Ho ho ho. Em pleno dia de Natal, um jihadista nigeriano tentou explodir um avião com 258 pessoas a bordo. Aparentemente, ele tinha explosivos escondidos na cueca (segundo algumas teorias, os explosivos não estavam na cueca, mas dentro do próprio orifício do sujeito, se é que me entendem. É a explicação para ele ter passado 20 minutos no banheiro antes de voltar ao seu assento e tentar se explodir).
Como vivemos em uma sociedade que se nega a aceitar que 99% dos atentados são cometidos por muçulmanos, o que vai acontecer é que homens brancos europeus, velhinhas de 90 anos e crianças serão cada vez mais fiscalizados. É possível que seja necessário inspeccionar a cueca dos passageiros, ou quem sabe até realizar um exame ao estilo dos de próstata. Cráu! Não tem bomba, pode passar.
Uma vez me perguntaram se eu era a favor ou contra a lei suiça contra os minaretes, ou da lei francesa contra a burka. Ora, não sou nem a favor nem contra. Sou a favor da proibição total da imigração de muçulmanos para a Europa. Sem muçulmanos, não há problemas com minaretes ou burkas. Minaretes e burkas, e bombas, são só sintomas. É uma problemática que nem mesmo deveria existir nesses países. Bastaria proibir a imigração. Aliás os EUA deveriam fazer a mesma coisa, e com maior razão, já que mais uma vez se vê que são o principal alvo depois de Israel.
Mas os progreçistas e os globalistas não querem, é claro. Para eles, tudo o que for antiocidental, melhor. Eis que dois artistas suíços, descontentes com a lei que consideram contrária a seus princípios, resolveram criar um presépio de Natal com minaretes. Graças a esses alegres bem-pensantes, a Europa está virando uma Eurábia. Um dia veremos minaretes em Notre-Dame e San Pietro. Lamentavelmente, os muçulmanos não serão tão tolerantes quando dominarem tudo. Algo me diz que jamais colocarão cruzes nas suas decorações de Ramadan.
É claro, os esquerdistas argumentam que são a pobreza e o desespero que geram o terrorismo. Curiosamente, nosso amigo terrorista era filho do banqueiro mais rico da Nigéria, e morava nesta suntuosa maloca londrina.
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domingo, 27 de dezembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Porque o multiculturalismo não funciona
O que mais chama a atenção no caso do atentado de Fort Hood é a insistência em ignorar as lições do evento e manter o multiculturalismo a todo custo.
Somente um país demasiado acostumado à supremacia militar pode ter um General no comando das Forças Armadas que acha que manter a "diversidade" e "não discriminar os muçulmanos" é mais importante do que a segurança de suas tropas. Mas é justamente isso que está acontecendo.
Enquanto isso, o presidente muçulmano em exercício B. Hussein afirma que "we should not jump to conclusions". Nada está provado; mesmo que o assassino tenha gritado "Allahu akbar" e utilizado roupas rituais islâmicas no dia do atentado, e dado um Corão de presente a uma vizinha afirmando que "hoje iria realizar um trabalho bom para Alá", nada disso nos pode fazer chegar a conclusão nenhuma. Pode mesmo ser que o atirador seja um fundamentalista cristão que agiu dessa forma apenas para incriminar os muçulmanos e gerar um clima de ódio...
A grande preocupação da Secretária de Estado de Obama é, você adivinhou, "impedir represálias contra muçulmanos inocentes".
Antes do atentado, o Major Hassan já havia realizado dezenas de pronunciamentos públicos contra os "infiéis", já havia declarado mesmo que estes "deveriam ser queimados com óleo fervente e decapitados". Ninguém disse nada; poderiam ser acusados de "racistas", afinal. E todos sabem que não há nada pior do que ser racista. Better dead than racist.
Alguns dizem que Hassan era louco e não jihadista. No entanto, ele era um psiquiatra das Forças Armadas. Se era louco, mais loucos são os que o colocaram no cargo e ignoraram todos os seus pronunciamentos. Chamem o Doutor Bacamarte.
Imaginem agora que, em vez de um mero tiroteio com doze mortos, algum muçulmano infiltrado realize um atentado com uma bomba nuclear. Será que vai colar a mesma desculpa? Será que mesmo assim o multiculturalismo vai se manter?
Há uma velha frase que afirma, "Deus protege os idiotas, os bêbados e os Estados Unidos da América." Vamos ver por quanto tempo ainda é verdade.
