Às vezes acho que sofro de esquizofrenia.
Calma, não é esquizofrenia de verdade. Tenho familiaridade suficiente com o diagnóstico para saber que provavelmente não se aplica ao meu caso, embora nada impeça que possa ter outros tipos de doença mental. Gênios são muito propensos a ter doenças mentais, vocês bem sabem. (ahem)
O que quero dizer é que às vezes escrevo uma coisa, e às vezes outra no sentido quase oposto.
Defender ou tentar defender "os brancos" ou "os euro-descendentes" é algo bem complicado. Grande parte deles são progressistas então é como se jogassem no outro time. No outro dia quando comentei a notícia sobre o Dalai Lama ter dito que "A Alemanha não deveria aceitar tantos refugiados e não deve virar um país árabe", provavelmente a cabeça de muitos deles explodiu. Espere aí, o Dalai Lama é um "nacionalista branco", um "xenófobo"?
Por outro lado, tampouco consigo me sentir à vontade com o branquismo como ideologia. Gostaria que os povos europeus progredissem e mantivessem sua linhagem genética. Gostaria que seus países continuassem de maioria branca, sendo o único modo realmente efetivo de manter a sua cultura. Mas não consigo concordar com vários aspectos do nacionalismo branco, e a questão da "pureza racial" de cada indivíduo, que parece preocupar a tantos deles, de forma obsessiva-compulsiva, para mim é um problema menor, ou talvez até nem seja um problema.
Acho que a questão é que eu, como tantos, como talvez a maioria das pessoas não-progressistas, não tenho um plano muito claro sobre qual seria o caminho.
Neste sentido, o progressista tem uma vantagem, pois ele vive voltado para o futuro (ainda que utópico e impossível) enquanto a mente do conservador é mais voltada para o passado (para aquilo que comprovadamente funcionou no passado).
Alguns sugerem um retorno à monarquia, por exemplo. Ora, gosto das tradicionais monarquias européias, mas não sei se isso funcionaria hoje em dia.
Outros querem um retorno do fascismo; também tenho problemas com essa opção. Por princípio o autoritarismo não me atrai muito.
Outros vão mais para o lado de comunidades religiosas independentes, algo na linha dos Amish. Ou até comunidades anarquistas sem religião. Ou seja, o isolamento. Deixar o Estado de lado e dedicar-se àquilo que importa, à procriação, à família e à cultura, o Poder poderá vir depois.
Esta é a opção que me parece mais atraente hoje em dia, porém mesmo esta não é exatamente um plano de ação, e, além disso, não sou Amish e nem participo de comunidade nenhuma.
Portanto, acho que preciso ler e refletir um pouco mais sobre o que exatamente é que quero propor.
Acho que não basta criticar o progressismo, acho que é preciso entendê-lo, mas, principalmente, propor alguma coisa em seu lugar.
Alguém tem algum plano?
quarta-feira, 8 de junho de 2016
domingo, 5 de junho de 2016
O tédio e a dor
Chove lá fora e estou tão cansado.
Moro num prédio multicultural. Tem branco, tem negro e tem até latino. Não, não é gueto, aliás o aluguel é até bem caro, mas tenho medo que esteja virando. Ontem mudou-se um casal muçulmano para meu prédio. Ele daqueles barbudões de túnica, parece um terrorista do ISIS. Junto com ele duas mulheres com véu cobrindo todo o rosto, daqueles todos pretos que mais parecem um saco de batatas. E várias criancinhas, naturalmente.
O futuro da nação.
Se alguém tentasse inventar uma cultura mais estranha e mais oposta aos costumes europeus, não conseguiria. E no entanto os eurodescendentes de dobram e ficam de quatro com vaselina no rabo para acomodar-se aos costumes dessa ralé islâmica. E o que recebem em troca? Bombas, ódio e desprezo.
Por que ninguém fala que, além de ser terroristas, os muçulmanos são esteticamente horrendos?
Sim, judeus ortodoxos também têm roupas bizarras, e suas mulheres usam perucas ou panos na cabeça, mas ainda assim não é tão feio ou alienígena como essas mulheres de niqab.
Sim, os próprios brancos ocidentais se vestem muito mal hoje em dia, quase todo mundo com tatuagens horríveis que parecem esquimoses ou então com roupas de prostitutas e gigolôs, mas nem sempre foi assim. Será que temos uma memória tão curta?
