quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Os muçulmanos estão todos loucos (e os ingleses mais)


1) Tudo começou muito inocentemente. A companhia Hasbro, que produz o jogo "Monopoly", cá entre nós chamado de Banco Imobiliário, decidiu fazer uma versão internacional do jogo, com o nome de 20 capitais do mundo em cada uma das casinhas do tabuleiro. Colocou para votação (todos podem votar, você também) quais capitais seriam escolhidas. Entre as cidades estavam "Istanbul, Turquia", "Londres, Inglaterra", "Rio de Janeiro, Brasil" e "Jerusalém, Israel".

Grupos de pró-palestinos, que acham ingenuamente que a cidade deveria ser dividida entre judeus, muçulmanos e cristãos sob jurisdição da ONU, reclamaram. Um empregado da própria Hasbro, sem autorização, retirou a palavra "Israel". Aí teve mais reclamação, já que Jerusalém era a única cidade do tabuleiro sem país correspondente. Um panaca da BBC fez uma matéria a respeito (bastante idiota, como quase sempre quando aborda o tema do Oriente Médio) e o pessoal mandou ver na seção de comentários. Dois, de muçulmanos morando no Ocidente, chamaram especialmente a atenção:
I think it would be a mistake to add Jerusalem to the monopoly board. By doing this the maker would alienate all the Arabs who have enjoyed playing monopoly and have also witnessed first hand the humiliation and suffering Palestinians have endured at the hands of Israel.
Ali Abadi, London Ontario Canada

This is yet another small step in the long slow march of the Zionist International to deceive, persuade, cajole, brainwash the general public into accepting its lies and demagoguery. The UN General Assembly, which is the closest this world gets to a truly "international community", has voted again and again that everything the Jewish State of Israel has done and intends to do in East Jerusalem is illegal and null and void. The world has spoken - does anybody listen?
Ibraheem (O.E.H.Johansen), Copenhagen, Denmark
Deus do céu! Humilhação? Alienação? Plano Sionista Internacional para lavar o cérebro do público? É só um jogo de tabuleiro, suas antas! Ao menos, um muçulmano morador de - quem diria! - Israel teve o bom senso de deixar registrada a sua opinião:
Please don't try and make some racialist stories out of Israeli Jews, they are my fellow citizens!
Dr Moukie Fallah, Herzalia Israel
Quem dera fossem todos assim!

* * *

2) Mais preocupante do que o folclórico fato citado acima (e provando que os ingleses estão mais loucos do que os muçulmanos), é o fato da Grã-Bretanha ter legalizado, na prática, a poligamia. Pior: a) ela só é legal para muçulmanos, b) quem paga o sustento do harém é o cidadão britânico com seus impostos e c) o dinheiro nem é dado às esposas, mas depositado na conta do maridão. Mais do que tolerância, é uma verdadeira promoção da poligamia, o que leva a gente a pensar o que diabos está acontecendo ali. Até o Olavo escreveu sobre isso na sua última coluna:
A mudança não foi feita às claras, nem precedida de qualquer debate no Parlamento ou na mídia. Se o fosse, teria sido rejeitada maciçamente. Em vez disso, foi introduzida subrepticiamente por uma obscura comissão técnica – é esse o procedimento legislativo mais usado hoje em dia – mediante uma simples mudança no regulamento da previdência, sem que o povo sequer se desse conta da revolução sociocultural que se tramava às suas costas. Segundo noticia a National Review desta semana, os maridos britânicos polígamos terão doravante o direito a uma pensão estatal para cada uma de suas esposas – e o dinheiro não irá nem para elas: será depositado diretamente na conta deles! A lei não fará distinção entre os casamentos poligâmicos celebrados no Exterior e nas mesquitas do Reino Unido: valerão uns como os outros.

Na prática, isso significa não somente a legalização da poligamia, mas um formidável incentivo estatal à sua expansão, portanto à conversão em massa dos súditos de Sua Majestade ao islamismo.


