terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Islã vs. Esquerda: quem vencerá?

Os leitores Nei e Chesterton fizeram uma aposta: quem vencerá o Grande Duelo Final, a Esquerda ou o Islã? Nei aposta na Esquerda, Chesterton no Islã. (Nessa hipótese, naturalmente, a Direita já terá sido extinta há muito tempo pelos dois aliados, que então lutariam entre si pelos despojos do velho e destruído Ocidente).

A dúvida é pertinente. Há um precedente de vitória islamista: a Revolução Islâmica no Irã. Ali, Marxistas e Islâmicos foram aliados até o momento de tomar o poder. Os Marxistas acreditavam que poderiam utilizar a religião para incentivar a população, mas que, uma vez no poder, esse "ópio do povo" seria logo relevado pelo ateísmo. Na prática, o que ocorreu foi que os Aiatolás, uma vez no poder, prenderam ou mataram muitos de seus aliados Comunistas e impuseram a teocracia.

Por outro lado, é bem sabido que os Comunistas Soviéticos financiaram o terrorismo islâmico em várias regiões do mundo e até criaram o terrorismo palestino, na forma da OLP. Ainda hoje a relação do ex-KGB Putin com os radicais islâmicos, e especialmente com o Irã, é ambígua. Fala-se muito que a CIA armou o Bin Laden e os talibãs no Afeganistão, mas, de acordo com as declarações de vários ex-membros da KGB, os russos também o fizeram, em grau até muito maior. EUA e URSS simplesmente armavam facções de fanáticos opostas.

O Islã tem a vantagem de ter um objetivo mais claro do que a Esquerda: isto é, converter todo o mundo ao islamismo, subjugar os infiéis e impor a lei da sharia. Simples. Bem ou mal, é um tipo de sociedade que já existe há 1400 anos. A esquerda, quer o quê? Comunismo? Igualdade social? Ora, a esquerda baseia-se em uma sociedade utópica inexistente, uma "sociedade futura" que é apenas a desculpa para a tomada de poder no presente. Portanto seus objetivos - fora a destruição do Ocidente tradicional - são mais difusos. Os regimes comunistas falharam justamente por não poderem oferecer uma alternativa real competitiva com as sociedades liberais capitalistas. Enquanto era utopia, tudo bem: na prática é que são elas.

Por outro lado, justamente devido à falta de objetivos, a Esquerda é mais flexível do que o Islã, e isso pode ser uma vantagem. Como um parasita, acomoda-se à forma do seu hospedeiro. Utiliza a ecologia, a religião, a educação, a cultura e até o capitalismo para seus próprios fins. Nas sábias palavras de Lenin: "os capitalistas nos venderão a corda com que os enforcaremos." Assim, podemos generalizar e dizer que o objetivo da esquerda é a tirania estatal - a imposição de um governo oligárquico de "iluminados" que dirão às massas o que é bom para elas - mas suas características específicas podem variar enormemente, do velho comunismo soviético ao chavismo populista ao racialismo mugabiano ao lulismo pseudodemocrático, dependendo do "estágio" em que se encontra cada sociedade.

Pode, portanto, ocorrer uma terceira hipótese, ainda mais assustadora do que a vitória de um ou de outro: a união definitiva de ambos, na forma de um sistema Islamocomunista no qual a teocracia religiosa aliaria-se ao estalinismo mais doentio. O terrorista Carlos o Chacal - ontem, marxista, hoje muçulmano mas sem abandonar o marxismo - acredita justamente nessa união, na forma do que ele chama Islã Revolucionário.

O melhor mesmo é rezar para que ambos percam.

8 comentários:

Anônimo disse...

Off-topic. X, lá no PD tem notícia fresquinha. Corre lá!

Kbção

Anônimo disse...

Eu penso que os esquerdistas venceriam pelo simples fato de que eles dominam o arsenal nuclear. Rússia e China tem muitas armas e disposição para usá-las, os americanos tem mais armas ainda, mas alguns pruridos em usá-las. Mas ninguem teria mais apetite de desencadear uma hecatombe nuclear - em nome de Allah (caso tivessem as armas) - que os islamitas.

Nei

Pangloss disse...

Quem vai vencer é o Grande Satã. Logo eles enquadram o Obama bunda mole, conversador. A salvação, como sempre, vem dos republicanos. Gente profissional. O que falta por aqui, onde esse medíocre deita e rola.

Anônimo disse...

Naturalmente, a KGB armou Bin Laden e os Talibãs. Óbvio, que grande sacada do Mr. X. Claro, a KGB armou para que eles lutassem contra o exército russo. Fantástico! Muito maquiavélico! Com isso eles ganharam a Olimpíada de 80 ...