Por que o branco precisa aceitar esta mudança atroz em seus países? Será que as pessoas estão cegas?
Estou de saco cheio de progressistas dizendo que temos que aceitar isso, "por que é 2016". Sim, e daí? Por quê? Qual a razão? Qual o sentido? Por que países brancos precisam ser multiculturais? Já não basta a ralé local, que de lixo branco está cheio, ainda precisa-se aceitar a ralé de outros países?
Qual o benefício? Cui bono?
Ah sim, as elites de Wall Street. Bem, quer saber? Estou de saco cheio das elites, bilionários imundos tratando a população global como gado só para poder enriquecer mais e criar um mundo global, todo igual em tudo que é lugar. Globalism über alles.
É claro que a população também não ajuda, são tão burrinhos, acreditam em tudo que a mídia diz. Estou de saco cheio deles também.
E se alguém pensa diferente do que diz a mídia, é "teoria da conspiração". Não diga! Pessoas poderosas jamais conspiraram para manter o seu poder?
Uma vez o escritor Jorge Luis Borges disse algo do tipo, as pessoas são ingênuas demais, acreditam até nos comerciais, que são criados por empresas que querem vender seus produtos.
Poderíamos dizer algo parecido sobre o jornalismo. Vivemos em tempos tão ingênuos, que as pessoas acreditam até naquilo que lêem nos jornais. Ou o que vêem e ainda ajudam a propagar na mídia social.
Estou de saco cheio dos nacionalistas brancos também, é claro. Em vez de falar discutir assuntos importantes, ou tentar reverter a situação de extremo degrado cultural, ficam discutindo sobre quem é mais branco. Nossa!
Mas quem são eles para criticar o degrado cultural? Muitos deles tem uma tatuagem ridícula no antebraço ou vestem-se como palhaços.
Fariam melhor em imitar os judeus, que existem há milhares de anos e não ficam discutindo tanto sobre pureza. Tem mãe judia? É judeu. Pronto, não precisa nem seguir o Talmud ou acreditar em Deus. Basta seguir um pouco a cultura, cortar um pedaço do pênis e comer bagel, e era isso!
É claro que estou de saco cheio dos judeus, também. Vivem se fazendo de vítimas enquanto dominam Hollywood e Wall Street.
Estou de saco cheio da humanidade, enjaulando animais selvagens, e depois matando-os quando um ser humano entra em seus já pequenos espaços colocando a própria em risco. Sério?
O filósofo alemão Schopenhauer disse certa vez que a vida humana oscila entre a dor e o tédio. Quando sofremos, sentimos dor. Quando estamos bem, passamos a sentir tédio.
Alguns poderiam pensar que as peossoas em geral preferem o tédio à dor, mas não é bem assim. Alguns experimentos parecem comprovar que, para muitos, até a dor é preferível ao tédio.
O mesmo quiçá possa ser dito das civilizações. Há períodos de intensa dor e sofrimento, de luta extrema contra a natureza ou contra outras tribos. Mas, quando as coisas finalmente ficam relativamente bem e tranquilas, quando chega-se no ápice do conforto e poder, as civilizações ficam entediadas, e dão um jeito de ferrar com tudo. E aí volta a dor.
O homem ocidental está entediado, e por isso inventa ou aceita todas essas confusões. É bastante claro para qualquer um que possa ver mais do que um palmo à frente do nariz que tudo isto terminará em guerra, em miséria ou em desgraça, mas o que podemos fazer? É a natureza humana.
Estou de saco cheio de tudo isso. E até de mim mesmo.
Portanto, adeus.
Moro num prédio multicultural. Tem branco, tem negro e tem até latino. Não, não é gueto, aliás o aluguel é até bem caro, mas tenho medo que esteja virando. Ontem mudou-se um casal muçulmano para meu prédio. Ele daqueles barbudões de túnica, parece um terrorista do ISIS. Junto com ele duas mulheres com véu cobrindo todo o rosto, daqueles todos pretos que mais parecem um saco de batatas. E várias criancinhas, naturalmente.
O futuro da nação.
