quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Ganhar o mundo e perder a alma

"De que vale ganhar o mundo, e perder a alma?" perguntou Jesus a seus discípulos. É o que deveriam perguntar-se muitos no tal primeiro mundo. De que vale o crescimento econômico, a tecnologia, o conforto, a segurança, se perde-se o principal, a identidade, a cultura, a transcendência, os valores?

Recentemente, uma jovem canadense teve um neném e se arrependeu. Enrolou o próprio bebê num saco plástico para sufocá-lo, depois colocou num saco de lixo e pediu ao parceiro (que aparentemente não sabia que ela estava grávida, nem o conteúdo do saco) que o jogasse no lixão. O bebê já morto foi encontrado, a mulher foi presa, o parceiro se suicidou.

Por este crime, a jovem pegou adivinhem quanto?

Quatro meses de prisão.

O Canadá é um país adiantado e progressista, e quando a mãe mata o próprio bebê em condições mentais alteradas, isto pode ser considerado "infanticídio", que tem pena menor do que assassinato, com no máximo 5 anos de prisão.

Até que faz sentido. É uma espécie de aborto tardio. Se matar bebês de até seis meses no útero é permitido, por que não matá-los aos nove meses e pouco?

(O Canadá é o mesmo país que já liberou sexo com animais se não incluir penetração - sexo oral com cachorros, por exemplo, em teoria é permitido.)

Isto mostra mais uma vez que o problema do Ocidente é espiritual mais do que material. Um paraíso materialista mas vazio. Por que tantos imigrantes querem ir para EUA, Europa, Austrália? Não é pela cultura, eles estão defecando e andando para isso, às vezes até literalmente. Eles querem meramente conforto material.

E o que quer a elite? Também, nada mais do que aumentar os lucros, reduzindo os pagamentos aos trabalhadores, além de dividir a população para poder reinar.

O problema maior da imigração não é o crime, não é o terrorismo, não é nem mesmo a maior competição por empregos e a consequente desigualdade social. O problema maior é a perda da identidade, dos laços de comunidade, bem como dos valores morais que só existem em um contexto religioso compartilhado por todos (muitas religiões diferentes também não dão certo, pois ninguém se entende, e há muitos conflitos).

O paraíso tecnológico que os globalistas prevém é um mundo asséptico, robotizado, militarizado, utilitarista. A liberdade sexual será total. Aborto e até infanticídio serão possíveis. Sexo com animais e até crianças será permitido. Velhinhos serão eutanizados quando chegar a sua hora, para não dar despesas aos cofres públicos. Trabalhadores terão chips cerebrais que lerão o conteúdo de suas mentes. Um povo sem cultura, sem identidade étnica, sem religião, sem valores e sem História, no qual todos serão apenas escravos do Estado e dos próprios instintos!

Mas de que valerá tudo isso?

Por que uma mãe mata um bebê? Por que tantas mulheres abortam, e por que tantas mais desejam esse "direito"? Simples, para evitar responsabilidades indesejadas. Para que uma noite de putaria não se transforme em uma responsabilidade de vinte anos.

A solução patriarcal para isto era restringir o sexo apenas dentro do casamento, de forma que os filhos surgissem apenas em um ambiente ideal. Certo que ainda aconteciam abortos ou bastardos cá e lá, mas em menor número, e mães solteiras eram mal vistas. Isto podia ser ruim individualmente, não há dúvidas, mas socialmente tendia-se a uma sociedade mais serena.  

Talvez o que estejamos observando hoje seja a falência final dos ideais iluministas.

Na carta de independência americana, influenciada pelo iluminismo, fala-se no direito de cada um à "busca da felicidade". Mas talvez o problema seja justamente essa "busca da felicidade" individual. Não sei como era a vida na Idade Média, mas duvido que a busca da felicidade individual fosse o objetivo maior.

A verdade é que a busca dessa tal felicidade muitas vezes termina em fracasso e desilusão. Sim, todos ou quase todos caímos nesta armadilha, mas devemos aceitar que somos quase sempre vítimas de nossas próprias ilusões. Uma mãe que se sacrifica pelo próprio filho é mais ou menos feliz do que aquela que o aborta para seguir a sua carreira de modelo e atriz? Não sei, mas a primeira opção parece mais moralmente correta do que a segunda, independentemente do seu resultado final em termos de "felicidade", algo meio difícil de medir.

Talvez apenas tenhamos ido demais para o outro lado. Antes tínhamos uma sociedade mais focada no bem comum do que na liberdade individual, em especial das mulheres. Hoje é o oposto, a liberdade individual é levada ao extremo, chegando até a exemplos grotescos de pessoas que operam e mutilam o próprio corpo para "trocar de sexo" ou transformar-se em Kens, em Barbies ou até em dragões e lagartos.

O ideal seria um meio-termo entre aspirações individuais e ordem social, em resumo, uma busca do bom senso. Mas quando é que a humanidade conseguiu isso?


domingo, 27 de agosto de 2017

Sonho eterno

Ando meio melancólico e portanto meus posts parecem mais pessimistas do que na realidade deveriam ser. Afinal a vida é bela e não vale a pena ficar se preocupando por bobagens como a sobrevivência do Ocidente! O negócio é curtir e se divertir. E no entanto mesmo sabendo que é tolice, às vezes não consigo evitar a ansiedade com o futuro.

Alguém já fez teste genético para verificar sua ancestralidade? Já fiz, mas me arrependo. Assim como Google e Facebook obtém de graça os seus dados para utilizá-los para outros fins ou até vendê-los, parece que estas empresas como 23andme estão de olho na sua informação genética. Poderão utilizá-la para vendê-la a empresas de saúde, ao governo, ou a quem mais interessar.