Confesso que não entendo quais seriam as motivações dos ingleses para uma lei tão absurda, misógina e injusta, salvo que efetivamente as elites européias tenham a intenção de converter a Europa ao islamismo em duas gerações. Pra quê, também não sei. Alguém sabe?


Atualização: dois comentários de mulheres no site do Telegraph a respeito da notícia. A primeira parece ser inglesa nativa e a segunda muçulmana.

Let us found a religion that allows everyone to have a Porsche and five houses and and...
And then ask the state to pay for our religious needs...
Posted by Elisa on February 3, 2008 4:44 PM

islam is not the meaning of joke the reason of begamy in islam to stop valgaurity , shelter the women who is widow,old, alone , and ithink in uk culture there are so many womens who live alone and they have use on the name of women freedom so plz giving comments about bigamy try to find the reason don't comments like a iletrate person
Posted by anika on February 3, 2008 5:24 PM


É... A Inglaterra está perdida.

21 comentários:

confetti disse...

bom dia mister !
quando vejo alguns de seus links, como esse "lifesitenews.com", perco a vontade de comentar e mesmo de pintar no amazing....((

sério,vc gosta de extremos reacionarios e decadentes como esses caras ? deve gostar né, pra divulgar no seu blog....

joga um link mais "neutro" sobre o assunto....a polemica da poligamia em uk merece opinioes menos tendenciosas....

confetti disse...

un cadeau pour toi...


http://www.youtube.com/watch?v=D5RmwebkPpM

confetti disse...

un autre cadeau...


http://www.youtube.com/watch?v=y_U_uPktpAE&feature=related

confeti disse...

ah esse é amazing !

http://www.youtube.com/watch?v=bIXlMMfoJ64&NR=1

Fred disse...

Companheirinho

" Please don't try and make some racialist stories out of Israeli Jews, they are my fellow citizens!
Dr Moukie Fallah, Herzalia Israel

Quem dera fossem todos assim! "

Voce vê o que oi amor ao próximo faz?

Dentre os dois comentários além deste qual foi o mais marcante.

Companheirinho, a fraternidade é muito mais poderosa que o ódio.

Mas...... nem todos conseguem....

Fred disse...

Cherie Confetti

Pois é, vim cair no blog do desengonçado.
Saudades de voce.
Mas dizem que tudo na vida tem uma explicação...
Vai saber....

Amo voce, beijão, aliaś beijão para todos, até para o Chest....

Mr X disse...

Oi confa!

Lifesitenews? Nem sei o que é. Procurei no Google colocando polygamy e Britain e foi o primeiro que apareceu. Às vezes sou preguiçoso pra procurar links! Mas a notícia saiu também no India Times e no Telegraph:
http://tinyurl.com/24mcw3

Pergunta, o que vc enquanto mulher acha dessa coisa? Não acha um absurdo? Misoginia pura? Afinal as mulheres não podem ter mais de um marido... Aliás é possível que nem vejam a cor do dinheiro, que ficará todo com o seu Mustafá, que agora terá a oportunidade de se casar com 4 paquistanesas, obrigá-las a ficar em casa e virar máquinas de filhos, tudo pago pelo cidadão inglês.

Até aceitaria o argumento se a) fosse liberado pra todo mundo, mulheres inclusive e b) o Estado não pagasse nada para sustentar ninguém em suas taras pessoais.

Obrigado pelos cadeaus!

Anônimo disse...

Confetti confeito,

até posso entender que você diga que o Mister goste de caras extremos, reacionários e decadentes. Mas vamos ser menos parciais, ok? Nada vejo de "extremo, reacionário ou decadente" na notícia em si. Se os caras querem e podem seguir seus costumes, que o façam por sua conta e risco. Inadmissível que a previdência social canadense e britânica tenha que cobrir essa idiossincrasia.
Vem bem a propósito aquele ditadozinho batido: em Roma, como os romanos.
Você é bastante inteligente para ter que recorrer a chavões para comentar qualquer assunto.
Deve ser cacoete de defensora dos fracos, oprimidos e injustiçados.
O fato é que a "lânguida" Europa e adjacências ocidentais estão abrindo as pernas vão acabar tomando no rabo. '

Cadidja de Silva Bat Ahmed

confetti disse...

caro ahmed, eu nao disse isso

"Nada vejo de "extremo, reacionário ou decadente" na notícia em si."
alias, eu nem comentei o tema do post !

estava falando desse site linkado,
lifesitenews.com, e repito o que disse !