Por outro lado, a KGB, todíssima poderosa, já antevia que Bin Laden, um inimigo fictício (na verdade um aliado soviético, mesmo lutando contra os soviéticos) viria a se tornar o mensageiro da morte das torres gêmeas...

Esses russos, hein. Visionários fantásticos.

Mr X disse...

Anônimo,

Os russos armavam agentes provocadores dentro das guerrilhas. Também apoiaram outros movimentos islâmicos mundo afora, ao mesmo tempo em que combatiam outros. Assim como hoje apoiam o Irã mas massacram os chechenos. Leia o link que você vai entender.

Anônimo disse...

Alô Mr X.

fogo para a disputa Islã X Esquerda

TÁTICA MUÇULMANA
A Changing World…
El Islam no es una religión, ni un culto. En su forma más amplia, es una forma de vida 100% completa, total.
El Islam tiene componentes religiosos, legales, políticos, económicos, sociales y militares. El componente religioso es una tapadera de todos los demás componentes.
La islamización comienza cuando se alcanza en un país un número suficiente de musulmanes como para poder comenzar campañas en favor de privilegios religiosos.
Cuando en las sociedades políticamente correctas, tolerantes y culturalmente diversas se aceptan las demandas de los musulmanes en favor de sus privilegios religiosos, algunos de los restantes componentes tienden también a infiltrarse en el resto de los aspectos de la vida ciudadana.
He aquí cómo funciona todo esto:
En tanto la población musulmana permanezca alrededor, o por debajo del 2% de la de cualquier país, ésta será vista por la población local como una mínoría amante de la paz, y no como una amenaza hacia los demás ciudadanos. Éste es el caso de lo que ocurre en:
Estados Unidos: 0,6% de musulmanes
Australia: 1,5% de musulmanes
Canadá: 1,9% de musulmanes
China: 1,8% de musulmanes
Italia: 1,5% de musulmanes
Noruega: 1,8% de musulmanes
Con una población que alcance entre el 2% y el 5%, los musulmanes comienzan con el proselitismo entre otras minorías étnicas y grupos descontentos del lugar, a menudo con reclutamientos considerables en cárceles y entre las bandas callejeras. Esto está ocurriendo en:
Dinamarca: 2,0% de musulmanes
Alemania: 3,7% de musulmanes
Reino Unido: 2,7% de musulmanes
España: 4,0% de musulmanes
Tailandia: 4,6% de musulmanes
A partir del 5% de población musulmana, estos ejercen una influencia desorbitada con respecto al porcentaje de población que representan. Por ejemplo, insistirán en la introducción de los alimentos halal (limpios de acuerdo a los preceptos islámicos), asegurándose de esta manera empleos de manipuladores de alimentos reservados a los musulmanes. Empezarán las presiones sobre las cadenas de supermercados para que muestren alimentos halal en sus estanterías - junto con las correspondientes amenazas si no se cumplen estos requisitos. Esto está ocurriendo en:
Francia: 8,0% de musulmanes
Filipinas: 5,0% de musulmanes
Suecia: 5,0% de musulmanes
Suiza: 4,3% de musulmanes
Holanda: 5,5% de musulmanes
Trinidad y Tobago: 5,8% de musulmanes
Llegados a este punto, trabajarán para que la autoridad gubernamental les permita que ellos mismos se regulen bajo la Sharia, la Ley Islámica (dentro de sus ghettos). El objetivo último de los islamistas es establecer la Sharia en todo el mundo.
Cuando los musulmanes se aproximan al 10% de la población, tienden a aumentar la anarquía como un medio de quejarse sobre sus condiciones de vida en el país. En París ya hemos visto las revueltas imparables con quema de coches y de mobiliario urbano. En esta situación, cualquier acción no musulmana ofende al Islam, y resulta en insurrecciones y amenazas, como las de Amsterdam tras la oposición a las viñetas de Mahoma y películas sobre el Islam. Estas tensiones se ven a diario, particularmente en los sectores musulmanes de:
Guyana: 10,0% de musulmanes
India: 13,4% de musulmanes
Israel: 16,0% de musulmanes
Kenia: 10,0% de musulmanes
Rusia: 15,0% de musulmanes
Tras alcanzar el 20%, las naciones pueden esperar disturbios espeluznantes, formación de milicias jihadistas, asesinatos esporádicos, y la quema de iglesias
Etiopía: 32,8% de musulmanes
