"El asistencialismo es una mala manera de ayudar al hombre. Hay que acompañarlo para que aprenda a bastarse por si mismo, a superarse. Puede ser un recurso para enfermos o discapacitados, pero a la gente en general hay que demostrarle que puede vivir de sus propias fuerzas".
"Los gobiernos que fomentan el asistencialismo están fomentando la delincuencia y la exclusión y están profundizando el problema. Y si no se atacan en serio las causas de la pobreza es para seguir aprovechándose de ellos, utilizándolos".
"La riqueza la tiene que crear el trabajo genuino, la capacitación, la superación de las condiciones de vida para que las personas se puedan independizar de los gobiernos. Pero entonces se acaba el clientelismo."
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quinta-feira, 2 de abril de 2009
O padre neoliberal
Em tempos de tantos padrecos petistas de batina vermelha, é interessante ler sobre o padre Pedro Pablo Opeka, que nasceu na Argentina mas mora há três décadas no Madagascar, ajudando a população local. Eis aqui algumas de suas declarações:
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quinta-feira, 13 de novembro de 2008
O fim da liberdade
É um grande mito o de que os homens queiram ser livres. A maioria prefere ser escravo; ter um mestre que o cuide e o alimente, ainda que às vezes seja cruel e o obrigue a trabalhar. Tanto melhor se esse mestre for um grupo de homens e mulheres que sabem o que é bom para nós melhor do que nós mesmos; cuidam de nossa saúde, de nossa educação e nos prometem "mudança" e "esperança" quando nos sentimos tristes ou sós.
Em todo o mundo, o controle governamental sobre o indivíduo cresce. Mesmo nos EUA, supostamente "land of the free", o controle do governo sobre a sociedade aumentou cada vez mais nas últimas décadas, e tende a aumentar ainda mais agora que metade do eleitorado escolheu um candidato que prometeu novas fatias do bolo em tempos de crise.
Observa o pessoal do Samizdata que é natural que todo governo cresça e tenha cada vez mais dinheiro e poder: como o escorpião da fábula, "é da sua natureza". As pessoas votam no candidato que promete que vai fazer mais coisas, não naquele que promete que vai se meter menos na economia ou na sociedade. E assim cada vez mais controle sobre nossas próprias vidas é deixado nas mãos do governo.
Estamos ficando gordos? O governo que regule quantas calorias cada hambúrguer pode ter, e tasque imposto nos que ultrapassam. Sexo e moralidade, como usar camisinha? O governo é que precisa ensinar isso nas escolas. Corrupção? Não se preocupe, o governo acaba com isso, nomeamos uma comissão de 200 deputados pagos a ouro para investigar.
Mas o que é o governo? São pessoas, como nós. Pessoas a quem nós entregamos de mão beijada o controle de nosso dinheiro e de nossas vidas.
Liberdade cansa. Cadê minhas algemas?
Em todo o mundo, o controle governamental sobre o indivíduo cresce. Mesmo nos EUA, supostamente "land of the free", o controle do governo sobre a sociedade aumentou cada vez mais nas últimas décadas, e tende a aumentar ainda mais agora que metade do eleitorado escolheu um candidato que prometeu novas fatias do bolo em tempos de crise.
Observa o pessoal do Samizdata que é natural que todo governo cresça e tenha cada vez mais dinheiro e poder: como o escorpião da fábula, "é da sua natureza". As pessoas votam no candidato que promete que vai fazer mais coisas, não naquele que promete que vai se meter menos na economia ou na sociedade. E assim cada vez mais controle sobre nossas próprias vidas é deixado nas mãos do governo.
Estamos ficando gordos? O governo que regule quantas calorias cada hambúrguer pode ter, e tasque imposto nos que ultrapassam. Sexo e moralidade, como usar camisinha? O governo é que precisa ensinar isso nas escolas. Corrupção? Não se preocupe, o governo acaba com isso, nomeamos uma comissão de 200 deputados pagos a ouro para investigar.
Mas o que é o governo? São pessoas, como nós. Pessoas a quem nós entregamos de mão beijada o controle de nosso dinheiro e de nossas vidas.
Liberdade cansa. Cadê minhas algemas?
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quinta-feira, 19 de junho de 2008
Tráfico escravo das Arábias
Negros tratados como seres inferiores e chamados de "animais". Milhares vendidos como escravos. Outros milhares castrados brutalmente para impedir sua reprodução. Milhões de mortos na perseguição ao longo dos anos.
Estamos falando do tráfico escravo ocidental para as Américas, certo?
Errado. Estamos falando do tráfico e uso de escravos realizado pelos muçulmanos na África, que começou no século VII e terminou... Bem, não terminou ainda. No Sudão ainda há escravos negros. (Como o escravo foragido Simon Deng, entrevistado aqui.)
Por que o mundo esquece ou finge esquecer a escravidão realizada pelos árabes? Trecho da entrevista com Tidiane N'Diaye, antropólogo senegalês:
Estamos falando do tráfico escravo ocidental para as Américas, certo?
Errado. Estamos falando do tráfico e uso de escravos realizado pelos muçulmanos na África, que começou no século VII e terminou... Bem, não terminou ainda. No Sudão ainda há escravos negros. (Como o escravo foragido Simon Deng, entrevistado aqui.)
Por que o mundo esquece ou finge esquecer a escravidão realizada pelos árabes? Trecho da entrevista com Tidiane N'Diaye, antropólogo senegalês:
Very numerous are those who would like to see the Arab-Muslim slave trade forever veiled in oblivion, often in the name of a certain religious, or even ideological solidarity. It is in fact a virtual pact signed and sealed between the descendants of the victims and those of the executioners, that leads to this denial. Because in this sort of "Stockholm syndrome African-style," all of these fine people agree to place everything on the shoulders of the West. The selective silence surrounding the Arab-Muslim crimes against black peoples and this effort to minimize it, so as to better point the projectors solely at the transatlantic trade, is a cement being used to bring about a fusion of Arabs and Negro-African peoples - who have long been "fellow victims" of Western colonialism.
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