domingo, 4 de outubro de 2015

Você tem cara de marginal?

Nunca entendi porque a polícia parece ter tanta dificuldade em identificar bandidos no Brasil e, assim, prevenir o crime antes de remediá-lo. É até bem simples identificar as pessoas mal-intencionadas em locais públicos, por uma série de fatores: o rosto, a vestimenta, o jeito de falar, a linguagem corporal, a atitude.

É verdade que em países de terceiro-imundo como os da América Latrina, às vezes é difícil separar o pobre honesto do marginal só pela aparência, mas existem outros fatores que podem ser levados em conta. Grupos de adolescentes juntos, por exemplo, despertam suspeitas, enquanto famílias não.

O problema mesmo é o tal "direito de ir e vir", que impede a polícia de agir mesmo quando há claros indícios de que alguém pode estar preparando algo. Mas será que alguém mal-intencionado tem esse direito de "ir e vir" sem ao menos ser revistado?

Eu não sei quanto a vocês, mas, muitas vezes, posso ver já de cara se uma pessoa tem bom ou mau caráter. Não saberia explicar direito como isso se dá, mas sei que acontece. Por exemplo, no meu trabalho anterior havia um sujeito que só pela cara e pela atitude parecia ser um malandro, então procurei ter pouco contato com ele. Pouco tempo depois, soube que foi demitido por tentar aprontar uns trambiques (sim, era brasileiro, e carioca ainda por cima. Um lixo!)

As teorias de Lombroso, que mais de uma pessoa já lembrou aqui, falavam sobre o "criminoso nato", pessoas cuja expressão facial ou corporal já daria a medida de sua criminalidade. A teoria caiu em desuso, mas não penso que esteja de todo errada, aliás, provavelmente estava mais certa do que errada. Basta examinar qualquer lista de "mugshots" para ver que muitos criminosos costumam ter rostos bem esquisitos!

No post anterior, alguém falou sobre a foto do americano do futuro (eu quase diria que já é a do presente) como um gordinho simpático, que no máximo tentaria te vender um carro usado. É verdade. Mas por que temos essa impressão? Podíamos pensar que pelo sorriso, porém, fotos de serial killers sorridentes não passam tanta confiança. Eu acho que, no caso, são uma série de fatores acumulados: o sorriso, o fato de ser gordinho (gordos raramente são criminosos violentos, me parece, talvez pela dificuldade em correr e fugir), os olhos, etc.

Será que você consegue identificar uma pessoa pelo rosto? Preparei um quiz aqui e vamos ver se vocês adivinham. Coloquem as respostas nos comentários, e se puderem, expliquem o por quê. Depois dou as respostas corretas. 

Não vale googlear!




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14 comentários:

Anônimo disse...

sempre achei que, quem ve cara, ve coração sim....

Mr X disse...

Pronto, atualizai no formato de quiz, assim fica mais fácil responder. Respondam e comentem!

Mr X disse...

Estas pesquisas são uma bosta de colocar no blog, o botão fica sumindo! Mas agora acho que deu certo. Respondam antes que seja tarde!!!!

Santoculto disse...

Alguns eu sabia, maldita memória que guarda quinquilharias, kkkkkkkk

Acho que o negão que é homossexual e mantém casamento de fachada com um imigrante chinesa, um ''ceo'',

O caso da moça americana com rosto angelical que matou a amiga junto com o amante (negro tbm, sem querer ser taxativo)na Itália (matou ele depois**),

A moça branca casada ou que namorava com um homem negro (hee... que lista hein**) que o matou, geralmente quando acontece é o oposto,

1- O primeiro eu votei estuprador, ele tem cara de doido e parece que tiraram a foto dele direto da delegacia, quando é fichado,

2- O segundo médico honesto, expressão e aparências neutras,

3- A loirinha com tatto, então, justamente a que matou o namorado negro,

4- A quarta, sim, o famoso caso de assassinato que aconteceu na Itália, poderia ter escolhido casos mais desconhecidos, este aqui todo mundo acertou,