Não apenas isso. Imagine um futuro em que as grandes corporações e os governos sabem tudo sobre seus genes, sua ancestralidade, suas capacidades e incapacidades, sua personalidade e suas possíveis doenças, e poderão utilizar isso contra você. Assustador? Que nada, é só o começo.

É interessante observar como temos hoje em dia a mais incrível tecnologia de controle total jamais criada. Quando "1984" e "Admirável Mundo Novo" foram escritos, não existia a Internet nem testes genéticos, e mesmo assim eles adivinharam bastante o que vem por aí. Mas a realidade pode ser ainda mais terrível.

Afinal a tecnologia pode ser uma liberação, mas também uma prisão. Imagine um futuro em que só existe o dinheiro virtual (e portanto todo gasto pode ser rastreado); carros auto-dirigíveis (todas as suas viagens também sendo gravadas); seus genes mapeados e você ainda tem um chip subcutâneo que transmite constantemente sua lozalização e todas as suas informações.

Neste mundo não haverá escapatória, e talvez seja meio o que os globalistas querem. De fato a vida do gado hoje em dia é mais ou menos parecida: recebem um chip ao nascer, vivem constantemente monitorados e finalmente quando chega a hora sofrem um "abate humanitário"...

Não sei, cada vez gosto menos da tecnologia e das grandes cidades, e às vezes penso que gostaria de me embrenhar num mato e viver lá para sempre sem qualquer contato com o mundo "online". Mas bem sei que tampouco isto é uma escapatória...

E no mais, quem sabe se tudo isto que achamos ser a realidade não é na verdade um sonho ou uma simulação? A ideia não é nem um pouco nova: anos antes do filme "Matrix" já havia sido preconizada por Philip K. Dick, e mesmo alguns filósofos da antiguidade já sugeriram coisas parecidas. Talvez o sonho seja realidade, e a realidade, sonho.

Enfim, como podemos saber? Vou lá dormir e sonhar, não me acordem até 2036.


Temas sobre os quais talvez um dia escreverei

Não ando tendo tempo ou paciência para textos mais exaustivos mas tive vários pensamentos sobre coisas sobre as quais gostaria um dia de falar. Aqui vai então um pequeno pout-pourri.

Negros são "cool"? O que explica a popularidade global da cultura e música negra? Vez por outra vejo que um carro pára no sinal tocando rap a todo volume, mas não é um negro no volante, e sim um branquelo. Rap e hip hop hoje em dia são muito populares entre brancos, e mais ainda entre árabes e latinos, e até mesmo entre os asiáticos. Dizem que os chineses na China são racistas contra os negros. Pode ser. Mas parece também que hoje muitos dos mais jovens costumam ter como ídolos os basquetebolistas negros da NBA. Na Coréia, vários músicos imitam o estilo hip hop negro, e os jovens coreanos se vestem de maneira a imitar rapeiros. Bem, detesto rap e hip hop e não gosto de basquete, mas é preciso admitir que os negros podem ser criativos. Alguns são bons comediantes e músicos. Eu costumava gostar de jazz e das cantoras negras dos anos trinta, ainda que hoje não escute tanto. Mas a cultura negra atual me parece tão focada na violência e na vulgaridade que não consigo entender seu sucesso, salvo que o Ocidente inteiro está em um mesmo processo de vulgarização mental, afinal, a música "branca" não anda lá muito melhor.

Por que judeus odeiam o cristianismo? Vez por outra tem algum filme ou série ou obra de arte que propositalmente satiriza ou critica o cristianismo e os cristãos. O último exemplo é uma série chamada "Preacher" que além de oferecer fartas doses de sexo e violência agora tem uma cena que mostra Jesus fazendo sexo. Também mostra um suposto descendente de Jesus que seria retardado mental devido à endogamia (oi? judeus criticando a endogamia?). OK, é verdade que os autores do material original são na verdade irlandeses (ex-católicos) e a roteirista parece ser anglo, mas os produtores são judeus. Enfim, talvez seja apenas anti-clericalismo irlandês, quem sabe? Anos atrás tinha uma comédia irlandesa chamava "Father Ted" que também tirava sarro do catolicismo, ainda que de modo leve e jamais desrespeitoso, e era divertida. Mas uma coisa é criticar a própria cultura e religião, e outra a dos outros. O chato é que não é a primeira vez que judeus fazem troça com o cristianismo, mas reclamaram do filme do Mel Gibson ser "anti-semita" e quase acabaram com a carreira dele, e tente fazer uma comédia sobre rabinos pedófilos. Ah, sim, a série em questão tira sarro de Jesus, cristãos e rednecks, mas não de gays, muçulmanos, negros, etc. Típico.

Quem tem mais chance, EUA ou Europa? Os EUA tem o tamanho e a maior liberdade, a Europa tem a memória do nacionalismo e das tradições étnicas. Os EUA tem os mexicanos, que são mais assimiláveis, e portanto mais difíceis de expulsar, a Europa tem os muçulmanos que se misturam menos e são mais agressivos, o que pode terminar numa guerra -- e em guerra vale tudo, até expulsão. Mas a situação está complicada para ambos. Minha impressão é que se houver um conflito ele ocorrerá primeiro na Europa, mas a longo prazo os EUA terão problemas maiores e terminarão se balcanizando em várias repúblicas. Já o Canadá será dividido entre chineses e muçuns.

