sábado, 29 de março de 2008

Fitna online

Fitna, o filme de Geert Wilders sobre o radicalismo islâmico, durou menos de 24 horas no site do LiveLeak, onde foi lançado originalmente. Parece que desta vez o medo venceu a, hã, esperança. O video está agora disponível no Youtube. Foi assistido por mais de 3 milhões de pessoas no LiveLeak; o link do Youtube conta com alguns milhares em poucas horas. Provavelmente será retirado do Youtube, mas voltará, ali mesmo ou em outro site. Impossível censurar toda a rede. Por outro lado, já há protestos até no Paquistão contra o filme, de gente que nem sabe o que é Internet. Bem-vindos à globalização.

11 comentários:

Adaílton Persegonha disse...

Se fosse o Michael Moore tava todo mundo batendo palma!

confetti disse...

mrx, pq nao faz um perfilzinho do geert wilders, esse extremista cheio de preconceitos, odio e demagogias ? pro pessoal ter elementos pra julgar fitna...que vc disse nem ter visto né....((

adailton por exemplo, nao sabe do que esta falando....

Pax disse...

Na boa, se for pra colocar esse tipo de material, deixo o blog.

Sinceramente é um puta material preconceituoso, feito por malucos. Daria pra fazer igual com qualquer radical, sejam eles muçulmanos, judeus, protestantes ou católicos.

Mr X, bola fora. Tira essa merda daí.

Mr X disse...

Até onde sei, o filme não tem atores, consta quase todos de jihadistas reais pregando em mesquitas reais, imagens de atentados reais, etc. O que há de tão "racista" nele?

Mas, mesmo que for (como disse, só assisti trechos) o fato de eu publicar, isto é, colocar link para o arquivo de vídeo do Youtube, não significa que eu necessariamente aprove o conteúdo do material, simplesmente que acho que seja digno de notícia (como de fato é) e como tal, publicável.

Não vou tirar não. Sorry.

Mr X disse...

Aliás, onde é que tem alguma parte do texto em que eu elogie o filme? Acho que a publicação do filme seguido de censura devido às ameaças é notícia, sim.

Pax disse...

Então faz um favor pra mim, coloca aí uns vídeos dos bombardeios de civis iraquianos pelos americanos, outro de crianças libanesas estraçalhadas pelas bombas israelenses, ou uma cena de civis israelenses explodidos por um homem bomba no mercado de Jerusalem, ilustrações das torturas da Sta Inquisição, enfim, diversifique.

Ok, você não elogiou o filme, mas equilibra o blog pros seus leitores. Ou ficaremos dó em dó maior?

Pax disse...

Até o Pedro Doria colocou a notícia. Tô cercado. Não tenho mais pra onde correr. Mas nem sob tortura braba confesso que sou ateu.

Mr X disse...

Ouquei Pax, na próxima coloco foto de bombardeios americano...

Theo disse...

A europa sempre tem que colocar a culpa em alguém, esse filme me lembra os protocolos, o roteiro é o mesmo.

A europa vítima de um povo/religião que se não forem extirpados logo levarão a europa à escuridão.

O pior é vc mr x, que diz que não defende mas eu sei e todos aqui sabem que vc adorou o filme, neste exato momento está torcendo por uma explosão na holanda pra aí vc provar a teoria de que o muçulmanos são os bad boys.

Como pode alguém como vc que vive defendendo os judeus, e sente compaixão pelo que eles passaram, agora em pleno 2008, não fique pasmo com a repetição histórica?

Mr X disse...

Theo,
Eu não tou torcendo pra nada, muito menos explosões, e acho sim o filme provocador, porém, quem apostar que se tiver violência vai ser dos fanáticos muçulmanos contra os outros?

Dito isso, concordo que a Europa não pode colocar todas suas culpas nos muçulmanos nem usá-los como bode expiatório de outros problemas. Até porque, foi a Europa voluntariamente que está importanto imigrantes, e são os europeus nativos voluntariamente (?) que não estão se reproduzindo.

:-((((

Anônimo disse...

Diferença sutil

Alguns acusam os ocidentais de também cometerem atrocidades como os islamicos fazem. Mas existe uma diferença.

A diferença é que, já faz séculos, que os ocidentais (incluindo americanos) e orientais (China, Japão) quando comentem atrocidades não usam mais a religião para justificar os crimes. Nem Hitler, nem Stalin e nem Mao procuraram justificar os crimes usando a religião.

Mas o que ninguém quer enxergar é que os islâmicos semprem usam e continuam usando a religião para justificar os crimes e os regimes totalitários. Eles jogam bombas recitando versos do Corão para justificar os seus crimes e não ter peso na consciência. Esta é a diferença que ninguém que enxergar.