5- O que parece o Anderson viagra Silva me parece ser justamente o tal ceo do vale do Silício, homo, casado de fachada com um asiática e fraudou alguma coisa do qual não me lembro,

6- Advogado preso por fraude, parece que tem dificuldade de sorrir, kkkkkkkk

7- Executivo de uma empresa americana,

8- Professora que fez sexo com alunos, mas parece normal em aparência, nada demais, tirando as peitchola querendo sair do decote,

9- Autista assassinada**

10- Vítima inocente de assassinato...

1,2,6,7,8,9,10 eu chutei.



Matheus Carvalho disse...

Serio, muito dificil pra mim! Nao tenho muita base pra julgar assim pela cara nao. Mas chutei pra todos, deopis coloca ai a resposta, X!

lezard valeth disse...

não consegui visualizar o quiz gostaria de fazer minha analise também

AF disse...

Identificar bandidos é fácil, o problema é o pessoal dos "direitos humanos" e da esquerda em geral que colabora para impedir a polícia disso para os policiais não serem acusados de "preconceito", "intolerância" e "racismo".

Sempre estranhei essas campanhas da esquerda que vivem gritando aos quatro cantos: "diga não ao preconceito!" e quando fui olhar a fundo, vi que realmente tinha algo errado nisso e que o preconceito nem sempre é algo ruim.

Preconceito é apenas o pré-julgamento de algo e não significa que esse algo seja o que pré-julgamos. Preconceito é natural no ser humano e até a simples escolha de uma marca em relação a outra é um tipo de preconceito.

Existem, é claro os maus preconceitos que são os baseados em generalizações e ataques, sejam a uma pessoa, uma raça humana ou um produto, mas existem os bons preconceitos, principalmente aqueles que são guiados pela prudência.

Um exemplo é você estar perdido à noite em uma cidade grande que você nem conhece e, ao tentar procurar ajuda ou abrigo, ver duas estradas: uma que leva a um bairro de classe alta e outra que leva a uma favela. Se você escolher passar por um bairro de classe alta em detrimento da favela, você teve uma atitude baseada na prudência, mas ao mesmo tempo não tem nada de burra.

Não significa que ao passar por uma favela você vai ser assaltado ou levar tiros como ironicamente aconteceu com esse casal hoje, mas guiado pela prudência é muito melhor passar por um bairro mais rico.

Mais exemplos:

Você estar dirigindo em uma estrada e ver alguém pedindo ajuda com o carro parado e não ir ajudar essa pessoa, com medo de ser alguém mal intencionado. Também é um certo tipo de preconceito e prudência, pois vemos muitos assaltos de pessoas que se fingem assim, mas ao mesmo tempo não é uma atitude irracional.


Muitos brasileiros detestam produtos chineses (xing-ling) e têm preconceito contra produtos chineses. Mas não significa que todo produto chinês seja ruim, mas seria idiotice alguém chegar e comprar muitos produtos chineses para dizer que não tem preconceito.

Muitos homossexuais também não podem doar sangue porque o índice de AIDS entre homossexuais é enorme. Claro que não é todo homossexual que tem AIDS, mas muitos hospitais são guiados pela prudência e seria uma burrice tremenda um esquerdista chegar e falar que vai receber um sangue de um homossexual que ele nem conhece para dizer que não tem preconceito, nem é homofóbico, etc.

A própria esquerda que fica gritando aos quatro cantos: "diga não ao preconceito!" é a que mais espalha preconceitos e os maus ainda por cima, ao criticarem os ricos, a classe média, "o sistema", os cristãos, os brancos, etc. Vejam um exemplo que usa o mau preconceito nessa imagem aqui, que curiosamente foi curtida e compartilhada por muitos brancos no face: https://www.facebook.com/564161453675848/photos/a.565554563536537.1073741834.564161453675848/883697255055598/?type=3&pnref=story

Esse é só um exemplo e nem precisa dizer o que aconteceria se alguém falasse mal de outra raça ou de homossexuais, não é? E tem muito, muito mais, dos "iluminados", que dizem "usar a razão", que buscam igualdade, que são do bem, que são tolerantes e combatem a intolerância, que fazem campanha por menos ódio e mais amor, etc.

