Recentemente um chicano psicótico com problemas mentais de identificação de gênero esfaqueou duas jovens mulheres brancas. Uma delas morreu. Não foram divulgadas as causas do ataque, mas o assassino havia anteriormente publicado dezenas de manifestações de brancofobia nas mídias sociais.
Outro caso interessante recente foi um refugiado nigeriano que em 2015 contaminou várias mulheres brancas islandesas com AIDS. Similar a um caso mais antigo na Polônia que mencionei nos comentários do post anterior. Também nestes casos parece ter sido proposital, com o objetivo de ódio aos brancos e às brancas.
Estas notícias, embora tristes e preocupantes, são interessantes para analisarmos a curiosa relação entre racismo, violência, imigração, feminismo e mulheres brancas.
Recentemente assisti ao filme "Straw Dogs" ("Sob o domínio do medo" no título em português, ou "Cães de Palha" numa tradução literal). Um bom thriller de Sam Peckinpah com Dustin Hoffman.
Bem, a partir daqui terei que contar detalhes do filme, então quem quiser continuar a ler clique para ler mais.
sábado, 14 de janeiro de 2017
Um planeta negro?
Em quase todo o mundo a natalidade está caindo. Até na Índia, China e países árabes, outrora populosos, a modernidade da baixa fertilidade chegou e a maioria das pessoas têm um ou dos filhos apenas. Na Europa ocidental e em países asiáticos como o Japão a taxa de nascimentos chega a ser ainda menor do que isso.
Existe uma única exceção: a África negra subsaariana, onde as mulheres continuam parindo 5 ou 6 crianças, a um ritmo alucinante.
Existem projeções que indicam que, se continuar assim, a população africana quintuplicará nas próximas décadas.
Naturalmente, os poderes globais, que não perdem uma oportunidade para estuprar o resto da humanidade, estão trabalhando para enviar todo esse excedente populacional para a Europa, EUA e Austrália. Quem sabe até para o Japão.
Vamos falar a verdade? Apesar de sua ginga, sua extroversão, sua inegável simpatia e de seus inusitados dons musicais, muitos negros cometem crime em proporção alarmante. Pelo menos cinco vezes mais do que as outras raças. (Alguns dizem que seria até 25 vezes mais e, em alguns tipos específicos de crime, 200 vezes mais).
Eu não sei por que isto ocorre. Há diversas teorias, desde a maior testosterona a menor controle dos instintos. Mas onde existem negros, existe (mais) crime. É um fato inegável e só não posto os links aqui porque estou com preguiça. Se alguém tiver provas contrárias, por favor postar.
O pior é que muitas vezes é um tipo de crime estúpido, sem nexo. Tipo: matar alguém por um celular. Que depois ele troca por uma pedra de crack. E não é só contra os brancos, não, é principalmente contra outros negros. Quando alguém falar que "a maioria das vítimas de homicídios são negros", lembre-lhes que a maioria dos homicidas também são. Brigas de gangue e mortes por motivos fúteis são extremamente comuns. Já li até notícia de um negro matar outro por fazer barulho demais fritando um ovo de manhã.
Outra coisa que chama a atenção nos negros (naturalmente, refiro-me aqui sempre aos negros do gueto: existe um percentual de negros de classe média que não exibem este comportamento patológico e trabalha e vive normalmente blábláblá) é o prazer que exibem ao cometer violência.
Vejam o recente caso do jovem deficiente sequestrado, torturado e filmado por quatro negros doidos. Ou vejam a foto abaixo. Digam se conseguem imaginar alguma outra raça, sejam brancos, asiáticos, indianos, até mesmo árabes ou ciganos, agindo desta maneira. Bem, talvez árabes e ameríndios, mas acho que não. Estes podem também cometer crime, mas de forma um pouco mais racional.
Muitos falam sobre diferenças entre inteligência. Estas na verdade não me preocupam nem me parecem tão importantes. Conheci alguns jovens brancos com deficiência mental. Eram simpáticos, esforçados, poderiam nem fazer tudo direito mas tinham vontade de aprender. Nenhum deles era violento. Então o problema é claramente outro.
Dizem que os negros são mais masculinos. É possível. Porém, uma coisa curiosa, suas sociedades na África são matriarcais. A mulher é que coordena, trabalha, cuida dos filhos, enquanto o homem fica sentado conversando. No gueto afro-americano é assim também. Cheio de baby mamas trabalhando e se matando enquanto o homem fica de boa fumando e indo atrás de branquelas. Há algo de admirável nas mulheres negras, bem, algumas delas. Nos jovens homens negros, um pouco menos.
Seria o gene MAOA? Alguns dizem que esta poderia ser a causa da violência. Mas então por que será que ninguém acha algum antídoto? Nossa! Se fosse possível, através de injeção, manipulação genética, drogas ou o que fosse, para desligar este gene e controlar o aspecto criminal (seja dos negros e seja de quem for) seria uma benção. Na verdade, longe de ser racista, seria a salvação para os negros, pois ninguém mata mais os negros do que outros negros.
Vejam bem. Não gosto dos brancos. Estou bem longe de achar que sejam uma "raça superior". Porém, uma coisa que eles conseguiram (e não foi tão antigamente assim, afinal até há poucos séculos eram um povo relativamente violento) foi criar sociedades onde você pode andar na rua com pouca possibilidade de ser assaltado, morto ou estuprado. Parece pouco, mas neste mundo imundo, ao menos é alguma coisa.
De qualquer modo, os africanos, com uma pequena ajuda dos globalistas, parecem estar vencendo a corrida darwiniana. Se reproduzem mais, se espalham pelos quatro cantos do planeta, e ainda copulam e se reproduzem com branquelas estúpidas. Seria o futuro um planeta majoritariamente negro e mulato?
A perspectiva é assustadora. Seria o fim da civilização. Que digo? Seria o fim da história, mesmo. Seria como a extinção dos dinossauros, um evento cataclismático quase sem precedentes. Imagine um planeta inteiro se transformando numa favela queniana.
Porém, não acredito que isto ocorra. Acho que é mais um conto da carochinha para assustar a criança branquela. O fato é que a maior natalidade africana, bem como sua migração para outras partes do mundo, só ocorre graças ao branco. É ele que ajuda a África e ainda recebe milhares de barcos carregados de africanos. Ontem com a escravidão, hoje "salvando refugiados".
Quando a nova crise econômica mundial chegar, penso que não haverá mais dinheiro ou paciência para isto. E o branco será salvo pelo gongo.
É ao menos a esperança que resta.
P.S. E antes que me acusem de "racista": por que não é possível criticar os negros se estes se comportam mal? Não são eles também humanos e portanto passíveis de crítica? Se podemos criticar brancos e asiáticos e judeus (er...), que mal há em criticar negros também? E, no mais, nada há de racista em desejar a sobrevivência de seu povo, ou em querer que a Europa e EUA simplesmente não virem favelas gigantes.
P.S. 2. Aqui, errei um pouco ao dizer que brancos não cometeriam quebra-quebra ou vandalismo, isto é até comum entre os hooligans europeus. Também não quis dizer que brancos não cometem crime de seqüestro e tortura de inocentes, psicopatas existem em todas as raças. Tudo o que quis dizer é que proporcionalmente, em média (por que é tão difícil de entender isto?) negros cometem mais crime do que brancos, asiáticos, etc.
Porém, quando escrevi pensava nos EUA, onde a minoria negra é mais enfezada. Nos países todos misturados como o Brasil, isto é um pouco diferente. De fato poderíamos argumentar que a maioria dos criminosos no Brasil são mestiços triraciais, enquanto os africanos mais puros parecem ser mais tranquilos. Mas, não tenho estudos a respeito. Também é verdade que em países de alta criminalidade como Guatemala e Honduras, a maioria do crime é cometido por mestiços hispânicos.
No mais, nada tenho contra negros que cumprem a lei, estou aqui só tentando entender as causas da ao menos aparente maior violência, e questionando se a alta natalidade na África e sua exportação para países "antigamente conhecidos como brancos" é mesmo uma boa ideia.
E finalmente, quem tem mais ódio racista no coração, eu, ou o comentarista anônimo que no post anterior escreveu "vamos empretecer e islamizar a europa em poucas décadas"?
Existe uma única exceção: a África negra subsaariana, onde as mulheres continuam parindo 5 ou 6 crianças, a um ritmo alucinante.
Existem projeções que indicam que, se continuar assim, a população africana quintuplicará nas próximas décadas.
Naturalmente, os poderes globais, que não perdem uma oportunidade para estuprar o resto da humanidade, estão trabalhando para enviar todo esse excedente populacional para a Europa, EUA e Austrália. Quem sabe até para o Japão.
Vamos falar a verdade? Apesar de sua ginga, sua extroversão, sua inegável simpatia e de seus inusitados dons musicais, muitos negros cometem crime em proporção alarmante. Pelo menos cinco vezes mais do que as outras raças. (Alguns dizem que seria até 25 vezes mais e, em alguns tipos específicos de crime, 200 vezes mais).
Eu não sei por que isto ocorre. Há diversas teorias, desde a maior testosterona a menor controle dos instintos. Mas onde existem negros, existe (mais) crime. É um fato inegável e só não posto os links aqui porque estou com preguiça. Se alguém tiver provas contrárias, por favor postar.
O pior é que muitas vezes é um tipo de crime estúpido, sem nexo. Tipo: matar alguém por um celular. Que depois ele troca por uma pedra de crack. E não é só contra os brancos, não, é principalmente contra outros negros. Quando alguém falar que "a maioria das vítimas de homicídios são negros", lembre-lhes que a maioria dos homicidas também são. Brigas de gangue e mortes por motivos fúteis são extremamente comuns. Já li até notícia de um negro matar outro por fazer barulho demais fritando um ovo de manhã.
Outra coisa que chama a atenção nos negros (naturalmente, refiro-me aqui sempre aos negros do gueto: existe um percentual de negros de classe média que não exibem este comportamento patológico e trabalha e vive normalmente blábláblá) é o prazer que exibem ao cometer violência.
Vejam o recente caso do jovem deficiente sequestrado, torturado e filmado por quatro negros doidos. Ou vejam a foto abaixo. Digam se conseguem imaginar alguma outra raça, sejam brancos, asiáticos, indianos, até mesmo árabes ou ciganos, agindo desta maneira. Bem, talvez árabes e ameríndios, mas acho que não. Estes podem também cometer crime, mas de forma um pouco mais racional.