Mr X disse...

Confetinha,
Agora que fui ver com mais detalhe o tal lifesitenews, é só um site pro-life que recopila notícias sobre o tema, eu ia linkar pra reportagem do Telegraph que é um pouco mais ampla, fiz isso na atualização.

Agora, não é assim tão tenebroso esse site, é só um site canadense anti-aborto, ok, anti e portanto parcial, mas não achei tão horroroso assim... Não são nem religiosos nem falam que ninguém vai morrer no inferno nem nada disso. Se preferir, le a matéria do Telegraph, e os comentários.

No mais, o Ahmed disse melhor do que eu, que sigam seus costumes, mas dentro da lei igual para todos, e não sendo sustentados pelo contribuinte. O que acontece é que o Labour compra eleitores assim...

Bj,

chest disse...

eu não imagino a Confa de burka depois do episodio da foto que o pax colocou no ar.

Fred disse...

Vejamos Karl Jasper:
“Sempre que pensamos, somos um eu que se orienta para um cognoscível, um sujeito que se dirige a um objeto”
“Como atingimos um objeto? Pensando-o e, dessa maneira, ganhando intimidade com ele; manipulando os objetos manipuláveis, pensando os objetos pensáveis.”
Eu pergunto:
Tem o homem a vontade de viver no paraíso?
Imagine que um dia haja uma reunião em todos os países do mundo para escolher alguns cidadãos que irão discutir o objeto paraíso.
A finalidade é chegar a uma conclusão universal de como seria o paraíso para a humanidade.
Após concluído o que seria o objeto paraíso, partiríamos para manipular os objetos manipuláveis e pensar os objetos pensáveis que dariam forma real ao objeto paraíso e todos viveríamos felizes para sempre.
E todos finalmente estariam no paraíso.
O representante Americano, ia querer pensar em parar a guerra?
Não ter guerra, seria encaixado como objeto do paraíso?
E os imediatos interesses americanos, como ficaria?
E os Aiatollahs fundamentalistas, iam querer a instituição da religião mussulmana no paraíso?
Iam querer que as garotas de Ipanema vestissem as burkas?
E os católicos, os judeus, os Ianomanis, etc , iriam aceitar?
Odisséia humana: o entendimento.
O que você acha?
É simples discutir o objeto paraíso?
Quanto tempo levaria para todos chegarem a estabelecer o que seria pensar o objeto paraíso para toda a humanidade?