Se alguém tentasse inventar uma cultura mais estranha e mais oposta aos costumes europeus, não conseguiria. E no entanto os eurodescendentes de dobram e ficam de quatro com vaselina no rabo para acomodar-se aos costumes dessa ralé islâmica. E o que recebem em troca? Bombas, ódio e desprezo.
Por que ninguém fala que, além de ser terroristas, os muçulmanos são esteticamente horrendos?
Sim, judeus ortodoxos também têm roupas bizarras, e suas mulheres usam perucas ou panos na cabeça, mas ainda assim não é tão feio ou alienígena como essas mulheres de niqab.
Sim, os próprios brancos ocidentais se vestem muito mal hoje em dia, quase todo mundo com tatuagens horríveis que parecem esquimoses ou então com roupas de prostitutas e gigolôs, mas nem sempre foi assim. Será que temos uma memória tão curta?
Por que o branco precisa aceitar esta mudança atroz em seus países? Será que as pessoas estão cegas?
Estou de saco cheio de progressistas dizendo que temos que aceitar isso, "por que é 2016". Sim, e daí? Por quê? Qual a razão? Qual o sentido? Por que países brancos precisam ser multiculturais? Já não basta a ralé local, que de lixo branco está cheio, ainda precisa-se aceitar a ralé de outros países?
Qual o benefício? Cui bono?
Ah sim, as elites de Wall Street. Bem, quer saber? Estou de saco cheio das elites, bilionários imundos tratando a população global como gado só para poder enriquecer mais e criar um mundo global, todo igual em tudo que é lugar. Globalism über alles.
É claro que a população também não ajuda, são tão burrinhos, acreditam em tudo que a mídia diz. Estou de saco cheio deles também.
E se alguém pensa diferente do que diz a mídia, é "teoria da conspiração". Não diga! Pessoas poderosas jamais conspiraram para manter o seu poder?
Uma vez o escritor Jorge Luis Borges disse algo do tipo, as pessoas são ingênuas demais, acreditam até nos comerciais, que são criados por empresas que querem vender seus produtos.
Poderíamos dizer algo parecido sobre o jornalismo. Vivemos em tempos tão ingênuos, que as pessoas acreditam até naquilo que lêem nos jornais. Ou o que vêem e ainda ajudam a propagar na mídia social.
Estou de saco cheio dos nacionalistas brancos também, é claro. Em vez de falar discutir assuntos importantes, ou tentar reverter a situação de extremo degrado cultural, ficam discutindo sobre quem é mais branco. Nossa!
Mas quem são eles para criticar o degrado cultural? Muitos deles tem uma tatuagem ridícula no antebraço ou vestem-se como palhaços.
Fariam melhor em imitar os judeus, que existem há milhares de anos e não ficam discutindo tanto sobre pureza. Tem mãe judia? É judeu. Pronto, não precisa nem seguir o Talmud ou acreditar em Deus. Basta seguir um pouco a cultura, cortar um pedaço do pênis e comer bagel, e era isso!
É claro que estou de saco cheio dos judeus, também. Vivem se fazendo de vítimas enquanto dominam Hollywood e Wall Street.
Estou de saco cheio da humanidade, enjaulando animais selvagens, e depois matando-os quando um ser humano entra em seus já pequenos espaços colocando a própria em risco. Sério?
O filósofo alemão Schopenhauer disse certa vez que a vida humana oscila entre a dor e o tédio. Quando sofremos, sentimos dor. Quando estamos bem, passamos a sentir tédio.
Alguns poderiam pensar que as peossoas em geral preferem o tédio à dor, mas não é bem assim. Alguns experimentos parecem comprovar que, para muitos, até a dor é preferível ao tédio.
O mesmo quiçá possa ser dito das civilizações. Há períodos de intensa dor e sofrimento, de luta extrema contra a natureza ou contra outras tribos. Mas, quando as coisas finalmente ficam relativamente bem e tranquilas, quando chega-se no ápice do conforto e poder, as civilizações ficam entediadas, e dão um jeito de ferrar com tudo. E aí volta a dor.
O homem ocidental está entediado, e por isso inventa ou aceita todas essas confusões. É bastante claro para qualquer um que possa ver mais do que um palmo à frente do nariz que tudo isto terminará em guerra, em miséria ou em desgraça, mas o que podemos fazer? É a natureza humana.