Somente um país demasiado acostumado à supremacia militar pode ter um General no comando das Forças Armadas que acha que manter a "diversidade" e "não discriminar os muçulmanos" é mais importante do que a segurança de suas tropas. Mas é justamente isso que está acontecendo.
Enquanto isso, o presidente muçulmano em exercício B. Hussein afirma que "we should not jump to conclusions". Nada está provado; mesmo que o assassino tenha gritado "Allahu akbar" e utilizado roupas rituais islâmicas no dia do atentado, e dado um Corão de presente a uma vizinha afirmando que "hoje iria realizar um trabalho bom para Alá", nada disso nos pode fazer chegar a conclusão nenhuma. Pode mesmo ser que o atirador seja um fundamentalista cristão que agiu dessa forma apenas para incriminar os muçulmanos e gerar um clima de ódio...
A grande preocupação da Secretária de Estado de Obama é, você adivinhou, "impedir represálias contra muçulmanos inocentes".
Antes do atentado, o Major Hassan já havia realizado dezenas de pronunciamentos públicos contra os "infiéis", já havia declarado mesmo que estes "deveriam ser queimados com óleo fervente e decapitados". Ninguém disse nada; poderiam ser acusados de "racistas", afinal. E todos sabem que não há nada pior do que ser racista. Better dead than racist.
Alguns dizem que Hassan era louco e não jihadista. No entanto, ele era um psiquiatra das Forças Armadas. Se era louco, mais loucos são os que o colocaram no cargo e ignoraram todos os seus pronunciamentos. Chamem o Doutor Bacamarte.
Imaginem agora que, em vez de um mero tiroteio com doze mortos, algum muçulmano infiltrado realize um atentado com uma bomba nuclear. Será que vai colar a mesma desculpa? Será que mesmo assim o multiculturalismo vai se manter?
Há uma velha frase que afirma, "Deus protege os idiotas, os bêbados e os Estados Unidos da América." Vamos ver por quanto tempo ainda é verdade.
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009
História de um vira-casaca
É curiosa a história de Charles Johnson e seu blog Little Green Footballs. Após os ataques de 11 de Setembro de 2001, tornou-se o mais celebrado blogueiro anti-jihad dos EUA e, talvez, do mundo.
Oito anos depois, tendo comprado briga com metade da blogosfera, virou obamista e critica quase todos os blogueiros conservadores que antes eram seus aliados, acusando-os de racistas ou teocráticos. Nem Robert Spencer, do Jihad Watch, ou o Pajamas Media, site neocon que ele próprio ajudou a criar, escaparam de sua crítica purista. Hoje, seus maiores inimigos não são mais os jihadistas, mas sim os malvados cristãos criacionistas.
Para quem quer entender a polêmica, este artigo do Gates of Vienna explica melhor o que aconteceu. Mais aqui no Atlas Shrugs. (O respeitável Victor Davis Hanson, ao contrário, saiu em defesa de Charles.)
Polêmica à parte, Charles Johnson, na verdade, nunca foi exatamente um conservador, mas sim um liberal assaltado pela realidade (dos ataques de 9/11). Após oito anos sem atentados, reverteu ao seu estado natural. O mesmo aconteceu com muita gente boa. Outro exemplo é Andrew Sullivan. Passado o susto, passou o conservadorismo.
(Na verdade, o liberalismo e o Islã parecem opostos, mas talvez sejam aliados sem sabê-lo. Assim como o lado B do pacífico flower-power hippie é Charles Manson, o outro lado do multiculturalismo é o conflito tribal e o fundamentalismo islâmico. É a tolerância que permite a chegada dos intolerantes.)
Será que um novo atentado islâmico acordará mais uma vez os liberais? Ou os muçulmanos ficaram espertos e preferem a "jihad lenta" da imigração e da mudança de leis?
Oito anos depois, tendo comprado briga com metade da blogosfera, virou obamista e critica quase todos os blogueiros conservadores que antes eram seus aliados, acusando-os de racistas ou teocráticos. Nem Robert Spencer, do Jihad Watch, ou o Pajamas Media, site neocon que ele próprio ajudou a criar, escaparam de sua crítica purista. Hoje, seus maiores inimigos não são mais os jihadistas, mas sim os malvados cristãos criacionistas.
Para quem quer entender a polêmica, este artigo do Gates of Vienna explica melhor o que aconteceu. Mais aqui no Atlas Shrugs. (O respeitável Victor Davis Hanson, ao contrário, saiu em defesa de Charles.)
