quarta-feira, 18 de março de 2015

O que é ser branco?

Faz um tempo, um post divertido no Steve Sailer falava sobre música, notadamente sobre canções de cantores alternativos brancos que teriam uma conotação depressiva ou auto-depreciativa, e sobre se isso seria uma característica "branca".

Não tenho certeza. De fato, se nos atermos aos estereótipos, as letras dos rappers estão cheias de sexo e violência, mas raramente tendem à introspecção, à depressão ou ao remorso.

Isso não quer dizer que não haja boas músicas tristes escritas por negros. Cartola e Lupicínio Rodrigues, por exemplo, escreveram belas canções sobre tristeza, dor e traição. "Vingança" é minha preferida. Mas existem várias outras boas.

Mas peraí, e os asiáticos? Conheço pouco as suas músicas, portanto ficarei devendo essa a vocês.

Porém, além da música, o tipo de melancolia existencial, mais abstrata, parece ser algo mais branco mesmo. Por alguma razão Hamlet foi criado como um príncipe dinamarquês e e não congolês. Já o ciumento e impulsivo Otelo era negro (ou árabe).  Seria Shakespeare racista?

Ou seria uma questão de clima? Adoro os filmes de Bergman. Belíssimos, porém lentos e depressivos. A depressão existencial seria algo escandinavo? Teria a ver com a personalidade, ou com o clima? Afinal, o inverno e a falta de sol realmente podem deprimir uma pessoa.

Imagine os personagens de "Através do Espelho" ou "Persona", filmados no panorama desolado de Faroe, transportados para uma paradisíaca ilha do Caribe. Será que em vez de pensar em angústias existenciais, os personagens não esqueceriam tudo e passariam a dançar a conga e a macarena?

Mas o que tudo isso tem a ver com as raças?

Raças existem? Sim, e não.

De modo geral, poderíamos pensar o ser humano como um gradiente, um espectro de cores, que às vezes se superpõe. 

Existem raças porque existem diferenças entre grupos, porém, como bem disse o blogueiro Santoculto,  um negro e um branco, de mesma estatura, inteligência similar, etc, poderão ser mais parecidos geneticamente do que um branco baixinho, gordo e de baixo QI e outro branco alto e inteligente. Indivíduo > Raça. A raça, na verdade, é apenas uma classificação meio arbitrária por similaridade genética e ancestral.

Mas não era nada disso que eu queria falar. Eu queria perguntar, o que é ser branco?

Alguns puristas definem o branco como alguém 100% europeu, e, alguns ainda, selecionam ainda mais, definindo o branco apenas como o nórdico. Para eles, o italiano do sul, o grego, o sírio-libanês, não seriam brancos. Branco, só o "puro". Como a Caninha 51.

Mas a pureza racial não existe. É um conceito equivocado. A mistura entre povos e tribos diferentes sempre aconteceu. Genes mutam, genes variam, genes se misturam. Povos isolados e endogâmicos, de fato, terminam por se "depurar", tendo maior similaridade entre si do que com povos estrangeiros. Por outro lado, as migrações sempre aconteceram. Somos todos (menos os africanos) um pouco Neandertais. E os próprios nórdicos não se misturaram com os mongóis?

E eu acho que nem devíamos falar em "brancos", mas sim, nas diversas sub-etnias, pois é um povo com muita variação. Agora, se formos falar em "branco" como um conceito mais geral, parece-me que meramente a cor da pele, mas sem olhos puxados, seja uma boa medida. Isso incluiria armênios, turcos, judeus, libaneses, tártaros, e pessoas mistas com 80-90% de ascendência européia. Pra mim, tudo isso vale.

E tem uma medida ainda mais fácil: ser branco é seguir a cultura e o comportamento europeu.

Ser branco é apenas agir como branco.


38 comentários:

Anônimo disse...

Tá e as cotas para brancos?

Mr X disse...

Não acho que deva haver cotas para ninguém. Porém um estímulo à imigração e à natalidade brancas, não seria uma má idéia!

AF disse...

Se formos olhar nesses fóruns nacionalistas brancos, a gente vê que há tanta discussão ridícula acerca deste assunto que chega a ser engraçado.