Estou de saco cheio de tudo isso. E até de mim mesmo.
Portanto, adeus.
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| White people. |
sexta-feira, 3 de junho de 2016
Seduzidos e abandonados
No outro dia um ex-estudante de graduação de origem Bengali matou um professor da Universidade da Califórnia e se matou. Depois descobriu-se que ele tinha também matado a sua ex-mulher branca americana antes de partir de Minnesota, onde morava, para a Califórnia.
Muitos não-brancos, mesmo de alta inteligência como certamente devia ser o caso deste maníaco, digo, Mainak (não é todo mundo que pode ter um PhD em Engenharia Mecânica), terminam por sentir-se deslocados nos EUA ou em outras nações de origem branca.
A acusação é que o professor teria roubado suas idéias; não acredito, mas pode até ser: não seria a primeira vez que um professor rouba o trabalho de estudantes. Mas é mais provável que fosse mera paranóia.
Tampouco sabemos por que razão ele matou a ex-esposa, que não era assim tão bela e que talvez tenha casado com ele apenas para lhe dar o "green card", mas podemos especular várias razões.
Em 1967, um outro Bengali, Prosenjit Poddar, foi fazer seus estudos de graduação em outra famosa Universidade da Califórnia. Ali conheceu Tatiana Tarasoff, americana de origem russa (judia?) - e, nota de rodapé, que aparentemente tinha uma tia que morava no Brasil. Bela, loira e extrovertida, ela sempre aparecia nos bailes dos estudantes internacionais.
Os jovens fizeram uma amizade e, um dia, ela o beijou.
Foi o começo do fim.
Muitas brancas euro-americanas agem desta forma, brincam e experimentam na juventude com não-brancos e logo os abandonam --- mas aquelas que casam e têm filhos com não-brancos são mais raras e, provavelmente, de inteligência ou beleza menor.
Porém, a maioria dos homens não-brancos não vê a coisa dessa forma, especialmente quando vêm de culturas repressivas como a muçulmana ou a hindu. Ficar com uma branca atraente é como chegar no paraíso; ser seduzido e abandonado é pior do que nunca ter tido nada.
O resultado é que o Bengali passou a achar que Tatiana era a sua namorada. Quando ela logo se afastou dele em busca de outros homens mais másculos, bonitos ou ricos, ou simplesmente brancos, Poddar ficou obcecado, insano, e, depois de contar o que iria fazer ao seu psicólogo (que nada revelou às autoridades devido à "confidencialidade entre paciente e psiquiatra"), perseguiu e matou a bela jovem loira com 13 facadas no coração.
O pior é que o facínora hindu nem chegou a ficar mais de cinco anos preso, pois foi liberado por uma falha no julgamento e e voltou para a Índia. Mas não ficou lá: parece que agora mora na Alemanha, que hoje em dia está aceitando qualquer lixo. Ao menos aprendeu a lição e casou com uma mulher Bengali.
O ciúme não é exclusivo de não-brancos, é claro. Um assassinato brutal após um abandono é comum, mesmo entre europeus.
Mas para os estrangeiros de culturas exóticas tudo é provavelmente pior, devido à falta de suporte e estabilidade psicológica.
A Universidade da Califórnia, assim como a maioria das universidades americanas, tem milhares de estudantes de origem asiática e indiana, são até maioria em muitos cursos. É um ótimo negócio para as universidades, que ganham muito dinheiro com estes estudantes internacionais que pagam bem mais do que os nativos.
Porém, ao sair, não é garantido que todos eles terão um emprego, quanto mais uma vida social.
Podemos dizer que o caso de Poddar e Tatiana é como uma metáfora para o que ocorre num nível mais amplo entre brancos e imigrantes.
Afinal, em grande parte muitos brancos agem da mesma forma com os imigrantes não-brancos. Brincam com eles, os utilizam para experimentos sociais ou para ser "inclusivos", mas depois, quando vêem que eles não correspondem a seus ideais românticos progressistas, os jogam na sarjeta.
Só que, tendo já experimentado o "paraíso" ocidental, estes não irão querer embora de bom grado quando o branquelo cansar de brincar.
