O jiu-jítsu – assim como as outras artes marciais – tem um óbvio componente de direita. O princípio é simples: a humanidade pode ser muito hostil, e cada um de nós tem de aprender a se defender sozinho, sem confiar na benevolência alheia ou na do estado. O pit-boy Mamet levou o ensinamento até o fim. Entrou no octágono da política e saiu batendo com a direita.Se o jiu-jítsu é de direita, o pilates só pode ser de esquerda. Dilma Rousseff, a Miss Pacderme, emagreceu doze quilos com o pilates. No pilates, você não se esforça – é o aparelho que faz tudo por você. Nada pode ser mais genuinamente esquerdista do que isso. É a idéia de que sempre há uma estrutura capaz de resolver todos os empecilhos.
domingo, 30 de março de 2008
Jiu-jitsu e pilates
Análise de uma foto
a) Por que o cartaz está escrito em inglês (e inglês tão errado ainda por cima)? Será que a foto foi produzida justamente para a mídia internacional?
b) Criança protestando? Pelo fechamento de escola? Por não ter que ir à aula?!? Hã?!?!
c) Observem a expressão e o punho cerrado erguido, e comprovem com o de qualquer outra manifestação de protesto de muçulmanos. Será que é isso que aprendem na escola?
Poema do domingo
Vamos dar a meia-volta, volta e meia vamos dar
O anel que tu me deste era vidro e se quebrou
O amor que tu me tinhas era pouco e se acabou
Por isso Dona .................., entre dentro desta roda
Diga um verso bem bonito, diga adeus e vá-se embora
sábado, 29 de março de 2008
Fitna online
sexta-feira, 28 de março de 2008
Paz!
Será que é tão difícil de entender?
Até quando temos que ouvir essa lenga-lenga?
Não existe “distribuição de riquezas”. O pessoal progressista costuma fazer a metáfora do tal bolo que “deveria ser dividido entre todos”. Bem, amigos, lamento decepcioná-los: não existe o tal bolo.
O que existe são pessoas que produzem e vendem os ingredientes do bolo e outras pessoas que, com tais ingredientes, cozinham o bolo. O “confeiteiro” pega uma parte do bolo para si mesmo e vende a outra parte para poder comprar mais ingredientes para fazer novos bolos, retomando assim o ciclo.
Governo que vem com essa de “distribuir igualmente o bolo” pra quem não cozinha nem contribui com ingredientes, vai poder fazê-lo só uma vez; depois disso, não haverá confeiteiro que queira produzir bolo de graça para os outros sem ganhar nada.
(Na lógica progressista, distribui-se um bolo à força, o povo dos sem-bolo fica feliz, mas depois não se criam novos bolos e o pessoal morre de fome. A culpa é colocada nos “ávidos confeiteiros”.)
Será que deu pra entender agora?
quinta-feira, 27 de março de 2008
Será que o cristianismo terceiro-mundista vai salvar a Europa de si mesma?
Mas os muçulmanos radicais estão com medo, muito medo.
O fato é, o Papa Bento XVI e Magdi Cristiano Allam acabam de dar a pista para a salvação da Europa: a conversão de seus imigrantes ao cristianismo.
Tem um ditado americano que diz, "não se leva uma faca para um duelo com pistolas". Da mesma forma, não se leva o secularismo para uma luta entre religiões. E é disso que se trata, no fim das contas.
Os muçulmanos não vão se converter ao secularismo europeu, precisam de outra religião para a qual canalizar sua fé. As elites ateístas não entendem isso, é claro, assim como não entendem o fato de que a maioria das pessoas precise acreditar em algo além do vazio total do pós-modernismo, mas o fato é, no fundo, bastante simples: ninguém enfrenta a morte em nome do secularismo; em nome da religião, sim. Simples assim. Quem vai enfrentar os fundamentalistas muçulmanos? Alguém com fé.
No Egito, terra de nascença de Allam, um padre copta chamado Botros está convertendo centenas, milhares de muçulmanos ao cristianismo na surdina, isso tudo sob um regime autoritário. Na Europa democrática e politicamente correta, não há missionários que se infiltrem nos guetos islâmicos para pregar a fé cristã.
A mensagem do Papa parece ser que eles virão. Não serão europeus brancos, mas sim cristãos do terceiro mundo, da América Latina e da África, ou então ex-muçulmanos já convertidos que se dedicarão, com risco de violência, a pregar a nova fé entre seus irmãos.
Será que só Deus pode salvar a Europa de si mesma?
Os protestos na Argentina
Os protestos na Argentina continuam e se agravam. Agora, além do bloqueio de estradas e protestos no campo, somaram-se protestos na cidade. No outro dia, na Plaza de Mayo, houve até um grupo de piqueteiros governistas a mando dos Kirchner dando pau em piqueteiros espontâneos, irritados com os desmando do governo. Tratou-se, naturalmente, de uma provocação.
O que acontece é o seguinte: a produção agropecuária, e em especial a colheita recorde de soja, é basicamente o que segurou o crescimento argentino durante todos estes últimos anos. Agora o governo quer meter a mão, aumentando impostos em até 45%. Tudo isso em meio a escândalos de corrupção ainda não resolvidos.