Muitos falam sobre diferenças entre inteligência. Estas na verdade não me preocupam nem me parecem tão importantes. Conheci alguns jovens brancos com deficiência mental. Eram simpáticos, esforçados, poderiam nem fazer tudo direito mas tinham vontade de aprender. Nenhum deles era violento. Então o problema é claramente outro.
Dizem que os negros são mais masculinos. É possível. Porém, uma coisa curiosa, suas sociedades na África são matriarcais. A mulher é que coordena, trabalha, cuida dos filhos, enquanto o homem fica sentado conversando. No gueto afro-americano é assim também. Cheio de baby mamas trabalhando e se matando enquanto o homem fica de boa fumando e indo atrás de branquelas. Há algo de admirável nas mulheres negras, bem, algumas delas. Nos jovens homens negros, um pouco menos.
Seria o gene MAOA? Alguns dizem que esta poderia ser a causa da violência. Mas então por que será que ninguém acha algum antídoto? Nossa! Se fosse possível, através de injeção, manipulação genética, drogas ou o que fosse, para desligar este gene e controlar o aspecto criminal (seja dos negros e seja de quem for) seria uma benção. Na verdade, longe de ser racista, seria a salvação para os negros, pois ninguém mata mais os negros do que outros negros.
Vejam bem. Não gosto dos brancos. Estou bem longe de achar que sejam uma "raça superior". Porém, uma coisa que eles conseguiram (e não foi tão antigamente assim, afinal até há poucos séculos eram um povo relativamente violento) foi criar sociedades onde você pode andar na rua com pouca possibilidade de ser assaltado, morto ou estuprado. Parece pouco, mas neste mundo imundo, ao menos é alguma coisa.
De qualquer modo, os africanos, com uma pequena ajuda dos globalistas, parecem estar vencendo a corrida darwiniana. Se reproduzem mais, se espalham pelos quatro cantos do planeta, e ainda copulam e se reproduzem com branquelas estúpidas. Seria o futuro um planeta majoritariamente negro e mulato?
A perspectiva é assustadora. Seria o fim da civilização. Que digo? Seria o fim da história, mesmo. Seria como a extinção dos dinossauros, um evento cataclismático quase sem precedentes. Imagine um planeta inteiro se transformando numa favela queniana.
Porém, não acredito que isto ocorra. Acho que é mais um conto da carochinha para assustar a criança branquela. O fato é que a maior natalidade africana, bem como sua migração para outras partes do mundo, só ocorre graças ao branco. É ele que ajuda a África e ainda recebe milhares de barcos carregados de africanos. Ontem com a escravidão, hoje "salvando refugiados".
Quando a nova crise econômica mundial chegar, penso que não haverá mais dinheiro ou paciência para isto. E o branco será salvo pelo gongo.
É ao menos a esperança que resta.
P.S. E antes que me acusem de "racista": por que não é possível criticar os negros se estes se comportam mal? Não são eles também humanos e portanto passíveis de crítica? Se podemos criticar brancos e asiáticos e judeus (er...), que mal há em criticar negros também? E, no mais, nada há de racista em desejar a sobrevivência de seu povo, ou em querer que a Europa e EUA simplesmente não virem favelas gigantes.
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| Em breve numa rua perto de você. |
P.S. 2. Aqui, errei um pouco ao dizer que brancos não cometeriam quebra-quebra ou vandalismo, isto é até comum entre os hooligans europeus. Também não quis dizer que brancos não cometem crime de seqüestro e tortura de inocentes, psicopatas existem em todas as raças. Tudo o que quis dizer é que proporcionalmente, em média (por que é tão difícil de entender isto?) negros cometem mais crime do que brancos, asiáticos, etc.
Porém, quando escrevi pensava nos EUA, onde a minoria negra é mais enfezada. Nos países todos misturados como o Brasil, isto é um pouco diferente. De fato poderíamos argumentar que a maioria dos criminosos no Brasil são mestiços triraciais, enquanto os africanos mais puros parecem ser mais tranquilos. Mas, não tenho estudos a respeito. Também é verdade que em países de alta criminalidade como Guatemala e Honduras, a maioria do crime é cometido por mestiços hispânicos.
No mais, nada tenho contra negros que cumprem a lei, estou aqui só tentando entender as causas da ao menos aparente maior violência, e questionando se a alta natalidade na África e sua exportação para países "antigamente conhecidos como brancos" é mesmo uma boa ideia.
E finalmente, quem tem mais ódio racista no coração, eu, ou o comentarista anônimo que no post anterior escreveu "vamos empretecer e islamizar a europa em poucas décadas"?
sábado, 31 de dezembro de 2016
Notas de fim de ano
Caros, não ia escrever mais em 2016, mas no fim não tenho nada para fazer neste fim de ano, ninguém me convidou para festa nenhuma, então, por que não?
Tive a oportunidade de visitar a Islândia por um brevíssimo período. Querem saber? Não gostei muito. Tudo muito caro, uma cidade sem grandes atrativos, tudo moderno e meio sem sal. Hard Rock Cafe, McDonalds, Starbucks. Confesso que eu esperava algo mais exótico, e encontrei uma cidade genérica ocidental, só que com mais neve e o triplo do preço de outros lugares. Visitei o museu de arte local, só havia arte moderna, a mesma droga decadente de sempre. Todo um andar era dedicado à Yoko Ono, o resto a artistas islandeses de arte pop. Parece que não existiram bons pintores islandeses.
Surpreendentemente, também tinha bastante grafitti (pixação mesmo) nos muros da cidade. Seriam gangues de islandeses? O país não tem muitas minorias ou imigração, ao menos por enquanto.
Comparando apenas pelo que vi nas ruas e nos bares, as mulheres locais não são em média muito bonitas. Algumas tinham cara de esquimós. Outras eram loiras, mas não vi nenhuma de olhos azuis (na Alemanha era bastante comum, e aliás, as mulheres alemãs dão de sete a um nas da Islândia).
Parece que os islandeses são uma mistura de noruegueses com dinamarqueses com escoceses. Muitas tem rosto meio redondo e nariz arrebitado. Eis duas típicas islandesas:
Tive a oportunidade de visitar a Islândia por um brevíssimo período. Querem saber? Não gostei muito. Tudo muito caro, uma cidade sem grandes atrativos, tudo moderno e meio sem sal. Hard Rock Cafe, McDonalds, Starbucks. Confesso que eu esperava algo mais exótico, e encontrei uma cidade genérica ocidental, só que com mais neve e o triplo do preço de outros lugares. Visitei o museu de arte local, só havia arte moderna, a mesma droga decadente de sempre. Todo um andar era dedicado à Yoko Ono, o resto a artistas islandeses de arte pop. Parece que não existiram bons pintores islandeses.
Surpreendentemente, também tinha bastante grafitti (pixação mesmo) nos muros da cidade. Seriam gangues de islandeses? O país não tem muitas minorias ou imigração, ao menos por enquanto.
Comparando apenas pelo que vi nas ruas e nos bares, as mulheres locais não são em média muito bonitas. Algumas tinham cara de esquimós. Outras eram loiras, mas não vi nenhuma de olhos azuis (na Alemanha era bastante comum, e aliás, as mulheres alemãs dão de sete a um nas da Islândia).
Parece que os islandeses são uma mistura de noruegueses com dinamarqueses com escoceses. Muitas tem rosto meio redondo e nariz arrebitado. Eis duas típicas islandesas:
Não entendo muito aqueles que idolatram os nórdicos, acho que trata-se de uma visão idealizada e bastante ingênua. E por falar em ingenuidade, acho que não existe povo mais ingênuo do que o norte-europeu. Se é que é mesmo ingenuidade, ou alguma outra coisa. Basta ver o que está acontecendo na Suécia.
Na Alemanha também, o suicídio é da ordem do dia. Eis que os pais da jovem estuprada e assassinada por um refugiado afegão decidiram, no próprio enterro da garota, solicitar doações de ajuda a refugiados. Se isso não é doença mental, eu não sei o que é.
Sul-europeus e eslavos parecem ser um pouco menos tolos ou arrogantes, em média.
Por outro lado, não vi muitos casais interraciais na Alemanha (mas lembro de pelo menos uma loira com um negro e uma criancinha mista, fora as jovens dançando com afros nos clubes). Mas a maioria dos casais é mesmo de brancos com brancos e de árabes com árabes e de turcos com turcas. Se bem que vi um misto de turco-alemão casado com uma colombiana (o povo já misturado tende a se misturar mais?)
Nos EUA, há bem mais casais interraciais, se bem que a maioria são de brancos com asiáticas, e alguns de brancas com negros, mas mais entre os pobres ou proletários.
Acho que o Canadá foi o país onde vi mais casais de classe média interraciais. Quando visitei por algumas semanas duas grandes capitais via todo dia ao menos três casais interraciais, alguns com crianças. A maioria de brancas com negros, mas alguns de brancos com negras também, como podem ver aqui:
Porém, neste caso, vejo mais culpa na mulher do que no homem. A mulher é quem determina o acesso à sua vagina. O típico branquelo se vê rejeitado uma, duas, cem vezes, aí desiste e acaba tentando com uma asiática, uma mulata, ou até uma negra simpática, afinal todos precisam de amor e companheirismo. Já a mulher branca (feia ou bonita, não importa) que casa com um árabe ou africano é mesmo porque rejeitou dezenas de outras opções.
As cidades nórdicas não são lá muito bonitas. As cidades mais bonitas da Europa, e por extensão do mundo, são as cidades dos países católicos. França, Itália, Portugal, Espanha. A região mais bonita da Alemanha, a Bavária, também é católica. Praga e Budapest, as cidades mais bonitas do leste europeu? Católicas também.
As mulheres católicas também são as mais bonitas. As europeias mais bonitas que conheci eram provenientes de regiões católicas.
Ou seja, assim como (de acordo com Leopardi) o fato de que o homem, ao contrário dos animais, não consiga sentir-se feliz ou completo em si mesmo é uma prova da imortalidade da alma, o fato de que as cidades e as mulheres mais bonitas sejam católicas deve ser uma prova de que esta é a religião mais próxima da correta.
Deus seja louvado!
