segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Feios, sujos e malvados

Gosto do filme de Ettore Scola que dá título a este post. Acho que a razão que gosto mais deste filme do que outros filmes neorealistas (embora haja vários filmes bons nesse período também) é que ali os pobres não são representados como criaturas santas, dignas de pena ou identificação simplesmente por virtude de sua pobreza. Não: são mostrados muitas vezes como avaros, gananciosos, preguiçosos, alcólatras, malandros e, como o próprio título informa, feios, sujos e malvados. Porém, o filme tampouco os desumaniza, ao contrário: nos identificamos com seus personagens justamente por eles serem mais reais. Têm defeitos iguais aos do resto da população, se não piorados devido à falta de educação e recursos materiais.

Nem todos têm essa percepção, tudo bem. Mas há muitos que utilizam a pobreza dos outros como mero pedestal para exibir a própria benevolência. Eis por exemplo um artigo do jornalista da Folha Leonardo Sakamoto, que lamenta que a cidade de São Paulo construa seus espaços públicos de modo a tentar impedir a presença de mendigos e marginais. Prédios com grades; bancos de paradas de ônibus que não permitem que alguém se deite; prédios sem marquises ou com sistemas de jatos de água automáticos que afugentam dorminhocos e drogados: para Sakamoto, tudo isso são absurdos arquitetônicos: temos é que "aceitar que, se há pessoas que querem viver no espaço público por algum motivo, elas têm direito a isso. A cidade também é deles, por mais que doa ao senso estético ou moral de alguém."


Não, Sakamoto, ninguém tem direito a usar a rua como seu dormitório ou banheiro particular. Pareceria que a prefeitura ideal, segundo Sakamoko, deveria colocar colchões embaixo dos viadutos para que os mendigos pudessem dormir melhor, mictórios nas paradas de ônibus para maior conforto dos habitantes da rua, e latinhas de spray ao lado de cada estátua, prontas para o uso. Ou seja, a prioridade da cidade deveria se para com os mendigos e desocupados, e não para com o resto da população que paga impostos e utiliza o mesmo espaço público para se dirigir ao seu trabalho. Dane-se o "senso estético e moral" desses "pequeno-burgueses"! O que precisamos é tornar a vida mais confortável para o lumpenproletariado urbano... 

Em primeiro lugar, o espaço público não é o espaço privado, e não, ninguém têm o "direito" de utilizá-lo como quiser. (Sem contar que muitos desses espaços a que se refere o Sakamongo são privados). Além disso, já existem abrigos específicos para pessoas sem-casa, muito embora vários prefiram a vida sem regras no centro da cidade.

Em segundo lugar, o jornalista, como tantos esquerdistas, jamais estudou economia e não parece entender que os seres humanos são basicamente regidos por incentivos. Se você facilita a presença de mendigos e lhes dá conforto e facilidades, você vai ter mais mendigos, e não menos. Essa foi a grande sacada do Giuliani, com a teoria da "janela quebrada". Nos anos setenta e oitenta, como mostra o filme "Taxi Driver", as zonas centrais de New York estavam em grande estado de degradação, com grafitti, prostituição, sem-teto e venda de drogas tomando conta. Em poucos anos, tudo melhorou. O que ocorreu? Maior rigor contra as pequenas infrações, de modo a criar maiores incentivos à boa conduta e menores incentivos ao crime ou ao comportamento antisocial.

Ninguém gosta de mendigos, pedintes, flanelinhas, e muito menos de assaltantes ou viciados. Eles torram o saco mesmo. Não obstante suas boas intenções, acredito que nem Sakomorto gostaria de viver com uma cracolândia na frente da sua casa. Alguns podem discordar, mas acho que as políticas de tornar o centro menos amigável a mendigos e meliantes, ou mesmo as que procuram esconder ou dissimular a pobreza, são perfeitamente compreensíveis. Digo mais, poderia-se ir ainda além e fazer como se fazia antigamente, expulsando essas pessoas do centro da cidade, levando-as, caso necessário, até forçadamente para abrigos, hospitais e instituições de ajuda aos tóxicodependentes, ou mesmo prendê-los por vadiagem. Desumano? Cruel? Pode ser, mas aposto que haveria bem menos mendigos e viciados perambulando por aí. E muito mais turismo e comércio, melhoria da economia e, conseqüentemente, melhoria da vida dos pobres também.

Aqui nos EUA, também há problemas com os sem-teto, ou homeless como chamam por aqui. Mas quais as cidades que têm maiores problemas com sem-teto? São, curiosamente, as cidades que têm políticas mais benévolas em relação a eles, alimentando-os e permitindo que durmam em qualquer lugar. Coincidência? Acho que não.

Como Sakapoko tem mais interesse em passar a imagem de bonzinho ou de "preocupado com a exclusão social" do que em resolver problemas concretos, ele apresenta poucas soluções para o problema da marginalidade urbana. Mas uma das "soluções" que ele apresenta é deveras preocupante:

[Devemos] implantar políticas de moradia eficazes – como uma reforma urbana que pegue as centenas de milhares de imóveis fechados para especulação e destine a quem não tem nada.

Sakanato não é claro sobre o que quer dizer com "pegar". Confiscar? Obrigar o dono a vender? De qualquer modo, trata-se de uma medida autoritária e uma flagrante falta de crença no conceito de propriedade privada, e da liberdade de utilizá-la como bem se entender. Pela lógica do Sakanhoto, se ele tiver um quarto de sua casa que está vazio ou subaproveitado, sobre cujo uso ele ainda "especula", deveríamos colocar um sem-teto viciado em crack para dormir ali...

Também não fica claro se "quem não tem nada" faria como todo mundo e pagaria aluguel sobre esses apartamentos, ou se seria sustentado pelos impostos do cidadão comum. O coitadismo parece indicar a segunda opção: quem não tem "nada" deveria passar a ter "tudo", de graça, pago com o trabalho dos outros. 

O articulista também comete o erro de achar que tudo o que falta ao "cidadão de rua" para ser uma pessoa melhor é uma "moradia digna". Como se, uma vez colocado em um apartamento de classe média, ele passaria a se comportar como um cidadão de classe média também: trabalharia, jogaria seus dejetos no lixo, manteria seu apartamento limpo e decorado, não se envolveria com crime, e assim por diante. Ora, muitas dessas pessoas que moram nas ruas têm problemas psicológicos e mentais, ou não têm qualquer educação, ou têm um QI baixo demais, ou são usuários ferozes de drogas e álcool, ou tem comportamento nocivo para si mesmos e seus vizinhos e familiares, e colocá-los em um ambiente de classe média só vai infernizar a vida do cidadão comum, sem melhorar muito a sua.

Nos Estados Unidos, a experiência demonstra exatamente o contrário do que quer Sakotorto. Quando, a partir de leis como o "rent control", que quer ir contra a lógica do mercado e impede o aumento do aluguel ou a expulsão de moradores por parte do dono do prédio, ou como o "section 8", através da qual o Estado basicamente financia o aluguel de pessoas pobres em bairros de classe média, o que se tem como consequência direta é um aumento da degradação e da sujeira, de inquilinos que não respeitam as regras, e aumento do crime. É tudo uma questão de incentivos. Se você facilita a vida de vagabundos e dá a eles até uma casa onde morar com tudo pago, sem qualquer tipo de responsabilidade, pode apostar que você vai estar incentivando a malandragem. Lamentavelmente, é assim que funciona, e não é algo exclusivo dos pobres ou "excluídos". O mesmo fenômeno pode ser visto, aliás, em algumas universidades federais, onde o fato do local ser "público" e "gratuito" leva estudantes de boa condição social a tratá-lo com extremo descaso, sujando ou riscando classes. 

A melhor forma de ajudar os pobres é através do aumento da oferta de emprego, que se dá através da desestatização, desregulamentação e desburocratização da economia, da educação (é aí onde o Estado pode investir, se bem que uma educação baseada na lavagem cerebral marxista tampouco ajuda), do planejamento familiar, do combate ao crime e do estabelecimento de regras de conduta e civilidade. O resto é demagogia.

Não é errado querer uma cidade mais limpa, mais ordenada e com menos mendigos, ladrões, viciados, vendedores de droga, prostitutas e vagabundos. Se os "habitantes da rua" têm comportamento antisocial, o problema são eles, e não os outros, que trabalham e pagam seus impostos e querem simplesmente poder passear pela cidade em segurança. 

P. S. Numa coisa concordo com o Sakemolto: certas manifestações arquitetônicas criadas para afastar a marginália e bandidagem, como cercas e grades ao redor de fontes e parques, ou cacos de vidros sobre muros ou superfícies, ou blocos de concreto, são realmente muito feias. Ainda assim, tais são em geral apenas reações aos vândalos ou àqueles que não têm devido respeito pelo espaço público.

109 comentários:

Diazz disse...

Perfeito o texto, Sakamoto é um esquerdista, vive em um outro mundo "impossível" e imaginário...

Anônimo disse...

Mas ele deveria levar para casa sim, assim ele mostraria que cresceu, hehehehe
maisvalia

Klauss disse...

Aliás, pegando um gancho e indo pro lado mais moral da coisa, já repararam que esquerdistas que tentam bancar os bons moços adoram a distribuição de esmolas, desde que não saia do bolso deles?

Eu tive uma namorada petista uma vez, e ela adorava chorar pelos desvalidos e mortos de fome. Uma vez um mendigo veio pedir dinheiro para fazer uma sopa (claro que a gente sabe que ele queria cachaça), e ao invés de caridade, ele recebeu dela o seguinte argumento:
- Moço, vire ali a esquina assim e assim, lá tem a secretaria Y de amparo ao bla bla bla, eles estão lá pra ajudá-lo.

O mendigo respondeu:
- Vai lá você! -- e saiu sem querer mais nada!

Klauss disse...

Aliás, vi o vídeo sobre a cracolândia que você postou, X, mas você viu o naipe dos comentários do próprio dono da conta?

Ele tem um outro vídeo que diz que o PCC e os viciados são da direita, e que a culpa é toda dos Tucanos! :-S

É impressionante! Os caras até vêem a verdade, mas quando usam a ideologia pra interpretar alguma coisa, conseguem descrever exatamente o contrário do que vêem! Parece um "ilustre" visitador deste blog...

Rica Brun disse...

"Nem todos têm essa percepção, tudo bem. Mas há muitos que utilizam a pobreza dos outros como mero pedestal para exibir a própria benevolência."

Que frase, hein?!
Muito bom o texto X.

Rolando disse...

lembro que no mês passado o Sakamoto escreveu uma linha num texto dizendo que diversas empresas brasileiras saqueiam Angola. Pedi-lhe que desse os nomes, pois tal acusação era forte e eu precisava saber quais eram para evitá-las.
Não obtive resposta.

Esse tipo de jornalismo qualquer um faz.

Rolando disse...

Em várias cidades da Europa não permitem pernoite em bancos e praças públicas. No inverno a polícia os envia a Igrejas.

Lembro que nas estações da Holanda, nos anos 90, os bancos tinham enconsto de braço como divisória justamente para que ninguém dormisse ali.

