sábado, 29 de maio de 2010
Coréia
O solitário ditador norte-coreano novamente fracassou. Seus grandes sonhos de glória militar, mais uma vez, terão que esperar.
Pobre, pobre Kim Jong Il.
terça-feira, 9 de junho de 2009
Apaziguamento preventivo
Duas jovens jornalistas americanas de origem asiática, Laura Ling e Euna Lee, foram condenadas na Coréia do Norte a doze anos de trabalhos forçados em um gulag. Não quero nem pensar que tipos de horrores as esperam lá. Seu crime: ter tentado fazer uma reportagem sobre refugiados da Coréia do Norte que tentam fugir para a China. De fato, foram presas na fronteira entre a China e a Coréia do Norte. Os coreanos alegam que elas entraram na fronteira ilegalmente, mas nem isso é certo. O fato é que são agora reféns de Kim Jong Il, que pode usá-las como peça de negociação com os EUA.
(Ah, Lee e Sing são jornalistas da Current TV, canal de televisão ecológica do Al Gore. O que estavam fazendo lá?)
Além de demonstrar mais uma vez que ditadores estão pouco se lixando para a "opinião pública", os "direitos humanos", a "convenção de Genebra", o "diálogo de paz" e todas essas frases-feitas sempre na boca dos bacanas da hora, o fato evidencia uma coisa bastante óbvia: a política de "apaziguamento" nunca funciona, e por uma razão bem simples: estimula o inimigo a avançar. O que tem Kim Jong Il a perder, tomando as duas reféns (é afinal o que as moças são)? Muito pouco.
É claro que, como alega Olavo de Carvalho, o propósito de Obama e seus asseclas é justamente o de enfraquecer os EUA internacionalmente, portanto oferecer flores a ditadores e terroristas é a melhor política.
Mas, como diz um velho provérbio judaico, "quem se disfarça de cordeiro corre o risco de ser devorado pelo lobo".
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Quando o sonho vira pesadelo
Um interessante vídeo no site da BBC mostra mulheres atravessando um rio gelado na fronteira da Coréia do Norte com a China, buscando escapar do brutal regime comunista onde metade da população morre de fome.
O curioso é que, na China, a situação destas mulheres não é muito melhor. O governo chinês, protetor de Kim Jong Il, não reconhece os norte-coreanos como refugiados, portanto estas mulheres tornam-se imigrantes ilegais que não podem trabalhar nem ter direito a nada, arriscando-se a ser enviadas de volta ao inferno norte-coreano.
Devido ao infanticídio de meninas, faltam mulheres na China, portanto algumas têm a sorte de se casar. Muitas outras terminam vendidas para o lucrativo mercado da prostituição.
No entanto, com a fronteira com a Coréia do Sul hermeticamente fechada e protegida por soldados, a fuga pela China é a única possível.
Este é o paraíso comunista. Isto é o que acontece quando o Estado se advoga direitos totais sobre a vida do indivíduo.
Isto é o que acontece no mundo real, não nas fantasias dos socialistas que acreditam que o mal do mundo são os EUA e o “capitalismo selvagem”.

