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quinta-feira, 5 de junho de 2008

Hillary é Fatah, Obama é Hamas

Ann Coulter, polêmica diva do conservadorismo televisivo (famosa por ter dito após 9/11 que os EUA deviam invadir os países muçulmanos, matar seus líderes e converter todo mundo ao cristianismo – conselho que não foi seguiido, já que há poucos líderes com a macheza de Ann), está triste pela derrota de Hillary Clinton. Ela havia polemicamente declarado seu voto a Hillary, já que o McCain era demasiado de esquerda para seu gosto.

Na sua última coluna, ela observa que, enquanto os Democratas encheram o saco de todos por causa da vitória de Al Gore no voto popular (mas sua derrota de acordo com as regras), hoje ficam em silêncio quando Hillary vence no voto popular (embora perdendo de acordo com as regras).

Thomas Sowell declara que vai votar no John McCain, embora tampouco goste demais dele.

O Partido Democrata guinou definitivamente para a esquerda. Se Hillary é Fatah, Obama é Hamas. E o Hamas ganhou. É o triste fim dos Clinton, escorraçados e destruídos, não pelos Republicanos, mas por seus próprios Democratas e pela mídia liberal, ou seja, pelos próprios amigos, por todos aqueles que até faz pouco os aclamavam como líderes geniais. Estranho, não?

E, definitivamente, triste. Bye-bye, Hillary. Bye-bye. Bye-bye.


segunda-feira, 2 de junho de 2008

Simpatia pouca é bobagem

Hillary ganhou as primárias do Porto Rico por 68% a 32%. Qual a manchete circulando na mídia?

Puerto Rico moves Obama closer to nomination

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Alien versus Predator

Como os vilões dos filmes de terror, Hillary Rodham Clinton se recusa a morrer. Não desiste. Talvez porque saiba que, se perder esta chance, sua vida se resumirá a monótonas sessões de chá em companhia de Bill ou, no máximo, a convites para palestras em medíocres republiquetas latinoamericanas.

Não gosto do Obama. Um candidato que se apresenta sob a plataforma de "hope", "change" e outros slongans vazios, boa coisa não é. Some-se que sua maior qualificação é ser negro, ter amigos terroristas, marxistas ou racistas (racismo contra brancos também é racismo) e pregar o vitimismo e o estatismo como forma de solução para todos os problemas sociais, torna-o bastante pouco atraente. É um bom orador, isso é certo. Tem carisma. É elegante. Numa eleição problemática destas, é possível que isso baste.

Alguns acreditam que Hillary poderia aceitar a vice-presidência, formando assim uma candidatura Democrata imbatível. Antes eu até acreditava que isso poderia acontecer, porém agora li um argumento demolidor contra a teoria. Resumo-o em duas palavras: Michelle Obama.

As duas bitches não se bicam e jamais poderiam dividir a Casa Branca. Iam brigar até pela cor das almofadas.

Hillary não morre até o fim do filme. E olhe lá, que sempre podem haver continuações...

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Obama versus Hillary


Hillary ganhou na Transilvânia, oops, perdão, na Pensilvânia. Analistas ainda assim acham que não será suficiente, e que Obama já papou a nominação. Não sei. De qualquer modo, a briga entre Hillary e Obama é boa para os Republicanos.

Mas, afinal de contas, qual a diferença entre Hillary e Obama? Ideologicamente estão, na verdade, bastante próximos. Em um interessante artigo, Caroline Glick argumenta que a diferença é mais de postura do que de ideologia. Hillary é cínica e pragmática. Obama é messiânico.

Ou seja, Hillary seria mais realista e tenderia a insistir menos no erro, Obama seria um iluso delirante até o fim.

Hillary, portanto, é menos pior.

Até porque, como diz o ditado, melhor o diabo conhecido que o diabo por conhecer.