Viva os japoneses. Dizem que os japoneses seriam "arianos honorários", mas isto não me parece um elogio. Os arianos nem são tão grande coisa assim e os japoneses têm a sua própria cultura, e digo mais, em vários aspectos melhor do que a ocidental. Não sei por que dizem que os asiáticos são menos criativos. Cineastas japoneses estão entre os melhores do mundo, adoro seus filmes. Falo de filmes mais antigos e clássicos, pois me parece que a geração mais recente também se americanizou. Ainda assim, eles resistem bravamente ao globalismo e continuam japoneses.

O paradoxo do multiculturalismo. Dizem que o tal multiculturalismo serve para aproximar as pessoas. Em certo sentido limitado isto é verdade. Em pequena e superficial escala, todos somos humanos e temos muitos dos mesmos problemas. Em ambientes controlados, como o trabalho ou reuniões de clubes, a diversidade étnica pode funcionar sem muitos problemas. Porém, o curioso é que hoje nas grandes cidades ocidentais temos sempre uma Chinatown, uma Koreatown (nem os asiáticos se misturam entre si), uma mini-Paquistão, a pequena Itália, o barrio mexicano, o gueto negro, e assim por diante. Ué! Mas se era para ficar cada um no seu canto, reproduzindo a própria cultura, então para que migraram em primeiro lugar? Quase pareceria que, como a água e o óleo, o mais natural é os grupos diversos não se misturarem, mas permanecerem isolados. Mas então, por que não manter esse isolamento e diferenciação que já existia na forma de estados-nação, ao invés de reproduzi-lo na micro-escala das cidades?

Censura pra valer. A máscara do "free speech" caiu. Google e Youtube começaram a censurar para valer vídeos que vão contra o sistema, e provedores estão negando hospedagem ou até tirando do ar vários sites "polêmicos". E este blog até quando permanecerá?



terça-feira, 22 de agosto de 2017

Breves Notas Sobre Millenials

Estive conversando superficialmente com Millenials, tanto europeus como norte-americanos e até mesmo alguns de outras nacionalidades e etnias não-brancas. Enfim, jovens na faixa dos vinte e começo dos trinta anos. Basicamente o que parece ocorrer é o seguinte.

- Gostam de drogas. Fumam, bebem, cheiram e tomam até LSD. Na minha geração também havia muitos maconheiros e alguns cocainômanos, mas parece-me que esta geração anda se drogando um pouco mais. Raros são os que não consomem ao menos maconha.

- Praticamente todos tem ao menos uma tatuagem, mas em número limitado; parece-me que ter muitas tatuagens pelo corpo todo começa a ser meio démodé ou coisa de classe baixa, mas não tenho certeza.

- Muitos são vegetarianos ou veganos, ou então preocupados com o glúten, etc. Enfim, a alimentação natural é uma de suas principais preocupações.

- Estão sempre com seus telefones ou então conectados em mídias sociais, mas isto não é novidade para ninguém.

- São a favor do multiculturalismo pois é como cresceram e vivem, mas parece-me que estão meio preocupados com a questão da imigração, ainda que raramente seja um tema de conversa.

- Politicamente tendem a ser progressistas, naturalmente, porém mais cínicos e desconfiados do que a geração anterior. Não são idealistas e estão por dentro de várias "teorias da conspiração", acreditando nelas ou não. Se tem uma causa que abraçam é ambientalista ou a dos animais, ou então a causa gay, mais do que lutas políticas.

- Parecem menos promíscuos do que a geração "paz e amor". Falam bastante sobre sexo, mas preferem praticar dentro de uma relação monogâmica convencional, ou várias breves relações monogâmicas mas sem tanta putaria. Porém, atrasam o quanto podem o casamento, e poucos são os que desejam ter filhos. Aqueles que já tiveram filhos em geral já estão separados.

- Talvez seja uma forma de proteção. Ao contrário do clichê de "narcisistas" ou "egoístas", é uma geração que, consciente ou inconscientemente, sabe muito bem que está mais fodida do que a anterior, e que seus filhos (se os tiverem) vão passar por uma situação pior ainda.


Papa Francisco é do Demônio?

Cresci católico, mas renego este Papa e espero que ele seja logo levado para as chamas do Inferno por Belzebu. Não seria de todo ilógico: Dante colocou uns quantos Papas no Inferno, acho que tem lugar para pelo menos mais um.

Agora o Padre Chico (recuso-me a chamá-lo de Papa) afirmou  que o bem-estar dos imigrantes é mais importante do que a segurança dos europeus, e ainda posou em uma foto revoltante com um grupo de muslims africanos.

Padre Chico vem da "teologia da libertação", aquela corrente comunista da Igreja na América Latina que foi um desastre, inclusive para a própria Igreja, fazendo-a perder milhões de fiéis para os evangélicos.

Os tolos dos padres comunistas acharam que ficariam mais próximos dos pobres apoiando reforma agrária, distribuição de renda e outras tolices. Que estúpidos. Pobre não quer comunismo. Pobre quer milagre. Pobre quer fé. Os evangélicos fizeram uma limpa na Igreja Católica.

É verdade que já desde (pelo menos) os anos 60 a Igreja Católica foi subvertida, mesmo assim, ainda existem algumas figuras mais tradicionais e não dá para entender como é que este bobo da corte foi eleito. É ainda mais estranho se pensarmos que o Bento XVI se aposentou, supostamente por "motivos de saúde" e ainda está vivinho da silva.

Além de muçulmanos, Padre Chico também adora confraternizar com hindus, protestantes, judeus e budistas. Tudo menos com católicos tradicionais.

Talvez o cálculo do Padre Chico e seus amigos seja de que tornando o catolicismo mais próximo do progressismo moderno, seja mais fácil converter os europeus de volta à religião. Rematada besteira, é claro. Quem já tem uma religião, no caso o progressismo, não vai trocá-la por uma que se rebaixa a imitá-la: querer copiar o progressismo é basicamente afirmar que este é superior aos valores milenares da Igreja. Então, pra que trocar seis por meia dúzia?