O Sakamoto parece não entender que a partir do momento que uma pessoa dorme nas ruas, está privatizando um espaço público. Ou seja, pagamos IPTU para a manutenção de espaços "privatizados".

Outra questão é que mendigo na rua é caso de saúde pública. São drogados ou com graves problemas psiquiátricos e sociais, sendo rejeitados pela família.

Ontem mesmo vi a 23ª moradora de rua assassinada em Maceió. Tinha 21 anos e era viciada em crack. Tinha pai, mãe e endereço. Seu pai, ser ar de surpresa, disse na reportagem que ela sempre seguiu esse caminho.

Augusto Nascimento disse...

"Os caras até vêem a verdade, mas quando usam a ideologia pra interpretar alguma coisa, conseguem descrever exatamente o contrário do que vêem! Parece um 'ilustre' visitador deste blog..."
Como o pessoal que olha para a crise-a maior desde a Grande Depressão- que começou mais de um ano antes da posse de Obama e diz que a culpa é dele ou o pessoal que olha para as areias do Iraque e vê as armas de destruição em massa que os americanos ainda não encontraram? Ou é mais como o cara que comenta aqui, sob o aplauso do cordão de bajuladores, e que acha que Orwell era Tory e que acredita piamente que só se fala português do outro lado do Atlântico?

Anônimo disse...

O sapiente Boaventura em sua cruzada contra Jorgi Buxi com sua curtura de almanaque português em os antiamericanos atacam outra vez nas areias da cabeça protuberante do caçador de pipas iraquiano admirador do sadam, apesar dos curdos, que deberiam morrer, hehehehehehehehe

Realmente uma piada de mau gosto.

A culpa dos mendigos em sampa é do buxi ter atacado o sadam e dos défices univetelinos herdados pelo hussein obama.

Como eu não pude ter esse pensamento antes do iluminado!!!

maisvalia

Augusto Nascimento disse...

"curtura de almanaque"
"Curtura de almanaque de quem sabe quem foi Orwell e quem é Helmut Schmidt -ao contrário do burrinho que acha que eles foram direitistas- e que não tenta corrigir o português correto dos outros (foi você quem escreveu:"Burro é tu, seu portuga imbecil, défice é para portuga estúpido!"), meu burrinho? Se é esse o problema, compre um almanaque para você, meu burrinho. O Prouni financia... "If you think education is expensive, try ignorance." Você já tentou, deveria saber o preço.
"A culpa dos mendigos em sampa é do buxi ter atacado o sadam e dos défices univetelinos herdados pelo hussein obama."
Não, a culpa é de Olavo de Carvalho, que achou as WMDs do Iraque, mas não as usou para livrar nossas cidades dos indesejados, como querem seus discípulos. Falando em discípulos, o nível caiu um bocado, né? Agora, até o cara que não sabe quem era Orwell, acha que oxítonas terminadas em "u" sem hiato são acentuadas e acredita que a ABL fica em Lisboa ganha carteirinha do fã-clube do astrólogo. O nível dos astrólogos de Maria já foi muito mais alto.

Augusto Nascimento disse...

"curtura de almanaque"
"Curtura de almanaque de quem sabe quem foi Orwell e quem é Helmut Schmidt -ao contrário do burrinho que acha que eles foram direitistas- e que não tenta corrigir o português correto dos outros (foi você quem escreveu:"Burro é tu, seu portuga imbecil, défice é para portuga estúpido!"), meu burrinho? Se é esse o problema, compre um almanaque para você, meu burrinho. O Prouni financia... "If you think education is expensive, try ignorance." Você já tentou, deveria saber o preço.

Augusto Nascimento disse...

"A culpa dos mendigos em sampa é do buxi ter atacado o sadam e dos défices univetelinos herdados pelo hussein obama."
Não, meu burrinho, a culpa é de Olavo de Carvalho, que achou as WMDs do Iraque, mas não as usou para livrar nossas cidades dos indesejados, como querem seus discípulos. Falando em discípulos, o nível caiu um bocado, né? Agora, até o cara que não sabe quem era Orwell, acha que oxítonas terminadas em "u" sem hiato são acentuadas e acredita que a ABL fica em Lisboa ganha carteirinha do fã-clube do astrólogo. O nível dos astrólogos de Maria já foi muito mais alto.

Anônimo disse...

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

COPIAR O BOAVENTURA É PLÁGIO, MAS COMO ESTAMOS NA BANÂNIA DOS BURRINHOS DIREITISTAS MATADORES DE MENDIGOS NÃO DÁ CANA, MAS SE ESTIVESSEMOS NA TERRA DOS BOSSES DOS DÉFICES UNIVETELINOS DOS MARVADOS YANKEES COMEDORES DE SADAMS....


heheheheheheheheheheheheheheheheh

Nada como cutucar um imbecil para ele se achar o supremo sapiente e até fazer quote em ingleis.

maisvalia

Anônimo disse...

Não, meu caro amigo, tratar esses indivíduos com a rispidez que merecem não é jamais rebaixar-nos ao seu nível. Nem mesmo se os xingássemos dos piores nomes e o fizéssemos o dia inteiro, sem parar, com a mesma obsessividade persistente e psicótica com que eles sonham com a nossa morte, estaríamos nos igualando aos bandidos das Farc e aos seus parceiros no governo federal. Nenhum de nós é traficante, seqüestrador, assassino, nem parceiro político e bajulador de quem o seja. Muito menos somos consciências morais deformadas como o sr. Presidente da República, para quem a prática desses crimes hediondos não desqualifica ninguém para o exercício dos mais altos cargos numa democracia. Endereçado a quem de direito, nada que saia da nossa boca, por mais ofensivo e brutal que soe, pode jamais nos tornar tão sujos e desprezíveis quanto eles.

Augusto Nascimento disse...

"Nada como cutucar um imbecil para ele se achar o supremo sapiente e até fazer quote em ingleis."
A frase original é em inglês, meu burrinho(também já usei uma frase do latim, mas essa você não criticou porque latim para você, que não sabe, português, é grego). Há quem fale inglês e há quem não fale nem português (ou pense que só se fala português em Portugal, não é, meu burrinho?). Você escreveu "inglês" errado de propósito ou no mesmo espírito de burrice de quem acha que só se fala português em Portugal e escreve "facu" com acento enquanto tenta corrigir o português correto alheio? No seu caso, é sempre difícil separar a burrice da má-fé, pois você as traz na mesma proporção generosa.

Augusto Nascimento disse...

Correção:"... para você, que não sabe português, é grego.

Anônimo disse...

Ou seja, as ruas mais perigosas de Estocolmo. Ora, quando vivi lá, em 71/72, não havia uma única rua perigosa na cidade. Eu vagava de ilha em ilha, nas noites brancas dos hiperbóreos, sem sensação alguma de perigo. Há alguns anos, o Aftonbladet listava mais de cem ruas perigosas. Que ocorrera de lá para cá? A invasão muçulmana.

Ainda em agosto passado, comentei o espantoso número de estupros na Suécia, que coloca o país apenas abaixo do Lesotho, na África, no que diz respeito a estes crimes. Em 1988, o total de crimes denunciados na Suécia era de 1.086.211. Em 2009, subiu para 1.405.626. A incidência de crimes sexuais, nos mesmos anos, é respectivamente, 5.269 e 15.693. Isto, enquanto a criminalidade em geral aumentou em 29%, os crimes sexuais aumentaram em quase 200%.

Segundo as estatísticas, a proporção de estupradores nascidos no estrangeiro é quatro vezes maior se comparada às pessoas nascidas na Suécia. Estrangeiros residentes da Argélia, Líbia, Marrocos e Tunísia dominam o grupo de suspeitos de violação. Quase metade destes criminosos é composta por imigrantes. Na Noruega e Dinamarca, sabe-se que os imigrantes não-ocidentais, o que freqüentemente significa muçulmanos, são largamente representados nas estatísticas de estupro. Em Oslo, em 2001, imigrantes estavam envolvidos em dois em cada três casos de estupro. Os números na Dinamarca são idênticos, e maiores ainda em Copenhague, com três imigrantes em cada quatro casos. Segundo Ann Christine Hjelm, advogada que investiga crimes na Suprema Corte sueca, 85% dos estupradores condenados no país nasceram em solo estrangeiro ou são filhos de pais estrangeiros.

A situação é tão grave que algumas suecas estão reinventando um cinto da castidade às avessas, isto é, cinto que é controlado por seu usuário em vez de ser controlado por outra pessoa. O aparelho exige duas mãos para ser removido e espera-se que dissuada os estupradores. Segundo uma pesquisa on line do Aftonbladet, 82% das mulheres têm medo de sair ao escurecer. Outro esporte dos imigrantes é apunhalar suecas em discotecas.

Um mufti declarou em Copenhague que mulheres que não portam véus estão “pedindo para serem estupradas”. Para estes pobres diabos, uma mulher sueca independente não é uma mulher sueca independente. É apenas uma “puta sueca”. E como tal pode ser tranqüilamente estuprada. Se for árabe, não. Pois não é o mesmo violentar uma sueca e uma árabe. “A sueca recebe um monte de ajuda depois, além disso já foi fodida” – afirma Hamid, participante de uma gangue de violadores. - “Mas a árabe têm problemas com sua família. Para ela, é uma grande vergonha ser violentada. Para ela, é importante ser virgem quando casar”.

Se uma mesquita foi apedrejada duas vezes em Malmö, por suecos não terá sido. Sueco não apedreja templos. Provavelmente foi apedrejada pelos próprios muçulmanos, para posarem de vítimas. A atitude dos Svenssons é outra. Cinco mil suecos já abandonaram Malmö, por não suportarem a violência dos imigrantes.

Dói na alma de quem gosta da Suécia o que está acontecendo na Suécia. Aliás, em quase toda Europa. O velho continente está se entregando à barbárie islâmica e, a meu ver, a batalha já está perdida. Ainda bem que meus anos a viver são curtos e não verei a consumação deste desastre.

Culpa do buxi comedor de iraquianos e dos défices univetelinos

Klauss disse...

Bem, eu vi um sábio dizendo uma vez que os burros sempre imaginam que todos os outros são burros como ele, então ele tenta sempre rebaixar a inteligência dos outros para parecer mais inteligente.

Já as pessoas inteligentes supõem que as outras pessoas são ou possam ser tão inteligentes quanto elas, e que, caso demonstrem o contrário, precisam apenas de um auxílio, uma informação, enfim, um empurrãozinho para chegarem lá.

Bem, é só ver quem xinga todo mundo de burro por aqui posando como o único inteligente, e aqueles que trocam informações, aprendem com os outros e averiguam informações alheias pra ver quem é inteligente...

Aliás, caro AN, o problema da crise que estourou no fim da era Bush foi causada JUSTAMENTE pelas medidas de garantir moradia barata sem crédito financeiro real, medida que, inclusive, está citada neste post do Mr. X, e que foi criada NO GOVERNO CLINTON!

Aliás, ninguém aqui acha o Bush grandes coisas como você pensa... Afinal, ele mesmo veio com medidas intervencionistas para tentar "conter" a crise, medidas do mesmo calibre das do Obama -- o governo saqueando os pagadores de impostos para pagar o rombo feito por governos anteriores...

