quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

A arte de Serguei

Dizem que Michelangelo e Da Vinci eram gays. Pode ser, mas isso não aparece na sua arte.

Dizem que Caravaggio era gay. Há algumas evidências. Porém, se isso aparece na sua arte, é de forma muito sutil. 

Oscar Wilde era gay (ou talvez, como diriam hoje, bissexual). Mas em raras ocasiões escreveu sobre essa temática.

Marcel Proust era gay. O homossexualismo aparece no seu romance, mas, ele mudou o personagem principal (parcialmente autobiográfico) para um jovem heterossexual. (A razão, imagino, é que encontraria mais leitores assim; se bem que, gay ou não, não é leitura fácil ou curta).

Tennesse Williams, o dramaturgo, era gay. Tampouco escreveu, até onde sei, sobre homossexualidade.

Serguei Eisenstein, o cineasta soviético, também parece que era gay. Nunca assumiu e não fez nenhum filme sobre isso, no entanto.

Hoje, como ontem, existem muitos escritores, artistas e diretores de cinema que são gays. Não vou especular sobre as razões para isso (mas é claro que há alguma relação entre desvios sexuais em geral e a criatividade).

Porém, como acabou o tabu social, hoje grande parte dos gays fazem arte sobre um único tema - homossexualismo.

Entendo que o homossexualismo, sendo parte da experiência humana, também possa ou até deva ser refletido na arte. Mas quantos livros e filmes sobre gays será que são necessários?

Procurando em filmes brasileiros recentes subvencionados pelo estado apenas nos últimos dois ou três anos, noto que muitos deles apresentam a temática gay.

Gay.

Gay.

Gay.

Gay.

Gay.

O mesmo ocorre, naturalmente, nas novelas da Globo, bem como no cinema europeu e de Hollywood. Nem preciso dar exemplos; gay, gay, gay, gay.

Há um quê de narcisismo aí. O sexo gay pode ser interessante para os gays, mas, não é tão interessante para os héteros. Mesmo Almodóvar, que já foi queridinho da crítica, cansou o público com tantos filmes sobre gays e travestis, e acabou tendo que fazer um que outro filme sobre outros temas. Afinal, 90% do público é hétero, e em geral prefere histórias sem tanto sexo gay.

Assim como os "filmes sobre o Holocausto" já deram o que tinham que dar, filmes sobre gays estão chegando no mesmo nível. O público não agüenta mais. Mas produtores e órgãos governamentais querem é produzir mais filmes sobre esse tema, bem como outros temas queridos da esquerda como a imigração ilegal, a miscigenação racial, e a putaria desenfreada.

Bem, não estou aqui querendo ditar o que ou sobre o que os artistas devam escrever, pintar, ou filmar. Nem pretendo proibir a temática gay. Porém às vezes penso que um pouco de auto-censura não seria de todo ruim. A obviedade cansa: que tal ser um pouco menos narcisista e, em vez de olhar para o próprio rabo, fazer filmes ou escrever livros sobre outros aspectos? 

Calma, é só uma sugestão.


21 comentários:

Michel disse...

nunca tinha parado pra pensar neste assunto mas realmente uma parcela gigante dos filmes se focam no tema homosexualidade e interracial.

nem sei mais se estou certo de duvidar das coisas fica cada vez mais dificil interagir com as pessoas que em sua maioria são fãs dessa nova ideologia e que a defendem de todas as formas e te chamam ate de criminoso se não concordarmos com elas.

a vida é um teatro e eu sou um péssimo ator.

Sábio sabichudo disse...

Este último cartaz eh um filme especifico para o público ou púbico gay mediano.

Expor aquilo que se faz entre quatro paredes eh bastante degradante. Não sou a existência da pornografia, mas da super exposição sobre o tema para púbicos de todas as idades. Não deveria. Não tem nada que ver com "Jesus não gosta" mas pra preservar a criança porque o ser humano é altamente viciável. O mistério dos prazeres carnais que no passado eram demonstrados por meio da panturrilha que a moça deixa a mostra para o paquerador sonhar com o resto, era uma maneira muito sutil porém poderosa de frear nossas tendências para o vicio sexual. O ser humano é drenado por sua dopamina. Se o cérebro reconhece como gostoso, na prática ou na empatia visual, então irá querer mais e mais. Somos em sua maioria de viciados e quanto mais cedo nos rendermos ao vicio mais difícil de reverter. Minha opinião.

Sábio sabichudo disse...

Um adendo, bom texto, mas o título... Ta parecendo um olavete.

Sábio sabicudo disse...

Consertando: Não sou contra a existência da pornografia...