Con un 40% de musulmanes, las naciones experimentan masacres generalizadas, ataques terroristas crónicos, y guerra ininterrumpida de milicias, como las de:
Bosnia: 40,0% de musulmanes
Chad: 53,1% de musulmanes
Líbano: 59,7% de musulmanes
Los países que alcanzan un 60% de población musulmana experimentan persecuciones sin límite de los no-creyentes de todas las demás religiones (incluyendo a los musulmanes no ortodoxos), limpiezas étnicas esporádicas (genocidios), el uso de la Ley de la Sharia como arma, y el establecimiento de la Jizya, el impuesto sobre todos los infieles, como está ocurriendo en:
Albania: 70,0% de musulmanes
Malasia: 60,4% de musulmanes
Qatar: 77,5% de musulmanes
Sudan: 70,0% de musulmanes
A partir del 80% deben esperarse intimidaciones y jihad violenta sobre la población no islámica, algún tipo de limpieza étnica dirigida por el Estado, e incluso algún genocidio, a medida que estas naciones expulsan a los pocos infieles que van quedando, y se dirigen hacia el objetivo de un Estado 100% musulmán, tal y como se ha experimentado ya, o está en vías de consecución en:
Bangla Desh: 83,0% de musulmanes
Egipto: 90,0% de musulmanes
Gaza: 98,7% de musulmanes
Indonesia: 86,1% de musulmanes
Irán: 98,0% de musulmanes
Irak: 97,0% de musulmanes
Jordania: 92,0% de musulmanes
Marruecos: 98,7% de musulmanes
Pakistan: 97,0% de musulmanes
Palestine 99,0% de musulmanes
Siria: 90,0% de musulmanes
Tajikistan: 90,0% de musulmanes
Turquía: 99,8% de musulmanes
Emiratos Árabes: 96,0% de musulmanes
Alcanzar el 100% marcará el comienzo de la Paz de “Dar-es-Salaam” (el Paraíso de la Paz Islámico). Aquí, se da por supuesta la existencia de la paz, porque todo el mundo es islámico, las Madrás son las únicas escuelas, y el Corán la única palabra, como ocurre en:
Afganistán: 100% de musulmanes
Arabi Saudita 100% de musulmanes
Somalia 100% de musulmanes
Yemen: 100% de musulmanes
Desgraciadamente, la paz nunca se alcanza, puesto que en estos estados con el 100% de musulmanes, aquellos más radicales intimidan y vomitan odio, y satisfacen sus ansias asesinando a los musulmanes menos radicales, por una variedad de razones.
“Antes de cumplir los nueve años, ya había aprendido la doctrina básica de la vida árabe: Era yo contra mi hermano; yo y mi hermano contra nuestro padre; mi familia contra mis primos y el clan; el clan contra la tribu; la tribu contra el mundo, y todos juntos contra los infieles” ( Leon Uris “El Peregrinaje / The Haj” )
Es importante entender que en algunos países, con bastante menos que el 100% de población musulmana, como en Francia, la minoría musulmana vive en ghettos, dentro de los cuales constituyen el 100%, y en los que viven bajo la Ley de la Sharia. La policía nacional no osa entrar en esos ghettos. No hay Tribunales, ni escuelas nacionales, ni establecimientos religiosos no musulmanes. En estas situaciones, los musulmanes no se integran en la comunidad en general. Los niños asisten a las Madrás (escuelas musulmanas), y sólo estudian el Corán. Incluso relacionarse con un infiel es un crímen castigable con la muerte. Por lo tanto, en algunas áreas de ciertas naciones, los imanes y los extremistas musulmanes ejercen más poder que el que la media nacional de penetración de la población podría indicar.
Mil quinientos millones de musulmanes representan hoy el 22% de la población mundial. Pero su tasa de nacimientos eclipsa a la de los cristianos, hinduístas, budistas, judíos y todos los demás creyentes. Los musulmanes superarán el 50% de la población del mundo al final de este siglo.
Adaptado y extraído del libro del Dr. Peter Hammond: “Esclavitud, Terrorismo e Islam: Raíces históricas y Amenaza Contemporánea” Christian Liberty Books (April 2005)


abraços

karlos

Anônimo disse...

Alô MrX
e complementando dados do Islã.

aA Russia parece ser a única a dar com os dois pés(por enquanto).
aqui :
http://www.abc.es/20081214/internacional-europa/protestas-ciudadanas-europa-contra-20081214.html
centenas de mesquiats em vias de construção na Europa

abraços

karlos

Anônimo disse...

é a mais pura verdade. o islamismo é uma forma de totalitarismo. vamos ficar alertas e alertar os outros.