Um bom 2017 a todos nós.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
Convergência
Coisas estranhas andam acontecendo no mundo.
Nos recentes atentados em Berlim, mais uma vez o terrorista "esqueceu" seu passaporte no local do crime, e mais uma vez, foi morto poucos dias depois sem sequer poder ser interrogado. Alguns dizem que este e outros atentados seriam na verdade operações de agências secretas ocidentais (CIA, FBI, KGB, Mossad, etc). Não sei; é possível, e nem seria a primeira vez. O terror "comunista" na Europa Ocidental dos anos 70 como as Brigadas Vermelhas na Itália ou Baader-Meinhoff na Alemanha foi na verdade parte de uma operação da NATO chamada Gladio. Qual o objetivo? Manter a população com medo do comunismo? Justificar gastos militares? Vai saber. Mas o terrorismo é quase sempre financiado e planejado por governos; "lobos solitários" são raros e, quase sempre, incompetentes.
Da mesma forma, hoje tampouco é muito claro o objetivo, já que a mensagem passada ao povo é esquizofrênica. Por um lado, nos informam que muçulmanos são perigosos e estão toda hora a fim de nos matar. Por outro, afirmam que isto não nos deve preocupar e que, ao contrário, devemos aceitar cada vez mais muçulmanos, porque... por que mesmo? Não há motivo nenhum, na verdade.
A tal elite branca sempre foi imperialista, parece que sempre precisou ou desejou ter outros povos sob o seu comando. Outrora isto foi feito seja trazendo populações como escravas, seja invadindo e colonizando outros países. Hoje é a mesma coisa, só que com entrega a domicílio: em vez de colonizar os outros países não-brancos, traz-se os não brancos para casa. Mais prático.
O progressismo e o multiculturalismo não são um discurso de igualdade, mas um tipo de superioridade às avessas. Por um lado o branquelo idealiza o Outro como um "bom selvagem", mas, por outro, quer convertê-lo às suas causas. Ontem o cristianismo, hoje o materialismo, o feminismo e o casamento gay.
Ainda assim, com tanta esquizofrenia e contradições, o discurso das elites está soando cada vez mais vazio e delirante. Até mesmo o povo zumbi começa a acordar.
Anos atrás quando comecei a ler o Lawrence Auster e publicar aqui minhas próprias reflexões, este era um dos poucos blogs em português que falava sobre certos assuntos meio proibidos (imigração, islamismo, feminismo, progressismo, rac(ial)ismo.)
Em inglês também não tinha tanta opção, fora alguns fóruns não muito bem freqüentados. O próprio Auster era uma figura solitária ao mencionar alguns temas tabu como estes.
Vários anos depois, eis que existem dezenas de opções diferentes, existe até todo um site como o unz.com que engloba as mais diversas vertentes da alt-right à alt-left, sites maiores e mais conhecidos como Breitbart se tornaram quase mainstream, e até personalidades tarimbadas brasileiras como Olavo de Carvalho passaram a abordar alguns destes temas.
E Trump venceu as eleições.
Eis então que eu e este blog ficamos desnecessários; fizemos nossa parte para contribuir com o diálogo socio-político-cultural.
Quero dizer com isto que minha missão neste planeta terminou. Serei agora enviado para a galáxia X-97, onde uma civilização extra-terrestre ainda menos evoluída do que a nossa encontra-se ainda em um processo de transição no qual precisarei auxiliar.
Não, falando sério, realmente não sei se o blog ainda tem alguma utilidade, ainda que "utilidade" não seja bem a palavra. A única utilidade real foi para mim, para poder extravasar certas reclamações que não podia fazer em frente a outros, devido justamente a esta proibição moral de se discutir certos temas. Porém, nem sempre acertei.
Uma coisa estranha: no outro dia sonhei com o Chesterton. Não o bom e velho G.K., mas o comentarista que costumava por um longo tempo comentar aqui e que faz um bom tempo sumiu. Nunca o conheci pessoalmente, mas, no sonho, ele dava um jeito de me encontrar através de algum hacking esperto e aparecia na minha casa. Lá recriminava-me por algumas opiniões estúpidas e controversas que cheguei a escrever.
De fato, escrevi muita besteira ao longo do tempo. Desde (no início) um pró-israelismo e admiração exagerada dos neocons beirando a palestinofobia, ao oposto, críticas por vezes excessivas a certas raças, etnias, ou até mesmo às mulheres, além de um pessimismo por vezes exagerado também.
Da mesma forma, encontrei na vida real pessoas anti-imigração que eram sinistras ou insuportáveis, e imigrantes que eram boa gente e realmente apenas procuravam um pouco de paz e calor, e portanto não posso ser tão radical assim.
No fim, a sabedoria estava sempre no meio-termo.
(Generalizar nunca é bom; ao mesmo tempo, às vezes é necessário, ou não poderíamos tirar conclusões sobre nada.)
Não lembro como o sonho acabava, mas acho que Chesterton tinha razão. Escrevi besteiras demais e me arrependo de muitas delas. Mas todo processo evolutivo se dá por acerto e erro. Hoje creio ou quero crer que tenho uma visão mais centrada das coisas, nem excedendo para um lado nem para o outro.
Não sei o que vai acontecer com o mundo, nem comigo mesmo. Uma coisa estranha que tenho percebido é que tudo parece rumar para algum tipo de mudança, ainda que não saibamos qual ela é ou será. Mas a roda do mundo nunca pára.
Era isto, meus caros. That's all folks! Ao menos, por este maldito ano de 2016.
E depois, o que virá? Bem, no próximo, veremos o que acontece, não é?
Bom Natal (atrasado, mas vale a mensagem) e um Feliz Ano Novo de 2017 a todos.
Que a Paz do Senhor esteja com vocês.
Nos recentes atentados em Berlim, mais uma vez o terrorista "esqueceu" seu passaporte no local do crime, e mais uma vez, foi morto poucos dias depois sem sequer poder ser interrogado. Alguns dizem que este e outros atentados seriam na verdade operações de agências secretas ocidentais (CIA, FBI, KGB, Mossad, etc). Não sei; é possível, e nem seria a primeira vez. O terror "comunista" na Europa Ocidental dos anos 70 como as Brigadas Vermelhas na Itália ou Baader-Meinhoff na Alemanha foi na verdade parte de uma operação da NATO chamada Gladio. Qual o objetivo? Manter a população com medo do comunismo? Justificar gastos militares? Vai saber. Mas o terrorismo é quase sempre financiado e planejado por governos; "lobos solitários" são raros e, quase sempre, incompetentes.
Da mesma forma, hoje tampouco é muito claro o objetivo, já que a mensagem passada ao povo é esquizofrênica. Por um lado, nos informam que muçulmanos são perigosos e estão toda hora a fim de nos matar. Por outro, afirmam que isto não nos deve preocupar e que, ao contrário, devemos aceitar cada vez mais muçulmanos, porque... por que mesmo? Não há motivo nenhum, na verdade.
A tal elite branca sempre foi imperialista, parece que sempre precisou ou desejou ter outros povos sob o seu comando. Outrora isto foi feito seja trazendo populações como escravas, seja invadindo e colonizando outros países. Hoje é a mesma coisa, só que com entrega a domicílio: em vez de colonizar os outros países não-brancos, traz-se os não brancos para casa. Mais prático.
O progressismo e o multiculturalismo não são um discurso de igualdade, mas um tipo de superioridade às avessas. Por um lado o branquelo idealiza o Outro como um "bom selvagem", mas, por outro, quer convertê-lo às suas causas. Ontem o cristianismo, hoje o materialismo, o feminismo e o casamento gay.
Ainda assim, com tanta esquizofrenia e contradições, o discurso das elites está soando cada vez mais vazio e delirante. Até mesmo o povo zumbi começa a acordar.
Anos atrás quando comecei a ler o Lawrence Auster e publicar aqui minhas próprias reflexões, este era um dos poucos blogs em português que falava sobre certos assuntos meio proibidos (imigração, islamismo, feminismo, progressismo, rac(ial)ismo.)
Em inglês também não tinha tanta opção, fora alguns fóruns não muito bem freqüentados. O próprio Auster era uma figura solitária ao mencionar alguns temas tabu como estes.
Vários anos depois, eis que existem dezenas de opções diferentes, existe até todo um site como o unz.com que engloba as mais diversas vertentes da alt-right à alt-left, sites maiores e mais conhecidos como Breitbart se tornaram quase mainstream, e até personalidades tarimbadas brasileiras como Olavo de Carvalho passaram a abordar alguns destes temas.
E Trump venceu as eleições.
Eis então que eu e este blog ficamos desnecessários; fizemos nossa parte para contribuir com o diálogo socio-político-cultural.
Quero dizer com isto que minha missão neste planeta terminou. Serei agora enviado para a galáxia X-97, onde uma civilização extra-terrestre ainda menos evoluída do que a nossa encontra-se ainda em um processo de transição no qual precisarei auxiliar.
Não, falando sério, realmente não sei se o blog ainda tem alguma utilidade, ainda que "utilidade" não seja bem a palavra. A única utilidade real foi para mim, para poder extravasar certas reclamações que não podia fazer em frente a outros, devido justamente a esta proibição moral de se discutir certos temas. Porém, nem sempre acertei.
Uma coisa estranha: no outro dia sonhei com o Chesterton. Não o bom e velho G.K., mas o comentarista que costumava por um longo tempo comentar aqui e que faz um bom tempo sumiu. Nunca o conheci pessoalmente, mas, no sonho, ele dava um jeito de me encontrar através de algum hacking esperto e aparecia na minha casa. Lá recriminava-me por algumas opiniões estúpidas e controversas que cheguei a escrever.
De fato, escrevi muita besteira ao longo do tempo. Desde (no início) um pró-israelismo e admiração exagerada dos neocons beirando a palestinofobia, ao oposto, críticas por vezes excessivas a certas raças, etnias, ou até mesmo às mulheres, além de um pessimismo por vezes exagerado também.
Da mesma forma, encontrei na vida real pessoas anti-imigração que eram sinistras ou insuportáveis, e imigrantes que eram boa gente e realmente apenas procuravam um pouco de paz e calor, e portanto não posso ser tão radical assim.
No fim, a sabedoria estava sempre no meio-termo.
(Generalizar nunca é bom; ao mesmo tempo, às vezes é necessário, ou não poderíamos tirar conclusões sobre nada.)