Há até uns que defendem que os verdadeiros brancos nem existem mais, outros que dizem que os russos não são brancos de verdade, pois são misturados, já outros dizem que os europeus do leste, nórdicos ou os alemães também não são brancos de verdade, pelos mesmos motivos dos russos. Alguns ficam pegando casos históricos para "provar" o ponto de vista deles e há até brigas. Até aqui no seu blogue já houve (e ainda há?) essa discussão.

Eu arrisco em dizer que o tempo que essas pessoas ficam discutindo nesses fóruns esse assunto trivial daria para ter feito ou fazer algo pelo bem da raça branca.

Mr X disse...

Eu ouvi muitas coisas, mas acho que nunca ouvi alguém dizer que nórdicos ou alemães não seriam "brancos de verdade". De qualquer modo, é um pouco como ficar discutindo qual é a "verdadeira maionese".

Acho que a minha definição aproximativa é mais prática e útil.

De mais a mais, o nacionalismo branco provavelmente não vai levar a lugar nenhum, justamente pelo conceito de "branco" ser tão discutível.

Mais fácil se associar por nacionalismo ou por religião, é o que fatalmente irá acontecer. De um jeito ou de outro.

Mr X disse...

Quando falei em "nacionalismo" quis dizer etnias nacionais, não o nacionalismo pan-branco sonhado. Ao contrário das outras raças, parece que branco nunca se une, ou só se une pra discutir. Até no meu Face estes dias só vejo brancos chamando outros brancos de "elite branca".

Santoculto disse...

O fato das raças humanas existirem ou não faz alguma diferença para a advocacia que visa defender os direitos dos caucasóides europeus****

O branco europeu está culturalmente desenraizado. A cultura ''mainstream'' é um culto ao individualismo bem como também a morte das variedades raciais europeias.

O branco europeu está exatamente como o negro africano nas Américas. Sem uma cultura legítima, não há como se salvar em um mundo ''hollywood way of life''.

Vide os ameríndios mais reclusos que mantém todas as suas tradições.

Aquele Lá disse...

"Eu arrisco em dizer que o tempo que essas pessoas ficam discutindo nesses fóruns esse assunto trivial daria para ter feito ou fazer algo pelo bem da raça branca."

- Ao invés de fodermos, poderíamos fazer mais camisinhas

- ao invés de chuparmos picolés podíamos fabricar mais geladinhos

- ao invés de assistirmos TV, podíamos ver filmes da Rita Cadillac no cinema

- ao invés de discutirmos sobre economia, devíamos trabalhar mais para enriquecer os banqueiros

- ao invés de discutirmos política, devíamos conseguir arrecadações para o PSDB

- ao invés de termos orgasmos, devíamos alcançar o karma.

- ao invés de criticarmos nordicistas, nós podíamos encontrar provas de que todos os povos que vivem nas delimitações do que abstratamente chamamos Europa (que nada mais é que uma península da Ásia) são absolutamente iguais em todos os principais aspectos do que podem ser diferentes (adoraria ver).

- ao invés de fazermos suposições ilógicas de sábios lunáticos, nós podíamos usar nosso tempo para estudar genética e antropologia física (esta é uma boa ideia, não acham?).

- ao invés de comentarmos em blogs, podíamos fazer coisas muito mais úteis, também é uma boa ideia, não acham?

Anônimo disse...

Ad hominem??? Apenas isso??
Bem fraquinho viu??
PROVE que o que eu disse está completamente errado, sem chilique ok??
aah, prove mas sem nos encher de links. Eu quero que vc use sua inteligência para refutar ponto a ponto. Um homem branco alto pode ser mais geneticamente parecido que um homem negro?? especialmente em relação a ESTA perspectiva...

Santoculto

Anônimo disse...

Corrigindo ou melhor, completando... Um homem negro Alto e forte pode ser mais geneticamente parecido com um homem branco alto e forte do que em comparação a um homem branco baixo e magro??

Santoculto

Aquele Lá disse...

Caro Santo Culto,

Creio eu que, antes de mais nada, seria mais correto que você procurasse provar o que disse. Como pode querer que eu prove com "minha inteligência", se nem você se deu o trabalho de estudar os princípios da genética para inferir sua proposição?

Segundo entendi, você afirmou que uma pessoa caucasiana (ou mesmo que seja Leste asiática ou ameríndia) que seja alta e inteligente (QI acima da média para usarmos de uma medição para efeito de comparação) ela será geneticamente mais parecida com uma pessoa subsaariana com as mesmas qualidades do que com outro caucasiano com características opostas.