É a velha história "progressista": tirar dos setores produtivos para, dizem, realizar a "distribuição de riqueza". O que o governo não diz - mas todos sabem - é que:
a) querem distribui-la é entre eles mesmos;
b) o aumento de impostos é contra-producente, tendendo a gerar um menor estímulo à produção, e portanto a menor geração de riquezas, e portanto, em última análise, menor recolhimento de impostos.
O que esquentou a briga nos últimos dias, e levou o protesto da cidade para o campo, foi o provocador discurso demagogo (bem ao estilo peronista) de Cristina Kirchner, culpando as "elites" que não querem perder seus "lucros", que desagradou os porteños, já irritados com o descaso do governo com a prefeitura da cidade que está nas mãos da oposição, bem como os escândalos de corrupção ainda não resolvidos, como a infame história das "malas venezolanas".
Os blogueiros argentinos do Blogbis têm uma ótima cobertura de toda a história.
Atualização: o piqueteiro profissional a mando do governo Kirchner, Luis d´Elia, simpatizante do presidente do Irã e do Chávez, líder de uma espécie de MST local (FTV) e responsável pelos confrontos com manifestantes na Plaza de Mayo, disse hoje em entrevista que "não teria problemas em matar todos os 'oligarcas' que protestam" e que "tem um ódio visceral contra os brancos do Barrio Norte". (Em Buenos aires, ao contrário do Rio, a zona norte é a parte mais rica e a zona sul a mais pobre). É o fascismo progressista em ação.
terça-feira, 25 de março de 2008
O Papa converte Magdi Allam
Detalhe: ele é muçulmano. Ou era.
O jornalista, que já precisava viver sob escolta armada devido às suas polêmicas declarações, converteu-se publicamente ao catolicismo, sendo batizado pelo próprio Papa Bento XVI.
Detalhe: a conversão ocorreu três dias depois das mais recentes ameaças do Osama bin Laden ou seu clone à Europa e especificamente ao Vaticano.
Em carta publicada no Corriere, Allam explicou que, após tentar lutar por un islã moderado e vers-e obrigado a levar uma "vida blindada" devido às ameaças de morte, chegou à conclusão de que "a raíz do mal está implícita en un islã que é fisiologicamente violento e historicamente conflitivo".
"O milagre da resurreição de Cristo se refletiu na minha alma e a liberou de uma predicação na qual o ódio e a intolerância predominam sobre o amor e o respeito al próximo. Minha mente se liberou do obscurantismo de uma ideologia que legitima a mentira e a simulação, a morte violenta que induz ao homicídio e ao suicídio, a cega submissão à tirania, permitindo-me aderir à autêntica religião da Verdade."
Atualização: Spengler, curiosamente, escolheu como tema de sua coluna semanal a conversão de Magdi Allam (agora Magdi Cristiano Allam), definida por ele como um evento fundamental, uma mudança de paradigma por assim dizer, se tal expressão não estivesse tão gasta.
Um bicho às terças
A llama, como ocorre em toda a região andina, é um animal típico dessa região. Trata-se de um camelídeo exclusivo da América do Sul. Quando chegaram à América, os espanhóis acreditaram por um tempo que os Incas seriam os descendentes de uma das doze tribos perdidas de Israel, e que as llamas seriam animais saídos da Arca de Noé.
Hoje se sabe que a migração do animal deu-se no processo inverso: um ancestral das llamas, originário da América, cruzou até o Oriente, terminando por evoluir no camelo e no dromedário.
A llama, ao contrário de seus parentes selvagens vicunha e guanaco, existe apenas em estado doméstico hoje, sendo apreciada principalmente pela sua lã. Há evidências que o animal já era domesticado desde o período pré-incaico.
As llamas, como sabe qualquer um que leu "Tintin e o Templo do Sol", têm o costume de cuspir quando se sentem ameaçadas. (Não é mito, podem ver no vídeo do link).
quarta-feira, 19 de março de 2008
Férias! Até a volta...
O primeiro vídeo é da cantora israelense Esther Ofarim, artista que descobri recentemente ao procurar pelo "Bird on the Wire" do Leonard Cohen e encontrar uma versão magnífica dela. Esther canta em inglês, alemão, ídiche, hebraico, italiano e até espanhol. No vídeo abaixo, ela canta a canção em dialeto napolitano "Sto Core Mio", de Orlando di Lasso, compositor renascentista.
O segundo vídeo é do grande cantor e compositor italiano Paolo Conte. No Brasil, quando se pensa em música italiana se pensa logo em Eros Ramazzotti e Laura Pausini. Nada mais distante de tais abominações pop do que a sutileza e a elegância deste brilhante músico nascido em Asti.
Por que não dá pra debater com esquerdistas
Em 2007, ocorreram 12.911 homicídios, menos da metade, e o nível mais baixo em vinte anos.
Só em Medellín, o número de assassinatos baixou de 220 para cada 100.000 habitantes em 2001 para 28 em cada 100.000 em 2006.
Quais as causas de tão dramática queda?
Segundo o blogueiro de esquerda Idelber, entre as causas estão "o trabalho comunitário inovador de prefeituras como a de Bogotá e, inclusive, opções táticas recentes das próprias Farc"...
D'oh!
Talvez o blogueiro pudesse nos explicar porque, enquanto na Colômbia do linha-dura Uribe a violência diminuiu, na Venezuela de Chávez (onde não faltam programas sociais comunitários), o número de homicídios aumentou 300% desde 1998, ano em que Chávez subiu ao poder.