Toda essa busca utópica por igualdade, somado com péssimas atitudes e falsas campanhas e marginalização excessiva do preconceito vão resultar em algo que já foi previsto aqui: o mínimo denominador comum.

AF disse...

Podem me chamar de racista ou preconceituoso, mas eu jamais passaria em uma favela à noite, não pararia o carro para ajudar alguém em uma estrada, não receberia sangue de homossexuais, não viajaria para países islâmicos e nem moraria em bairros de maioria árabe na Europa. Achou ruim? Convido qualquer esquerdista que achou ruim para fazer essas coisas.

E quanto às enquetes, prefiro nem falar, visto que tudo hoje dá cadeia, mas nem todos aí parecer ser pessoas más.

Mr X disse...

Olá Lezard, ué, por que não conseguiu visualizar o quiz? Tente o Firefox.

Mr X disse...

"Não significa que ao passar por uma favela você vai ser assaltado ou levar tiros como ironicamente aconteceu com esse casal hoje,"

Nossa, que história triste, coitados. E notei uma coisa, a mídia agora está fazendo como os marginais e chamando favelas de "comunidades", talvez com a ideia de melhorar a imagem? vã ilusão.

Honestamente um lugar no qual você corre o risco de ser alvejado só por ter entrado por engano, é um lugar que deve ser totalmente arrasado com bulldozers, e sua população expulsa para bem longe das cidades. Favelas não deveriam existir.

AF disse...

"Nossa, que história triste, coitados. E notei uma coisa, a mídia agora está fazendo como os marginais e chamando favelas de "comunidades", talvez com a ideia de melhorar a imagem? vã ilusão."

E põe vã ilusão nisso, pois no fundo, até o mais ferrenho progressista sabe que favela não é um lugar bom para se estar, além de fazerem as cidades ficarem horrorosas e aumentarem o crime.

O preconceito contra favelas sempre vai existir, pois é baseado no que vemos no dia a dia e certos preconceitos podem ser usados em situações de emergência para nos prevenirmos e sempre existirão.

Veja essa tentativa idiota de acabar com o preconceito de um fotógrafo: https://www.agambiarra.com/voce-e-preconceituoso-descubra-com-essa-serie-fotografica-de-joel-pares/

Ele coloca uma mulçumana de burqa com um belo de um rifle na mão e depois mostra o que ela realmente é, que é uma enfermeira de Nova York. Também coloca no final um negão com revólveres e todo aquele jeito de gangster americano e depois mostra quem ele realmente é que é um graduado em Havard, além de outras fotos ridículas.

Acima de não julgarmos e "olhar o interior", temos a nossa vida e se eu vê-se uma muçulmana de burqa com um rifle enorme na mão ou um negão com revólveres e jeito de gangster eu iria me afastar o mais longe possível dessas pessoas. Se esse fotógrafo acha isso preconceito, que ele vá viver no meio dos guetos americanos ou em um país árabe.

Além do mais, uma enfermeira de Nova York não tem que estar vestindo uma burqa e com um rifle, pois vive em um país Ocidental e muitos ocidentais sabem bem muito como terroristas são e a religião que eles pertencem. Um negro formado em Havard também não precisa agir como um gangster perigoso.

Existem preconceitos até na matemática: quem, ao resolver certa expressão matemática não resolveu novamente ou ficou com um certo receio ao ver que o resultado deu números reais ou fracionários? Não significa que sempre que dar números reais ou fracionários o resultado está errado, mas mesmo assim é bom resolver novamente o exercício, guiado pela prudência.