Devemos observar então, que foram deliberadamente selecionamos alguns atributos pré-determinados por fatores genéticos e analisar desta perspectiva.

Serei o mais sucinto e objetivo quanto eu puder, e não irei apelar para estudos e links de ciência, ok?

Vamos nos limitarmos, primeiro, pela questão individual. Então segundo vc, se meu irmão é mais alto e com QI mais elevado que eu, é mais geneticamente parecido com meu vizinho Libanês que tem a mesma altura, idade e QI que o dele, do que comigo que sou filho do mesmo pai e mesma mãe??

Alguém precisa avisar isso na TV, os laboratórios que fazem teste de paternidade estão lucrando indevidamente.

Toda sua teoria pode ser derrubada assim, desta forma, simplista como sua afirmação. Isso, simplesmente, porque é ilógica, e portanto, contrária aos princípios da hereditariedade.

Se preferir, nós podemos avançar e ver por outra ótica. Se vc acredita que são genes específicos, ou apenas a ordem deles que determina as características mensuráveis, e não um conjunto que envolve não apenas novas mutações (que podem produzir o mesmo fenótipo), e leis como da epistasia,então eu devo crer, segundo você diz, que populações da África Ocidental que costumam ser altas e esguias (vide os jogadores de basquete que têm origens lá) são geneticamente mais afins de nórdicos hallstatt do sul da escandinávia do que com outras populações africanas, como os congoleses, por ex?

E se leste asiáticos têm média de QI alta, então eles são mais próximos dos ashkenazi? E então suponho que europeus de alto QI tb sejam mais geneticamente aproximados de leste asiáticos e ashkenazi do que com seus compatriotas europeus?

Sua "teoria" desmonta toda a própria definição de raça que o Mr X dá em seguida: similaridade genética e ancestral. Se um inglês tem mais ancestrais em comum com outros ingleses, como ele poderia ser geneticamente mais parecido com um chinês ou bantu só porque têm algumas características em comum?

Sua hipótese se baseia nos seus "preconceitos" de que há um número limitado de genes e que tudo o que se altera são suas frequências, o que só é parcialmente correto. E mesmo que fosse, isso não provaria o que disse.

PS: mandei sem revisar.

Anônimo disse...

Vou resumir minha contra reposta a: similar é diferente de relacionado.

Justamente o que disse. É muito na cara que pessoas com as mesmas características fenotipicas tenderão a se parecerem mais geneticamente, mas eu não sou similar ao meu irmão, eu sou uma versão do meu pai e da minha mãe que ele tbm é. É diferente pelo fato de termos pais iguais enquanto que um lunático com as mesmas características que as minhas não será relacionado a mim apenas por ser fenotipicamente parecido. Mas em ambientes multiculturais, os fenotipicamente similares se atraem, mesmos interesses, aparência parecida...

Portanto, em conclusão, os mesmos genes ou os mesmos eventos epigeneticos, produzirão o fenótipo elevada estatura pars todas as raças, que torna homens altos mais similares entre si do que em comparação a homens baixos. Isso não significa que raças não existem, porque foi apenas una maneira que eu pensei certa vez sobre como se poderia relativizar o assunto.
Vc tem razão. Já não estou mais no mesmo mundo em que vc está. Sou um lunático extraterrestre.

Voltando ao pensamento inicial desta contra resposta: geneticamente similar não é mesmo que geneticamente relacionado. Sou geneticamente relacionado ao meu irmão mais Velho e até temos muitas semelhanças mas em comportamento, seu cérebro tem muito mais em comum com um geek thug do que com o meu.

Santoculto

Aquele Lá disse...

"Corrigindo ou melhor, completando... Um homem negro Alto e forte pode ser mais geneticamente parecido com um homem branco alto e forte do que em comparação a um homem branco baixo e magro??"

Santo Culto,

Ser alto e forte vai depender de um conjunto de fatores.

Eu vou te dar um exemplo assim: um homem nórdico alto e com QI elevado não é uma raridade em sua população tanto quanto o é um homem bengali com os mesmos atributos com relação à população dele. Podemos dizer então que o benngali é muito mais outlier do que o nórdico o é. Certo?