Não lembro como o sonho acabava, mas acho que Chesterton tinha razão. Escrevi besteiras demais e me arrependo de muitas delas. Mas todo processo evolutivo se dá por acerto e erro. Hoje creio ou quero crer que tenho uma visão mais centrada das coisas, nem excedendo para um lado nem para o outro.
Não sei o que vai acontecer com o mundo, nem comigo mesmo. Uma coisa estranha que tenho percebido é que tudo parece rumar para algum tipo de mudança, ainda que não saibamos qual ela é ou será. Mas a roda do mundo nunca pára.
Era isto, meus caros. That's all folks! Ao menos, por este maldito ano de 2016.
E depois, o que virá? Bem, no próximo, veremos o que acontece, não é?
Bom Natal (atrasado, mas vale a mensagem) e um Feliz Ano Novo de 2017 a todos.
Que a Paz do Senhor esteja com vocês.
terça-feira, 20 de dezembro de 2016
Alemanha, terra estranha
É curioso como islamitas parecem seguir modas; antes a moda eram bombas em aviões, quando isto ficou mais difícil, passaram a organizar tiroteios, agora preferem atropelar com caminhões. Imagino que quando se quer matar infiéis qualquer modo é bom.
Os lixos islâmicos atacaram agora um mercadinho de Natal em Berlim. É, os alemães estão pagando um duro preço pela recepção a quase um milhão de "refugiados". E o engraçado é que nem precisaram invadir nenhum país árabe para isso. Qual o motivo que os islamitas teriam para atacar a Alemanha, o país que nos últimos anos melhor os acolheu?
Ou seria que o objetivo é esse mesmo? Criar rixas e lutas entre povos que nem precisavam se odiar? Certamente não foi ingenuidade da Merkel em "não saber" que não poderia haver dezenas ou centenas de terroristas infiltrados nessa multidão. Acho que o objetivo final era mesmo criar terrorismo e conflitos, só pode ser.
É triste, mas, a verdade também é que nenhum país foi tão estúpido nesta questão dos refugiados quanto a Alemanha, ou talvez apenas a Suécia. E aqui não estou falando da elite globalóide, que é naturalmente psicopática e cruel, mas do povo mesmo.
Pessoalmente, eu nem entendo por que fizeram isso. Os alemães não são o povo mais simpático do mundo; alguns são até bastante antipáticos. (Embora é claro que haja pessoas boas e bem simpáticas, conheci alemães em número suficiente para saber que são em média bastante desconfiados ou rudes. Alguns (especialmente funcionários de trens ou dos correios ou da burocracia estatal) foram até ridiculamente grosseiros.)
Então por que essa mania com os refugiados?
Você dirá que é o governo ou a "elite globalista" e que o povo nunca pediu isso, e essa é grande parte da verdade, mas acho que não é só isso não. Sei de muitos alemães (e alemãs...) que trabalham ensinando ou ajudando os refugiados, outros que criticam os movimentos ou partidos anti-imigratórios, e em geral não escutei ninguém reclamando da crescente islamização do país. Ao contrário, a maioria parecia ainda acreditar na utopia do multiculturalismo. Em um evento no qual por acaso participei, quase todos os jovens que vi se vestiam como autênticos whiggers. O engraçado é que o DJ era asiático e os participantes eram todos brancos, não havia um negro sequer.
É verdade que na Alemanha convivi mais com jovens esquerdoidos, mas mesmo assim. Há algo de esquisito nos alemães e nos suecos, que como indivíduos são bastante anti-sociais e até antipáticos, mas coletivamente se prestam a esse tipo de atitude aparentemente ingênua e insana; já europeus do sul são mais abertos e amistosos no nível individual, mas bem mais desconfiados no nível coletivo.
(Na Suécia é ainda pior, com o governo ensinando aos refugiados como "pegar" suecas, ou até voluntários organizando encontros de loiras nativas com rapefugiados para "integração").
Um comentarista no blog do Steve Sailer disse algo que achei interessante, que o que ocorre na Alemanha e na Suécia não é tanto "compaixão" quanto um tipo de "teimosia teutônica", essa atitude de fazer as coisas até o fim, custe o que custar.
De fato, não acho que alemães sejam muito compassivos, acho que no máximo, cansados de ser pintados como os "maiores vilões da História" desde a Segunda Guerra Mundial, decidiram fazer um gigantesco gesto de ajuda, ou suposta ajuda.
Não deu certo, é claro, como estamos vendo. O problema é que agora os tais "refugiados" estão lá, e vai ser bem difícil se livrar deles. Muitos deles até são, não duvido, boa gente, e talvez até (no nível individual) mais simpáticos do que os alemães. Porém, jamais se integrarão à sociedade e muitos deles virarão terroristas. Outros, "apenas" criminosos ou vendedores de droga.
É como se a Alemanha, não tendo tido a "sorte" de ter tido escravos negros como a América, decidisse ter importado uma classe pobre e eternamente revoltada.
(Pior mesmo só a França, que além de arabizar-se também praticamente se africanizou. Não sei se vocês viram os horríveis vídeos dos refugiados africanos se batendo entre si com paus e pedras em plena Paris).
De qualquer forma, a maré vai mudar. É compreensível que com os recentes atentados a opinião pública se voltará cada vez mais contra a islamização, a imigração e o esquerdismo (esperando que seja antes de uma guerra civil de verdade se deflagrar). Mesmo assim é estranho que os alemães não tenham exigido a renúncia da Merkel (ou que ela própria não renuncie, envergonhada, como deveria ocorrer em qualquer país normal).
Não há nenhum mistério nessa rejeição do globalismo que começa a ocorrer lentamente, aqui e ali.
Na verdade, a única pergunta é: por que demorou e ainda demora tanto?
Os lixos islâmicos atacaram agora um mercadinho de Natal em Berlim. É, os alemães estão pagando um duro preço pela recepção a quase um milhão de "refugiados". E o engraçado é que nem precisaram invadir nenhum país árabe para isso. Qual o motivo que os islamitas teriam para atacar a Alemanha, o país que nos últimos anos melhor os acolheu?
Ou seria que o objetivo é esse mesmo? Criar rixas e lutas entre povos que nem precisavam se odiar? Certamente não foi ingenuidade da Merkel em "não saber" que não poderia haver dezenas ou centenas de terroristas infiltrados nessa multidão. Acho que o objetivo final era mesmo criar terrorismo e conflitos, só pode ser.
É triste, mas, a verdade também é que nenhum país foi tão estúpido nesta questão dos refugiados quanto a Alemanha, ou talvez apenas a Suécia. E aqui não estou falando da elite globalóide, que é naturalmente psicopática e cruel, mas do povo mesmo.
Pessoalmente, eu nem entendo por que fizeram isso. Os alemães não são o povo mais simpático do mundo; alguns são até bastante antipáticos. (Embora é claro que haja pessoas boas e bem simpáticas, conheci alemães em número suficiente para saber que são em média bastante desconfiados ou rudes. Alguns (especialmente funcionários de trens ou dos correios ou da burocracia estatal) foram até ridiculamente grosseiros.)
Então por que essa mania com os refugiados?
Você dirá que é o governo ou a "elite globalista" e que o povo nunca pediu isso, e essa é grande parte da verdade, mas acho que não é só isso não. Sei de muitos alemães (e alemãs...) que trabalham ensinando ou ajudando os refugiados, outros que criticam os movimentos ou partidos anti-imigratórios, e em geral não escutei ninguém reclamando da crescente islamização do país. Ao contrário, a maioria parecia ainda acreditar na utopia do multiculturalismo. Em um evento no qual por acaso participei, quase todos os jovens que vi se vestiam como autênticos whiggers. O engraçado é que o DJ era asiático e os participantes eram todos brancos, não havia um negro sequer.
É verdade que na Alemanha convivi mais com jovens esquerdoidos, mas mesmo assim. Há algo de esquisito nos alemães e nos suecos, que como indivíduos são bastante anti-sociais e até antipáticos, mas coletivamente se prestam a esse tipo de atitude aparentemente ingênua e insana; já europeus do sul são mais abertos e amistosos no nível individual, mas bem mais desconfiados no nível coletivo.
(Na Suécia é ainda pior, com o governo ensinando aos refugiados como "pegar" suecas, ou até voluntários organizando encontros de loiras nativas com rapefugiados para "integração").
Um comentarista no blog do Steve Sailer disse algo que achei interessante, que o que ocorre na Alemanha e na Suécia não é tanto "compaixão" quanto um tipo de "teimosia teutônica", essa atitude de fazer as coisas até o fim, custe o que custar.
De fato, não acho que alemães sejam muito compassivos, acho que no máximo, cansados de ser pintados como os "maiores vilões da História" desde a Segunda Guerra Mundial, decidiram fazer um gigantesco gesto de ajuda, ou suposta ajuda.
Não deu certo, é claro, como estamos vendo. O problema é que agora os tais "refugiados" estão lá, e vai ser bem difícil se livrar deles. Muitos deles até são, não duvido, boa gente, e talvez até (no nível individual) mais simpáticos do que os alemães. Porém, jamais se integrarão à sociedade e muitos deles virarão terroristas. Outros, "apenas" criminosos ou vendedores de droga.
É como se a Alemanha, não tendo tido a "sorte" de ter tido escravos negros como a América, decidisse ter importado uma classe pobre e eternamente revoltada.
(Pior mesmo só a França, que além de arabizar-se também praticamente se africanizou. Não sei se vocês viram os horríveis vídeos dos refugiados africanos se batendo entre si com paus e pedras em plena Paris).
De qualquer forma, a maré vai mudar. É compreensível que com os recentes atentados a opinião pública se voltará cada vez mais contra a islamização, a imigração e o esquerdismo (esperando que seja antes de uma guerra civil de verdade se deflagrar). Mesmo assim é estranho que os alemães não tenham exigido a renúncia da Merkel (ou que ela própria não renuncie, envergonhada, como deveria ocorrer em qualquer país normal).
Não há nenhum mistério nessa rejeição do globalismo que começa a ocorrer lentamente, aqui e ali.
Na verdade, a única pergunta é: por que demorou e ainda demora tanto?
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
O que as mulheres querem?
Talvez eu já tenha escrito um post com este título, mas esta é uma daquelas eternas perguntas que jamais serão respondidas.