Não creio que seja isso; não acho que a intenção seja a de conseguir mais fiéis, mas justamente o contrário, a de diminuir o seu número, e a de aumentar o número de muçulmanos e de ateus.

Mas então, se Padre Chico quer isso, então ele é anti-católico e anti-cristão, e quer acabar com a sua própria Igreja. Porém, como ele não parece ser assim tão inteligente ou maquiavélico, só posso concluir então que existem outras "forças ocultas" que o estão comandando.

Sim, isso mesmo que vocês estão pensando: Padre Chico está possuído por Satanás, e busca nada mais e nada menos do que a destruição total da Igreja Católica e do Cristianismo, seguido do retorno sanguinário e triunfal do Senhor das Trevas!



quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Calma, eles só querem que você morra!

É o fim da alt-right, ou apenas o começo? O fiasco de Charlottesville parece indicar de qualquer forma que algo está mudando, e não para melhor. Mais conflitos ocorrerão com certeza, infelizmente.

O evento no fim das contas foi um grande fiasco para a direita, mas também para a esquerda. Se os direitos com a ajuda da mídia ficaram parecendo um bando de palhaços desorganizados, os antifas não ficaram muito melhores e mostraram toda a violência e nojeira de que são capazes.

Com certeza também houve infiltração. Entendo as bandeiras confederadas, mas o que faziam bandeiras nazistas em um evento (supostamente) para protestar contra a remoção de uma estátua do General Lee? Bem, por outro lado o evento se chamava "Unir a Direita", o que em teoria incluiria todo mundo. Mas o tal Richard Spencer também parece outro infiltrado...

E o alt-righteiro que atropelou antifas - um inflitrado também? Uma "falsa bandeira"? Antes do incidente ele apareceu em um evento de uma organização nacionalista da qual ele não era membro. Quem é que vai com uniforme e bandeira da organização, se não pertence a ela, a não ser para enganar a mídia? E digo mais, pode ser apenas coincidência, mas alguns informam que a mãe do garoto é judia. Não que não possam existir nacionalistas brancos judeus, afinal eles não apóiam os nazis na Ucrânia, e não houve um caso famoso de um neonazi judeu que até virou filme? Mas que tudo é meio suspeito, isso é.

Enfim, tudo é uma confusão!

Seja como for, o problema é que quando não se deixa espaço para discutir de forma calma e moderada assuntos importantes como imigração, quando se acusa de "nazis" ou "nacionalistas brancos" até pessoas como Charles Murray, Steve Sailer ou o próprio Trump, você está no fundo aumentando a radicalização e os conflitos, deixando que apenas os radicais falem.

Talvez seja isso o que eles querem. Se os brancos são suicidas com suas políticas de imigração e de devolução cultural, os anti-brancos também são suicidas na medida em que parecem querer empurrar os brancos para uma radicalização cada vez maior.

Depois do fim da segunda guerra, dos direitos civis e do fim do comunismo, havia pouco interesse em novas guerras e em perseguição de negros, judeus ou quem quer que fosse. Bastava ficar de boa, e a elite permaneceria no comando por mil anos. Mas não, parece que eles não se contentam mais do que com o poder total, e vão continuar empurrando mais e mais, literalmente forçando conflitos e radicalismo cada vez maior de todos os lados, branco contra negro, judeu contra muçulmano, latino contra chinês.

Quando só houver 30% de brancos nos EUA e/ou na Europa, serão poucos brancos, mas estarão acuados e serão bem mais radicais e violentos. E eu aposto mais em 30% de brancos do que em 70% de não-brancos, aliás, mesmo se restassem só 10% de brancos ainda apostaria neles.

Mesmo assim, tudo parece uma confusão estúpida e desnecessária, um aumento de conflitos violentos que ninguém quer e que não vai ser bom para ninguém, nem mesmo para os doidos globalistas da elite - e nem dá para entender o que eles querem, talvez eles só queiram ver o circo pegar fogo, mesmo, afinal esta é a alegria do palhaço -- mas quem brinca com fogo acaba se queimando.

Eu ia terminar o texto por aqui, mas agora vi que houve um novo atentado com carros, desta vez em Barcelona. Por que Barcelona? Que país árabe eles invadiram desta vez? E por que antes eram sempre bombas e agora são sempre carros? Será que tudo isto não é uma manobra para tornar obrigatório o uso de carros auto-dirigíveis??

E por que estes porcos globalistas ficam tão doidos com algumas poucas pessoas protestando contra a remoção de uma estátua, quando arquitetam massacres e outras bizarrices? No mesmo dia em que sofreu o atentado, a Espanha acolheu um recorde diário de 600 novos refugiados. Este foi o agradecimento que recebem?

Nossa! Será que os globalixos e seus lacaios muçulmanos nunca cansarão de matar homens, mulheres, crianças e animais?

Sério, o que será que estas pessoas da elite têm? Doença mental? Um vírus na cabeça? São alienígenas reptilianos? São possuídos pelo Demônio??