Imagine milhões de Sarkars e Poddars, Mohammads e Ahmeds, Ching Chongs e Tzun Lis, todos armados até os dentes, com os olhos espumando de raiva contra os odiados branquelos, e terá percebido o tamanho do problema.
Obrigado, progressistas!
Muitos não-brancos, mesmo de alta inteligência como certamente devia ser o caso deste maníaco, digo, Mainak (não é todo mundo que pode ter um PhD em Engenharia Mecânica), terminam por sentir-se deslocados nos EUA ou em outras nações de origem branca.
A acusação é que o professor teria roubado suas idéias; não acredito, mas pode até ser: não seria a primeira vez que um professor rouba o trabalho de estudantes. Mas é mais provável que fosse mera paranóia.
Tampouco sabemos por que razão ele matou a ex-esposa, que não era assim tão bela e que talvez tenha casado com ele apenas para lhe dar o "green card", mas podemos especular várias razões.
Em 1967, um outro Bengali, Prosenjit Poddar, foi fazer seus estudos de graduação em outra famosa Universidade da Califórnia. Ali conheceu Tatiana Tarasoff, americana de origem russa (judia?) - e, nota de rodapé, que aparentemente tinha uma tia que morava no Brasil. Bela, loira e extrovertida, ela sempre aparecia nos bailes dos estudantes internacionais.
Os jovens fizeram uma amizade e, um dia, ela o beijou.
Foi o começo do fim.
Muitas brancas euro-americanas agem desta forma, brincam e experimentam na juventude com não-brancos e logo os abandonam --- mas aquelas que casam e têm filhos com não-brancos são mais raras e, provavelmente, de inteligência ou beleza menor.
Porém, a maioria dos homens não-brancos não vê a coisa dessa forma, especialmente quando vêm de culturas repressivas como a muçulmana ou a hindu. Ficar com uma branca atraente é como chegar no paraíso; ser seduzido e abandonado é pior do que nunca ter tido nada.
O resultado é que o Bengali passou a achar que Tatiana era a sua namorada. Quando ela logo se afastou dele em busca de outros homens mais másculos, bonitos ou ricos, ou simplesmente brancos, Poddar ficou obcecado, insano, e, depois de contar o que iria fazer ao seu psicólogo (que nada revelou às autoridades devido à "confidencialidade entre paciente e psiquiatra"), perseguiu e matou a bela jovem loira com 13 facadas no coração.
O pior é que o facínora hindu nem chegou a ficar mais de cinco anos preso, pois foi liberado por uma falha no julgamento e e voltou para a Índia. Mas não ficou lá: parece que agora mora na Alemanha, que hoje em dia está aceitando qualquer lixo. Ao menos aprendeu a lição e casou com uma mulher Bengali.
O ciúme não é exclusivo de não-brancos, é claro. Um assassinato brutal após um abandono é comum, mesmo entre europeus.
Mas para os estrangeiros de culturas exóticas tudo é provavelmente pior, devido à falta de suporte e estabilidade psicológica.
A Universidade da Califórnia, assim como a maioria das universidades americanas, tem milhares de estudantes de origem asiática e indiana, são até maioria em muitos cursos. É um ótimo negócio para as universidades, que ganham muito dinheiro com estes estudantes internacionais que pagam bem mais do que os nativos.
Porém, ao sair, não é garantido que todos eles terão um emprego, quanto mais uma vida social.
Podemos dizer que o caso de Poddar e Tatiana é como uma metáfora para o que ocorre num nível mais amplo entre brancos e imigrantes.
Afinal, em grande parte muitos brancos agem da mesma forma com os imigrantes não-brancos. Brincam com eles, os utilizam para experimentos sociais ou para ser "inclusivos", mas depois, quando vêem que eles não correspondem a seus ideais românticos progressistas, os jogam na sarjeta.
Só que, tendo já experimentado o "paraíso" ocidental, estes não irão querer embora de bom grado quando o branquelo cansar de brincar.
Imagine milhões de Sarkars e Poddars, Mohammads e Ahmeds, Ching Chongs e Tzun Lis, todos armados até os dentes, com os olhos espumando de raiva contra os odiados branquelos, e terá percebido o tamanho do problema.
Obrigado, progressistas!
sábado, 28 de maio de 2016
O fim do futuro
A nova moda entre alguns brancos ocidentais é se fantasiar e agir como cachorro. Não, não estou brincando, é isso mesmo.