Mas, falar do seu erro de julgamento é chover no molhado. Afinal, vc acerta mesmo quando está errado, não é?

Aliás, não entendeu nem a piada que o "maisvalia" fez com a sua cara. Caíste como um patinho... Mas quem não tem senso de humor não saca essas sutilezas...

Vá perder seu tempo em outras paragens, ou, no seu caso, em outras pastagens, meu caro. Nesta época de chuvas aqui no Brasil o capim cresce rápido, é a sua hora de conseguir alguma fartura...

Klauss disse...

Ah, tb tenho uma correção a fazer. O certo é "caiu como um patinho". Comecei na terceira pessoal, melhor ir assim até o final...

Mr X disse...

E Sakamoto continua...

Continua falando em pobres bonzinhos e ricos malvados, e consegue enxertar o tema mesmo em um caso em que tanto agressores quanto agredidos eram de classe média:

http://blogdosakamoto.uol.com.br/2010/11/15/na-paulista-com-uma-lampada-fluorescente/

O mais curioso são os comentaristas, que atacam qualquer um que discorde minimamente do Sakoloko como "nazistas" que querem o "extermínio dos pobres". É a velha falácia...

Augusto Nascimento disse...

"Bem, eu vi um sábio dizendo uma vez que os burros sempre imaginam que todos os outros são burros como ele, então ele tenta sempre rebaixar a inteligência dos outros para parecer mais inteligente."
Não fui eu o "português" de anedota que tentou corrigir o português correto alheio, insistentemente tentando provar que a ABL fica em Lisboa e teimando que Orwell era Tory. Mas eu entendo que você se sinta "rebaixado" (suas palavras) por quem sabe ler, burrinho. Não foi, entretanto, minha intenção intimidá-lo. Só não posso considerar minha culpa que qualquer um pareça mais inteligente por comparação quando comparado com os caras que acham o português uma língua complicada e exótica e escrevem "facú" quando tentam corrigir a ortografia (correta) dos outros: é uma lei da Natureza.
"Aliás, não entendeu nem a piada que o 'maisvalia' fez com a sua cara. Caíste como um patinho... Mas quem não tem senso de humor não saca essas sutilezas..."
A burrice, a ignorância e o analfabetismo viraram "sutileza", quem diria: os dois caras que escrevem "facu" e acham que o português é uma língua estrangeira e exótica que só se fala do lado de lá do Atlântico são o Oscar Wilde e o Noel Coward dos astrólogos de Maria (eu sei, dá pena).
A"liás, caro AN, o problema da crise que estourou no fim da era Bush foi causada JUSTAMENTE pelas medidas de garantir moradia barata sem crédito financeiro real, medida que, inclusive, está citada neste post do Mr. X, e que foi criada NO GOVERNO CLINTON!"
Eu sei: os juros reais colocados no chão para recuperar a primeira crise de Bush (a de 2001) e a falta de fiscalização foram culpa de Clinton. Pensando assim, nem dá para perceber que entre Clinton e a maior crise desde 29 hove DOIS MANDATOS de Bush, não é? Engraçado como você quer culpar os pobres por tudo: os bancos que praticaram "empréstimos predatórios", falsificaram e ajudaram a falsificar informações para garantir os empréstimos, empacotaram esses empréstimos duvidosos com outros duvidosos e os venderam como bons baseados na ideia de que os preços dos imóveis nunca fossem cair são culpa dos... pobres? Aliás, a política de "ownership revolution" era elogiadíssima enquanto tudo dava certo. http://www.financial-planning.com/news/ownership-society-528740-1.html (eu sei, você não lê português, não lê ingles, etc.)
Agora, a culpa é de Clinton (saiu do poder quase oito antes da Crise), de Obama (entrou um ano depois da crise), de qualquer um menos do amado Bush... Patético.

Augusto Nascimento disse...

"Vá perder seu tempo em outras paragens, ou, no seu caso, em outras pastagens, meu caro. Nesta época de chuvas aqui no Brasil o capim cresce rápido, é a sua hora de conseguir alguma fartura..."
Que gentil: dividindo sua experiência, suas manhãs e seus macetes com o capim, mas pode ficar com o capim para você. Só tente aprender a escrever "facu" e "défice" e a não citar autores que não conhece (Orwell, por exemplo) para que os cavalos não tentem "intimidar" você, mostrando que são mais espertos que você.

Augusto Nascimento disse...

"Bem, eu vi um sábio dizendo uma vez que os burros sempre imaginam que todos os outros são burros como ele, então ele tenta sempre rebaixar a inteligência dos outros para parecer mais inteligente."
Não fui eu o "português" de anedota que tentou corrigir o português correto alheio, insistentemente tentando provar que a ABL fica em Lisboa e teimando que Orwell era Tory. Mas eu entendo que você se sinta "rebaixado" (suas palavras) por quem sabe ler, burrinho.

Augusto Nascimento disse...

Não foi, entretanto, minha intenção intimidá-lo. Só não posso considerar minha culpa que qualquer um pareça mais inteligente por comparação quando comparado com os caras que acham o português uma língua complicada e exótica e escrevem "facú" quando tentam corrigir a ortografia (correta) dos outros: é uma lei da Natureza.
"Aliás, não entendeu nem a piada que o 'maisvalia' fez com a sua cara. Caíste como um patinho... Mas quem não tem senso de humor não saca essas sutilezas..."
A burrice, a ignorância e o analfabetismo viraram "sutileza", quem diria: os dois caras que escrevem "facu" e acham que o português é uma língua estrangeira e exótica que só se fala do lado de lá do Atlântico são o Oscar Wilde e o Noel Coward dos astrólogos de Maria (eu sei, dá pena).

Augusto Nascimento disse...

"Aliás, caro AN, o problema da crise que estourou no fim da era Bush foi causada JUSTAMENTE pelas medidas de garantir moradia barata sem crédito financeiro real, medida que, inclusive, está citada neste post do Mr. X, e que foi criada NO GOVERNO CLINTON!"
Eu sei: os juros reais colocados no chão para recuperar a primeira crise de Bush (a de 2001) e a falta de fiscalização foram culpa de Clinton. Pensando assim, nem dá para perceber que entre Clinton e a maior crise desde 29 hove DOIS MANDATOS de Bush, não é? Engraçado como você quer culpar os pobres por tudo: os bancos que praticaram "empréstimos predatórios", falsificaram e ajudaram a falsificar informações para garantir os empréstimos, empacotaram esses empréstimos duvidosos com outros duvidosos e os venderam como bons baseados na ideia de que os preços dos imóveis nunca fossem cair são culpa dos... pobres? Aliás, a política de "ownership revolution" era elogiadíssima enquanto tudo dava certo. http://www.financial-planning.com/news/ownership-society-528740-1.html (eu sei, você não lê português, não lê ingles, etc.)
Agora, a culpa é de Clinton (saiu do poder quase oito antes da Crise), de Obama (entrou um ano depois da crise), de qualquer um menos do amado Bush... Patético. Um cara achou as armas de destruição em massa, o outro está tentando achar as virtudes da pior política econômica das história americana...

Augusto Nascimento disse...

"Mas, falar do seu erro de julgamento é chover no molhado. Afinal, vc acerta mesmo quando está errado, não é?"
Falar em Bush e erros de julgamento (já acharam as WMDs?) é como falar em corda em casa de enforcado... Ou como falar dos dois bobinhos que insistem que Orwell era Tory-eles têm a vantagem do nada saber sobre ele, claro- e que as oxítonas terminadas em "u" sem hiato (como diria o ministro Passarinho, "às favas, com a gramática e a literatura") devem ser acentuadas?
Diante deste show de burrice arrogante, sinto-me quase esmagado pela imbecilidade da duplinha e posso até empatizar com o astrólogo-chefe: "de modo que me vi derrotado no debate por inépcia invencível do adversário, saindo dali humilhado e cabisbaixo, a meditar sobre o ensaio clássico de William Hazlitt, 'As desvantagens da superioridade intelectual'."

Microempresário disse...

Alguém mais notou que o Augusto esqueceu do Comte ?

Augusto Nascimento disse...

"Alguém mais notou que o Augusto esqueceu do Comte ?"
Difícil falar de Comte com os caras que não sabem ler e escrever. Antes de Comte, tem que vir Piaget. Antes do "Catecismo Positivista", tem que vir a cartilha.

Chesterton disse...

Sakamoto só quer comer alguem. Não é o único que acha que possui o monopólio da bondade.

Chesterton disse...

Vi o outro link. sakamoto é um vampiro da desgraça alheia. E tem preconceito contra ricos e belos.
Será que ser bem nascido é agravante?

Anônimo disse...

Dá-lhe Boaventura....



Tudo culpa do buxi e dos défices....


Se não fosse os yankees nois seria ttudo rico e famosos.....


Que raiva que dá, vou acabar mordendo minha pata dianteira....


maisvalia

Augusto Nascimento disse...

"Que raiva que dá, vou acabar mordendo minha pata dianteira..."
Já com fome? Não ouviu o seu coleguinha dizer que a experiência de gourmand dele indica que esta época do ano é ótima para ruminantes? Fome você não vai passar. Só não diga para as cavalgaduras, suas colegas de refeição, que só se fala português em Portugal, que Orwell era Tory e que "facu" leva acento. Afinal, os burros de quatro patas podem achar menos graça na sua "sutileza" (leia-se: na sua incapacidade de interpretar, acentuar, consultar um dicionário ou se abster de dar palpites em assuntos dos quais não entende nada) do que o burro de duas patas, Klauss, acha...

Mr X disse...

Será que sou só eu que acho curioso o Sakamoto ser de origem japonesa? Normalmente os japas ficam na deles e não são dados a esquerdismos radicais, ao menos na minha limitada experiência.

Em vez de querer que os pobres sejam tratados melhor, Sakanoto parece querer que os ricos (e de classe média) sejam tratados pior. Nivelar tudo por baixo. Inveja? Desejo de vingança? Sei lá.

Mr X disse...

Calma pessoal. Sem coices, zurros ou relinchos.

Anônimo disse...

Por que é que Cuba se transformou num problema difícil para a Esquerda?
Esta pergunta pode parecer estranha e muitos pensarão que a formulação inversa talvez
fizesse mais sentido: por que é que a esquerda se transformou num problema difícil para
Cuba? De facto, o lugar da revolução cubana no pensamento e na prática de esquerda ao
longo do século XX é incontornável. E é-o tanto mais quanto o enfoque incidir menos na
sociedade cubana, em si mesma, e mais no contributo de Cuba para as relações entre os
povos, tantas foram as demonstrações de solidariedade internacionalista dadas pela revolução
cubana nos últimos cinquenta anos.

Boaventura de Sousa Santos
Centro de Estudos Sociais, Universidade de Coimbra

MEU PAIPAI

Augusto Nascimento disse...