Na informática também vemos preconceitos: muitos serviços de e-mails bloqueiam o envio de arquivos executáveis, pois muitos arquivos assim podem conter vírus. Não é todo arquivo executável que tem vírus, é claro, pois se fosse assim, nem teríamos o sistema operacional, mas os sistemas de e-mail guiam-se pela prudência. Muitos serviços de blogues também encaminham certos comentários à caixa de SPAM quando vem de um IP meio diferente, ou é anônimo ou contém links.

Muitos homens não ficam com mulheres que já transaram com muitos e muitos homens e têm uma penca de filhos para cuidar o que deixa as feministas indignadas e iradas, mas esse preconceito que os homens tem contra mulheres promíscuas é natural, assim como o preconceito das mulheres contra homens desanimados, tímidos e feios também é natural delas.

Até na lei brasileira vemos preconceitos: muitos concursos não aceitam inscritos com antecedentes criminais, quando depositamos um alto valor no banco, é necessário esclarecer de onde veio, sem contar a burocracia brasileira, que é quase sempre baseada em preconceitos invertidos da esquerda.

Vi até uma frase interessante uma vez que dizia mais ou menos que as pessoas que dizem que são contra o preconceito (isto é, esquerdistas que combatem o "racismo", "machismo", "homofobia", etc.) detestam ser vistas como dogmáticas e por isso elas recorrem muitas vezes à insensatez, que nada mais é do que o preconceito em si (o preconceito invertido da esquerda, como mostrei em outro link).

O que deve ser combatido são os maus preconceitos, que são baseados em generalizações, como dizer: "todo negro / judeu / branco / pobre é assim".

Barbs disse...

Nossa gente, que falta de animação.
Deixem que eu vou responder esta pinoia.

Observem e aprendam.

1 - Rosto razoavelmente neutro. Podia ser qualquer uma das opções, menos estuprador. Não tem cara de estuprador. Mesmo assim, parece um pouco suspeito. Eu chuto ladrão de carros.

2 - Pedófilo, sem dúvida, tá na cara.

3 - Qualquer coisa, menos vítima inocente. Fico em dúvida entre puta e assassina.

4 - Hum... esta é um caso extremo. Podia ser uma adolescente desaparecida. Mas como ela tem um olhar medonho, tenho forte suspeita de que seja uma assassina também. Desconfio destas crianças ou jovens de rostos robustos. Não gordos, mas robustos, mesmo sendo magros. principalmente garotas. Mas os olhos dela, são gélidos.

5 - Não parece em nada com um criminoso. Advogado honesto então.

6 - A expressão não ajudou muito. Advogado?

7 - Difícil. Bem difícil. Ele não tem um jeito muito honesto, mas parece ser de alta classe e de temperamento calmo. Eu vou com executivo de uma grande empresa americana.

8 - Vítima?

9 - Cara de puta. Professora.

10 - Esta garota não tem cara de quem se comporta mau na escola. Vítima inocente, com certeza.

Não sou anônimo disse...

Vendo essas fotos, parece que a roupa é um dos fatores. Talvez isso tenha me chamado a atenção no gordinho mexicano do outro post (aquela roupa de havaiano parece muito "feliz", "não levo nada a sério" e "melhor descansar que trabalhar"). O problema é que é fácil para um vagabundo se disfarçar nesse aspecto...

(devo ter errado varios, marquei duas vezes "advogado preso por fraude" e "professora que fez sexo com os alunos" =\ )

Mr X disse...

É verdade, a roupa também influi muito. Você não vai pensar que alguém de terno e gravata seja um estuprador ou ladrão, e em 99% dos casos, não é mesmo.

Agora fico pensando, como terno e gravata são razoavelmente desconfortáveis, fico me perguntando se não é proposital, i.e. o preço para parecer "respeitável" ou "trabalhador" é o desconforto.