E, veja, estes assuntos são os mais banais.
Horas? Nunca?
Nunca é uma palavra que não deve ser pronunciada.
É a pior palavra colocada na boca do ser humano.
Porque não há nada tão falho quanto a palavra nunca.
Para o homem, eu creio, nunca, geralmente não se sustenta.
De imediato, pensando este objeto paraíso, que se compõe de vários objetos, vemos que a primeira barreira, ou melhor o primeiro objeto a se pensar é a intolerância, ou melhor, a tolerância.
E vemos que a primeira dificuldade em estabelecer o objeto paraíso é fazer com que as pessoas sejam tolerantes umas com as outras.
E um primeiro efeito da intolerância é a violência ao querer se estabelecer diretrizes para os outros seres humanos.
Foi assim nas cruzadas num passado próximo onde os ditos cristãos massacravam os mussulmanos, é assim hoje para alguns mussulmanos que querem massacrar os outros.
Intolerância.
O engraçado é que os cruzados, defensores de Jesus e dos locais dito sagrados, nunca viram o grande conhecimento que Jesus tentou trazer ao Mundo.
Tolerância.
Demonstrado no apedrejamento de Madalena, demonstrado até na hora da morte com o célebre, derradeiro e único ensinamento:
“Perdoai-os Pai, eles não sabem o que fazem.”
E parece que 2007 anos depois, ainda continuamos sem saber.
E, a voce, ateu, cético, descrente ou crente, peço, para não me julgar, ainda.
Não quero fazer apologia de nenhuma religião.
Não frequento igreja, nem cultos, nem nada.
Só penso em fatos acontecidos. E os trago aqui, sómente para exemplo.
Só, peço permissão para colocar aqui as palavras de Jaspers: "O problema crucial é o seguinte: A filosofia deseja a verdade total, o que o mundo não quer."
O ser humano é um ser complexo.
Eu só vou dizer aqui uma verdade.
Que os cruzados não faziam aquilo que o seu pretenso mestre pregava.
Se Jesus estivesse vivo á época dos cruzados, com certeza ele os reprovaria.
Assim vemos como os humanos se comportam: não conseguem entender muitas vezes a verdade, e em nome de uma verdade que eles virtualmente realizaram para si, cometem o que é pior para a humanidade, a violência.
E assim os cruzados em nome de Cristo, mataram e trucidaram milhares de mussulmanos, que hoje querem dar o troco.
Jesus viveu em Israel na época do domínio Romano e nem por isso matou nenhum, pelo contrário.
A própria igreja virtualizou em muitos momentos a verdade trazida por Cristo.
A inquisição foi um dos piores momentos da humanidade. E foi proporcionado por quem deveria manter a chama da tolerância.
A igreja veio de Cristo, ele a criou, para que a humanidade se modificasse, tomando consciência da realidade. Precisamos nos amar.
Em muitos momentos a Igreja cruxificaria Cristo de novo, caso ele aparecesse ali, naquele momento.
Voltando a tarefa de criar o paraíso...
Os mussulmanos querem que as mulheres andem todos cobertas, por outro lado as mulheres de Ipanema querem andar peladas.
O paraíso de um, não é o mesmo paraíso do outro.
Que encrenca.
Porque, o paraíso tem que ser aqui, no planeta azul, não podemos sair em massa daqui, pelo menos por enquanto.
Temos então que pensar no objeto Ser mulssumano e no objeto Ser Ipanemense.
Pensar o que pode ser pensado, manipular o que pode ser manipulado.
Quais são os prós e os contras dos dois extremos?
Porque os mussulmanos querem ficar cobertos?
Porque Allah assim instruiu.
Porque as Ipanemenses querem ficar peladas?
Porque a moda ocidental foi subindo a barrinha da saia, subindo mais, mais, veio a mini saia, o maiô que batia nas canelas, foi subindo, subindo, subindo, até que virou um fio, dentro das duas nádegas, e um paninho bem pequinininho para cobrir o famoso, o cobiçado... sexo.
E pensar que na Bíblia, Adão e Eva viviam pelados no paraíso, e só se cubriram quando comeram do fruto do conhecimento.
E se a cobra aparecer em Ipanema e a turma comer a frutinha?
Como vão se comportar? Vão se cubrir?
Estaria então Ipanema mais perto do paraíso que o Oriente?
Ou será que achar que ficar pelado, ou totamente coberto, é simplesmente virtual, depende da formação cultural, e que ambos não tem necessariamente uma razão real, científica, porque estão em países tropicais, a não ser atender a instintos e a própria inconsciência.
Hummmmmmmmmmmm.
Temos novo objeto para ser estudado.
Ficar pelado ou vestido?
Hummmmmmmmm, sei não.
Se a coisa continuar assim não conseguiremos pensar o objeto paraíso, logo ele não existirá.
Minha sugestão é dar uma de esperto.
Vamos nos tolerar.
Você mussulmano fica num cantinho la no paraíso com sua burka, as Ipanemenses ficam no cantinho delas lá, os nudistas, ficam em outro cantinho, aliás, eles até ja possuem alguns, e dessa complexidade virtual de descobrir o que é melhor, andar vestido ou pelado, temos que pensar num único objeto, que seria o objeto tolerância.
Aliás, pensando bem, se o que separa as Ipanemenses dos nudistas é tao pouco, apenas algumas gramas, porque muitas Ipanemenses não conseguem se adaptar ao nudismo?
Engraçada, a mente humana.
Tão virtual.
Muitas mulheres ipanemenses, bem fora do padrão estabelecido para a beleza do corpo humano, andam praticamente peladas na praia e me fazem ver bem o exemplo da nossa mente virtual.
Mulheres totalmente fora do contexto do estabelecido para a beleza, usam o fio dental. quando, esteticamente, seria muito melhor usar um maiô.
Mas ela não tem conhecimento do real, virtualmente ela se sente bem estando na moda.
Ela se sente bem assim.
O que é maravilhoso.
Na verdade, a nossa capacidade de virtualização é poderosa. Conseguimos virtualizar o virtual.
Antigamente a beleza feminina era rechonchuda. Hoje a beleza é ser magra, algumas mulheres até morrem por isso. Tudo virtual. Conseguimos gerar em nossa mente princípios totalmente virtuais.
Mas se todos tiverem tolerância vai dar tudo certo.
E vamos continuar estudando, se é melhor andar vestido ou pelado. Se é bonito ser gordo ou magro.
Quando chegarmos a conclusão, todos ganharão.
Mas com uma vantagem, ja estaremos estudando o objeto andar pelado ou nu, no paraíso.
Então a tolerância é uma solução, que, se não resolve a possibilidade de chegarmos a realidade dos fatos, saber se andar pelado ou não é certo, pelo menos permite que cheguemos ao objeto paraíso.
Assim, a tolerância, é uma das principais odisséias humanas.
Então, com uma solução tão simples, ja poderíamos estar no paraíso.
Tantos ja falaram isto.
Mas uma grande parte da humanidade não deseja a verdade total. Prefere discutir se é bom ou ruim andar pelado. Impedindo a criação do paraíso.
Ele mesmo, virtual.

