No outro dia conversei com um taxista. Simpático. Era negro, vinha da Somália. Muçulmano. Morava nos EUA desde os 10 anos de idade. Falou sobre a cidade, sobre o emprego, e finalmente perguntei sobre a sua família.
Resposta: era casado e tinha sete filhos. Todos nascidos nos EUA e, portanto, cidadãos legítimos do país.
Como ele parecia relativamente jovem, é possível que pudesse ter ainda mais sete. Considerando que os americanos nativos tem em média dois filhos (os europeus tem 1), acho que é perdoável o primeiro pensamento que me passou pela cabeça: "America is fucked".
Bem, outro pensamento poderia ser de alívio: "não faltarão taxistas na América", ou algo assim.
Maldade minha. É possivel que algum de seus filhos estude muito e vire físico nuclear, ou ao menos presidente dos EUA. De qualquer modo, casos como esse mostram que a imigração seguida da reprodução bem mais rápida do que a dos nativos poderá ser um problema bastante grave nos países ocidentais nas próximas décadas. (A Europa está no mesmo barco).
Porém, devemos também ver as coisas com clareza. A maioria dos blogueiros autodenominados "racialistas" são obcecados pela raça negra. Vivem postando notícias sobre as disfunções e problemas dessa comunidade. Mais afro-obcecados do que eles, só o Olodum.
Mas a verdade é que a população afro-americana permanece estável, tendo até diminuído proporcionalmente. E os seus elementos perigosos estão cada vez mais na cadeia (um em quatro jovens homens negros está na cadeia nos EUA; aliás, os afro-americanos que estão na prisão vivem mais tempo do que os que estão fora dela). Por isso, black flash mobs à parte, o crime violento diminuiu nos bairros negros, tanto que muitos estão se gentrificando.
Portanto, o problema mesmo para os EUA serão os mexicanos. Esses sim estão lentamente substituindo a população caucasiana, já sendo maioria em alguns estados. Provavelmente tornar-se-ão maioria da população total dos EUA em algumas décadas, e transformarão o país totalmente, de forma irreversível. Se a razão pelas diferenças é cultural ou genética, já nem importa: os EUA se mexicanizarão.
Arriba, arriba! Faz algum tempo passei uns dias no México, em Tijuana. O contraste entre esta cidade e a vizinha San Diego do outro lado da fronteira é imenso. Tijuana é pobre, feia e perigosa. San Diego, apesar de uma quantidade grande de homeless, é uma cidade com um centro bonito e locais repletos de turistas.
No entanto, indo para os subúrbios próximos a San Diego, já se nota a mexicanização. É como se eu ainda estivesse em Tijuana.
Mas o que me preocupa sobre a invasão mexicana não é que grande parte deles sejam violentos, perdendo apenas para os afro-americanos. Não é que muitos de seus jovens participem de gangues extremamente violentas, e matem pesoas a esmo.
Tampouco preocupa tanto que nos dados policiais eles sejam chamados de "brancos", confundindo as estatísticas -- este homem que matou uma criança de dois anos, de acordo com a polícia, é um homem branco.
Também não é tão preocupante assim que, do mesmo modo que há uma diferença nos resultados escolares de brancos e afro-americanos, haja uma diferença inexplicável, ainda que menor, entre os resultados dos brancos e asiáticos com os dos hispânicos.
Não importa que os hispânicos tenham aprendido bem a lição do vitimismo, e acusem a sociedade americana de maltratá-los, explorá-los ou não dar oportunidade aos "sin papeles", quando eles não querem voltar ao México de jeito nenhum e até garantem que as terras do sul dos EUA lhes pertencem.
E muito menos me preocupa o fato de que muitos dos membros dos cartéis mexicanos vivam cruzando a fronteira, e que mesmo este jovem decapitador de 14 anos treinado a matar desde criança pelos traficantes seja um cidadão americano legítimo.
Não, nada disso importa. Meu problema mesmo com essa invasão é o seguinte: as mexicanas são feias! Desculpem, não quero ser preconceituoso (peço perdão se há algum leitor mexicano aqui). Há algumas bonitas. A recepcionista do hotel em que fiquei (mestiça, acho que com traços não só indígenas como africanos) certamente era. Não teria me importado se ela tivesse me dado bola. Mas, em geral, o que dizer de um país cujo maior sex symbol é a Frida Kahlo? É claro que isso tem a ver com o gosto pessoal. Gosto de loiras nórdicas, de eslavas esguias ou então de mediterrâneas curvilíneas. Até acho algumas africanas e mulatas atraentes; mas as mexicanas, na minha opinião, são raras as bonitas. (Antes que alguém mencione Salma Hayek, observo que ela é de origem libanesa).
Bem, o fato é que isto vai ser um grave problema para os Estados Unidos no futuro, quando eles quiserem repor suas equipes de cheerleaders.
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quarta-feira, 17 de agosto de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
¡Bienvenido a Améxica!
Uma carta escrita por um professor de escola pública do Arizona causou alvoroço ao ser lida por um deputado do Congresso americano. Nela, o professor descreve a atitude de sua turma, constituída por 98% de hispânicos (filhos de imigrantes mexicanos, muitos deles ilegais). Alguns trechos, traduzidos:
É certo que a decadência da educação americana não pode toda ser atribuída à imigração latina. De fato, a própria carta do professor tem vários erros de inglês (i.e. "conquer nation", em vez de "conquered"; "invaders language" em vez de "invader's language"). Será que ele é um redneck caricato (como os criticados pelo leitor AN)? Afinal, se erros seriam problemáticos, mas compreensíveis, em um estudante latino (ainda que nascido nos EUA), em um professor de inglês são inaceitáveis.