"Será que sou só eu que acho curioso o Sakamoto ser de origem japonesa? Normalmente os japas ficam na deles e não são dados a esquerdismos radicais, ao menos na minha limitada experiência."
No Japão, houve o Exército Vermelho Japonês e há um PC, que não parece a caminho de tomar o poder, mas é mais relevante que sua contrapartes brasileira, mera linha auxiliar do PT, e americana, tendo resistido com galhardia ao surto de prosperidade do pós-guerra. Além disso, a oposição radical ao tratado de defesa com a América, por exemplo, mostra que o japonês não é, necessariamente, infenso ao esquerdismo, seja na sua variedade keynesiana (a dívida do país é enorme por conta dos pacotes de estímulo), na sua variedade protecionista (como nos mostram as tarifas do arroz e as barreiras para automóveis americanos, que enlouqueciam de raiva Iacocca) e na sua versão maluquinha (como nos mostra o exemplo de Fusako Shigenobu, a resposta nipônica a Meinhof).
No Brasil, é provável que a Shindo Renmei tenha absorvido a retórica "revolucionária" de seus pares nipônicos (basta lembrar que os militares que tramaram o assassinato de Chaplin disseram que queriam atingir a burguesia-ou classe dominante, não me lembro bem-americana). Além disso, há exemplos mais recentes e incontroversos: Paulo Okamotto, o doador universal, Luiz Gushiken, que foi da Libelu, e Massafumi Yoshinaga, que, se não me engano, foi da VPR.

Chesterton disse...

Mr Equis, olha o nivel do pensamento nacional

http://antoniocicero.blogspot.com/2010/11/liberalismo-e-religiao.html

Rolando disse...

Mas o Sakamoto já não é tão 100%. Ele é mestiço. Não sei ao certo, mas a mãe dele, pelo que ele já deixou passar alguma vez, tem um pé na oca ou é cabocla.

Olha, eu não li os tantos comentários quilométricos do AN, mas pelo jeito aquela de "conhecimento de almanaque" foi um direto no queixo.

Augusto Nascimento disse...

"Olha, eu não li os tantos comentários quilométricos do AN, mas pelo jeito aquela de 'conhecimento de almanaque' foi um direto no queixo."
Compre um almanaque para você: aí você vai aprender que se fala português fora de Portugal, que Orwell era da esquerda não-leninista e que não é boa ideia tentar corrigir a gramática correta alheia enquanto escreve "facu" com acento.

Mr X disse...

É, tinha esquecido do Gushiken e do Okamotto. Esse Massamiojo, digo Massafumi, não conhecia.

Sim, pela foto o Sakamoto parece mestiço, a julgar pelo cabelo crespo, com um pé na África também, mais do que na oca, não?

Augusto Nascimento disse...

"Esse Massamiojo, digo Massafumi, não conhecia."
Capa da Veja de julho de 1970, terrorista da VPR.

Rolando disse...

é verdade, se fosse pé na oca, teria de ser cabelo liso. Deve ser mesmo um pé na Costa de Daomé.

É... "conhecimento de almanaque" bateu feio mesmo, eheh.

Falando nisso, deixem-me fazer um pequeno jabá neste espaço. Depois de muita insistência, resolvi abrir uma conta no twitter. A experiência dificilmente será longa. Não entendo direito as ferramentas. Quero dizer, só fiquei twittando sem fuçar muito. Mas se vocês quiserem render uma visitinha, ficarei muito honrado:

@Rolando_Brian

Augusto Nascimento disse...

"É... 'conhecimento de almanaque' bateu feio mesmo, eheh."
A única coisa que bate neste blog é a sua inveja por não conseguir ler nem almanaque (escrevendo "facú", achando que Orwell era sectário de Thatcher, achando que português é língua estrangeira e espantando-se com citações de textos em inglês ,deve ser difícil mesmo ler até a página de quadrinhos). Pensei que "O Imbecil Coletivo" fosse uma denúncica, vejo, agora, que era um manifesto. O astrólogo está para os idiotas como Marx está para os comunistas.

Mr X disse...

Triste história, a do Massafumi. Vítima das ilusões comunistas:

http://naufrago-da-utopia.blogspot.com/2009/10/massafumi-yoshinaga-1949-1976.html

Mr X disse...

Chest,
É um pouco triste que o conhecimento sobre a política americana, no Brasil, fique reduzido a meras caricaturas. De qualquer modo, o pensamento esquerdista é assim em qualquer lugar. Também os progressistas americanos costumam ter uma visão deturpada da própria história e sociedade.

Anônimo disse...

A pergunta que não quer calar:

Uma vez que o leitor de almanaque copia e cola o que quer com o fim de analisar à sua maneira "curta" para ofender quem não se alinha às suas portentosas idéias, porque nada disse sobre sua confessa adoração e plágio ao mestre (sic) boaventura , o português esquerdopata mais idiota concebido naquelas plagas, hehehehe

Culpa do buxi, dos défices ou...

maisvalia

Rolando disse...

Augusto, meu caro sociólogo de almanaque, você está trocando as bolas. Eu nunca escrevi facu com acento, nunca li 1984 ou a Revolução dos Bichos de Orwell, tampouco li Julio de Castilhos.

Releia a página do almanaque para não fazer confusão!

Rolando disse...

Minha contribuição aos japas da esquerda: Chizuo Osawa, vulgo Mario Japa.

Tem mais uns dois ou três que tomaram parte da luta armada. Mas o Mario Japa é vivo até hoje.

Augusto Nascimento disse...

"Augusto, meu caro sociólogo de almanaque, você está trocando as bolas. Eu nunca escrevi facu com acento, nunca li 1984 ou a Revolução dos Bichos de Orwell, tampouco li Julio de Castilhos."
Mas sai por aí apoiando os Illiterates for Jesus (expressão em inglês, oh, não, os miolos do anônimo vão explodir). Contudo, não se preocupe, ninguém aqui o está acusando de saber ler (e você está brilhantemente evitando produzir provas contra si mesmo). Essa sua birra com almanaques vem do seu desespero por, depois de décadas, ainda não conseguir ler o Almanaque da Turma da Mônica, só ver as figurinhas?

Anônimo disse...

E do

Boaventura de Sousa Santos (Coimbra, 15 de Novembro de 1940) é doutor em sociologia do direito pela Universidade de Yale, professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, Distinguished Legal Scholar da Faculdade de Direito da Universidade de Wisconsin-Madison e Global Legal Scholar da Universidade de Warwick. É também director dos Centro de Estudos Sociais e do Centro de Documentação 25 de Abril[1], e Coordenador Científico do Observatório Permanente da Justiça Portuguesa[2] - todos da Universidade de Coimbra.

Participa da coordenação científica dos seguintes Programas de Doutoramento:
- Direito, Justiça e Cidadania no Século XXI
- Democracia no Século XXI
- Pós-Colonialismos e Cidadania Global

Dirige as seguintes colecções:

* Saber imaginar o social[3]

* A sociedade Portuguesa perante os desafios da globalização[4]

* Reinventar a emancipação social: para novos manifestos[5]



NADA, NADICA DE NADA, HEHEHEHEHE

maisvalia

Rolando disse...

Calma Augusto, não ponha palavras ou ideias em minha boca. Mas Meu, o negócio de "conhecimento de almanaque" o irritou bastante, né? Calma novamente, eu achei engraçado, leve na esportiva.

Aliás, esqueci de comentar que já li um livro do Orwell: Mantenha o sistema, ou algo assim. Não me cativou a ponto de ler outras obras dele nem de saber se era ou não socialista ou positivista ou leitor de almanaque.

Tampouco invejo a sua inteligência, como você diz. Até porque almanaque a gente encontra em qualquer lugar.

De resto, como já dizia o poeta, feche o almanaque e vá viver um pouco a vida.

Essa última frase vai pro meu twitter. Obrigado pela inspiração.

Augusto Nascimento disse...

"Até porque almanaque a gente encontra em qualquer lugar."
Uvas verdes, né? Não ter conseguido ler o Almanaque da Turma da Mônica (as multas da biblioteca-acumulando-se por décadas a fio- são um trágico lembrete, certo?) realmente o assombra. Almanaques viraram sua obsessão, seu fantasma, sua Moby-Dick (outro autor que você não sabe se foi socialista, positivista ou uma baleia branca: Melville).
"De resto, como já dizia o poeta, feche o almanaque e vá viver um pouco a vida."
Como diria um poeta maior, infinitamente maior:
"Vês! Ninguém assistiu ao lamentável
Enterro de tua última cincada.
Somente o analfabetismo- esta piada -
Foi teu companheiro inseparável!"

Anônimo disse...

E do boaventura - o mentor - o sapiente foge como o diabo da cruz.
Xi, esqueci, agora eu vou ser também papista. Mas tudo é culpa do buxi com os défices univetelinos (li no almanaque português) que não me deixou ver a democracia do sadam no iraque, hehehe

Augusto Nascimento disse...

Para o crédito dele, não foi Boaventura de Sousa Santos quem escreveu a famosa tese "O Analfabetismo é um Humanismo: Sarte, astrologia e o Anônimo na redefinição da identidade ideológica de Orwell e da acentuação das oxítonas", que foi publicada pela mesma editora da Grande Enciclopédia Lusitana, contando com prefácios elogiosos do Conselheiro Acácio e de João da Ega. No Brasil, a obra foi publicada em edição de luxo de papel de capim-permitindo que seus autores engulam suas palavras literalmente- pela UniverCidade Editora, contando com tradução esmerada de Olavo de Carvalho (chamado especialmente para traduzir do português, este idioma estrangeiro e misterioso, para o que quer que o Anônimo ache que se fala no Brasil), prefácio de Palhares, o amigo de Nelson Rodrigues e consultoria técnica do doutor Segadas, conhecido de Lima Barreto.

Augusto Nascimento disse...

"Mas tudo é culpa do buxi com os défices univetelinos (li no almanaque português)"
Não seria melhor ter lido em um idioma que você domine? Um grupo de humoristas sugeriu transformar a ignorância- ou o analfabetismo, não lembro- em língua oficial do Canadá. Por que não espera um pouco? Você, dependendo do sucesso deles, poderá importar o seu know-how direto do Canadá. Ou pode exportar seu know-how na área de ignorância para eles. Com os problemas do câmbio que a nossa economia enfrenta, a sua produção de asneiras deve ser nossa indústria mais competitiva no mercado internacional. Nelson Rodrigues já tinha dito que os burros salvariam o teatro, mas agora, eles vão é salvar nossa Balança Comercial!

Anônimo disse...

Esqueci, tudo é culpa do buxi, dos yankees malvados, dos défices, dos papistas, do Olavo - este buxi brasileiro. Se não fossem eles, todos nosotros burricos seríamos ricos e educados assim como o grande autor boaventura, de quem o sapiente se apropria de idéias obtusas, né?
Mas com o aquecimento global causado pelo buxi e o olavo mãe de santo, hehehehehehe

A culpa sempre são os outros, né sumo sacerdote da sapiência aprendida ou apreendida em gloriosos almanaques de curtura portugueses editados pelo sapente e inteligentíssimo boaventura, hehehe

maisvalia, seu burrico a dispor
ora pois pois

Rolando disse...

Ô Augusto, muda de almanaque. Você bravinho fica muito apelativo. ;]

Augusto Nascimento disse...