E isto ainda não é tudo, existe também a subcultura dos "furries", que são pessoas que se vestem como animais e outras figuras de desenho animado, revelando que a infantilização e/ou imbecilização do homem contemporâneo atingiu níveis alarmantes.
Enquanto isso, os tipos de identidades baseadas em preferências sexuais aumenta mais e mais. Além dos transexuais e dos homossexuais, agora algumas pessoas se declaram "assexuadas", outras "demissexuais" e outras ainda "pansexuais", que ainda não descobri o que significa. Fazem sexo com tudo? "Let's fuck anything that moves!", como diria o saudoso Dennis Hopper.
Este identitarismo absurdo não se limita a aspectos sexuais, é claro, mas o sexo parece ser uma grande parte disso.
O que estaria acontecendo? Tenho para mim que o individualismo extremo é que nos levou a esta situação.
O europeu sempre foi o povo que mais desenvolveu o individualismo, pode ver que a maioria dos outros povos, de asiáticos a muçulmanos, dão maior ênfase à coletividade. Os muçulmanos chegam a matar as próprios filhas por questões de "honra" - isto é, a forma como são vistos pelos outros.
O individualismo é importante, mas também é importante ter um sentido do coletivo, e isto o homem europeu parece ter perdido. Não acredita mais em nada.
Nacionalismo, religiões, tradição, cultura são o que dão unidade a um povo. Uma conexão com o passado e uma ponte para o futuro. Sem isso, o individualismo não passa de um acúmulo de experiências aleatórias.
Isto se vê também no aumento incrível do número de pessoas tatuadas, aparentemente com a ideia de "expressar sua individualidade". Curiosamente, ficam todas parecidas entre si.
Poderíamos dizer que o progressismo secular hoje é que é a religião do homem branco europeu. Sim, mas é um péssimo substituto, pois o progressismo não tem regras fixas, não tem tradições, não tem sequer uma moral ou uma lógica. Está sempre mudando de acordo com as conveniências do momento.
Pense que anos atrás sequer se falava em "casamento gay". Agora que tal batalha foi vencida, o escândalo é pelo uso de banheiros por transsexuais, algo que jamais tinha despertado o interesse de ninguém, nem mesmo dos próprios travestis.
E a defesa do trabalhador? Anos atrás, o esquerdista vivia reclamando das grandes empresas e dos empresários bilionários que oprimiam o proletariado. Hoje esqueceu os trabalhadores e adora as grandes empresas como Google, Apple e Facebook que apoiam causas progressistas como imigração e casamento gay.
Como pode um povo basear sua identidade em uma religião maluca dessas, que está toda hora mudando? Até o marxismo soviético tinha mais lógica. Os progressistas atuais não passam de niilistas.
Pior que a maioria parece nem se dar conta disso, vivem sem pensar que o que defendiam há dez anos atrás é completamente diferente do que defendem hoje.
Não vejo como possa-se mudar isso no momento, porém se há uma constante na humanidade é que as coisas raramente permanecem como estão.
O progressismo um dia vai ruir como o castelo de cartas que sempre foi. Não sei o que virá no lugar, pode ser pior, pode ser melhor, mas ao menos será diferente.
O pêndulo da História nunca pára.
Acordem-me quando tudo isto acabar.
E isto ainda não é tudo, existe também a subcultura dos "furries", que são pessoas que se vestem como animais e outras figuras de desenho animado, revelando que a infantilização e/ou imbecilização do homem contemporâneo atingiu níveis alarmantes.
Enquanto isso, os tipos de identidades baseadas em preferências sexuais aumenta mais e mais. Além dos transexuais e dos homossexuais, agora algumas pessoas se declaram "assexuadas", outras "demissexuais" e outras ainda "pansexuais", que ainda não descobri o que significa. Fazem sexo com tudo? "Let's fuck anything that moves!", como diria o saudoso Dennis Hopper.
Este identitarismo absurdo não se limita a aspectos sexuais, é claro, mas o sexo parece ser uma grande parte disso.
O que estaria acontecendo? Tenho para mim que o individualismo extremo é que nos levou a esta situação.