Chega de genocídio branco e cristão. Fora não-brancos da Europa e EUA. Fora muçulmanos. Fora judeus. Fora negros. Fora asiáticos e hindus também. Fora todos! Apenas isso.


segunda-feira, 7 de agosto de 2017

O resto é silêncio

Tá bom, tá bom. Chega de pessimismo! Hoje só quero ver passarinhos cantando, cachorrinhos brincando, gatinhos miando! E quero ficar longe nem que seja só por hoje das notícias do dia a dia e da Internet. Mas quem disse que conseguirei? Até depois. Boa semana a todos. Abs.
I have of late, (but wherefore I know not) lost all my mirth, forgone all custom of exercises; and indeed, it goes so heavily with my disposition; that this goodly frame the earth, seems to me a sterile promontory; this most excellent canopy the air, look you, this brave o'er hanging firmament, this majestical roof, fretted with golden fire: why, it appeareth no other thing to me, than a foul and pestilent congregation of vapours. What a piece of work is a man! How noble in reason, how infinite in faculty! In form and moving how express and admirable! In action how like an Angel! In apprehension how like a god! The beauty of the world! The paragon of animals! And yet to me, what is this quintessence of dust? Man delights not me; no, nor Woman neither; though by your smiling you seem to say so. (Hamlet, Act II, Sc. II)


domingo, 6 de agosto de 2017

E agora, quem poderá nos defender?

Quando foi que o Ocidente começou a degringolar? Foi antes ou depois da Segunda Guerra? Ou quem sabe ainda na Primeira Guerra, quando milhões de brancos se trucidaram entre si sem motivo? Foi na Revolução Francesa, que primeiro destruiu os alicerces tradicionais? Ou antes ainda? Foi com a extinção dos Neandertais?

A ideia do "Ocidente" (ou, mais especificamente da "América", já que a Europa mereceria uma discussão um pouco a parte) como um lugar de liberdade não é de todo ruim.

No outro dia ouvindo uma conversa com uma árabe secularizada, ela contou sobre a vida em países como Arábia Saudita ou Kuwait. Mulheres não podem sair de casa sozinhas ou acompanhadas de qualquer um que não seja seu pai ou seu irmão. Centros comerciais tem locais separados para homens e mulheres. Não existem cinemas, pois o escurinho da sala poderia dar lugar a contatos indesejados. Álcool é 100% proibido. Mulheres não podem dirigir nem fazer nada. Enquanto isso os sheiks bilionários tem acesso a uísque importado e contratam putas brancas e as obrigam a fazer coisas extremamente nojentas, e por muito dinheiro, elas fazem. Em resumo, é uma bosta. Um lugar primitivo para pessoas primitivas que não sabem controlar seus instintos.

São tradicionalistas? De certa forma são. Mas não vejo essas teocracias islâmicas como algo muito atraente, e entendo quem queira fugir de lá.

Por outro lado, em algum momento, o Ocidente exagerou, e virou também, só de que outra forma, um circo de freaks.

Agora a notícia do dia é sobre um suposto "casal gay" que teve filhos. Na verdade um deles é apenas uma mulher que tomou hormônios masculinos para ter barba e outras características masculinas. Mas enfim, continua sendo biologicamente mulher. Um caso grotesco, bizarro, e que com certeza trará um sem fim de tristezas para a pobre criança nascida nesse berço pouco esplêndido. E no entanto o caso está sendo celebrado e paparicado por todas as pessoas "de bem".

Moro numa cidade multicultural na qual a assimilação é a norma. 90% das pessoas abaixo de 30 anos tem tatuagem, e casais mistos são extremamente comuns. Brancos com hindus, brancos com asiáticas, brancos com latinas, negros com brancas, e até -- e isto é novidade recente pois antes quase não via e agora vejo até com certa freqüência -- brancos com negras.

Confesso que este último caso não me incomoda. Gosto de mulheres negras. São simpáticas e espertas. Os outros casos de miscigenação tampouco me incomodam muito. Conheço um alemão que está fornicando com uma hindu. Que sejam felizes e tenham muitos filhos! Na verdade, acho que só não gosto de ver homens negros com mulheres brancas. Mas não sei por que. Acho que é porque tendo a não gostar de homens negros: possuem todas as características que não admiro: extroversão exagerada, agressividade, petulância, sempre rindo, roupas ridículas, gosto musical estúpido. E vê-los com uma branca atraente realmente é perturbador. Até por que não consigo entender o lado delas. Se fosse uma branca gorda, feia, tatuada, rejeitada, OK; mas brancas bonitas? É como ganhar na loteria e jogar o dinheiro pelo ralo.

Mas tudo bem, esses são apenas detalhes, o furo é mais embaixo.

Vejam bem, o problema do multiculturalismo é que, no fim, ele não representa nada. As pessoas no fundo continuam tribalistas. Sob a aparência da mistura, que no entanto é limitada, o que se vê é mais uma cidade segregada. Bairro iraniano, bairro chinês, bairro turco, bairro armênio, bairro aborígene, etc. E pessoas cada vez mais enclausuradas em si mesmas, perdendo totalmente o senso do coletivo.

O problema de fato é que em algum momento a "liberdade" do Ocidente que era para ser algo mais intelectual virou meramente a liberdade de beber todas, tomar todas as drogas possíveis, tatuar o corpo inteiro e dar a bunda. E, claro, a liberdade para qualquer um imigrar -- mas claro que só numa direção, de não-brancos para países brancos. Já a liberdade intelectual, bem, essa está sumindo, e nem tão lentamente assim.

Não consigo ver isso como algo positivo. Limites são necessários na vida. Se tudo vale, por que não incesto ou pedofilia? Realmente, por que não?

Não sei dizer se foi o ocaso da religião, o cansaço com as guerras nacionalistas, a constante subversão midiática, a lavagem cerebral de nossos velhos conhecidos transformando a mera existência de brancos não-multiculturais em "racismo", o neo-imperialismo americano, ou outro motivo o que gerou essa mudança. Acho que foram todos esses fatores e mais uns outros, e foi uma mudança gradual.

A questão mesmo é se toda essa desgraça pode ser revertida, e se isso pode ser feito antes que seja tarde demais.