Faz uns meses, na Argentina, uma garota de 16 anos foi barbaramente estuprada, torturada e morta por traficantes. (Detalhe: ela foi à casa deles por sua própria vontade, para comprar maconha; isto não é uma culpa dela, mas demonstra no mínimo uma grande ingenuidade, ainda que perdoável em uma garota adolescente.)
De qualquer forma, um caso horrível que com toda a razão despertou a ira de muitas mulheres, e também de feministas.
Mas aí, qual foi o projeto de lei aprovado em resposta ao crime, e aplaudido por todas as feministas?
Maiores castigos para estupradores?
Pena de morte para traficantes?
Melhor policiamento das escolas?
Claro que não. Seria lógico demais.
O projeto aprovado foi a proibição de cantadas na rua.
Parece que, para muitas mulheres, ou ao menos para as feministas, levar cantadas nas ruas é pior do que estupro, é pior do que ataques a paraplégicas indefesas por muçulmanos, é pior do que violência doméstica.
Tudo bem, acho cantadas nas ruas algo bem vulgar e isto não me afeta em nenhum modo. De qualquer forma, me parece que em geral os homens que falam esse tipo de bobagem para as mulheres raramente são os mesmos que estupram. Digo porque as cantadas na rua em geral não têm qualquer valor fora a intenção de inflar brevemente o ego masculino; tanto que se a mulher aceitasse a "proposta", a maioria desses homens ficaria espantada ou inventaria alguma desculpa.
Não sei por que as feministas odeiam tanto as cantadas na rua, mas desconfio que seja mesmo uma mera questão de status; as pessoas que dizem essas vulgaridades são em sua maioria pobres, feios e vulgares, e o que as mulheres desejariam é um Brad Pitt ou Ryan Gosling chamando-as de gostosas, não um pedreiro com os dentes tortos.
Porém, o que me espanta é que as mulheres não pareçam tão preocupadas com casos como o dos paquistaneses de Roterham que prostituíram dezenas de adolescentes, ou com a jovem (filha de um político) recentemente estuprada e afogada na Alemanha por um refugiado afegão, e que não lutem por penas mais duras contra estes abusadores bárbaros.
Não, suas preocupações principais, ao menos a julgar pelos protestos que mais "viralizam" ou que causam maior discussão entre elas, são: não sofrer cantada na rua (mesmo usando roupas bem vulgares); ganhar o mesmo do que os homens (mas sem trabalhar o mesmo tempo); e, principalmente, não ser chamada de gorda.
Sei lá, pareceria que as prioridades delas estão meio invertidas, não é?
Sim, pode ser que este tipo de pensamento não seja típico da maioria das mulheres, mas apenas de parte delas, e acima de tudo parte do fenômeno maior do progressismo, que é, eu última análise, não tanto um movimento como uma forma de vício que exige doses sempre cada vez maiores.
No outro dia, por exemplo, estudantes universitários protestaram contra o filme "Boys don't cry", gritando "Fuck you bitch" para a diretora (ou diretor; não tenho certeza se não seja um transexual). Quinze anos atrás, quando saiu, era um filme extremamente progressista, falando sobre transexuais e seus dilemas. Hoje o mesmo filme é criticado por não ter colocado um transexual de verdade no papel principal, além de outras críticas que nem tive paciência de ler.
(É por isto que aqueles que dizem que é impossível que os progressistas passem a defender a pedofilia depois de obter o casamento gay, não entendem realmente o esquerdismo. Claro que defenderão a pedofilia, e depois desta, a poligamia, e depois, a coprofilia, a necrofilia, etc. O progressismo não pode nunca parar.)
De qualquer forma, uma coisa é certa: quando o mundo ocidental era "patriarcal", os homens tinham leis duras para proteger suas mulheres contra estupradores e bandidos de todas as espécies.
Porém, quando a opção de escolha passa a ser das próprias mulheres, elas parecem preocupar-se mais com outras coisas que são, ao menos do ponto de vista masculino, bem mais fúteis.
Mas enfim, eu jamais entendi de todo as mulheres, e não é agora que estou velho que começarei a entender, não é?
Faz uns meses, na Argentina, uma garota de 16 anos foi barbaramente estuprada, torturada e morta por traficantes. (Detalhe: ela foi à casa deles por sua própria vontade, para comprar maconha; isto não é uma culpa dela, mas demonstra no mínimo uma grande ingenuidade, ainda que perdoável em uma garota adolescente.)
De qualquer forma, um caso horrível que com toda a razão despertou a ira de muitas mulheres, e também de feministas.
Mas aí, qual foi o projeto de lei aprovado em resposta ao crime, e aplaudido por todas as feministas?
Maiores castigos para estupradores?
Pena de morte para traficantes?
Melhor policiamento das escolas?
Claro que não. Seria lógico demais.
O projeto aprovado foi a proibição de cantadas na rua.
Parece que, para muitas mulheres, ou ao menos para as feministas, levar cantadas nas ruas é pior do que estupro, é pior do que ataques a paraplégicas indefesas por muçulmanos, é pior do que violência doméstica.
Tudo bem, acho cantadas nas ruas algo bem vulgar e isto não me afeta em nenhum modo. De qualquer forma, me parece que em geral os homens que falam esse tipo de bobagem para as mulheres raramente são os mesmos que estupram. Digo porque as cantadas na rua em geral não têm qualquer valor fora a intenção de inflar brevemente o ego masculino; tanto que se a mulher aceitasse a "proposta", a maioria desses homens ficaria espantada ou inventaria alguma desculpa.
Não sei por que as feministas odeiam tanto as cantadas na rua, mas desconfio que seja mesmo uma mera questão de status; as pessoas que dizem essas vulgaridades são em sua maioria pobres, feios e vulgares, e o que as mulheres desejariam é um Brad Pitt ou Ryan Gosling chamando-as de gostosas, não um pedreiro com os dentes tortos.
Porém, o que me espanta é que as mulheres não pareçam tão preocupadas com casos como o dos paquistaneses de Roterham que prostituíram dezenas de adolescentes, ou com a jovem (filha de um político) recentemente estuprada e afogada na Alemanha por um refugiado afegão, e que não lutem por penas mais duras contra estes abusadores bárbaros.
Não, suas preocupações principais, ao menos a julgar pelos protestos que mais "viralizam" ou que causam maior discussão entre elas, são: não sofrer cantada na rua (mesmo usando roupas bem vulgares); ganhar o mesmo do que os homens (mas sem trabalhar o mesmo tempo); e, principalmente, não ser chamada de gorda.
Sei lá, pareceria que as prioridades delas estão meio invertidas, não é?
Sim, pode ser que este tipo de pensamento não seja típico da maioria das mulheres, mas apenas de parte delas, e acima de tudo parte do fenômeno maior do progressismo, que é, eu última análise, não tanto um movimento como uma forma de vício que exige doses sempre cada vez maiores.
No outro dia, por exemplo, estudantes universitários protestaram contra o filme "Boys don't cry", gritando "Fuck you bitch" para a diretora (ou diretor; não tenho certeza se não seja um transexual). Quinze anos atrás, quando saiu, era um filme extremamente progressista, falando sobre transexuais e seus dilemas. Hoje o mesmo filme é criticado por não ter colocado um transexual de verdade no papel principal, além de outras críticas que nem tive paciência de ler.
(É por isto que aqueles que dizem que é impossível que os progressistas passem a defender a pedofilia depois de obter o casamento gay, não entendem realmente o esquerdismo. Claro que defenderão a pedofilia, e depois desta, a poligamia, e depois, a coprofilia, a necrofilia, etc. O progressismo não pode nunca parar.)
De qualquer forma, uma coisa é certa: quando o mundo ocidental era "patriarcal", os homens tinham leis duras para proteger suas mulheres contra estupradores e bandidos de todas as espécies.
Porém, quando a opção de escolha passa a ser das próprias mulheres, elas parecem preocupar-se mais com outras coisas que são, ao menos do ponto de vista masculino, bem mais fúteis.
Mas enfim, eu jamais entendi de todo as mulheres, e não é agora que estou velho que começarei a entender, não é?
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
Pessoas nefastas
A mídia não divulgou muito sobre os escândalos financeiros envolvendo Bitchlary Clinton, mas graças ao vazamento do Wikileaks ficamos sabendo muito mais do que queríamos sobre John Podesta, coordenador da campanha Democrata, e seu irmão Tony.
Como muitas das pessoas próximas ao poder, são pessoas bizarras que se juntam com outras pessoas ainda mais bizarras. Fala-se até que eles (e muitos outros) estariam envolvidos em um escândalo de pedofilia. Como muitos dos emails trocados falavam em pizza (que talvez fosse mensagem em código para outra coisa), deu-se a esse escândalo o nome de pizzagate.
O gosto artístico dos irmãos Podesta é, para dizer o mínimo, meio suspeito. Uma das pinturas preferidas de Tony é esta, representando um menino amarrado, talvez prestes a ser abusado.
Outra escultura presente na sua casa é a de um jovem decapitado representando uma das vítimas do serial killer Jeffrey Dahmer. E diz-se também que ele tem várias fotografias de crianças seminuas em seu quarto.
"É apenas arte", dirão alguns. Pode ser; mas é arte que ele comprou e expõe em sua própria casa. Sou daqueles que consideram que a arte que você gosta diz muito sobre você (e sobre sua comunidade: acredito que a arte contemporânea no fundo diz muito sobre nossa sociedade doentia).
Não são apenas eles, é claro: Jeffrey Epstein é outra pessoa desse grupinho, famoso por prostituir garotas adolescentes. Membro da elite, é quase intocável: mesmo com provas de que teria feito sexo com várias prostitutas menores de idade, pegou apenas 13 meses de cadeia.
O já falecido Clement Freud, sobrinho de Sigmund, era outro amiguinho dos Podesta que também foi acusado de abusar de menores.
Freud e Epstein são judeus ateus. Os irmãos Podesta são supostamente italo-americanos "católicos", muito embora em um dos emails fica claro que eles pertencem a organizações falsamente católicas que tentam subverter a Igreja por dentro.
Mas a pedofilia também é multicultural: temos também o negro Lawrence King, que organizava prostitução infantil para políticos nos anos 80, latinos como Ariel Castro (acho que não é parente do Fidel, mas nunca se sabe), e os paquistaneses de Rotterham que prostituíram dezenas de pré-adolescentes.