Polêmica à parte, Charles Johnson, na verdade, nunca foi exatamente um conservador, mas sim um liberal assaltado pela realidade (dos ataques de 9/11). Após oito anos sem atentados, reverteu ao seu estado natural. O mesmo aconteceu com muita gente boa. Outro exemplo é Andrew Sullivan. Passado o susto, passou o conservadorismo.
(Na verdade, o liberalismo e o Islã parecem opostos, mas talvez sejam aliados sem sabê-lo. Assim como o lado B do pacífico flower-power hippie é Charles Manson, o outro lado do multiculturalismo é o conflito tribal e o fundamentalismo islâmico. É a tolerância que permite a chegada dos intolerantes.)
Será que um novo atentado islâmico acordará mais uma vez os liberais? Ou os muçulmanos ficaram espertos e preferem a "jihad lenta" da imigração e da mudança de leis?
quarta-feira, 23 de julho de 2008
A man called Daud, ou, como lutar contra a jihad e vencer
De um jornal paquistanês (via Gateway Pundit)
Por sorte, também eu tenho aqui sempre ao lado meu Jack Daniels e minha Magnum 44. ;-)
‘Drunk usurer’ kills 3 Taliban
PESHAWAR: A man reportedly killed three local Taliban in the Hassan Khel area of Frontier Region (FR) Peshawar on Monday, sources said. Sources said that the Taliban went to the house of a man called Daud, who reportedly was lending money on interest, to order him to stop his ‘un-Islamic’ business.
Daud was, however, drunk at the time and opened fire on his ‘visitors,’ killing them. He managed to escape from the scene. Local Taliban later attacked his house and destroyed it.
Por sorte, também eu tenho aqui sempre ao lado meu Jack Daniels e minha Magnum 44. ;-)
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domingo, 22 de junho de 2008
A jihad no sul da Tailândia
O serviço de trem no sul da Tailândia foi suspenso, pois hoje um grupo de "supostos rebeldes" (suspected insurgents) matou três trabalhadores ferroviários e um policial em um dos trens.
A notícia não explica, mas os suspected insurgents são muçulmanos. No Sul da Tailândia há uma revolta de muçulmanos que já matou mais de três mil pessoas, a maioria civis e monges budistas. Pelo silêncio universal da mídia, não pareceria.
De fato, é vergonhoso o papel da mídia na cobertura de tais eventos. Falam sempre em misteriosos "suspeitos rebeldes". Ou "militantes". Ou "atiradores". Nunca explicam que são muçulmanos. Às vezes nem explicam direito do que se trata, contrariando todas as regras do jornalismo clássico (quem, como, quando, onde, porquê). Vejam esta outra notícia, da Reuters:
Muçulmanos rebeldes no extremo sul da Tailândia, única região de maioria muçulmana, se consideram sob "ocupação" (E quando não! Estou esperando os muçulmanos dos subúrbios parisienses começarem com a mesma lenga-lenga). Estão matando civis budistas. A mídia faz o possível para esconder o fato.
Houve um tempo em que o papel da mídia era informar.
A notícia não explica, mas os suspected insurgents são muçulmanos. No Sul da Tailândia há uma revolta de muçulmanos que já matou mais de três mil pessoas, a maioria civis e monges budistas. Pelo silêncio universal da mídia, não pareceria.
De fato, é vergonhoso o papel da mídia na cobertura de tais eventos. Falam sempre em misteriosos "suspeitos rebeldes". Ou "militantes". Ou "atiradores". Nunca explicam que são muçulmanos. Às vezes nem explicam direito do que se trata, contrariando todas as regras do jornalismo clássico (quem, como, quando, onde, porquê). Vejam esta outra notícia, da Reuters:
Bombs killed three men and wounded 21 people in three separate attacks in Thailand’s troubled Muslim far south, police said on Sunday."Bombas" mataram três pessoas e feriram 21. Bombas - por vontade própria, aparentemente, e sem que ninguém as acionasse. Ah, foi no "problemático sul muçulmano". Hum. Foram muçulmanos que morreram? Foram muçulmanos que mataram? O leitor deve apelar para as próprias capacidades de raciocínio e deduzir que, se a notícia fala em "bombas" e "muçulmanos", foram estes que colocaram as primeiras. Bombas e muçulmanos sempre andam juntos.
Muçulmanos rebeldes no extremo sul da Tailândia, única região de maioria muçulmana, se consideram sob "ocupação" (E quando não! Estou esperando os muçulmanos dos subúrbios parisienses começarem com a mesma lenga-lenga). Estão matando civis budistas. A mídia faz o possível para esconder o fato.
Houve um tempo em que o papel da mídia era informar.
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