Anônimo disse...

http://www.americanthinker.com/articles/2015/12/federal_judge_who_outlawed_racial_profiling_is_victim_of_black_mob_violence_comments.html#disqus_thread

#No cú dos outros é refresco

AF disse...

Se depender da esquerda, da mídia e companhia esses filmes irão continuar sempre, mesmo que o público se canse até que a população se renda e ache normal essas coisas.

Acredito também que a arte reflete a situação de uma sociedade, não é à toa que a arte moderna é tão esquisita e envolve cenas de sexo, blasfêmias terríveis contra o cristianismo (e só o cristianismo, é claro, pois com o islamismo ninguém se atreve) e até mesmo escatologia, que resume muito bem como o mundo está ficando: uma merda.

RICARDO DA SILVA LIMA disse...

O problema não é o cineasta fazer um filme sobre esta temática. O problema, no caso do Brasil, é o cineasta fazer um (péssimo) filme sobre esta temática, usando do dinheiro que o Governo (federal, principalmente), arrecada de nós.

Se fosse uma iniciativa particular, que o cineasta, e toda a equipe envolvida, fizesse o filme que quisesse, e que colhesse os frutos do próprio trabalho (sendo este ótimo ou péssimo).

Mas, como estamos no Brasil, não sobra dinheiro para a saúde ou a segurança pública, mas para fazer filmes irrelevantes, aí sim, temos dinheiro "a rodo".

Tristes tempos os nossos :(.

Cumprimentos, Mr X.

Mr X disse...

Olá Ricardo,

Surpreendentemente (ou não), não sou totalmente contra o apoio estatal à produção de filmes, ou então ao menos de algum tipo de reserva de mercado para o setor.

Primeiro porque, muitos conservadores reclamam de lei Rouanet e outros mecanismos de apoio estatal à cultura, porém, não reclamam de apoios muito maiores dados a empresas amigas do governo, bem como outros benefícios que são dados a entidades privadas subvencionando atividades industriais, comerciais, agrícolas, etc. Nesta comparação, o dinheiro gasto pelo governo com a cultura é uma verdadeira mixaria.

Segundo porque o fato é que a dominação de Hollywood é total, e acho bom poder ter um contraponto a isso, ou opção para aqueles que quiserem. A França parece fazer isso bem, é uma das poucas indústrias europeias de cinema que sobrevive fazendo filmes de qualidade (com forte apoio estatal, diga-se).

O problema mesmo no Brasil (mas não só no Brasil) é a ideologização, privilegiando certos tipos de temáticas (temas sociais, gays, racismo, etc) mas principlamente que não temos bons artistas nessa área. A grande maioria de nossos cineastas são um lixo. Idiotas que se acham gênios.

Por outro lado, os poucos filmes brasileiros que fazem sucesso tendem a ser comédias estúpidas com atores globais, o que demonstra que nosso público é um lixo também.

Nesse caso, não há nada a fazer, e talvez o melhor mesmo seria gastar esse dinheiro com segurança pública, ou planejamento familiar de favelados.

Abs!

Mr X disse...

Pronto, mudei o título kkkk. Será que esse trocadilho infame ficou melhor? Rs, rs. Abs!

Sabucho disse...

Engraçado como que as pessoas sempre caem em cima do lado mais fraco do politicamente correto, ''os'' gays. Não pode falar nenhuma verdade sobre os negros, MUITO MENOS naquele polvinho primitivo e extremamente perigoso.... os ''roma...enos''... só que de alto funcionamento (engraçado como que o pessoal dos balcãs e do cáucaso se parecem com este polvinho, ooolha), não pode falar muito sobre ''as'' mulheres, mas pode meter... com perdão do trocadilho... a mão n'os' 'gays'.

Homem com coragem pra AO MENOS, aff, apontar nas costas mais quentes, não tem.

E claro, tudo patrocinado pela dupla invencível de retardos mentais, ''o'' branco e o ''branco narigudo e com olhos de coruja... dentre outras imperfeições''.

AF disse...

Uma coisa também é que muitos da direita criticam o cinema brasileiro, falando que é um lixo total, quando não é bem assim e o cinema brasileiro já chegou a ser muito bom e hoje, vendo os lixos que saem de Hollywood como esses filmes gays, vemos que até certas produções brasileiras são melhores do que as americanas.

Ironicamente, a grande maioria dos filmes brasileiros bons são de épocas meio antigas, uma época em que o Brasil era menos pior do que agora e tivemos grandiosos atores como Mazzaroppi, porque atualmente, com lixos como 'Lula, o filho do Brasil' e 'Brasília 18%', o cinema brasileiro não tá valendo muita coisa não.

RICARDO DA SILVA LIMA disse...