Se este bengali em questão por ser outlier pode ser mais geneticamente parecido com o nórdico nas mesmas condições, é uma questão que podemos deixar em aberto, pode até ser que partilhem muitas similaridades genéticas, mas isso apenas da perspectiva do bengali e sua população, o mesmo não será com o nórdico, que ainda será mais parecido com os seus do que com o bengali (pelo fato de ser menos outlier).


Anônimo disse...

E outra coisa. Não falei sobre "ter algumas características em comum". Eu falei sobre ter praticamente o mesmo fenotipo com exceção de características raciais fisiológicas essenciais. Mas foi apenas um pensamento e não pedi para o X usá-lo em seu próximo texto sobre raça. Ele que decidiu fazê-lo sem me consultar. Eu poderia ter usado este argumento de início, até para que pudesse me defender to tal moço que se diz devoto mas é apenas mais um crente superficial, só que não.

O meu pensamento não prova ou deixa de provar absolutamente nada. Foi apenas uma observação que o x resolveu usar em seu texto.

Santoculto

Anônimo disse...

Bárbaro disse ''Eu vou te dar um exemplo assim: um homem nórdico alto e com QI elevado não é uma raridade em sua população tanto quanto o é um homem bengali com os mesmos atributos com relação à população dele. Podemos dizer então que o benngali é muito mais outlier do que o nórdico o é. Certo?

Se este bengali em questão por ser outlier pode ser mais geneticamente parecido com o nórdico nas mesmas condições, é uma questão que podemos deixar em aberto, pode até ser que partilhem muitas similaridades genéticas, mas isso apenas da perspectiva do bengali e sua população, o mesmo não será com o nórdico, que ainda será mais parecido com os seus do que com o bengali (pelo fato de ser menos outlier). ''


Não, o exemplo que eu pensei não se baseia em comparação de frequencia de fenótipos entre duas populações, mas apenas entre os indivíduos hipotéticos.


Santoculto

Aquele Lá disse...

"Portanto, em conclusão, os mesmos genes ou os mesmos eventos epigeneticos, produzirão o fenótipo elevada estatura pars todas as raças"

Cabe unicamente a você provar isso.

Os ainus do norte do Japão tem a morfologia craniofacial mais aproximada dos europeus que dos leste-asiáticos, no entanto não há qualquer maior proximidade genética entre eles e os caucasianos do que há entre estes com os demais leste asiáticos.

Análises do DNA mitocondrial e cromossoma Y dos khoisan mostraram que eles são uma das populações geneticamente mais próximas dos ancestrais humanos do que todas as outras. Curiosamente, os khoisan têm a pele mais clara que os bantos, mas nunca ouvi dizer que eles são mais similares aos europeus que os demais africanos subsaarianos.

"É muito na cara que pessoas com as mesmas características fenotipicas tenderão a se parecerem mais geneticamente"

Duas pessoas distintas de uma mesma raça sim, uma vez que se encontram na mesma piscina genética, duas pessoas de raças completamente distintas é pouco provável. Genes diferentes e combinações diferentes de cada população podem produzir fenótipos semelhantes, sua hipótese não é nem um pouco surpreendente.

"E outra coisa. Não falei sobre "ter algumas características em comum". Eu falei sobre ter praticamente o mesmo fenotipo com exceção de características raciais fisiológicas essenciais."

?????????????

Pior ainda! Se têm praticamente o mesmo fenótipo, então isso inclui ter características raciais fisiológicas essenciais.
E mesmo que não fosse, a probabilidade disso acontecer é baixa.

"para que pudesse me defender to tal moço que se diz devoto mas é apenas mais um crente superficial, só que não."

Ui, ad hominem?!

Aquele Lá disse...

Mais uma coisa X, de onde nórdicos têm mistura mongol????

Anônimo disse...

O ad hominem se dá fundamentalmente quando o primeiro "argumento" se baseia em ataques pessoais baratos como os teus. Lei da ação e reação. Estou no total direito de retrucar na mesma moeda.

Se "minha hipótese" não é nada surpreendente então por que continua a teimar??

Prove que altura não apresenta os mesmos mecanismos epigeneneticos de hereditariedade. Resmungar não é prova ok? Relinche é relinche, mesmo se lhe se nomear de argumento. Sim, a altura dos montenegrinos bem como dos pigmeus são hereditariedades específicos, mas como este fenótipo é muito amplo e generalista em sua abrangência tal como a lateralidade ele poderá ser encontrado tbm como uma hereditariedade predominantemente epigenenetica tal como acontece com os europeus e com os leste asiáticos que já cresceram 10 centímetros desde a introdução da culinária ocidental bem como pela melhoria do padrão de vida.