Caro X

Tive a audácia de trazer este texto do copacabana way of life.
Acho pertinente.
Não sei se voce vai ler.
Voce não tem tido saco de comentar meus comentários.
Pessoalmente eu não acho que Jerusalem deve ser de judeus, mussulmanos e cristãos.
Acho que todas as cidades deveriam ser de todos.

beijão

Mr X disse...

Caro Fred,
Comento sim seus comentários. Pensamos apenas diferente, é tudo. Concordo no valor da tolerância e do respeito. Só não acredito numa evolução nesse sentido, ou, se existe, é muito lenta e depende de muitos fatores. Mas as sociedades modernas ocidentais greco-judaico-cristãs, onde não há mais escravos, onde procura-se respeitar os direitos das minorias, onde há democracia, onde há um certo patamar de direitos humanos (ainda que sempre idealizado), parece-me que não estão, dentro de tudo, tão mal. Há sociedades bem mais atrasadas nesse aspecto. Mas nunca chegaremos nesse seu ideal. O ser humano é o que é.
* * *
Acho que Jerusalém deve continuar sendo o que é, uma cidade de Israel na qual convivem judeus, cristaos e muçulmanos. Simplesmente porque esse negócio de cidade dividida ao meio nunca deu e nunca vai dar certo, ia ser só pretexto pra violência. E Jerusalém é acima de tudo a cidade histórica dos judeus, basta ler a Bíblia.

Pax disse...

Até o Fred, a careca mais simpática abaixo do Equador, já usa o Desengonçado.

Confetti, que confa de burka é essa que comentas.

O post, bem, é tão desengonçado que fiquei com preguiça de comentar.

Fred disse...

Companheirinho

Eu estava com ciúme de voce falar muito com a Confetti.