Mas a verdade é que desde alguns anos vem ocorrendo uma notável decadência no inglês escrito e falado pelos americanos, e a educação pública piorou, muito embora o gasto nesta tenha aumentado continuamente (o argumento do autor Robert Weissberg é que o que piorou não foi a qualidade das escolas, mas a qualidade dos alunos). Outros culpados apontados são a mídia, a falta de disciplina, a falta de interesse dos jovens, a incompetência estatal, a concorrência dos mais bem-preparados asiáticos (que hoje dominam em muitas universidades americanas), etc. Provavelmente, vários fatores somados explicam o descalabro.
De qualquer forma, como observou alguém que comentava na matéria, os mexicanos acham que vão dominar os EUA, "mas como é que esses estudantes se tornarão os novos reis do Vale do Silício, de Wall Street ou de Hollywood, se não conseguem nem terminar um ensaio sobre Mark Twain"?
Mais provável mesmo é que, salvo as exceções de praxe, se tornem uma eterna subclasse de faxineiros e jardineiros, o que aliás estaria perfeito para a elite globalista local, que poderia contratá-los a preço de banana para limpar as suas mansões. Talvez seja exatamente o que tanto uns como outros queiram.
"Os alunos recusaram-se a recitar a Pledge of Allegiance, afirmando que eram mexicanos e que os brancos racistas dos EUA teriam roubado suas terras."
"Quase ninguém havia trazido o material, portanto dei-lhes papel e lápis para que escrevessem, mas amassaram os papéis e atiraram papéis e lápis uns contra os outros."
"Apenas 10 alunos de todas as turmas em que ensino conseguiram completar o ensaio sobre Mark Twain."
"Quase todos os ensaios se pareciam entre si."
"Pedi que parassem de falar espanhol entre si pois era falta de educação, mas responderam que os americanos é que deviam aprender o espanhol pois eles estavam tomando a terra de volta para o México."Bem, não quero ser preconceituoso com nossos primos mexicanos, mas parece mesmo uma escola brasileira como as que descrevi há pouco.
"Ninguém quer estudar, estão mais interessados em tornar-se membros de gangues."
É certo que a decadência da educação americana não pode toda ser atribuída à imigração latina. De fato, a própria carta do professor tem vários erros de inglês (i.e. "conquer nation", em vez de "conquered"; "invaders language" em vez de "invader's language"). Será que ele é um redneck caricato (como os criticados pelo leitor AN)? Afinal, se erros seriam problemáticos, mas compreensíveis, em um estudante latino (ainda que nascido nos EUA), em um professor de inglês são inaceitáveis.
Mas a verdade é que desde alguns anos vem ocorrendo uma notável decadência no inglês escrito e falado pelos americanos, e a educação pública piorou, muito embora o gasto nesta tenha aumentado continuamente (o argumento do autor Robert Weissberg é que o que piorou não foi a qualidade das escolas, mas a qualidade dos alunos). Outros culpados apontados são a mídia, a falta de disciplina, a falta de interesse dos jovens, a incompetência estatal, a concorrência dos mais bem-preparados asiáticos (que hoje dominam em muitas universidades americanas), etc. Provavelmente, vários fatores somados explicam o descalabro.
De qualquer forma, como observou alguém que comentava na matéria, os mexicanos acham que vão dominar os EUA, "mas como é que esses estudantes se tornarão os novos reis do Vale do Silício, de Wall Street ou de Hollywood, se não conseguem nem terminar um ensaio sobre Mark Twain"?
Mais provável mesmo é que, salvo as exceções de praxe, se tornem uma eterna subclasse de faxineiros e jardineiros, o que aliás estaria perfeito para a elite globalista local, que poderia contratá-los a preço de banana para limpar as suas mansões. Talvez seja exatamente o que tanto uns como outros queiram.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
As invasões bárbaras
Em uma matéria sobre os horríveis mascotes dos jogos olímpicos ingleses (espero que ao menos isso os brasileiros consigam fazer melhor), leio o seguinte trecho:
Não é preciso entender inglês. Basta observar que os nomes das únicas crianças citadas na reportagem são Ali e Zanyab. Nomes britânicos da gema, é claro. É verdade que o jornal Guardian é praticamente um porta-voz da Al-Qaeda, e pode ter escolhido entrevistar muçulmanos por pura simpatia. Mas, quando o nome mais popular entre as crianças britânicas é Mohammed, também pode ser apenas acaso.
Se a Europa está às voltas com a invasão muçulmana, nos EUA o grande problema é o México. Hordas de mexicanos ilegais tomam conta do país. Alguns querem ampliar o território do México:
"They remind you of aliens, which is really weird and cool," said 10-year-old Ali. "It reminds you of the Olympics, which is worldwide so it's something you'll want to remember forever," added 11-year-old Zanyab as they cavorted with life-size mascots for the cameras.
Não é preciso entender inglês. Basta observar que os nomes das únicas crianças citadas na reportagem são Ali e Zanyab. Nomes britânicos da gema, é claro. É verdade que o jornal Guardian é praticamente um porta-voz da Al-Qaeda, e pode ter escolhido entrevistar muçulmanos por pura simpatia. Mas, quando o nome mais popular entre as crianças britânicas é Mohammed, também pode ser apenas acaso.
Se a Europa está às voltas com a invasão muçulmana, nos EUA o grande problema é o México. Hordas de mexicanos ilegais tomam conta do país. Alguns querem ampliar o território do México:
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