As elites políticas estão vendidas e são inimigas do povo. A população drogada por apetrechos tecnológicos e mídia social (quando não por drogas mesmo, 38% dos americanos adultos já tiveram receitados medicamentos à base de ópio, e a marihuana já é legal em muitos estados) nada faz para protestar, aliás, até celebra estas aberrações. As poucas pessoas que levantam estas questões são recriminadas e ostracizadas. Enquanto isso a elite constrói seus bunkers e a diferença entre ricos e miseráveis só aumenta. Quem pode pode, e quem não pode, se sacode. O globalismo está no comando e só não se sabe se o futuro nos reserva onflitos eternos entre diversos povos ou um estado autoritário escravista global.

E agora? Quem poderá nos defender?



terça-feira, 1 de agosto de 2017

Só Jesus Salva

No outro dia li um trecho interessante num romance de Graham Greene.

O sujeito confessa a um amigo que estava preocupado que sua esposa o traísse. O amigo diz algo do tipo, "não se preocupe, ela te ama", mas o sujeito informa que amor não é garantia: amor pode acabar. Ele diz que a solução mesmo seria converter a esposa ao catolicismo, afinal, o que você talvez não faça por uma pessoa, poderá fazer por Deus.

De fato, a crença religiosa é o que impede muitas pessoas de cometerem pecados e crimes esdrúxulos ou de cair nas drogas e na prostituição. E, da mesma forma, também pode motivá-los a lutar.

Nenhum europeu vai resistir à invasão muçulmana em nome do "casamento gay", dos "direitos das lésbicas", da "igualdade de salários para mulheres", dos "banheiros mistos para transsexuais", do "direito de se vestir como uma putinha" ou de qualquer outro estúpido "valor" progressista.

Também poucos irão lutar e resistir em nome de ideologias, seja "fascismo", "socialismo" ou "capitalismo".

(Aliás, capitalistas são LIXO!!! Já fui libertário, hoje considero-os uns idiotas quase piores do que os comunas. Vejam aqui a Economist, bíblia dos libertários, afirmando que com um mundo sem fronteiras seria "78 trilhões mais rico" e que "valeria a pena até subornar os que são contrários para obter isso". Não tenho ideia de onde tiraram esses números, mas, mesmo que isso fosse verdade, esses imaginários "78 trilhões" iriam para quem? Certamente não para mim ou para você, mas talvez para bilionários que desejam ficar trilionários.)

Enfim, só otários para lutar por um sistema político que, seja este qual for, jamais os beneficia.

Lutar pela pátria? Sim, isto talvez. Há pessoas que morrem e matam por times de futebol, por que não por um país? E o nacionalismo ainda é um instinto forte.

Mas, ele faz menos sentido quando os países são colchas de retalhos multiculturais de ideologia progressista - você está lutando pelo quê exatamente: pelo direito de imigrantes somalis se instalarem e defecarem publicamente no seu bairro, ou pelo direito dos transexuais de cortarem o pênis com os seus impostos?

No mais, algumas pessoas até poderão lutar por ideologias ou por nações, como sempre fizeram ao longo da história, e mais ainda se encontrarem algum líder carismático, mas serão, quase sempre, uma minoria.

E certamente ninguém se arriscará a morrer ou matar pelo "progressismo", que sequer é uma ideologia coerente, mas mais uma espécie de doença mental.

Aliás, se querem um resumo da mentalidade progressista, assistam este comercial. Sexo multiracial, hedonismo, gayzismo, lesbianismo, consumismo, decadência social e sexual, capitalismo e valores da esquerda social unidos em uma propaganda de uma multinacional de bebidas alcólicas, está tudo ali. Quem é que vai matar ou morrer por isso?

Porém, assim como os cristãos que morreram devorados por leões na época romana e os islamitas que se explodem hoje em dia, muitas pessoas continuarão a matar e morrer por Jesus ou por Maomé.

Isto não quer dizer que as Igrejas estejam certas, ao contrário. As seitas protestantes já celebram casamento gay há tempos e agora irão celebrar a mudança de sexo. Os luterasnos estão ajudando a trazer imigrantes a rodo. Alguns cultos evangélicos viraram tão sionistas que até já abandonaram a cruz trocando-a pela estrela de Davi. E mesmo os católicos não estão muito melhores, cheio de padres homossexuais e até o anti-papa Francisco está mais interessado no comunismo e em beijar os pés de muçulmanos do que em promover o catolicismo.

A Igreja é falha por que o homem é falho, porém, a verdade se mantém: as pessoas se sacrificam por ideais transcendentais ou pela suposta vida após à morte ou por comando divino, e não por qualquer coisa relacionada com a miserável humanidade ou com este planeta imundo. Se isto existe mesmo ou não, não sei e não tenho como saber; mas é verdade que a fé move montanhas.

Vejam que isto não tem necessariamente a ver com a existência real ou não de uma entidade divina. Mas é que para efeitos de motivação, o ateísmo é péssimo. Isto é que não entendo nos "militantes ateus", cuja intenção deve ser a mesma daquela criancinha de oito anos que descobre que Papai Noel não existe e se desilude e por isso quer arruinar a crença dos outros também.

Afinal, não há nada de muito bom ou alegre num universo ateu, aliás, é o oposto, é algo horrível. "Vamos salvar o Ocidente pois não passamos de um amontoado de moléculas inúteis com uma existência sem sentido igual à de bactérias imundas flutuando num oceano de fezes" não parece ser um bom slogan. Ateus reais deveriam admitir que levado às últimas conseqüências o mundo ateu materialista é terrível, pavoroso, nojento e cruel.  E, portanto, pouco motivador para a maioria das pessoas.