A palavra impossível não existe neste contexto, ainda que dependendo da comparação, de fato poderá ser mais raro encontrar similares em populações muito discrepantes, mas eles existirão.
E é recomendável usar o BOM SENSO em que ao invés de se comparar um nórdico "de" alto qi com um nigeriano, poderia-se comparar um nórdico de inteligência mediana, onde as chances de haverem mais nigerianos similares, aumentara.

A epistasia explica a relação de similaridade genética entre irmãos de sangue, assim como tbm a similaridade fenotipica secundária de pares racialmente diferentes, enquanto a raça se constituiria na similaridade fenotipica primária.

Santoculto

Aquele Lá disse...

"A epistasia explica a relação de similaridade genética entre irmãos de sangue, assim como tbm a similaridade fenotipica secundária de pares racialmente diferentes, enquanto a raça se constituiria na similaridade fenotipica primária. "

https://38.media.tumblr.com/23154e59ea5214f0ad90ef1dd03f941b/tumblr_mgfx9ieU7y1qa95pfo1_500.gif


Olha meu caro Santo (o)Culto, vou fazer o seguinte:

Parabéns, você ganhou mais uma vez. Não tenho mais nada a dizer. Seu argumentos são irrefutáveis.

Merece um estrelinha! De Davi se preferir. Passe bem.

Aquele Lá /Astor disse...

Eu prefiro parar, mas antes, não posso deixar de fazer dois questionamentos.

"Prove que altura não apresenta os mesmos mecanismos epigeneneticos de hereditariedade."

E quando eu disse o contrário? Aliás, nem falei em epigenética, você que está falando. Deusquemeperdoe!

"A palavra impossível não existe neste contexto"

Eu nunca falei "impossível", falei "improvável".

Aquele Lá /Astor disse...

"O meu pensamento não prova ou deixa de provar absolutamente nada. Foi apenas uma observação que o x resolveu usar em seu texto. "

Tem certeza? Estranho então, você não ter se preocupado em corrigir ou dar seu parecer assim que o artigo foi publicado.

Anônimo disse...

Pra não deixar que certas pessoas se aproveitem desta situação para me difamar a troco de nada, um perverso gosto que certas pessoas apresentam...

Santoculto

Anônimo disse...

Seu pouco provável, especialmente em relação ao sei tom, soou impossível pra mim.

Se certos fenotipos hereditários apresentam mecanismos universais então isto se consistirá em uma similaridade genética que serão especializados por epistasias demograficamente localizadas.

Santoculto

Mr X disse...

Olá Astor e Santoculto,

Lamento que um mero comentário tenha desencadeado uma discussão dessas.

Na realidade, ao dar exemplo do homem branco e negro parecidos em suas características, só quis apontar para o fato de que raça não é tudo, mesmo se acreditarmos que os genes definem tudo em uma pessoa (o que tampouco é verdade).

Mas entendo pouco de genética e, na verdade, tenho pouco interesse, sou só um leigo.

Em relação aos mongóis - nórdicos, desconsiderem: pensava na Bjork, que para mim tem meio cara de japonesa.

Abs!

Aquele Lá /Astor disse...

"Seu pouco provável, especialmente em relação ao sei tom, soou impossível pra mim. "

O meu tom? Ah é? Conseguiu ouvir até isso? E eu que falei tão baixinho...

"Em relação aos mongóis - nórdicos, desconsiderem: pensava na Bjork, que para mim tem meio cara de japonesa. "

Não seja por isso, eu também acho que a maioria dos espanhóis e portugueses parecem mouros, enquanto os sicilianos parecem norte-africanos e gregos um bando de qualquer coisa.

Quantas Bjorks existem no norte da Europa? Bom, não sei, mas aposto que os sicilianos com cara de norte africanos são muito mais numerosos em número absoluto e em proporção do que Bjorks na Escandinávia ou centro-norte da Europa.

Agora você já pode concluir e fazer uma atualização do post ou fazer um novo mencionando as conclusões óbvias.

Anônimo disse...