Temos ainda muitos políticos e muitos produtores e diretores de Hollywood, como Bryan Singer, o britânico Jimmy Saville, entre muitos outros. Diz-se que até Bill Clinton teria participado de uma série de encontros com prostitutas adolescentes.
Muito se fala na possibilidade de que existam grandes redes de pedofilia envolvendo um grande número de ricos e poderosos. Não duvido nada.
A pedofilia pode não fazer sentido para a maioria das pessoas. Afinal, pode-se até entender a atração por aborrecentes, que já tem um corpo desenvolvido, mas por crianças menores de 12 anos? Neste caso, pareceria que o interesse não é a mera atração sexual, mas sim o desejo de poder sobre outros, e quanto mais inocentes melhor. E por isso também a ligação da pedofilia com o satanismo, ou ao menos com o ocultismo.
A coisa faz mais sentido ainda quando lemos estudos indicando que a pedofilia está relacionada com a psicopatia, sendo talvez apenas uma subdivisão desta. Grande parte dos ricos e poderosos da elite são psicopatas de alto funcionamento. É possível que vários deles sejam pedófilos, além de naturalmente seguir muitas outras taras sexuais.
Pessoas que abusam de crianças são puro lixo, e deveriam desaparecer da face da Terra, não importa quanto poder ou riqueza tenham.
O único consolo é que queimarão no fogo do Inferno, sendo estuprados por Satanás.
Como muitas das pessoas próximas ao poder, são pessoas bizarras que se juntam com outras pessoas ainda mais bizarras. Fala-se até que eles (e muitos outros) estariam envolvidos em um escândalo de pedofilia. Como muitos dos emails trocados falavam em pizza (que talvez fosse mensagem em código para outra coisa), deu-se a esse escândalo o nome de pizzagate.
O gosto artístico dos irmãos Podesta é, para dizer o mínimo, meio suspeito. Uma das pinturas preferidas de Tony é esta, representando um menino amarrado, talvez prestes a ser abusado.
Outra escultura presente na sua casa é a de um jovem decapitado representando uma das vítimas do serial killer Jeffrey Dahmer. E diz-se também que ele tem várias fotografias de crianças seminuas em seu quarto.
"É apenas arte", dirão alguns. Pode ser; mas é arte que ele comprou e expõe em sua própria casa. Sou daqueles que consideram que a arte que você gosta diz muito sobre você (e sobre sua comunidade: acredito que a arte contemporânea no fundo diz muito sobre nossa sociedade doentia).
Não são apenas eles, é claro: Jeffrey Epstein é outra pessoa desse grupinho, famoso por prostituir garotas adolescentes. Membro da elite, é quase intocável: mesmo com provas de que teria feito sexo com várias prostitutas menores de idade, pegou apenas 13 meses de cadeia.
O já falecido Clement Freud, sobrinho de Sigmund, era outro amiguinho dos Podesta que também foi acusado de abusar de menores.
Freud e Epstein são judeus ateus. Os irmãos Podesta são supostamente italo-americanos "católicos", muito embora em um dos emails fica claro que eles pertencem a organizações falsamente católicas que tentam subverter a Igreja por dentro.
Mas a pedofilia também é multicultural: temos também o negro Lawrence King, que organizava prostitução infantil para políticos nos anos 80, latinos como Ariel Castro (acho que não é parente do Fidel, mas nunca se sabe), e os paquistaneses de Rotterham que prostituíram dezenas de pré-adolescentes.
Temos ainda muitos políticos e muitos produtores e diretores de Hollywood, como Bryan Singer, o britânico Jimmy Saville, entre muitos outros. Diz-se que até Bill Clinton teria participado de uma série de encontros com prostitutas adolescentes.
Muito se fala na possibilidade de que existam grandes redes de pedofilia envolvendo um grande número de ricos e poderosos. Não duvido nada.
A pedofilia pode não fazer sentido para a maioria das pessoas. Afinal, pode-se até entender a atração por aborrecentes, que já tem um corpo desenvolvido, mas por crianças menores de 12 anos? Neste caso, pareceria que o interesse não é a mera atração sexual, mas sim o desejo de poder sobre outros, e quanto mais inocentes melhor. E por isso também a ligação da pedofilia com o satanismo, ou ao menos com o ocultismo.
A coisa faz mais sentido ainda quando lemos estudos indicando que a pedofilia está relacionada com a psicopatia, sendo talvez apenas uma subdivisão desta. Grande parte dos ricos e poderosos da elite são psicopatas de alto funcionamento. É possível que vários deles sejam pedófilos, além de naturalmente seguir muitas outras taras sexuais.
Pessoas que abusam de crianças são puro lixo, e deveriam desaparecer da face da Terra, não importa quanto poder ou riqueza tenham.
O único consolo é que queimarão no fogo do Inferno, sendo estuprados por Satanás.
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| Uma pizza indigesta |
domingo, 4 de dezembro de 2016
Vamos falar sobre aborto?
O aborto está de novo na moda, gerando fanatismo de ambos os lados. Poucos temas são mais polêmicos, realmente. Nem pena de morte chega perto. Mas por quê??
Pessoalmente, sou contra o aborto, mas sem o fanatismo exagerado dos conservadores. Por exemplo, se sua filha fosse estuprada, você não ia querer um aborto? Eu não vejo isto como tão errado, o errado seria premiar o estuprador com a progenia e o acesso indevido a genes de melhor qualidade. Até por que, entendendo que muitas de nossas características são genéticamente herdadas, é possível que ao gerar esta criança você só esteja aumentando a linhagem dos estupradores.
Por outro lado, o feminismo de "meu corpo minhas regras" é também um exagero e tanto. Basicamente, ao colocar uma outra vida como parte do "meu corpo", o que a feminista quer é se livrar da responsabilidade por uma outra vida gerada. Desculpe, mas não é seu corpo, é um outro corpo. Se não pensou na hora de copular, ou se não tem condições de criar, aí é uma outra história, mas pouco tem a ver com a vida da criancinha.
Outra coisa: e se o pai quiser a criança, mas a mãe não? Existe aí o direito de abortar exclusivo para a mulher, ou o homem como gerador de metade da criança não tem também o direito da escolha?
Na verdade, hoje em dia, com a variedade de produtos e técnicas anticoncepcionais, o aborto é realmente desnecessário, a não ser mesmo em casos muito extremos. Por outro lado, acidentes acontecem, mas aí eu acho que, assim como "ajoelhou tem que rezar", fez nascer tem que arcar.
Mas por que há tanto fanatismo com a questão do aborto? Parece-me que tenha a ver com a visão do bebê, e por extensão do feto, como uma criatura pura, sem males. O feto, que ainda nem nasceu, seria ainda mais puro do que um bebê nascido. Será que fetos já tem o pecado original, ou este só vem ao nascer? Os fetos tem alma??
Bem, deixando de lado essas espinhosas questões teológicas, a verdade é que, geneticamente, podemos esquecer esta história da carochinha de "criancinhas inocentes". O bebê e mesmo o feto não é uma "tábula rasa", mas já tem ali uma série de informações que virão a determinar como ele será quanto crescer. O filho de dois serial killers terá alta probabilidade de ter tendências psicopáticas. O filho de dois pais de baixa inteligência, provavelmente não será um gênio (mas o filho de dois gênios não necessariamente será inteligente -- aqui entra a questão da "reversão à média" que, não sendo inteligente, nunca entendi muito bem).
Além disso, muitas culturas primitivas e até algumas espécies de animais praticam o aborto, e algumas até o infanticídio, então não podemos afirmar que o aborto seja totalmente anti-natural.
Por outro lado, se o infanticídio hoje nos causa horror (era comum em Esparta), por que também não o aborto, que é similar? Parece-me inegável admitir que a vida começa com a fecundação. Quando os gametas se fundam, ali surge uma nova vida. Poderá vingar ou não, poderá ser um gênio ou um imbecil, um santo ou um assassino, mas já é um indivíduo novo, até prova em contrário.
E você, gostaria de ter sido abortado?
Pessoalmente, sou contra o aborto, mas sem o fanatismo exagerado dos conservadores. Por exemplo, se sua filha fosse estuprada, você não ia querer um aborto? Eu não vejo isto como tão errado, o errado seria premiar o estuprador com a progenia e o acesso indevido a genes de melhor qualidade. Até por que, entendendo que muitas de nossas características são genéticamente herdadas, é possível que ao gerar esta criança você só esteja aumentando a linhagem dos estupradores.
Por outro lado, o feminismo de "meu corpo minhas regras" é também um exagero e tanto. Basicamente, ao colocar uma outra vida como parte do "meu corpo", o que a feminista quer é se livrar da responsabilidade por uma outra vida gerada. Desculpe, mas não é seu corpo, é um outro corpo. Se não pensou na hora de copular, ou se não tem condições de criar, aí é uma outra história, mas pouco tem a ver com a vida da criancinha.
Outra coisa: e se o pai quiser a criança, mas a mãe não? Existe aí o direito de abortar exclusivo para a mulher, ou o homem como gerador de metade da criança não tem também o direito da escolha?
Na verdade, hoje em dia, com a variedade de produtos e técnicas anticoncepcionais, o aborto é realmente desnecessário, a não ser mesmo em casos muito extremos. Por outro lado, acidentes acontecem, mas aí eu acho que, assim como "ajoelhou tem que rezar", fez nascer tem que arcar.
Mas por que há tanto fanatismo com a questão do aborto? Parece-me que tenha a ver com a visão do bebê, e por extensão do feto, como uma criatura pura, sem males. O feto, que ainda nem nasceu, seria ainda mais puro do que um bebê nascido. Será que fetos já tem o pecado original, ou este só vem ao nascer? Os fetos tem alma??
Bem, deixando de lado essas espinhosas questões teológicas, a verdade é que, geneticamente, podemos esquecer esta história da carochinha de "criancinhas inocentes". O bebê e mesmo o feto não é uma "tábula rasa", mas já tem ali uma série de informações que virão a determinar como ele será quanto crescer. O filho de dois serial killers terá alta probabilidade de ter tendências psicopáticas. O filho de dois pais de baixa inteligência, provavelmente não será um gênio (mas o filho de dois gênios não necessariamente será inteligente -- aqui entra a questão da "reversão à média" que, não sendo inteligente, nunca entendi muito bem).