O europeu sempre foi o povo que mais desenvolveu o individualismo, pode ver que a maioria dos outros povos, de asiáticos a muçulmanos, dão maior ênfase à coletividade. Os muçulmanos chegam a matar as próprios filhas por questões de "honra" - isto é, a forma como são vistos pelos outros.
O individualismo é importante, mas também é importante ter um sentido do coletivo, e isto o homem europeu parece ter perdido. Não acredita mais em nada.
Nacionalismo, religiões, tradição, cultura são o que dão unidade a um povo. Uma conexão com o passado e uma ponte para o futuro. Sem isso, o individualismo não passa de um acúmulo de experiências aleatórias.
Isto se vê também no aumento incrível do número de pessoas tatuadas, aparentemente com a ideia de "expressar sua individualidade". Curiosamente, ficam todas parecidas entre si.
Poderíamos dizer que o progressismo secular hoje é que é a religião do homem branco europeu. Sim, mas é um péssimo substituto, pois o progressismo não tem regras fixas, não tem tradições, não tem sequer uma moral ou uma lógica. Está sempre mudando de acordo com as conveniências do momento.
Pense que anos atrás sequer se falava em "casamento gay". Agora que tal batalha foi vencida, o escândalo é pelo uso de banheiros por transsexuais, algo que jamais tinha despertado o interesse de ninguém, nem mesmo dos próprios travestis.
E a defesa do trabalhador? Anos atrás, o esquerdista vivia reclamando das grandes empresas e dos empresários bilionários que oprimiam o proletariado. Hoje esqueceu os trabalhadores e adora as grandes empresas como Google, Apple e Facebook que apoiam causas progressistas como imigração e casamento gay.
Como pode um povo basear sua identidade em uma religião maluca dessas, que está toda hora mudando? Até o marxismo soviético tinha mais lógica. Os progressistas atuais não passam de niilistas.
Pior que a maioria parece nem se dar conta disso, vivem sem pensar que o que defendiam há dez anos atrás é completamente diferente do que defendem hoje.
Não vejo como possa-se mudar isso no momento, porém se há uma constante na humanidade é que as coisas raramente permanecem como estão.
O progressismo um dia vai ruir como o castelo de cartas que sempre foi. Não sei o que virá no lugar, pode ser pior, pode ser melhor, mas ao menos será diferente.
O pêndulo da História nunca pára.
Acordem-me quando tudo isto acabar.
| Imagem emblemática do homo canis europeensis |
sexta-feira, 27 de maio de 2016
A cultura do estupro e o estupro da cultura
Como todos sabem, uma garota de 16 anos parece ter sofrido um estupro coletivo no Rio de Janeiro por mais de trinta homens, levando a inúmeras discussōes na mídia.
Enquanto o fato em si é lamentável, valem algumas consideraçōes.
Concordo com a ideia geral de que "a culpa nunca é da vítima", porém o que muitas mulheres parecem não entender é a questão do risco provável.
Se eu sou um branco rico e vou a uma favela todo vestido com jóias e diamantes, é mais provável que eu seja assaltado do que se eu ficar em meu bairro tranquilo, ou se eu sair utilizando roupas modestas sem ostentação. Da mesma forma, usar roupas provocantes não causa estupro, mas acende o desejo sexual de homens -- nem todos eles com um bom controle de impulsos.
Esta jovem, a confirmar-se tudo o que se lê nas notícias: a) teve um filho aos 13 anos, portanto é provável que sua precocidade sexual seja ainda maior; b) costumava ir a bailes funks; c) tinha relações de amizade com funkeiros e traficantes. d) aparentemente namorava um traficante. Culpa dela? Não. Situações de risco? Pode apostar. Ou seria esta pobre garota apenas mais uma inocente vítima da "cultura do estupro" e do "patriarcalismo"?
Outra coisa que me parece importante ressaltar é que o estupro coletivo parece ser algo realizado principalmente por negros, latinos e muçulmanos. Calma, não digo que brancos não estuprem, mas o gênero do estupro coletivo parece ser uma coisa mais típica dos grupos supracitados. O branquelo gosta é de pedofilia, zoofilia e sexo gay, e quando parte para o sexo grupal é mais na linha hippie paz e amor, ainda que naturalmente existam exceções. Mas não colocarei minha mão no fogo por eles -- é bastante possível que grupos de brancos "proles" também se dediquem a esta tarefa.