Astordilha,
Orá, vá se danar, seu nordicista sicilianofóbico, vou colocar a cosa nostra no seu encalço, vai ver só.

E digo mais, que tal isto como prova da influência mongol na Escandinávia???

http://www.davidkfaux.org/CentralAsiaRootsofScandinavia-Y-DNAEvidence.pdf

Admita, os vikings miscigenaram-se com mongolóides da Ásia Central. E se não o fizeram, deviam ter feito! Não teriam virado esse povo feminazi ultra-liberal de hoje.

Astor disse...

Olha que legal, ele procurou no google e colou o endereço.

Você está absolutamente certo, os nórdicos modernos tê mistura com populações da Ásia Central, como diz o estudo, o que você parece não ter se dado o trabalho de descobrir (e que certamente será ainda mais trabalhoso aceitar) é que estas populações da Ásia Central não eram mongolóides.

Os mongolóides chegaram só depois.

Já que você postou seu endereço, acho que não haverá problema se eu postar os meus:

http://racehist.blogspot.com.br/2011/09/haplogroup-c-mtdna-in-caucasoids-does.html

http://racehist.blogspot.com.br/2008/06/some-ancient-dna-results-from-tarim.html

http://racehist.blogspot.com.br/2010/08/two-old-papers-on-tarim-basin-mummies.html

Astor disse...

"seu nordicista sicilianofóbico"

Nossa, existe até isso?

Uma coisa que eu acho muito curiosa no mundo moderno é a maneira como as pessoas rejeitam certos padrões de comportamento e em seguida adotam os mesmos padrões apenas com outra capa.

É certo que enquanto a sociedade atual denigre e difama pessoas acusando-as de "racistas" (uma mera palavra criada há algumas décadas atrás), em círculos mais fechados, os mesmos que criticam as acusações de racismo, são aqueles que surgem com palavras prontas como: nordicista (como ousa me discriminar??), sicilianofóbico, mediterrâneofóbico, e não sei mais quantos "fóbicos".

Astor disse...

"Não teriam virado esse povo feminazi ultra-liberal de hoje."

Feminazi ultra-liberal que você gosta?

https://santoculto.wordpress.com/2014/09/04/estupidez-pratica-do-homem-conservador-estrategia-evolutiva-e-homofobia/

https://santoculto.wordpress.com/2014/10/16/feminismo-e-diferenca-relativamente-contextual-de-inteligencia-entre-os-generos/

Usando suas palavras (anti-feministas?):

"Portanto, em outras palavras, o feminismo é completamente possível de ser construído na sociedade, desde que as mulheres mais masculinizadas e potencialmente mais rejeitadas no mercado de acasalamento, possam procriar em maior volume do que o habitual."

Legal, não acham?

Astor disse...

Ah, faltou eslavofóbicos (palavra legal!).

Olhem, desejo terminar com isso tudo, por isso vou fazer umas declarações:

- Não tenho o menor interesse real em provar quem é mais ou menos branco (a palavra certa é caucasóide), embora evidências morfológicas visíveis possam apontar uma graduação de distanciamento de povos não-caucasianos entre as tribos europeias.

- Se querem me acusar de Nordicismo ou seja lá que nome queiram dar, que o façam. Embora, para mim, sardos, bascos, norte-italianos, croatas, galegos e o povão do sul da França (excetuando possíveis argelinos que vivam lá) são brancos também.

- Na realidade, nada tenho contra sicilianos (que até me parecem ter uma culinária deliciosa), nem contra ibéricos (tirando a parte que eles não fizeram uma colônia decente do México até a Patagônia), nem contra gregos. Por mim, que cada um fique na sua e seja felizes.

- Se eu entro em discussão para alfinetar ibéricos, gregos e sicilianos, é porque em partes acho importante que algumas pontuações sejam feitas: 10 mil paquistaneses com alta fertilidade numa vila inglesa é ruim aos ingleses? E 10 mil chineses? E 10 mil turcos? E se forem 10 mil sicilianos? Vai ser diferente ou igual à 10 mil suecos na mesma vila? Acho que são coisas a serem pensadas quando se trata de conversar a respeito de ondas migratórias no Velho Mundo, para quem ao menos se interessa pelo assunto.