Além disso, muitas culturas primitivas e até algumas espécies de animais praticam o aborto, e algumas até o infanticídio, então não podemos afirmar que o aborto seja totalmente anti-natural.
Por outro lado, se o infanticídio hoje nos causa horror (era comum em Esparta), por que também não o aborto, que é similar? Parece-me inegável admitir que a vida começa com a fecundação. Quando os gametas se fundam, ali surge uma nova vida. Poderá vingar ou não, poderá ser um gênio ou um imbecil, um santo ou um assassino, mas já é um indivíduo novo, até prova em contrário.
E você, gostaria de ter sido abortado?
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
Fidel morreu
Confesso que fiquei surpreso com a quantidade de admiradores do Fidel Castro no meu Foice após a morte do dinossauro cubano. É que achei que até para a esquerda ele estava defasado e esquecido.
Afinal, Fidel era um comuna velha guarda, e não um progressista moderno. Não gostava de homos nem de travestis, não se importava muito com direitos humanos, não me consta que estivesse tão preocupado com o meio-ambiente, enfim, não cultuava nenhum dos deuses progressistas modernos. No fundo, era apenas mais um típico tiranete latino-americano, dos quais existiram sempre tantos, independente da ideologia.
Podemos até pensar, cinicamente, que para muitos líderes a ideologia é apenas um disfarce ou fantasia, utilizado conforme a moda do momento. O que conta para pessoas como Fidel e tais é apenas o poder.
De qualquer forma, para um observador neutro, a obsessão da esquerda latino-americana por Fidel Castro e por Cuba é um pouco esquisita. Não parece ter sido um país que tenha dado espetacularmente certo. (Talvez tampouco espetacularmente errado, ao menos a nível de América Latrina, mas mesmo assim. A tal "medicina e escola para todos" parece ser mais um mito estapafúrdio. Porém, por um tempo graças ao apoio soviético foram acima da média latina no esporte.)
E os direitos humanos, aparentemente tão importantes para os "progres"? Parece que eles não importam quando as vítimas torturadas são contrárias ao regime socialista. Leiam porém aqui sobre as horríveis condições de vida dos presos políticos em Cuba e as torturas que sofreram, e digam se vale a pena chorar por esse ditador.
No mais, nunca conheci ninguém que quisesse emigrar para Cuba, nem mesmo entre os mais fanáticos esquerdistas. A maioria daqueles que visitaram a ilha ficaram no máximo "admirados com a simplicidade do povo cubano" (i.e. espantados com a pobreza) e voltaram rapidinho.
E, hoje em dia, até em Cuba os ativistas de esquerda estão mais para a progressista Yoani Sanchez do que para fidelistas.
Talvez a maior vantagem da Cuba de Fidel seja ter ficado (esteticamente) parada nos anos 50. Não há carros modernos nem arranha-céus da horrenda arquitetura contemporânea, e parece-me que eles escaparam também do rap e outras abominações.
Dizem que tem menos violência do que outros países latino-americanos. É possível, mas desconfio de qualquer estatística socialista. Mas parece ser menos caótico do que o Haiti. Porém, pode ser apenas fome. Num país em que estudantes universitárias se prostituem para poder comprar sabonete.
Em breve tudo isso mudará, é claro, e a ilha poderá voltar a ser o cassino preferido do Tio Sam, o que também é triste em certo sentido. A modernidade virá, e com ela o tráfico de drogas e o crime também.
Nesse sentido, não sei se o capitalismo globalista trará grandes vantagens para Cuba como imaginam os libertários, mas é esperar para ver. Ao menos a ilha deixará de ser uma prisão, o que já é bastante.
No entanto, uma coisa triste é que não mais poderá se gritar para um esquerdopata chato, "Vai para Cuba!" e assim encerrar a discussão.
Se bem que o irmão de Fidel continua no poder, então, pode que nem mude tanto assim.
Afinal, Fidel era um comuna velha guarda, e não um progressista moderno. Não gostava de homos nem de travestis, não se importava muito com direitos humanos, não me consta que estivesse tão preocupado com o meio-ambiente, enfim, não cultuava nenhum dos deuses progressistas modernos. No fundo, era apenas mais um típico tiranete latino-americano, dos quais existiram sempre tantos, independente da ideologia.
Podemos até pensar, cinicamente, que para muitos líderes a ideologia é apenas um disfarce ou fantasia, utilizado conforme a moda do momento. O que conta para pessoas como Fidel e tais é apenas o poder.
De qualquer forma, para um observador neutro, a obsessão da esquerda latino-americana por Fidel Castro e por Cuba é um pouco esquisita. Não parece ter sido um país que tenha dado espetacularmente certo. (Talvez tampouco espetacularmente errado, ao menos a nível de América Latrina, mas mesmo assim. A tal "medicina e escola para todos" parece ser mais um mito estapafúrdio. Porém, por um tempo graças ao apoio soviético foram acima da média latina no esporte.)
E os direitos humanos, aparentemente tão importantes para os "progres"? Parece que eles não importam quando as vítimas torturadas são contrárias ao regime socialista. Leiam porém aqui sobre as horríveis condições de vida dos presos políticos em Cuba e as torturas que sofreram, e digam se vale a pena chorar por esse ditador.
No mais, nunca conheci ninguém que quisesse emigrar para Cuba, nem mesmo entre os mais fanáticos esquerdistas. A maioria daqueles que visitaram a ilha ficaram no máximo "admirados com a simplicidade do povo cubano" (i.e. espantados com a pobreza) e voltaram rapidinho.
E, hoje em dia, até em Cuba os ativistas de esquerda estão mais para a progressista Yoani Sanchez do que para fidelistas.
Talvez a maior vantagem da Cuba de Fidel seja ter ficado (esteticamente) parada nos anos 50. Não há carros modernos nem arranha-céus da horrenda arquitetura contemporânea, e parece-me que eles escaparam também do rap e outras abominações.
Dizem que tem menos violência do que outros países latino-americanos. É possível, mas desconfio de qualquer estatística socialista. Mas parece ser menos caótico do que o Haiti. Porém, pode ser apenas fome. Num país em que estudantes universitárias se prostituem para poder comprar sabonete.
Em breve tudo isso mudará, é claro, e a ilha poderá voltar a ser o cassino preferido do Tio Sam, o que também é triste em certo sentido. A modernidade virá, e com ela o tráfico de drogas e o crime também.
Nesse sentido, não sei se o capitalismo globalista trará grandes vantagens para Cuba como imaginam os libertários, mas é esperar para ver. Ao menos a ilha deixará de ser uma prisão, o que já é bastante.
No entanto, uma coisa triste é que não mais poderá se gritar para um esquerdopata chato, "Vai para Cuba!" e assim encerrar a discussão.
Se bem que o irmão de Fidel continua no poder, então, pode que nem mude tanto assim.
terça-feira, 15 de novembro de 2016
If...
If
If you can keep your head when all about you
Are losing theirs and blaming it on you,
If you can trust yourself when all men doubt you
But make allowance for their doubting too,
If you can wait and not be tired by waiting,
Or being lied about, don't deal in lies,
Or being hated, don't give way to hating,
And yet don't look too good, nor talk too wise;
If you can dream--and not make dreams your master,
If you can think--and not make thoughts your aim;
If you can meet with Triumph and Disaster
And treat those two impostors just the same;
If you can bear to hear the truth you've spoken
Twisted by knaves to make a trap for fools,
Or watch the things you gave your life to, broken,
And stoop and build 'em up with worn-out tools;
If you can make one heap of all your winnings
And risk it all on one turn of pitch-and-toss,
And lose, and start again at your beginnings
And never breath a word about your loss;
If you can force your heart and nerve and sinew
To serve your turn long after they are gone,
And so hold on when there is nothing in you
Except the Will which says to them: "Hold on!"
If you can talk with crowds and keep your virtue,
Or walk with kings --nor lose the common touch,
If neither foes nor loving friends can hurt you;
If all men count with you, but none too much,
If you can fill the unforgiving minute
With sixty seconds' worth of distance run,
Yours is the Earth and everything that's in it,
And --which is more-- you'll be a Man, my son!
Rudyard Kipling
(Tradução em português aqui.)
If you can keep your head when all about you
Are losing theirs and blaming it on you,
If you can trust yourself when all men doubt you
But make allowance for their doubting too,
If you can wait and not be tired by waiting,
Or being lied about, don't deal in lies,
Or being hated, don't give way to hating,
And yet don't look too good, nor talk too wise;
If you can dream--and not make dreams your master,
If you can think--and not make thoughts your aim;
If you can meet with Triumph and Disaster
And treat those two impostors just the same;
If you can bear to hear the truth you've spoken
Twisted by knaves to make a trap for fools,
Or watch the things you gave your life to, broken,
And stoop and build 'em up with worn-out tools;
If you can make one heap of all your winnings
And risk it all on one turn of pitch-and-toss,
And lose, and start again at your beginnings
And never breath a word about your loss;
If you can force your heart and nerve and sinew
To serve your turn long after they are gone,
And so hold on when there is nothing in you
Except the Will which says to them: "Hold on!"
If you can talk with crowds and keep your virtue,
Or walk with kings --nor lose the common touch,
If neither foes nor loving friends can hurt you;
If all men count with you, but none too much,
If you can fill the unforgiving minute
With sixty seconds' worth of distance run,
Yours is the Earth and everything that's in it,
And --which is more-- you'll be a Man, my son!
Rudyard Kipling
(Tradução em português aqui.)
sexta-feira, 11 de novembro de 2016
Mentiras e surpresas
O mundo assiste atônito à vitória de Trump. Mas atônito por quê? Porque acreditaram na mídia, que dizia que ele era um racista, misógino e tarado sexual que tinha zero chances de vencer.
Porém, se soubessem um pouco mais sobre o mundo real, e sobre a América verdadeira além do que é mostrado no cinema, poderiam talvez compreender que existem muitas razões para a vitória de Trump.
Os EUA são um país curioso. São o centro do globalismo, não há dúvidas. E são também os maiores propagandistas do progressismo. Ao mesmo tempo, sendo a capital do Império, seus habitantes podem ver todos os podres mais de perto, e portanto concentram também em suas paragens a maior reação ao globalismo.
