que não serão cumpridas: temo que, daqui por diante, vai ser só ladeira abaixo para o rapaz.
É perigoso para o mundo, pois a idéia de que as palavras e as (supostas) boas intenções sejam mais importantes do que as ações, embora seja um firme dogma da esquerda, não funciona no mundo real. Em breve teremos um Irã com armas nucleares e uma possível proliferação por todo o Oriente Médio, e não há discurso de paz que possa resolver esse pepino.
Mas talvez o comitê tenha escolhido Obama agora justamente por essa razão: em um ano, quando a situação mundial pegar fogo, mísseis voarem e a popularidade do presidente estiver rastejando, será tarde.
Isso nos leva também a uma certa teoria da conspiração. Quer dizer, Obama é um mistério. Praticamente tudo o que ele conquistou foi menos por mérito do que por sorte ou indicação. Vejam bem: depois de ter feito um college medíocre e viver em meio a drogas e dissolução, de repente começou uma ascenção vertiginosa. Foi aceito em Harvard. (Não se sabe quais notas teve, pois ninguém divulga.) Ganhou um contrato para escrever duas autobiografias, sem ter escrito previamente um panfleto sequer (há quem diga que Bill Ayres seja o ghost-writer desses livros). Virou Senador antes de ter tido qualquer emprego. Foi eleito Presidente na base da esperança. E, agora, ganha o Nobel antes de ter feito qualquer coisa para merecê-lo.
Só há duas explicações: ou ele é apenas uma marionete de um poderoso grupo globalista internacional, ou ele é mesmo o Anticristo.
| O villain, villain, smiling, damned villain! | |
| My tables,—meet it is I set it down, | |
| That one may smile, and smile, and be a villain; |
Etiquetas:
filhos da puta,
loucura,
mistérios,
Obama
terça-feira, 14 de julho de 2009
Morra, miserável!! É para o seu bem!!
Antes do pânico com o aquecimento global, existia o pânico com o resfriamento global, e antes disso o pânico com a explosão populacional. Para conter as futuras calamidades que a superpopulação do planeta iria certamente causar, um cientista nos anos 70 recomendava o seguinte:
Epa. Eu disse cientista maluco? Pois bem, adivinhem o que ele faz agora? Quem disse que é o Diretor das Políticas de Ciência e Tecnologia do Governo Obama, acertou. E ele hoje está preocupado com o aquecimento global e com o "aumento do nível dos oceanos"...
O mais surpreendente nisso tudo é que mudam as "catástrofes", mas os "remédios" continuam sempre os mesmos. Naturalmente, a radical redução populacional e/ou um governo global são o antídoto ideal contra as tais "mudanças climáticas", assim como contra as guerras mundiais, a corrida armamentista, a gripe suína, a maconha e a sexualização precoce das crianças...
Suspeito que toda "catástrofe mundial" não passa de pretexto para o que realmente interessa: o exercício do poder absoluto sobre a vida e a morte de cada cidadão. John Holdren, citado acima, é um genocida em potencial. Mas há muitos outros. Outro amigo de Obama, Bill Ayres, nos anos 60 discutia calmamente com seus colegas do Weather Underground sobre como melhor eliminar 25 milhões de americanos (no hipotético caso de que eles tomassem o poder): deveriam executá-los sumariamente ou colocá-los em campos de concentração?
Há algo de escalofriante no modo com que esses Burocratas do Inferno escrevem. Parece-me estar lendo o diário de psicopatas, e é possível que o sejam. Afinal, eles jamais se colocam na posição das vítimas; não são jamais eles os que devem fazer sacrifícios, não são jamais as suas famílias as que são esterilizadas, consideradas "indesejáveis" ou presas por exceder a quota permitida de filhos ou CO2. Considerar o sofrimento alheio, ou o sacrifício próprio, jamais entra em suas mentes doentias.
O pavoroso é que são essas as pessoas que estão hoje no poder, e querem organizar um governo global. Ah, mas é para o nosso bem...
1) Esterilização massiva das mulheres, por meio de produtos esterilizantes jogados na rede pública de água com desconhecimento da população;(Há muito mais. Sugiro que leiam aqui o catálogo completo de barbaridades escritas por esse cientista maluco.)
2) Aborto compulsório para jovens solteiras grávidas e esterilização obrigatória de cidadãos considerados "indesejáveis" pelo governo;
3) Um Regime Planetário militarizado com autoridade sobre a vida de cada cidadão da Terra, que determinaria oficialmente quantos habitantes poderiam existir por região, e quantos filhos cada família poderia ter.
Epa. Eu disse cientista maluco? Pois bem, adivinhem o que ele faz agora? Quem disse que é o Diretor das Políticas de Ciência e Tecnologia do Governo Obama, acertou. E ele hoje está preocupado com o aquecimento global e com o "aumento do nível dos oceanos"...
O mais surpreendente nisso tudo é que mudam as "catástrofes", mas os "remédios" continuam sempre os mesmos. Naturalmente, a radical redução populacional e/ou um governo global são o antídoto ideal contra as tais "mudanças climáticas", assim como contra as guerras mundiais, a corrida armamentista, a gripe suína, a maconha e a sexualização precoce das crianças...
Suspeito que toda "catástrofe mundial" não passa de pretexto para o que realmente interessa: o exercício do poder absoluto sobre a vida e a morte de cada cidadão. John Holdren, citado acima, é um genocida em potencial. Mas há muitos outros. Outro amigo de Obama, Bill Ayres, nos anos 60 discutia calmamente com seus colegas do Weather Underground sobre como melhor eliminar 25 milhões de americanos (no hipotético caso de que eles tomassem o poder): deveriam executá-los sumariamente ou colocá-los em campos de concentração?
Há algo de escalofriante no modo com que esses Burocratas do Inferno escrevem. Parece-me estar lendo o diário de psicopatas, e é possível que o sejam. Afinal, eles jamais se colocam na posição das vítimas; não são jamais eles os que devem fazer sacrifícios, não são jamais as suas famílias as que são esterilizadas, consideradas "indesejáveis" ou presas por exceder a quota permitida de filhos ou CO2. Considerar o sofrimento alheio, ou o sacrifício próprio, jamais entra em suas mentes doentias.
O pavoroso é que são essas as pessoas que estão hoje no poder, e querem organizar um governo global. Ah, mas é para o nosso bem...
Etiquetas:
especialistas de porra nenhuma,
filhos da puta,
filosofia,
genocídio
Assinar:
Postagens (Atom)