"Ô Augusto, muda de almanaque. Você bravinho fica muito apelativo. ;]"
Sei, meu burrinho. Bons esportistas são só os caras que tentam corrigir o português correto alheio (enquanto escrevem "facú") e mentem sobre os outros (eu escrevi várias vezes que Orwell era da esquerda não-leninista, e o analfabeto escreveu outras tantas que eu tinha afirmado que Orwell era comunista.)

Mr X disse...

Caraamba, o AN conseguiu comprar briga com todo mundo no blog... :-/ Calma, criatura. Lembre das palavras da Escritura (rimou):

"Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. Esforça-te, e tem bom ânimo; não pasmes, nem te espantes: porque o Senhor teu Deus é contigo, por onde quer que andares.”

P.S. Gostei da paródia do poema do seu xará Augusto dos Anjos. Se tiver alguma sugestão para o poema do domingo, é bem-vinda.

P.S.2: Volta, confetti!

Augusto Nascimento disse...

"A culpa sempre são os outros, né sumo sacerdote da sapiência aprendida ou apreendida em gloriosos almanaques de curtura portugueses editados pelo sapente e inteligentíssimo boaventura, hehehe"
Escondido nessas referências estúpidas a "almanaques poetugueses", está certamente o desejo recalcado a duras penas de que eu lhe conte o que está escrito nesses livros de língua estrangeira e misteriosa para você, o português (deve estar especialmente interessado em saber se algum almanaque tem a biografia de Orwell e as regras de acentuação de oxítonas). Você ainda não se recuperou da revelação de que, como um Monsieur Jourdain tupiniquim e mais idiotinha que o original, tem falado português a vida inteira sem se dar conta de que não vive em Portugal. Agora, está curiosíssimo a respeito da "última flor do Lácio", que, quando você tenta escrever nela, mais parece o primeiro cravo-de-defunto de Mombaça ou-pior!- do Mombaça.

Augusto Nascimento disse...

Mr X,
Longe de mim, negar a justiça e a justeza da citação bíblica, mas cabe também lembrar que, segundo Olavo de Carvalho, "Jesus disse: na verdade amais o que deveríeis odiar, e odiais o que deveríeis amar." Eu, definitivamente, não estou confuso com respeito ao que amo (a honestidade intelectual) e ao que odeio (a desonestidade intelectual).
E, como diria o meu outro xará, "comentarista de blog ou se omite ou se corrompe ou vai pra guerra." Eu resolvi ir para a guerra.
"Gostei da paródia do poema do seu xará Augusto dos Anjos. Se tiver alguma sugestão para o poema do domingo, é bem-vinda."
Muito obrigado. Tenho certeza que meus palpites nesta área são desnecessários (embora eu adore Castro Alves, Augusto dos Anjoes e Gonçalves Dias), pois as suas escolhas certamente são melheres que as minhas sugestões. Só como provocação, entretanto, sugiro o velho poeminha de D. Pedro II:
"O sincero acolhimento
Do fiel povo ituano
Gravado fica no peito
Do seu grato soberano"
Ruinzinho, mas sincero, eu imagino.

Augusto Nascimento disse...

"...Augusto dos Anjoes e Gonçalves Dias), pois as suas escolhas certamente são melheres...
Correção: "... Augusto dos Anjos e Gonçalves Dias), pois as suas escolhas certamente são melhores..."

Rolando disse...

Coitado do Augusto.

Acho que deveríamos fazer uma vaquinha para comprar-lhe outro almanaque.

E vejam vocês: essa alcunha calhou bem no Augusto.Pois almanaque, segundo o Houaiss, em gíria pueril de Portugal, é "indivíduo falador; linguarudo"


Augusto ALMANAQUE Nascimento.


Bom, chega desse lero-lero, passemos a outra página do alman..., digo, passemos ao próximo post.

Augusto Nascimento disse...

"E vejam vocês: essa alcunha calhou bem no Augusto.Pois almanaque, segundo o Houaiss, em gíria pueril de Portugal, é 'indivíduo falador; linguarudo'"
Daí, vem, então, a obsessão dos analfabetos com almanaques. Eles fazem como dizem que Cayce fazia: dão, inconscientemente, o diagnóstico de seus problemas (só falta a cura, mas para isso é que serve-ou deveria servir- o Ministério da Educação). E fazem em língua estrangeira (para eles), a última flor do Lácio: se não é prova de possessão pela besta quadrada do Apocalipse, é a prova que os kardecistas procuravam de que um idiota português pode reencarnar como um imbecil brasileiro. São almanaques, sabem disso e sabem que nada do que façam mudará tal sina. O exemplo clássico é o cara que tentou corrigir o meu português enquanto escrevia "facú", ficou impressionadíssimo com uma citação do inglês e uma palavra inglesa no meio de uma frase, ficou sucessivamente espantado, irritado e consternado ao ser confrontado com o fato de que se fala português fora de Portugal e-para coroar o brilhante show de arrogância inepta- nos explicou que Orwell era tory (deve ter havido algum tory chamado Orwell na velha Albion, então o analfabeto deve estar meio certo; afinal, o analfabetismo tem razões que o próprio analfabetismo desconhece-e que o Ministério da Educação não elimina). Deve ser por isso que temem tanto os almanaques: qualquer garoto com o almanaque da Turma da Mônica, que eles estão tentando ler sem sucesso há décadas, pode humilhá-los com facilidade. Talvez, eles devessem comprar um almanaque (ou um dicionário ao menos): não eliminaria a burrice deles, mas pouparia a humilhação de escrever "facú", achar que o português é uma língua estrangeira e ficar embasbacado diante de frases em inglês.

Augusto Nascimento disse...

"E vejam vocês: essa alcunha calhou bem no Augusto.Pois almanaque, segundo o Houaiss, em gíria pueril de Portugal, é 'indivíduo falador; linguarudo'"
Daí, vem, então, a obsessão dos analfabetos com almanaques. Eles fazem como dizem que Cayce fazia: dão, inconscientemente, o diagnóstico de seus problemas (só falta a cura, mas para isso é que serve-ou deveria servir- o Ministério da Educação). E fazem em língua estrangeira (para eles), a última flor do Lácio: se não é prova de possessão pela besta quadrada do Apocalipse, é a prova que os kardecistas procuravam de que um idiota português pode reencarnar como um imbecil brasileiro. São almanaques, sabem disso e sabem que nada do que façam mudará tal sina.

Augusto Nascimento disse...

O exemplo clássico do "almanaquismo" é o cara que tentou corrigir o meu português enquanto escrevia "facú", ficou impressionadíssimo com uma citação do inglês e uma palavra inglesa no meio de uma frase, ficou sucessivamente espantado, irritado e consternado ao ser confrontado com o fato de que se fala português fora de Portugal e-para coroar o brilhante show de arrogância inepta- nos explicou que Orwell era tory (deve ter havido algum tory chamado Orwell na velha Albion, então o analfabeto deve estar meio certo; afinal, o analfabetismo tem razões que o próprio analfabetismo desconhece-e que o Ministério da Educação não elimina). Deve ser por isso que temem tanto os almanaques: qualquer garoto com o almanaque da Turma da Mônica, que eles estão tentando ler sem sucesso há décadas, pode humilhá-los com facilidade. Talvez, eles devessem comprar um almanaque (ou um dicionário ao menos): não eliminaria a burrice deles, mas pouparia a humilhação de escrever "facú", achar que o português é uma língua estrangeira e ficar embasbacado diante de frases em inglês.

Augusto Nascimento disse...

Olavo de Carvalho antecipou-se às críticas de almanaque dos três porquinhos, digo, três burrinhos: "No Brasil, o sujeito possuir uma erudição superior é considerado uma aberração, uma falha de caráter, uma doença. Cada um tem de ler apenas o pouco que seus colegas leram, nem uma linha a mais. Se passar disso, ofende e humilha a corporação, sendo automaticamente condenado por delito de 'pedantismo'."
Quem diria que Olavo de Carvalho conhecia o homem da "facú" melhor do que o homem do "português, língua estrangeira" conhece a si próprio?

Rolando disse...

Augusto Almanaque, ainda com o negócio porque fulano que te corrigiu escreveu "facú".

Get over it. Vamor largar essa obsessão "almanaquíaca". rs.

Augusto Nascimento disse...

"Augusto Almanaque, ainda com o negócio porque fulano que te corrigiu escreveu 'facú'."
Ele não me corrigiu: para isso, eu teria que ter errado. Além disso, seria muito mesquinho se eu me apegasse a detalhes quando a obra viva do sujeito é bem mais abundante, variada e divertida do que meros errinhos:
1) Várias e várias vezes, passou os olhos pelas minhas respostas que afirmavam que Orwell era de esquerda, imediatamente deduzindo que eu dissera que Orwell era stalinista.
2) Tentou nos explicar que o português só é falado em Portugal. Ficou, primeiro, revoltadíssimo, depois, consternado quando expliquei que a Academia Brasileira de Letras e a população em geral eram de outra opinião.
3) Quando confrontado com uma citação do inglês e uma palavrinha inglesa no meio de uma frase, achou isso uma revoltante ostentação de conhecimento. Pelo menos, já sabemos que, se o negócio dele não é a última flor do Lácio, muito menos é a língua de Shakespeare. Será a língua do pê?
4) Aparentemente, o conceito de "défices gêmeos" ("twin deficits" no original) é um desafio insuperável para a pobreza intelectual do indivíduo.
5) Conseguiu citar Helmut Schmidt, cujo partido é membro da Internacional Socialista, como exemplo de... direitista(mostrando que, mesmo não tendo a coragem criminosa-ou a inteligência operacional- de um membro da FARC, certamente, vê o mundo com as mesmas deformações ideológicas).
6) Depois de ter falhado desgraçadamente como gramático (ao tentar me corrigir, por exemplo), filólogo, biógrafo, analista político, economista, tradutor e filósofo (um Leonardo da Vinci dos nossos tempos: um homem dos sete instrumentos quebrados), ele resolveu que a razão pela qual eu sei o que ele não sabe-mas tenta desesperadamente fingir que sabe- só pode ser uma: tenho acesso a a almanaques especiais que explicam todos os segredos de cujo entendimento a natureza cruel privou o senhor anônimo. Rui Barbosa dizia aprender com a Tico-tico, ninguém será cruel a ponto de censurar o pobre analfabeto que, diante daquelas marquinhas pretas em páginas brancas que o confundem, acredita que o segredo da vida está no almanaque do Tio Patinhas.

Augusto Nascimento disse...

"Augusto Almanaque, ainda com o negócio porque fulano que te corrigiu escreveu 'facú'."
Ele não me corrigiu: para isso, eu teria que ter errado. Além disso, seria muito mesquinho se eu me apegasse a detalhes quando a obra viva do sujeito é bem mais abundante, variada e divertida do que meros errinhos:
1) Várias e várias vezes, passou os olhos pelas minhas respostas que afirmavam que Orwell era de esquerda, imediatamente deduzindo que eu dissera que Orwell era stalinista.
2) Tentou nos explicar que o português só é falado em Portugal. Ficou, primeiro, revoltadíssimo, depois, consternado quando expliquei que a Academia Brasileira de Letras e a população em geral eram de outra opinião.
3) Quando confrontado com uma citação do inglês e uma palavrinha inglesa no meio de uma frase, achou isso uma revoltante ostentação de conhecimento. Pelo menos, já sabemos que, se o negócio dele não é a última flor do Lácio, muito menos é a língua de Shakespeare. Será a língua do pê?

