sábado, 11 de abril de 2009

O mundo pós-americano

Caroline Glick fala sobre o novo mundo em que os EUA não mais são a grande potência garantidora da paz mundial. De fato, pode-se confiar em um país que, apesar de toda a superioridade militar, tem dificuldade em lidar com meros piratas?

Já comentei há algum tempo atrás sobre a curiosa preferência dos esquerdistas pelos direitos dos criminosos, pândegos, terroristas, assassinos, estupradores e ladrões sobre os do cidadão comum.

Podem acrescentar piratas à lista.

Os piratas somalis tem ainda em seu poder um capitão norte-americano, e agora seqüestraram também um barco italiano, com 16 reféns. O governo Obama, paralisado, hesita em intervir. Está negociando um pagamento (bailout?) de alguns milhões de dólares.

Um governo que tem medo de piratas somalis não pode, naturalmente, enfrentar o Irã. De fato, o vice americano Joe Biden já avisou Israel que não tolerará ataques militares ao Irã. Sim, vocês ouviram bem: são os EUA protegendo o Irã contra Israel, e não o contrário.

O governo Obama, em sua ânsia de fazer paz com os inimigos, está apenas conseguindo irritar os aliados. Outro país que começa a incomodar-se é a Índia, inimiga mortal do Paquistão, país ao qual os EUA tentam seduzir com - o que mais? - bilhões em ajuda econômica. Para o governo Obama, parece que dar dinheiro a todos é a melhor solução. O grande problema dessa estratégia é que um dia o dinheiro acaba.

Nesse contexto, Caroline Glick sugere a possibilidade de outras alianças. Índia e Israel, por exemplo, tem trabalhado conjuntamente no lançamento de satélites; poderiam eventualmente ter uma maior colaboração militar também.

Quanto aos EUA: quem tenta seduzir os inimigos à custa dos amigos acaba, em geral, apenas ganhando mais inimigos.

11 comentários:

Didi Iashin disse...

Tá todo mundo soltando foguetes, pois não? Metafórica e literalmente.
Foi bom enquanto durou ...

Mr X disse...

Não sei os outros, mas China e Rússia estão felizes da vida. Irã também. Os EUA estão mesmo decadentes se não conseguem enfrentar nem 4 piratas em um barquinho.

Chesterton disse...

Se o governo fosse republicano, realmente republicano e não hesitante, deixaria os sequestrados de outras nacionalidadfes para lá...que se virem. A mesma ideia vale para a China e a Coreia, que os EUA tratem de emancipar o Japão. Aí queria ver a alegria de chineses e russos.

confa* disse...

nao sao so os u.s.a. que nao conseguem enfrentar os "4 piratas em um barquinho"...a europa tbm nao...

mas vc conseguiria né chose ? dava uns gritos e os "4 piratas em um barquinho" se afogavam...:))

Chesterton disse...

faz um raid nas bases em terra dos piratas, muita "pórvora", que acaba a brincadeirinha. Ah, não pode ser violento, né, seria out.

Mr X disse...

O que as pessoas não entendem é que ser "mansinho" com os piratas só encoraja mais pirataria... E mais morte de inocentes. Pirata tem que ser tratado a bala, só lamento.

Em favor dos franceses (!), diga-se que eles salvaram seus seqüestrados e mataram os piratas.

Obama é patético.

Chestrton disse...

Vive la France (pelo menos uma vez na vida).

“Civilization is not an evolution of mankind but the imposition of human good on human evil. It is not a historical inevitability. It is a battle that has to be fought every day, because evil doesn’t recede willingly before the wheels of progress.”

http://article.nationalreview.com/?q=ZWQwNTE2OWM2YjEwMWQzNTM4OTMzZGVhOWM0NDUxOGQ=&w=MQ==

Chesterton disse...

Li por aí que Obama é o novo "Dhimmy" Carter...

http://www.israelforum.com/board/showthread.php?t=12179

Diogo disse...

Choveu green card por aí?

Tem comentarista que virou americano, pelo jeito.

Chesterton disse...

O Claudio matou a pau no post sobre princípios no blog dele...

http://c-avolio.com/2009/04/principios.html

Anônimo disse...

o Irã tem que acabar com Israel mesmo. Israelense so tem moral pra trucidar povo armado de estalinho.

PS:viva os piratas da Somalia que mesmo em desvantagem enfrentam o mundo desenvolvido.