- Se acompanharam a discussão, então perceberam que a implicação foi à respeito de declarações à cerca da genética, que eu pouco entendo, mas acredito que deve haver princípios lógicos. Porém, eu tampouco acredito que genes são determinantes da existência humana e menos ainda tenho algo contra pessoas subsaarianas. Agora, se o X ou o Ibérico ou AF ou a turma do IBGE querem considerar branco todo mundo que não seja negro, ou índio, ou se querem considerar Michael Jackson, Wentworth Miller ou Mayim Bialik como brancos, a mim pouco importa. O que não quer dizer que eu tenha que aceitar passivamente afirmações como, por ex, que Wentworth Miller é geneticamente mais parecido com um sueco nórdico, apesar de ser 50% africano-jamaicano. Seria o mesmo que dizer que protestantes e católicos são a mesma coisa porque rezam o Pai-Nosso (alguém chame o Bono Vox).

Anônimo disse...

Meu blogue não é pra dogmático. Só me interesso pela neutralidade. O início do feminismo foi muito nobre. No mais, foi apenas um texto em que mostrei que o feminismo é possível ao contrário do pensamento hbd simplista de que seja apenas uma construção cultural, uma utopia. Ainda que não mereçam porque são muito tolas, feministas modernas e não as mulheres com neurônios, isso é a verdadeira empatia que a sua bíblia que nunca leu jamais te ensinaria. Vc é um acéfalo. É o tipo de inteligente em que seria melhor se não fosse, é um desperdício natural de capacidade. Vc deveria ir ler as insanidades do seu amado de Bruce Charlton e me deixar em paz.

Santoculto

Anônimo disse...

Este seu último comentário mostra que não entendeu nada, pra variar. Não entende, parte de um viés agressivo e unilateral determinista e dá este show sem haver qualquer necessidade disto.

Santoculto

Astor disse...

Uma correção precisa ser feita.

Parece que o comentário do último anônimo não era de autoria de Santo Culto, e portanto minha resposta na qual colei endereços do blog em questão, deve ser desconsiderada.

Leonardo Melanino disse...

Senhor X, quero avisá-lo que o vocábulo "BRANCO" é polissêmico, assim como "BAIXO" e outros. Sentidos de "BRANCO": "naipe de dominó equivalente a zero ponto" e outros. Sentido de "BRANCA": "jogadeira ou tacadeira (bola de cor geralmente branca, num bilhar ou numa sinuca)". Sentidos de "BAIXO": "contrabaixo", "a mais grave das androfonias" e assim sucessivamente. Agradeço-lhe de todo o meu coração! Obrigado!

Anônimo disse...

https://www.youtube.com/watch?v=P53PABK9XY0

Chiquinha racista, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk





Santoculto

KVRGANIVS NOSTRATORVM disse...

25 de março de 2015 11:15

É COMO VC´S DIZEM X É COR Y É RAÇA; O TERMO EUROPIDEO É MAIS CORRECTO MAYBE E CRITERIOSO; BRANCO SÓ INDICA UM PONTO QUE É A FOTONICIDADE DERMICA E DIVERGENCIAS EVOLUTIVAS VÃO ALEM DISSO

Anônimo disse...

ESSE MR KOSHER X FICA EM CIMA DO MURO É UM OTARIO HAHA

El Misionero Matsuura Junichiro a.k.a. Marcos Freybert disse...

A VERDADEIRA questão não é ser branco, ou ser negro, ou ser oriental, ou indígena. A questão CORRETA é "O que é SER GENTE????". O que é ser gente???? O que é ser HUMANO???? O que é se portar como alguém que tem um CÉREBRO dentro da cabeça???? E não como se tivesse um monte de BACON DEFUMADO no lugar do mesmo. Não tentar ser um ANENCÉFALO. Não tentar se portar como tal. Hodiernamente,as pessoas têm uma imensa e profunda PREGUIÇA DE PENSAR. Ficam felizes em ser submissas a uns poucos DEFORMADORES DE OPINIÃO.

Anônimo disse...

Os brancos ou caucásicos, pelo menos no sentido puramente racial sem levar em conta a cultura, são os habitantes originais da Europe, norte da África e oeste da Ásia, incluindo árabes, iranianos, afegãos, paquistaneses e no mínimo os indianos de pele clara ou bronzeada.
Não acho certo que a Europa abra as portas para tantos estrangeiros, mas temos que admitir que a maioria dos islâmicos que estão lá são brancos também.