Augusto Nascimento disse...

4) Aparentemente, o conceito de "défices gêmeos"("twin deficits" no original), por mais sucesso que faça entre os economistas, é um desafio insuperável para a pobreza intelectual do indivíduo.
5) Conseguiu citar Helmut Schmidt, cujo partido é membro da Internacional Socialista, como exemplo de... direitista(mostrando que, mesmo não tendo a coragem criminosa-ou a inteligência operacional- de um membro da FARC, certamente, vê o mundo com as mesmas deformações ideológicas).
6) Depois de ter falhado desgraçadamente como gramático (ao tentar me corrigir, por exemplo), filólogo, biógrafo, analista político, economista, tradutor e filósofo (um Leonardo da Vinci dos nossos tempos: um homem dos sete instrumentos quebrados), ele resolveu que a razão pela qual eu sei o que ele não sabe-mas tenta desesperadamente fingir que sabe- só pode ser uma: tenho acesso a a almanaques especiais que explicam todos os segredos de cujo entendimento a natureza cruel privou o senhor anônimo. Rui Barbosa dizia aprender com a Tico-tico, ninguém será cruel a ponto de censurar o pobre analfabeto que, diante daqueles símbolos pretos em páginas brancas que o confundem, acredita que o segredo da vida está no almanaque do Tio Patinhas.

Anônimo disse...

o gato faz: miuauuuu

a galinha faz: cócórócócó

o cão faz: au au auu

o rato faz: chiiichiiichii

o burro faz: iÓ

o grilo faz: cricri

a abelha faz: zzzzzzzzzzzzzzzzzZZZZZZzzzz

a ovelha faz: MÊêê

o cavalo faz: hihiiiihHIHIHhIHihIHHIHIHihihih

o elefante faz: prrrrrrrrrrrmmmmm

a pomba faz: grrrrrrou grou grou

o jumento faz: (o mesmo que o burro)

o macaco faz: uuuuAAAA uuuuaaaaaaAA

o peru faz: glu glu glu

Acabei de aprender ou apreender no almanaque de curtura do sapientíssimo e plagiadíssimo boaventura - ó português - silva, disponível para consulta em todas as facú de beira de esquina, que o buxi, os défices univitelinos, os papistas "plus" (para dar um sabor de ingleis) o olavo e os yankees hillbillies cristãos formaram a junta de superheróis assassinos que após matar o democrata sadam e perseguir mexicanos tipo roberto rodriguez MACHETA e muslins vão destruir a banânia e os súditos bananeiros.

Mas não se preocupem, teremos o ínclito, heróico, open mind, despojado, "intelequitual", genial,bravo, culto AN - só direi as iniciais para não pô-lo em risco, para salvar os seres inferiores e desprovidos de cérebro, nós - os burricos,


hehehehehehehehehehehehehe


maisvalia


PS. a novela continua.....

Augusto Nascimento disse...

"nós - os burricos"
Muito bom, o primeiro passo é admitir que tem um problema. A culpa não é sua, é da sociedade, e toda a sociedade tem que colaborar na luta contra o analfabetismo, é o que Carter, inspirado por William James, chamava de "equivalente moral da guerra". Como não é de se esperar que você saiba quem foram Carter e William James-não mais do que seria de se esperar que soubesse quem foi Orwell, quem é Helmut Schmidt e como se escreve "facu"-, vou usar o Método Paulo Freire e usar elementos do seu limitado universo mental para me comunicar com você, entendeu (bons tempos em que as crianças estudavam a Seleta em prosa e verso, mas a pequena coletânea explodiria seus miolos)? Don e Ravel em uma de suas músicas dizem que "Você também é responsável,
Então me ensine a escrever." Entendeu, agora, o conceito de "moral equivalent of war" (eu sei, eu sei: citação do inglês)? Próxima lição: Ravel viu a Uva, Don era o dono delas. Mais um milênio de esforços e você alcançará a sofisticação intelectual dos matutos e flagelados que Paulo Freire doutrinava (verdade seja dita, eles também não saíram do lugar).

Klauss disse...

Nossa, mãe!

68 comentários, 80% são todos do Augusto Nascimento...

Fugiu pela tangente de todos os comentários que fiz, não sabe sequer do que eu falei aqui, chamou de burro o cara que o fez de burro (e ele AINDA não percebeu) e tirou o dia pra ficar por aqui relinchando...

Quanto mais eu rezo mais assombração aparece.

O engraçado é que o cara apanha, apanha e depois se gaba: "cara, eu destrocei o pé dele com a minha costela!"...

Klauss disse...

Claro que ele acha que está "ganhando" alguma discussão.

Só ele tem tempo pra ficar aqui o dia inteiro arranjando sarna pra se coçar...

Vai arranjar um emprego, ô inútil!!!

Augusto Nascimento disse...

"O engraçado é que o cara apanha, apanha e depois se gaba: "cara, eu destrocei o pé dele com a minha costela!"...
Não, meu burrinho, você é quem destroçou a sua cara-de-pau com a facú do deficit do Orwell lusitano.
"Fugiu pela tangente de todos os comentários que fiz, não sabe sequer do que eu falei aqui, chamou de burro o cara que o fez de burro (e ele AINDA não percebeu)"
É, meu burrinho, fugi quando provei que Orwell não era direitista e quando provei que você não sabe a diferença entre esquerda e leninismo. Fugi quando provei que você é um analfabeto funcional com pretensões a ser o Professor Pasquale. Fugi quando provei que você não tinha ideia de quem era o "direitista" Helmut Schmidt(deve ter achado que ele era do DEM). Fugi quando provei que você não tem ideia de que língua se fala no Brasil (realmente, alegar que a lógica manda que só se fale português em Portugal foi uma jogada de mestre sua). Fugi quando provei que você se mete a falar de economia sem saber o que são défices e "défices gêmeos" e sem saber que Bush levou a dívida americana a níveis insustentáveis enquanto distribuía bondades fiscais aos amigos do rei.
O cara que "te" fez de burro deve ter sido o seu pai, meu burrinho. A genética é implacável, mas tenha força, rapaz, o governo está gastando uma grana com o Prouni para que analfabetos como você tenham uma segunda chance.

Augusto Nascimento disse...

"Claro que ele acha que está 'ganhando' alguma discussão."
Não acho, meu burrinho. Claramente, os mestres do Departamento de Português e Outras Línguas Exóticas da Facú Orwell-Schmidt é que estão fazendo e acontecendo. O Comitê do Prêmio Nobel tem que tomar nota das grandes contribuições deles à cultura brasileira, quiçá, mundial.
"Só ele tem tempo pra ficar aqui o dia inteiro arranjando sarna pra se coçar..."
Nunca teria pensado em definição melhor para o Trio Analfabetismo. Sarna. Obrigado. O próprio Cayce não faria, do fundo de sua inconsciência, autodiagnóstico mais certeiro e milagroso. E, realmente, vocês precisam de muito tempo para polir seus textos geniais sobre o conservadorismo de Orwell, o caráter exótico da última flor do Lácio, inculta e bela, e a acentuação das oxítonas. Vocês deveriam arranjar um emprego no jornalismo. Assim, a necessidade mesquinha de ganhar uns cobres não se meteria no caminho de sua compulsão de levar um pau argumentativo. Ouvi dizer que a APAE vai criar um boletim para que os excepcionais se expressem. No começo, claro, vocês não superariam seus colegas de folha (que têm uma desculpa para escrever "facú" e fazer doutas digressões sobre o direitismo de Helmut Schmidt e da Internacional Socialista, mas costumam se abster de fazer isso), mas com um pouco de esforço talvez...
"Vai arranjar um emprego, ô inútil!!!"
Já tenho um, meu burrinho. Trocaria de emprego com você, mas puxar a carroça de leite o dia todo machucaria meus pés. Diferen-temente de você, não uso ferraduras, você sabe.

Augusto Nascimento disse...

"O engraçado é que o cara apanha, apanha e depois se gaba: "cara, eu destrocei o pé dele com a minha costela!"...
Não, meu burrinho. Foi você quem quebrou a própria cara-de-pau com o apoio incondicional ao deficit da facú do Orwell lusitano.
"Fugiu pela tangente de todos os comentários que fiz, não sabe sequer do que eu falei aqui, chamou de burro o cara que o fez de burro (e ele AINDA não percebeu) e tirou o dia pra ficar por aqui relinchando...'
É, meu burrinho, a sua tangente lusitana provou que só se fala português em Portugal, que Orwell era tory desde criancinha, que as oxítonas terminadas em "u" recebem sempre acento, que Helmut Schmidt, da Internacional Socialista, é outro direitista desde criancinha, que Bush não elevou o défice, os gastos e o tamanho do governo a níveis desastrosos enquanto dava presentes aos amigões (começando por Cheney: caridade começa em casa na Casa Branca). A sua tangente ainda deu um furo de reportagem em Olavo de Carvalho e encontrou as armas de destruição em massa iraquianas.

Augusto Nascimento disse...

E o fato de você não saber escrever-embora escreva melhor que o cara da facú- não quer dizer que a gente não saiba do que você está falando, fique tranquilo. A questão de descobrir se você sabe o que está falando é que é profunda e complicada. Assim como "Loucura embora, tem lá o seu método", é possível que haja algum método na sua burrice, mas a psiquiatria não evoluiu o bastante para descobrir o que possa ser.
O cara que me fez de burro deve ser o seu pai (é o mesmo cara que "te" fez de burro). A genética é implacável: por causa dele, estou discutindo com um cara prejudicado pela hereditariedade genética que não consegue escrever um comentário curto (afinal, o negócio de puxar a carroça de leite ocupa a maior parte do precioso tempo dele) sem cometer erro quanto aos fatos em cima de erro quanto à lógica. Se os seu avô era/é assim, fica justificada a frase do juiz Oliver Holmes, "Three generations of imbeciles are enough" (alerta, alerta, citação do inglês detectada, contenham os faniquitos do anônimo).

Anônimo disse...

Sobre o óbvio plágio às idéias obtusas do inteligentíssimo portuga boaventura - autor do "curto" manual e almanaque de imbecilidades, nosso dom quixote de quem não se pode falar o nome, continua em silêncio sepulcral, mas o gato mia.....o buxi invade...
os papistas... o olavo....

maisvalia

PS deve vir 8 comentários para rechaçar este, nenhum sobre o iluminado boaventura, o sapientíssimo, vai ver que é o próprio com nick, hehehehe

Augusto Nascimento disse...