O "flyover country" - isto é, a verdadeira América - votou em peso em Trump.
Brancos votaram em maioria em Trump - até as mulheres, com 52%. Hillary ficou com os não-brancos, com as feminazis encalhadas, e com os branquelos progressistas das grandes capitais.
Ainda assim, ela venceu no voto popular. O que é estranho, pois jamais se viu uma candidata tão impopular. E o que significa que com as mudanças demográficas em curso as vitórias Republicanas ficarão cada vez mais apertadas.
É estranho, ou nem tanto. Não-brancos emigram para países brancos, e aí votam em candidatos anti-brancos. Mas não seria esse um tiro no pé? Sem os branquelos, quem é que vai construir um país legal para todos os não-brancos poderem "ter uma vida melhor"? Quando Europa e EUA acabarem inundados pela imigração, para onde os miseráveis irão imigrar? Para a China e Japão? É, quem sabe. Gafanhotos tampouco pensam muito a longo prazo.
Ainda assim, uma das coisas mais curiosas desta eleição foi descobrir como grande parte das pessoas acredita nas maiores bobagens, só porque a mídia o repete várias vezes.
A ideia de que Trump seja um novo Hitler, por exemplo, é uma das mais bizarras já vistas. Quero dizer, não é como se o sujeito tivesse saído totalmente do nada, há décadas ele faz parte da cultura popular americana, apresentando programas de televisão e construindo edifícios e cassinos. Suas ideias não vão, no máximo, além de um nacionalismo um pouco mais afirmativo. Hitler, sério?
Mas muitos parecem ter levado a sério os exageros e as mentiras da mídia. Uma femidoida escreveu que "jamais sentiu tanto medo pela sua vagina". Um articulista judeu insinuou que no governo Trump os judeus passariam a ser discriminados e até mesmo atacados e mortos nas ruas impunemente. Jura? Trump tem uma filha que casou com um judeu e se converteu, tendo assim vários netos judeus. Também outro filho de Trump parece que namora uma judia. Por que ele iria querer atacar sua própria família?
A grande notícia de 2016 não é tanto a eleição de Trump, como a perda de credibilidade das elites e de sua mídia mentirosa. Mais de metade dos americanos desconfiam ou desprezam, e mesmo entre os progressistas, os que acreditam mesmo são apenas uma minoria de doentes mentais. Os outros também estão com um pé atrás. Quer dizer, só as pesquisas dando "90% de chances" de Hillary ser eleita já deveriam servir para enterrar Nate Silver, New York Times e CNN.
E a suposta mídia "de direita" como National Review ou The Economist não é muito melhor não, ou talvez seja até pior. Lobos globalistas em pele de cordeiro. Mentirosos também.
Bem, eu estou satisfeito com a vitória, nem que seja só por ser um tapa na cara dos arrogantes progressistas, por contrariar a mídia, e também um pouco por ter talvez impedido a terceira guerra mundial.
Sei lá o que vai acontecer, mas não ter que aturar os Clintons for mais quatro ou oito anos já é lucro.
Porém, se soubessem um pouco mais sobre o mundo real, e sobre a América verdadeira além do que é mostrado no cinema, poderiam talvez compreender que existem muitas razões para a vitória de Trump.
Os EUA são um país curioso. São o centro do globalismo, não há dúvidas. E são também os maiores propagandistas do progressismo. Ao mesmo tempo, sendo a capital do Império, seus habitantes podem ver todos os podres mais de perto, e portanto concentram também em suas paragens a maior reação ao globalismo.
O "flyover country" - isto é, a verdadeira América - votou em peso em Trump.
Brancos votaram em maioria em Trump - até as mulheres, com 52%. Hillary ficou com os não-brancos, com as feminazis encalhadas, e com os branquelos progressistas das grandes capitais.
Ainda assim, ela venceu no voto popular. O que é estranho, pois jamais se viu uma candidata tão impopular. E o que significa que com as mudanças demográficas em curso as vitórias Republicanas ficarão cada vez mais apertadas.
É estranho, ou nem tanto. Não-brancos emigram para países brancos, e aí votam em candidatos anti-brancos. Mas não seria esse um tiro no pé? Sem os branquelos, quem é que vai construir um país legal para todos os não-brancos poderem "ter uma vida melhor"? Quando Europa e EUA acabarem inundados pela imigração, para onde os miseráveis irão imigrar? Para a China e Japão? É, quem sabe. Gafanhotos tampouco pensam muito a longo prazo.
Ainda assim, uma das coisas mais curiosas desta eleição foi descobrir como grande parte das pessoas acredita nas maiores bobagens, só porque a mídia o repete várias vezes.
A ideia de que Trump seja um novo Hitler, por exemplo, é uma das mais bizarras já vistas. Quero dizer, não é como se o sujeito tivesse saído totalmente do nada, há décadas ele faz parte da cultura popular americana, apresentando programas de televisão e construindo edifícios e cassinos. Suas ideias não vão, no máximo, além de um nacionalismo um pouco mais afirmativo. Hitler, sério?
Mas muitos parecem ter levado a sério os exageros e as mentiras da mídia. Uma femidoida escreveu que "jamais sentiu tanto medo pela sua vagina". Um articulista judeu insinuou que no governo Trump os judeus passariam a ser discriminados e até mesmo atacados e mortos nas ruas impunemente. Jura? Trump tem uma filha que casou com um judeu e se converteu, tendo assim vários netos judeus. Também outro filho de Trump parece que namora uma judia. Por que ele iria querer atacar sua própria família?
A grande notícia de 2016 não é tanto a eleição de Trump, como a perda de credibilidade das elites e de sua mídia mentirosa. Mais de metade dos americanos desconfiam ou desprezam, e mesmo entre os progressistas, os que acreditam mesmo são apenas uma minoria de doentes mentais. Os outros também estão com um pé atrás. Quer dizer, só as pesquisas dando "90% de chances" de Hillary ser eleita já deveriam servir para enterrar Nate Silver, New York Times e CNN.
E a suposta mídia "de direita" como National Review ou The Economist não é muito melhor não, ou talvez seja até pior. Lobos globalistas em pele de cordeiro. Mentirosos também.
Bem, eu estou satisfeito com a vitória, nem que seja só por ser um tapa na cara dos arrogantes progressistas, por contrariar a mídia, e também um pouco por ter talvez impedido a terceira guerra mundial.
Sei lá o que vai acontecer, mas não ter que aturar os Clintons for mais quatro ou oito anos já é lucro.
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| A mídia. |
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
Tempos de mudança
Trump venceu, para alegria da garotada e desespero dos progressistas. Surpreendente? Sim, talvez, mas nem tanto. Ann Coulter já havia cantado essa pedra mais de um ano atrás. Na época, muitos riram. Hoje, não estão rindo mais.
Mas os sinais de uma mudança nos ares já estavam claros há um tempo. Como diria o agora Nobel Bob Dylan, "você não precisa de um meteorólogo para saber de que lado o vento sopra".
Começou com a mudança dos governos na América Latina, com as quedas de Dilma, Kirchners e afins. Logo tivemos Brexit na Inglaterra, surpreendendo a Europa. Agora, Trump.
Está sendo divertido acompanhar a fúria de Salon, Slate e outros centros da mídia progressista, bem como o queixo caído de vários "amiguchos" do Face.
Mas o fato é que o povo começa a estar cansado de ser estuprado pelas elites. E o próprio progressismo globalista parece dar os primeiros sinais de exaustão.
A vitória de Trump é uma vitória acima de tudo simbólica. Nem importa o que ele realmente fará ou deixará de fazer. Acho que o mais importante da vitória de Trump é demonstrar que é possível ter uma mensagem anti-establishment e vencer. Mesmo que ele venha depois a decepcionar seus eleitores, ocorreu uma ruptura de paradigmas, para utilizar uma expressão que os progressistas gostam.
Graças a isto, é possível que no ano que vem tenhamos a queda de Merkel na Alemanha e até uma vitória de Le Pen na França. Enfim, o impensável pode ocorrer. Quem sabe?
Não que tudo irá necessariamente melhorar. Aliás, é bem possível que tudo piore, e que esta vitória só faça acelerar um conflito bélico, econômico, etc, que já se desenha há um tempo e que poderá ser inevitável nas próximas décadas.
As bolsas já despencaram com o anúncio da vitória trumpista. O que mais virá a acontecer?
"Que você viva em tempos interessantes", diz uma antiga maldição chinesa. Bem, vivemos hoje em tempos interessantes, não dá para negar.
Veremos o que acontece.
Mas os sinais de uma mudança nos ares já estavam claros há um tempo. Como diria o agora Nobel Bob Dylan, "você não precisa de um meteorólogo para saber de que lado o vento sopra".
Começou com a mudança dos governos na América Latina, com as quedas de Dilma, Kirchners e afins. Logo tivemos Brexit na Inglaterra, surpreendendo a Europa. Agora, Trump.
Está sendo divertido acompanhar a fúria de Salon, Slate e outros centros da mídia progressista, bem como o queixo caído de vários "amiguchos" do Face.
Mas o fato é que o povo começa a estar cansado de ser estuprado pelas elites. E o próprio progressismo globalista parece dar os primeiros sinais de exaustão.
A vitória de Trump é uma vitória acima de tudo simbólica. Nem importa o que ele realmente fará ou deixará de fazer. Acho que o mais importante da vitória de Trump é demonstrar que é possível ter uma mensagem anti-establishment e vencer. Mesmo que ele venha depois a decepcionar seus eleitores, ocorreu uma ruptura de paradigmas, para utilizar uma expressão que os progressistas gostam.
Graças a isto, é possível que no ano que vem tenhamos a queda de Merkel na Alemanha e até uma vitória de Le Pen na França. Enfim, o impensável pode ocorrer. Quem sabe?
Não que tudo irá necessariamente melhorar. Aliás, é bem possível que tudo piore, e que esta vitória só faça acelerar um conflito bélico, econômico, etc, que já se desenha há um tempo e que poderá ser inevitável nas próximas décadas.
As bolsas já despencaram com o anúncio da vitória trumpista. O que mais virá a acontecer?
"Que você viva em tempos interessantes", diz uma antiga maldição chinesa. Bem, vivemos hoje em tempos interessantes, não dá para negar.
Veremos o que acontece.
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