Só Deus salva.

Volta logo, Jesus!!!!

sábado, 29 de julho de 2017

Feminicídio existe?

Uma nova palavra está no ar: "feminicídio". Daqui a pouco irão inventar "gaycídio" e "transcídio". Olhem, realmente não entendo muito esta ideia de criar uma categoria separada para o homicídio de mulheres. Qual a diferença? Que houve estupro também? Mas isso já é contabilizado pela lei, ou não é?

Não, a ideia por trás parece ser só a de manter o meme da "cultura do estupro" e colocar o homem, e em especial o homem branco beta pagador de impostos, sempre como culpado de tudo.

No outro dia uma moça foi estuprada e assassinada em um crime bárbaro. Terrível, e seus assassinos deveriam ser condenados à morte, mas a causa feminista já está pegando o caso de carona para vender o "feminicídio".

O curioso, ou nem tão curioso, é que a moça "tinha uma relação" com um dos bandidos, um músico drogado, e foi voluntariamente com ele ao motel, onde os comparsas esperavam. Bem, elas gostam de bad boys, não é?

Enfim, meu conselho às mulheres é que jamais se metam com drogados. Primeiro porque eles irão fazer qualquer coisa para conseguir dinheiro para drogas (essa é a prioridade deles), segundo porque devido à vida que levam eles costumam andar com péssimas companhias (traficantes, assaltantes, etc.), e terceiro porque, salvo raras exceções, costumam ser péssimas pessoas. O vício é mau conselheiro.

Evidentemente não falo aqui de um maconheiro ocasional, mas usuários de drogas fortes ou maconheiros full-time. A Suzana Richtoffen também se envolveu com um drogado e deu no que deu, ainda que neste caso a psicopata fosse ela. E uma mulher que conheci sempre apanhava e foi forçada a abortar por um namorado drogado - curiosamente, ela só denunciou a violência publicamente quando o "bad boy" enjoou de bater nela e a abandonou.

Um outro caso similar na Argentina gerou comoção - uma adolescente estuprada e morta por um grupo de homens, que gerou a campanha "nem uma a menos". De novo, eram homens drogados sendo um deles um drogado com quem ela tinha uma "relação", e, de novo, ela foi voluntariamente com ele para o motel, onde os comparsas esperavam.

Outra dica, além de evitarem cópulas e concubinatos com drogados, traficantes, criminosos ou cafetões, seria a de mulheres (brancas) evitarem relações com outras raças mais impulsivas. No outro dia uma branquela italiana decidiu andar pelada pelas ruas de Bolonha. Vejam nas fotos as reações distintas de brancos e negros à ocasião. Bem, não quer dizer que também não existam brancos nojentos e impulsivos também, mas em média parecem ter um pouco mais de controle sobre o próprio pênis, ao menos em público. (Aqui um outro relato de uma jovem inglesa que foi estuprada por dois muçulmanos, "asiáticos" segundo a reportagem, mas não se enganem, na gíria dos jornais ingleses, "asiático" significa "paki").

Relações com músicos e esportistas também são desaconselháveis, na minha experiência terminam dando errado, o melhor mesmo é claro que seria a moça procurar um pacato contador ou programador, mas onde é que está a emoção nisso para a mulher?

Enfim, tampouco podemos esperar total racionalidade nos assuntos da vagina e do coração, mas ao menos um pouco de prudência, ainda mais em sociedades perigosas como a nossa, não seria de todo ruim.

Sim, vamos lutar contra o feminicídio, tudo bem, mas as mulheres pensarem um pouco melhor o que fazem e com quem se envolvem, isso não, não é?


sábado, 22 de julho de 2017

Quem policia a polícia?

Recentemente uma branquela australiana professora de ioga (a ioga tem origem indiano, mas será que tem profissão mais branca hoje em dia?) foi morta em Minnesota por um negro.

Calma, amigos, não é nada disso que vocês estão pensando. O negro não era um criminoso mas um condecorado policial somali-americano, e a morte foi um acidente, embora as circunstâncias ainda do ocorrido ainda sejam misteriosas.

Aparentemente, a mulher chamou a polícia ao escutar ruídos sexuais e achou que uma vizinha estava sendo estuprada. A polícia veio e quando ela se aproximou correndo da viatura o policial negro muçulmano se assustou, tirou sua arma e deu vários tiros na infeliz. Bem, ao menos esta é a versão que está sendo contada por enquanto.

Mera incompetência ou algo mais? Não sabemos, mas o que é fato é que a polícia americana é uma das mais violentas e irresponsáveis do mundo, ao menos dentro do chamado "primeiro mundo", se é que esta classificação ainda faz sentido.

Nem todos sabem, mas Minnesota, originalmente povoada por brancos de origem sueca, é o centro da imigração Somali nos EUA. A prefeita da capital do Estado, típica branquela progressista que já usou uma véu islâmico para se pavonear, e é casada com um negro, ficou bem feliz com o primeiro policial somali-americano do país. Agora que deu tudo errado, está desesperada.

A chefa da polícia local também era mulher, além de lésbica e indígena, mas agora depois da confusão foi demitida, e substituída por um negro - só que este não é somali, mas latino.

Enfim, o de sempre, na Suécia como em Minnesota: mulher no volante, multiculturalismo constante.

De acordo com estatísticas, 1093 pessoas foram mortas pela polícia americana só em 2016. Na Alemanha, este número no mesmo ano foi zero.