"Há sociedades bem mais atrasadas nesse aspecto. "

Pois é, o erro é esse.

De achar um comporyamento diferente do nosso, teóricamente menos evoluído que o nosso, pior.

Temos que respeitar e tolerar.

Tudo é relativo.

A Bíblia, a que você se refere tambem fazia a apologia do apedrejamento das mulheres.

A Bíblia também é contra o adultério, prática por demais utilizada nas tais sociedades avançadas.

No entanto a prática do adultério só traz infelicidade.

Que raio de evolução é essa?

Tudo é muito relativo, e como ja te disse, cada afirmação precisa ser estudada detalhadamente, separadamente.

Generalizar, é sempre uma fonte de erro.


Pax

Assim voce me envergonha companheiro.

Beijos

Arnoud disse...

Fred...

"Temos que respeitar e tolerar."

Concordo totalmente!

Mas bem que os muçulmanos que moram em países ocidentais poderiam começar a "respeitar e tolerar" as leis e costumes das sociedades que eles escolheram para viver.

Não é mesmo?

Ou para eles é "café com leite"?

Abraços!

Fred disse...

Companheirinho Arnoud

O tolerar e respeitar é para todos.

Eu não entendi bem o caso dos mulçumanos poderem ter na Inglaterra várias mulheres.

A religião e o Estado tem que estar dissociados. No entanto essa atitude cada vez esta mais difícil, pois o cidadão faz o Estado e a religião deveria fazer o cidadão, mas o fator tempo atrapalha tudo. O que uma hora achamos certo, na outra achamos o contrário. É um rolo só.

A bigamia aqui no Brasil, acho que é contra a lei.
Apesar de ver na televisão exemplos de casais com várias mulheres ou vários homens. Mas legalmente, para efeito de direitos, me parece que só o casamento legal obtem todos os direitos.
Mas e os filhos do outro relacionamento, me parece que tem direitos também.
Até na atual novela da Globo, tem um exemplo deste tipo.

E o divórcio?

Vemos que é muito difícil dizer o que é certo ou errado.

Depende do entendimento de cada um, depende do envolvimento religioso de cada um.

Por ser comportamento humano, continuo na posição de tolerar, para possibilitar a boa convivência e ir conversando para ver onde chegamos.
Parece mais racional.

confetti disse...

chose, eu odeio organizaçoes pro-life ! sao sectarios e reacs !defendo o direito de cada mulher em dispor de seu corpo e praticar ivg se nao houver outro jeito! lembro de discussoes la no vicio onde fui minoritaria...(
quanto à poligamia, sou pela igualdade de interesses : também quero ter varios maridos !!


fredim, para ca ciumera e pinta la no vicio !

confetti anonima disse...

pax, a confa de burka foi relativo aquela foto que eu te pedi confidencialidade e que vc botou na rede...((

Arnoud disse...

Fred, não me referia à poligamia em especial. Sobre este assunto acho que o estado nem devia emitir juízo.

Falo sobre a postura dos atuais imigrantes muçulmanos na Europa. Se a casa é minha e se eu permito que você more nela me parece óbvio que seja sob minhas regras. É um absurdo que uma pessoa que nem foi convidada venha ao meu lar é decida como vão ser as coisas. Estou certo que vc não aceitaria fatos como estes.

Vai haver sempre uma influência mútua, mas na qual a cultura que recebe é a que tem mais força. Aliás, é que ocorre no Brasil. Gente do mundo todo vem morar aqui, trazendo sua cooperação cultural para a nossa “grande feijoada”. Mas ela não deixa de ser uma feijoada!

Entendo que é difícil estabelecer como isso vai acontecer(no nosso caso não estabelecemos nada e tem dado certo). Mas a cultura anfitriã tem o direito de decidir que algumas coisas não são negociáveis.

Abraços esquerdistas(pra provocar o X...)

Anônimo disse...

Excuse for that I interfere ?At me a similar situation. Let's discuss. Write here or in PM.