"... deve vir 8 comentários para rechaçar este, nenhum sobre o iluminado boaventura, o sapientíssimo, vai ver que é o próprio com nick."
Como explicar ao Professor Pasquale da facú Orwell (ninguém nunca exemplificou tão brilhantemente o lema orwelliano "Ignorance is strenght") que o correto é "devem vir" seria perda de tempo, ele que procure orientação sobre verbos de quem lhe deu orientações sobre oxítonas. O "iluminado Boaventura" é o gênio que ensinou que português é língua estrangeira, meu burrinho? Ou é o professor de história que deu aulas sobre o direitismo da Internacional Socialista? Ou é o gênio que lhe ensinou tudo que você queria saber sobre a política conômica de Bush, mas continua sem saber? Ah, esse é o Klauss: o sujeito que explicou que os juros no chão (para salvar a economia da primeira recessão de Bush) e a falta de fiscalização durante dois mandatos inteiros de Bush eram culpa... de Clinton! Ao menos, o professor Klauss resolveu assumir sua lusitanidade de anedota. Muito bom!

Klauss disse...

Cara! Você sabe que aqui não é seu lugar, você sabe que é incoveniente, e sabe que não fala nada com nada (esse seu academês vazio aí não convence ninguém).

Mas quem usa as palavras tão sem sentido para dizer coisa nenhuma, a não ser ocupar espaço, jamais vai entender: DÁ O FORA, IMBECIL!!!

Se acha tão inteligente e eu já estou aqui há meses te dizendo isso e você AINDA não entendeu!

Já começou a entender que eu o chamei de estúpido, o que é um começo! Só falta agora entender a segunda parte e nos felicitar com sua ausência.

O seu academês forjado para parecer mais inteligente não convence ninguém, a não ser você mesmo!

Se o cara fez uma alusão a Boaventura (alusão é diferente de plágio, seu animal!), eu estou pouco me importando! Podia ser do Shakespeare, do Dante, do São Tomás, da Bíblia, de Dostoiévski ou da puta que o pariu!

AH! Agora entendi! Você quer provar que não é analfabeto como eu disse. Mas, meu caro, analfabetismo funcional, de um cara que não sabe a diferença entre plágio e alusão, disfarça-se com academês. Eu não o chamei de analfabeto no mesmo sentido que eu chamaria o Lulla! Não estou falando da sua ortografia, nem da sua cultura de almanaque, mas da sua incapacidade de interpretar as coisas.

Mas vou começar do nível 1, de novo: CAI FORA!!!!

Ao invés de ficar tentando sondar as causas psiquiátrica ou genéticas de eu ter dito Cai fora, melhor você interpretar e sumir! Sinal que você estará evoluindo!!!

Anônimo disse...

Augusto Nascimento,
muito de vez em quando venho dar uma lida no que o Sr. X publica e também nos comentários.
Pois, fora a questão do positivismo, algo que, na minha ignorância, parece datado e, portanto desperdício argumentativo, estou deliciada com sua vasta cultura, e admirada com o hincapié em não deixar pedra sobre pedra na argumentação adversária, concorde ou não com o que você escreve.
Desculpe a curiosidade e responda se quiser: em qual área trabalhou ou trabalha?
E perdoe - se possível - meus erros gramaticais.

Cecilia

Augusto Nascimento disse...

"O seu academês forjado para parecer mais inteligente não convence ninguém, a não ser você mesmo!"
É, meu burrinho, o que convence é a facú da Internacional Direitista, digo, Socialista. Mais convincente ainda é culpar Clinton pelas políticas desastrosas de W (convincente mesmo é a risada de dois colegas meus em hora de almoço quando lhes mostrei o seu "academês"). É fascisnante que alguém acredite piamente que palavras e expressões como "défice", "juros", "Orwell" e "Internacional Socialista" sejam acadêmicas ou mesmo pseudoacadêmicas. A limitação do horizonte mental da criatura é comovente e assustadora.
"Eu não o chamei de analfabeto no mesmo sentido que eu chamaria o Lulla! Não estou falando da sua ortografia, nem da sua cultura de almanaque, mas da sua incapacidade de interpretar as coisas."
O grande intérprete das coisas é o sujeito que "provou" que Clinton fez com que os pobres bancos negociassem aqueles empréstimos desastrosos (entrementes, garantindo belos bônus e benefícios aos seus executivos) e fez com que os juros permanecessem artificialmente baixos durante o reinado de Bush. E, depois, "provou" que a culpa é de Obama, mostrando que não consegue absorver o conceito de "causa e efeito" (aquela vindo antes desta). Aposta garantida para o Prêmio de Ciências Econômicas em Memória de Alfred Nobel.

Augusto Nascimento disse...

"E perdoe - se possível - meus erros gramaticais."
Não ligo muito para erros gramaticais (desde que não impeçam a compreensão), ligo para a honestidade intelectual. O burrinho simplesmente resolveu brincar de professor Pasquale) e, quando desmascarado na sua ignorância, resolveu argumentar que não se fala português no Brasil. Resolveu, além disso, citar autores e personalidades políticas das quais nada entende.
"Desculpe a curiosidade e responda se quiser: em qual área trabalhou ou trabalha?"
Gerência de projetos, sou engenheiro civil. Recebo aposentadoria, mas continuo na ativa. Faz diferença?

Anônimo disse...

Ainda falta(m) ou fartam ou fart, yes of course, cinco inteligentíssimos, estupendos comentários para a çiça ler,enquanto isso o olavo... os défices... os papistas... OS ENGENHEIROS CONSTROEM O elevado Paulo de Frontin...IH ESQUECI DO BUXI,
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Augusto Nascimento disse...

"OS ENGENHEIROS CONSTROEM O elevado Paulo de Frontin"
Desde que não sejam os engenheiros da facú Orwell Tory. O pessoal de lá não entende de engenharia, mas recebe a completa formação cultural, que inclui português e outros idiomas estrangeiros.

Augusto Nascimento disse...

O pessoal da facú Orwell (o lema da facú, bem apropriado, aliás, é "IGNORANCE IS STRENGTH") também recebe lições de economia. Economia, segundo o professor Klauss, é a ciência em que o efeito (a maior crise desde a Grande Depressão, digamos) precede a causa (por exemplo, o governo Obama). Ele ainda não recebeu o Nobel porque se recusa a publicar suas ideias geniais. Ele quer primeiro ganhar o prêmio e depois publicar, provando assim o acerto de seus arrojados conceitos sobre a natureza do tempo, das causas e dos efeitos.

Anônimo disse...

Ainda fartam treis facú, hehehehehehehehehehehehhe




Era um dos engenheiros, né????



kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk


maisvalia

Augusto Nascimento disse...

"Era um dos engenheiros, né????"
A facú é sua, ninguém em tempo algum tinha construído uma antes. Você deveria saber quem contratou para colocar de pé a obra que você só pode colocar sobre as quatro patas (deve ter sido Klauss:além de "doublé" de economista e analista político, ele deve ser engenheiro também). Além de ser burro, está com Alzheimer?

Augusto Nascimento disse...

Senhores (e eventuais senhoritas e senhoras presentes no estabelecimento),
Passarei sexta, sábado e domingo fora (viagem de trabalho). Na minha ausência, lembrem-se de dar capim ao meu burrinho (Klauss não precisa de ajuda, ele já disse que conhece tudo sobre capim, que sabe que ele é abundante no final do ano; enfim, ele goza dos benefícios de sua larga e gloriosa experiência de cavalgadura e ruminante). O meu burrinho, por outro lado, é menos experiente e, pensando que português é língua estrangeira e não sabendo em que língua pedir o capim dele de cada dia, corre o risco de morrer à míngua. Não podemos permitir isso, claro. Colaborem com a causa: é "o Brasil que anda sobre duas pernas ajudando o Brasil que pasta".

Anônimo disse...

Esqueceu a última

Augusto Nascimento disse...

"Esqueceu a última"
Já com saudades, meu burrinho? Não precisa fingir que não sabe a diferença entre vários comentários em resposta a um comentário e, de outro lado, uma resposta para cada comentário estúpido seu "plus" um aviso geral. Nós já entendemos: você é burrinho, não precisa forçar a mão (ou pata). O pessoal saberá alimentá-lo na minha ausência. Não precisa se humilhar mais do que já fez (a facú e o português, língua estrangeira, são inesquecíveis).

Chesterton disse...

já entendi a atração do Borning August sobre esse post 9ele não sai daqui): é o título (se bem que de malvado é só a intenção).

Anônimo disse...

Xi, agora teremos que aguentar mais oito estupendos...

Nem a Çiça guenta o pai dos burricos desta vez, ó grande Iluminado, hehehe


maisvalia

Augusto Nascimento disse...

"Nem a Çiça guenta o pai dos burricos desta vez, ó grande Iluminado, hehehe"
Se a "Çiça" não aguenta o seu pai, o problema é deles, né, meu burrinho? Não seja indiscreto.
"já entendi a atração do Borning August sobre esse post 9ele não sai daqui): é o título (se bem que de malvado é só a intenção)."
Realmente, se eu não tivesse curiosidade quanto aos "feios, sujos e malvados", eu não discutiria com os quadrúpedes que citam autores que não conhecem, acreditam fervorosamente que o português é uma língua estrangeira e pensam que a Internacional Socialista é uma organização direitista, uma contraparte "reaça" do Foro de Sampa.

Anônimo disse...

Augusto,
tenha uma boa viagem.
Na verdade minha admiração se deve à lembrança do personagem Cyrano de Bergerac na cena em que é ofendido por ter o nariz enorme e, furibundo, mas ainda aparentando controle, vai despejando um jorro de considerações, de tal modo que seu ofensor não consegue articular mais nada. Outras cenas me vem à mente: D'Artagnan sozinho esgrimindo com uns 20 espadachins de Richelieu e, por fim, o personagem de Ionesco, aquele último que ainda não se havia transformado em rinoceronte, gritando ao final da peça um prolongado e surdo "não me rreeeendoooo...."
Perguntar sobre a sua atividade, foi a forma que encontrei para, talvez, tentar entender um pouco mais sobre si mesmo. Chego à conclusão de que já foi grande admirador de Comte, mas que atualmente faz uso da doutrina como blague.
Nós, da área das "Humanas" achávamos o pessoal da Engenharia limitadíssimo em matéria de sensibilidade geral e cultura geral, enquanto vocês, provavelmente nos viam como inúteis e delirantes.

Cecilia

Anônimo disse...

A frase daria uma déia melhor da situação, se ao invés de ...'aquele último que ainda não se havia transformado em rinoceronte, gritando...' fosse: aquele último que ainda não se havia transformado em rinoceronte,
e n c u r r a l a d o grita não me rreendooo....

Cecilia

Augusto Nascimento disse...

Prezada Cecília,
1) Muito obrigado pelos votos de boa viagem. Não fiquei ofendido pela sua curiosidade quanto a minhas atividades, apenas curioso.
2) Interessantemente, outra pessoa (na verdade, uma colega de trabalho) fez, tempos atrás, a comparação com D'Artagnan e suas dezenas de adversários, apresentando também outra comparação menos romântica: aqueles jogadores de xadrez que jogam várias partidas simultâneas. Suas comparações são simpáticas (mais do que eu mereço), mas cuidado para que a dupla dinâmica do analfabetismo funcional não a acuse de ser leitora de almanaques lusitanos.

Augusto Nascimento disse...