Mas é verdade que há muitas diferenças entre a polícia americana e europeia. A polícia americana é bem mais multicultural, assim como os criminosos. Há muito mais pessoas com armas de fogo, o que torna o trabalho dos policiais mais arriscado, portanto muitos atiram primeiro e perguntam depois. Na Europa o problema é o oposto, estão despreparados para agir contra criminosos violentos como os terroristas muçulmanos. Vão ter que se americanizar.

O que é ruim, na verdade. Já fui abordado pela polícia nos EUA, por meras infrações de trânsito, mas mesmo que o problema seja apenas estar andando com o farol desligado, te tratam como se você fosse um perigoso marginal. Ai de você se retrucar qualquer coisinha, e não faça movimentos bruscos, ou vai levar tiro.

De fato, não é muito diferente do que ocorre no Brasil, e por motivos similares - polícia multicultural e criminosos multiculturais. Mas no Brasil é pior, pois a polícia além de violenta, é mais incompetente e corrupta, e os governos não ajudam.

Uma outra diferença no Brasil é que nunca falta policial para prender e arrebentar durante manifestações, enquanto que para policiar zonas urbanas, sempre faltam efetivos. Concordo que dar pancada no lombo de esquerdistas deve ser divertido, além de pouco arriscado, mas mesmo assim, deveriam existir prioridades.

O futuro parece ser um estado policial mesmo, até na Europa graças à imigração. E de fato, não é isso o que a elite no comando quer? Um povo multicultural desunido causando caos e confusão, e uma polícia autoritária e violenta dando tiro no cidadão, e prendendo quem discordar.

Desde que os ricos estejam protegidos, tudo bem!





segunda-feira, 17 de julho de 2017

O progressismo é feminino?

Uma vez escrevi um post chamado "o progressismo é branco". Acho que esta é a seqüência (a ser futuramente completada em uma trilogia com "o progressismo é judeu", kkk.)

O fato é que, em média, as mulheres estão bem mais interessadas no progressismo do que os homens.

Casamento gay, multiculturalismo, imigração, luta pelos direitos dos indígenas e do macaco-prego, ativismo contra a islamofobia, a gordofobia e a vadiofobia, e, claro, feminismo, tudo isto existiria em menor escala se as mulheres não estivessem tão interessadas nisso tudo. Mulher adora inventar problema onde não existe e fazer tempestade em copo de água para chamar a atenção.

No mais, elas gostam de seguir modas e a moda do politicamente correto é uma moda que as agrada. Vejo isso nos filmes; os homens em geral, se incomodam mais se um filme sobre o Rei Artur tem personagens negros ou árabes, ou se um super-herói antes branco vira hispânico ou chinês; já as mulheres tendem a gostar de elencos diversos mesmo em filmes em que eles não fazem sentido. As séries e filmes orientados para mulheres estão repletas de multiculturalismo e fuque-fuque com mistura racial.

Em grande parte creio que seja porque as mulheres são mais facilmente manipuladas, mas em parte também por uma questão de instintos sexuais e maternais. Seu interesse pelos imigrantes é parcialmente sexual (sedutores estranhos "bad boys", além de maior competição entre os imigrantes e os nativos, o que para elas é excitante, nada excita mais uma mulher do que assistir dois machos se batendo por ela, veja o enredo de 90% das comédias românticas) e parcialmente maternal (pobres refugiados que precisam de carinho e compreensão).

Mulheres gostam de mentiras; preferem um cafetão que sussurra bobagens bonitas no ouvido e depois a explora e lhe senta a porrada, a um homem honesto que lhe diz a dura verdade mas a trata bem. E o que é o progressismo se não uma série de mentiras bonitinhas: "eu te amo meu amor você é a mais linda do mundo, raças não existem e todos são iguais."

Evidentemente isto não se aplica a todas as mulheres, mas em especial à mulheres brancas e semibrancas infantilizadas nesta era pós-cristã. Mas acredito que isso durará pouco, pois as mulheres não-brancas tendem a invejar, odiar e hostilizar as mulheres brancas, então é pouco provável que essa amizade dure muito.

No mais, o próprio modo de pensar da esquerda é feminino, sempre repleto de contradições. Elas querem igualdade mas também privilégios. Elas querem mostrar os peitos e a vagina mas não querem que os homens fiquem olhando e fazendo cantada. Elas não querem assédio mas tampouco toleram a falta de atenção.

É natural, de certa forma. Se quer saber como as mulheres se sentem, entre numa sala de bate-papo online com um nome de mulher, num instante pipocarão centenas de mensagens, e de homens que sequer sabem como você é -- aliás, que sequer sabem se você é uma mulher de verdade ou não. Então não podemos culpá-las de todo, não é? Homem pode ser chato, muito chato, e burro, muito burro.

Em sua essência, o esquerdismo, com sua luta contra a auto-defesa (preferem as armas na mão do Estado), seu favorecimento das minorias, seu estado de bem-estar social, é mais feminino do que masculino.

Mas, calma lá, isto não quer dizer que a solução seja a "white sharia" como desejam alguns, ou ir totalmente na direção de uma sociedade toda masculina à moda de Esparta.

O melhor é um certo equilíbrio entre os dois sexos, ainda que talvez não perfeitamente simétrico.

No Yin e Yang chinês, o elemento masculino e feminino se enlaçam complementarmente. Na estrela de Davi, masculino-luciferino (triângulo ou pirâmide) e feminino-lilithiano (triângulo invertido ou púbis) se sobrepõe. Na Cruz cristã, no entanto, o elemento masculino (vertical) tem preponderância sobre o elemento feminino (horizontal). Complementaridade, mas não na mesma medida, afinal são sexos diferentes com desejos e necessidades diferentes.

Enfim, este texto está meio confuso e mal escrito, mas acho que deu para passar a idéia, ou não?