Acho (só acho :P) que o Sergei Bubka não vai gostar deste trocadilho não rsrsrs.

E continuando o assunto, Mr X, um dos problemas no Brasil (dentre vários outros problemas) é a altíssima carga de impostos, junto com a legislação imbecil, excessiva em quantidade, e libertina para com os criminosos.

Além da nossa corrupção, que existe em todos os governos do mundo, mas igual ao Brasil, acho difícil.

Acho que o político brasileiro é muito "guloso", não se contenta em desviar uns 5% não, já quer começar logo é nos 50%. :(

Assim, não há nação que aguente. ^^"

Agora, quanto ao planejamento familiar, isto deveria partir das próprias famílias, pois se for dado poder ao governo para decidir quantos filhos cada casal "deverá" ter, a coisa ficará tão ou mais horrível do que na China.

Cumprimentos, Mr X, e boa noite. :)

RICARDO DA SILVA LIMA disse...

Senhor AF,

Acho que, em alguns países do mundo, o nível de "merda" já ficou
para trás há muitos anos atrás. :(

Infelizmente.

Cumprimentos.

Anônimo disse...

Sabucho,

Qual a semelhança que falas entre ciganos e povos do balcãs?

E Tu bem quem sabe que os escolhidos nao sao brancos.

Mr X disse...

Sabelucho,

O post nem está detonando ou criticando os gays, mas, apenas apontando um certo narcisismo neles, que é aliás algo bem típico deles, adoram se mostrar. E que quando a homossexualidade, era tabus, eles se controlavam mais, e de certa forma isso era um pouco melhor - para a arte, ao menos. Pessoalmente, prefiro a sutileza ao exagero. Não me interessa tanto a sexualidade ou o romance gay - mas acredito sim que existem muitos artistas e escritores gays talentosos, tendo isso ou não a ver com o fato que são gays.

Mr X disse...

E além disso, Sabicudo, tem muitos membros (epa!) desses "polvos" que são gays. Não acho que o elo mais fraco sejam os gays. A elite é gay. Bem gay. OK, bissexual. E pedófila!

El Misionero Meu Cérebro Minhas Regras disse...

Isso tudo é uma verdade, querem nos OBRIGAR a ser gays. Primeiro, querem nos OBRIGAR a aceitar passivamente (epa!) tudo o que seja e/ou esteja direta e/ou indiretamente relacionado aos gays. Depois, querem nos OBRIGAR a gostar dos gays. E depois, querem nos OBRIGAR a ser gays. Simples assim. E se você não aceitar qualquer dos seus dogmas e paradigmas, dizem que você é "homofóbico".

Sabucho disse...

Os ciganos ou os "ciganos"?? Vejo muitas semelhanças de fenótipo de tal maneira que não suspeitaria se a teoria kazhariana não estivesse parcialmente certa.

Os escolhidos são racialmente caucasianos decantados mas no resto e especialmente em termos culturais eles são radicalmente anti europeu.

Sabucho disse...

A elite de qualquer grupo nunca é o elo mais fraco
mas é inegável o enorme protecionismo de negros e judeus e o efeito pífio em relação aos gays, claro, todos entre aspas. A própria z elite parece incentivar ainda mais discriminação.

Algo de interessante e grandioso demais pra ser verdade mas vamos lá.

Quando os argentinos perderam a guerra das Malvinas assim como parece ser praxe no mundo dos macro conflitos masculinos, o perdedor pode ser humilhado por meio do coito homossexual, ser penetrado pelo vencedor. Isso aconteceu com os prisioneiros argentinos neste conflito. Não apenas ou fundamentalmente a liberdade sexual mas também a tentativa descarada de homossexualizar geral pode ter como função a sutil humilhação do vencedor sobre o perdedor, o macho que perdeu o seu território e agora está sob os "cuidados" do vencedor.

Sabucho disse...

Peperai. Michelangelo pintou efebos e Da Vinci fez a estatua de um homem belo e nu.

Sabucho disse...

"gays" eh muita gente. Existe novamente com perdão do trocadilho, um arco íris de gays de todas as nacionalidades, raças, times de futebol, filiação politica e religiosa. Este papo coxinha de "querem nos obrigar a gostar de gays" eh bem tosco, desculpe-me pela ofensa grátis, mas é sim. O problema não aquilo que aparenta na superfície. O problema é como que esta aparência se desenrola em sua profundidade. "gays" não existem mas indivíduos das mais diversas origens e tons que se não desejam que gostem deles ao menos que sejam respeitados. Ninguém pediu pra nascer assim ou assado.

Novamente, a culpa não é apenas da esquerda mas da direita tbm. São bem brutas mas aos seus estilos próprios, bem chucras.