Acorda... e olha como o sol em seu regresso
vai apagando as estrelas do campo da noite;
do mesmo modo ele vai desvanecer
as grandes luzes da soberba torre do Sultão.
Omar Khayyam (1048-1123)
domingo, 14 de junho de 2009
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2 comentários:
O velho Omar é um dos poucos que me fazem ter um pouco de fé na poesia.
Seus quartetos sobre o vinho são ... inebriantes (hehehehehe)
O cara é muito bom!
Bom domingo!
:-)) Oi Didi. O Omar é bem interessante. E era anti-religioso, tanto que celebra o vinho, proibido pelo Maomé (e pelos mulás do Irã).
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