3)"Chego à conclusão de que já foi grande admirador de Comte, mas que atualmente faz uso da doutrina como blague."
Na verdade, ainda sou um grande admirador de Comte embora tenha, há tempos, me afastado dos grupos ortodoxos (Igreja Positivista, Clube Positivista, etc.) Certamente, a análise de Comte das leis que determinam o desenvolvimento dos indivíduos e sociedades estava basicamente correta. Além disso, o plano de ação sugerido por Comte teria evitado que o século XX se tornasse o século de sangue e trevas que foi. Ele propôs que os franceses devolvessem a Argélia aos argelinos, não lhe deram ouvidos: a Guerra da Argélia custou aproximadamente um milhão de vidas civis e a vida da Quarta República. Ele propôs que as classes dominantes incorporassem o proletário à sociedade industrial, não lhe deram ouvidos: o fantasma marxista, que se contentara, no século XIX, em rondar a Europa, matou uns cem milhões de seres humanos, condenou países à pobreza e à tirania e fez com que as classes dominantes irresponsáveis tivesssem que recorrer a golpes militares (64 aqui, 73 no Chile, etc.),regimes fascistas (na Itália, na Alemanha, no Japão, na Hungria, na Polônia, no Brasil entre 37 e 45) e à conscrição de inocentes (jovens negros pobres e segregados enviados à Indochina para lutar pela ditadura do Vietnã do Sul, por exemplo) só para tentar controlar os desastres causados por condições sociais que facilitavam o proselitismo vermelho. Comte sugeriu que todos, homens e mulheres, ricos e pobres, recebessem educação de boa qualidade. Enquanto isso, nosso imperador, amigo da cultura, dos livros e dos poetas, condenava quatro quintos ou mais do nosso povo ao analfabetismo. Comte sugeriu a abolição da escravidão (muitos dos mais ardentes defensores da Abolição eram positivistas; Júlio de Castilhos e a juventude militar do Rio são exemplos). No final,a Abolição foi conseguida graças à desobediência militar (Deodoro deixou claro que os militares não reprimiriam nem caçariam os escravos fugidos).Acho que as ideias de Comte merecem uma revisão atenta e séria (e, claro, têm o dom de irritar os resquícios do medievalismo entre nós, que estão acostumados com a pobreza intelectual do papismo).
4) "Nós, da área das 'Humanas' achávamos o pessoal da Engenharia limitadíssimo em matéria de sensibilidade geral e cultura geral, enquanto vocês, provavelmente nos viam como inúteis e delirantes."
Imagino que exista tal desentendimento, são as tais "duas culturas", citadas por C. P. Snow. Da minha parte, não tenho dúvida nenhuma da importância das humanidades, apenas peço vênia para observar que há muita empulhação, há muito charlatanismo nessa área.

Anônimo disse...

Não tem problema, Augusto, sempre adorei almanaques.

Cecilia

Augusto Nascimento disse...

Ainda bem.

Mr X disse...

Na era da Internet, ainda existem almanaques?

Hoje bastam o Google e a Wikipedia.

Ou talvez os blogs sejam os almanaques de nossa era.

Augusto Nascimento disse...

"Na era da Internet, ainda existem almanaques?"
Deve haver ainda almanaques (além do Almanaque Abril, por exemplo), o cinema não matou o teatro, a fotografia não matou a pintura, a universalização do ensino não matou o analfabetismo-só o promoveu à categoria de funcional, como foi abundantemente exemplificado pela dupla dinâmica- e o SPAM da Internet não impede que a Veja continue oferecendo a revista deles na minha caixa de correspondências. "Nem tudo tinham os
antigos, nem tudo têm os modernos; com os haveres de uns e outros é que se enriquece o pecúlio comum."- Machado de Assis

Anônimo disse...

Caro augusto,
procurarei ler mais sobre o positivismo para poder formar alguma idéia a respeito.

O que de imediato me chama a atenção é a sua frase: "o plano de ação sugerido por Comte teria evitado que o séc. XX se tornasse o séc. de trevas e sangue que foi".

De plano, acredito que nada, nada mesmo teria impedido os sombrios, grandiosos e cruciais acontecimentos do séc. XX, pelo singelo motivo de que o 'se' confina-se à esfera das hipóteses.

Mesmo descartando este primeiro pensamento como irrelevante, meus rudimentos de materialismo histórico (uma das inegáveis e boas contribuições do marxismo), me inclinam a pensar que planos de ação desenvolvidos por indivíduos - e, creio, houve abundância desses planos ao longo da história humana - planos formulados com o fim de reformar ou transformar as relações econômicas e sociais, justamente por estarem inseridos nas condições peculiares de suas respectivas épocas, tem seu alcance limitado pelas próprias transformações que a dinâmica sócio-econômica engendra.
Ou seja, mesmo a grandeza do pensamento de luminares que perscrutam e representam suas épocas, escassamente são suficientes para conduzir os povos a formas mais racionais de relações políticas, sociais ou individuais. Pelo menos não de forma mais continuada no tempo.
Quem sabe na ananké dos gregos resida o móvel de todas as ações humanas?
No mais, há sim, como diz, muita picaretagem nas Humanas, justamente por não serem Exatas. Mas mesmo do mais estapafúrdio pode-se tirar alguma reflexão.
É isto, Augusto.

Um abraço,

Cecilia

Klauss disse...

É, acho que sou mesmo seu burrinho, Augusto Nascimento. Afinal, convivendo com você aqui há tanto tempo, acaba que só eu que estou te dando ibope aqui!

Vc parece aquelas crianças mal-criadas, quanto mais a gente manda ficar quieto, mais se debate, mostra a língua e desobedece de propósito. Parece querer dizer: "vc não é meu pai, não manda em mim!!!"

Aproveita os seus três dias de viagem e fique por lá mesmo, animal! Você não percebeu que não é bem-vindo aqui? Engraçado que esse meu argumento vc nunca responde!

E cara, de novo fica aí rindo do que falei que a última crise americana começou com medidas do Clinton de dar moradia barata para quem não tinha crédito para pagar o financiamento. Ouviu falar de Fanny May e Freddie Mac?

Se você lesse Thomas Sowell ou outros analistas americanos fora do eixo NYT e Washington Post saberia de alguma coisa. Mas é sempre assim: a própria ignorância do ignóbil sempre vira o "teto" de sabedoria permitida, e o que está de fora desse espectro que ele mesmo delimitou é inexistente ou teoria da conspiração.

Mas quer saber? Eu tava tentando até agora fazer o imbecil deixar a gente em paz... Acho que o Mr. X devia é ter botado o mata-burro pra filtrar esse cara desde o começo. Como não faz isso, páro eu de ler isso aqui... Uma pena, pq o blog é excelente e os posts sempre acrescentam alguma coisa...

Augusto Nascimento disse...

"... você lesse Thomas Sowell ou outros analistas americanos fora do eixo NYT e Washington Post saberia de alguma coisa."
Ah, bom, se eu ler Sowell (eu sempre leio a coluna dele e de Walter Williams e li um livro dele, serve?-aliás, ele é o cara que disse que os défices comerciais não importavam e apoiou o candidato republicano na afirmação de que os fundamentos da economia de Bush eram bons, o que quer dizer, imagino, que um dia a crise acabará; se não acabar, a longo prazo estaremos todos mortos), eu vou "descobrir" que Bush não foi presidente por oito anos, não deu rédea livre aos amigões do mercado financeiro e que o FED dele não colocou os juros no chão, alimentando irresponsavelmente o boom imobiliário só para salvar o país da recessão provocada por Bush no começo do governo dele. Sei. Lendo Olavo de Carvalho, vou "descobrir" que ele achou as WMDs (mesmo que Bush ainda não saiba disso). Se eu ler um autor marxista, vou "descobrir" que se tivéssemos uma economia planificada estaria tudo bem. Todas essas maravilhas se eu sair do eixo NYT e Washington Post, das boas universidades, dos ganhadores do Nobel, preferindo em vez disso uma facção minoritária e desmoralizada (os equivalentes acadêmicos dos Tea Partiers).
"Como não faz isso, páro eu de ler isso aqui... "
"Isso aqui", o blog? Não precisa: se você põe as coisas nesses termos, eu-para deixar de causar aborrecimentos irreversíveis (se você deixar de ler o blog) ao Mr X- para de comentar. Vou só responder ao comentário de Cecília. O meu avião sai daqui a algumas horas mesmo.

Augusto Nascimento disse...

"... planos formulados com o fim de reformar ou transformar as relações econômicas e sociais, justamente por estarem inseridos nas condições peculiares de suas respectivas épocas, tem seu alcance limitado pelas próprias transformações que a dinâmica sócio-econômica engendra."
É uma reflexão justa (Comte foi o fundador da Sociologia, não deu a palavra final sobre o assunto), mas há momentos históricos em que os povos-ou seus líderes- podem fazer escolhas (basta comparar os países africanos e os Tigres Asiáticos, saídos de pobreza similar e sob regimes autoritários ou as duas Coreias, por exemplo) de efeito duradouro sobre as relações sociais, modernizando-as e humanizando-as. Pense no tempo precioso que desperdiçamos com a Escravidão moribunda (fomos, por obra e graça da monarquia, a última nação ocidental a abolir a Escravidão) e no potencial jogado fora quando entregamos os ex-escravos à própria sorte. Pense no tempo que desperdiçamos com o analfabetismo (sob o Imperador, tão amigo dos livros e da cultura, no mínimo, quatro quintos de nossa população eram analfabetos) e, agora, com uma educação de péssima qualidade. Além disso, Comte rejeitou de forma clara o Colonialismo e o Imperialismo (incluindo o Imperialismo e o Colonialismo de sua pátria, a França). Se tais valores tivessem sido absorvidos pelas elites dirigentes europeias, é possível que as "guerras civis europeias", que marcaram o século passado, abalaram a velha ordem e deram chance aos totalitarismos fascista e comunista, não tivessem acontecido. Também é possível que as ex-colônias, sem a necessidade psicológica de romper espiritualmente com as metrópoles derrotadas em guerras sangrentas (as guerras coloniais francesa e portuguesa sendo ótimos exemplos), não fossem presa tão fácil para ditadores militares e para a agitação comunista. Mesmo que as relações sociais tenham sua influência sobre o comportamento humano, elas sozinhas não o guiam em todos os seus atos. Não foram as "relações sociais" quem levou os bocheviques à vitória (eles já tinham tentado conspirações e levantes antes): foram a tragédia da I Guerra e o colapso do governo russo. As relações sociais não explicam nem o fechamento da China por décadas sob Mao nem sua abertura relativa sob Deng. As relações sociais não explicam o antissemitismo virulento dos nazistas, mas suas concepções ideológicas e suas estratégias de tomada e manutenção do poder explicam. Em vários momentos, uma concepção política menos mesquinha, menos míope, mais humana teria feito enorme diferença.
Ananké? Agora, Klauss vai acusá-la de ler almanaques gregos.
Enfim, tenho que ir ao aeroporto agora.
Abraços.

Augusto Nascimento disse...

"Não precisa: se você põe as coisas nesses termos, eu-para deixar de causar aborrecimentos irreversíveis (se você deixar de ler o blog) ao Mr X- para de comentar."
Correção: "... (se você deixar de ler o blog) ao Mr X- paro de comentar."