As evidências, porém, apontam mais para outros grupos. Aqui temos um caso de uma jovem americana de 16 anos (aparentemente branca ou talvez latina, mas não há fotos) que fez sexo voluntário com 25 homens no banheiro da escola, na Flórida. A maioria dos praticantes do "gang bang" foram negros, jogadores do time de futebol da escola.
Em este outro caso, tanto a vítima quanto os praticantes eram latinos na Mexifórnia.
Já nos casos de Colônia e em Rotterham na Inglaterra, os estupradores eram muçulmanos, e as feministas pouco falaram.
Parece claro que negros, latinos e árabes são raças/culturas mais sexuais (no caso dos árabes, coberto por um patriarcalismo exagerado, que reverte na sua liberação apenas com as "putas ocidentais" e não com as muçulmanas), e isso revela-se não apenas no seu comportamento como na sua cultura.
Tudo isto é irrelevante, é claro. Estupro coletivo é um ato bárbaro e deve ser sumariamente punido, seja quem for que o praticou.
O que incomoda é ouvir falar sobre essa tal "cultura do estupro" segundo a qual todo homem seria um estuprador em potencial. Bem, eu não sei você, mas eu nunca estuprei ninguém.
Mais do que falar em "cultura do estupro", acho que poderíamos falar sobre a existência de um "estupro da cultura".
Por exemplo, o funk é um lixo pornográfico que estimula o estupro e a sexualidade desenfreada e deveria ser proibido, ao invés de popularizado. Idem o rap que glorifica a violência, e outros gêneros "musicais" duvidosos.
Aqui não acho que devamos culpar os negros necessariamente. Funk e rap foram promovidos desde cima, e ainda hoje há a tentativa de popularizar esses gêneros entre os brancos, ainda que, creio eu, não tenha dado muito certo.
(Nos anos 80 e 90 rap e hip-hop eram populares entre os brancos, porém hoje em dia parece-me que essa moda passou, e brancos preferem bandas alternativas de rock formadas por nerds branquelos. Porém parece que os árabes na Europa gostam muito de rap).
O funk e o rap, entre outros fenômenos da dita modernidade (Miley Cyrus e Justin Bieber, falo de vocês) são um verdadeiro estupro da cultura, e no fim das contas responsáveis por milhares de mortes, seja pelo estímulo ao sexo promíscuo e conseqüentes doenças, seja pelo estímulo ao uso de drogas, seja pelo estímulo à violência, seja simplesmente pela desagregação social e cultural que geraram -- em especial, entre a comunidade mais pobre.
A decadência é universal. Quem nasceu para Rio de Janeiro jamais chegará a Veneza, mas dizem que até o Rio já foi (nos anos 20-30) uma bela cidade, enquanto hoje até Veneza está virando um cenário mais desolador.
É preciso, mais do que tudo, impedir este constante estupro coletivo cultural.
É preciso deter as hordas dos bárbaros, antes que seja tarde.
É preciso um novo Renascimento.
Enquanto o fato em si é lamentável, valem algumas consideraçōes.
Concordo com a ideia geral de que "a culpa nunca é da vítima", porém o que muitas mulheres parecem não entender é a questão do risco provável.
Se eu sou um branco rico e vou a uma favela todo vestido com jóias e diamantes, é mais provável que eu seja assaltado do que se eu ficar em meu bairro tranquilo, ou se eu sair utilizando roupas modestas sem ostentação. Da mesma forma, usar roupas provocantes não causa estupro, mas acende o desejo sexual de homens -- nem todos eles com um bom controle de impulsos.
Esta jovem, a confirmar-se tudo o que se lê nas notícias: a) teve um filho aos 13 anos, portanto é provável que sua precocidade sexual seja ainda maior; b) costumava ir a bailes funks; c) tinha relações de amizade com funkeiros e traficantes. d) aparentemente namorava um traficante. Culpa dela? Não. Situações de risco? Pode apostar. Ou seria esta pobre garota apenas mais uma inocente vítima da "cultura do estupro" e do "patriarcalismo"?
Outra coisa que me parece importante ressaltar é que o estupro coletivo parece ser algo realizado principalmente por negros, latinos e muçulmanos. Calma, não digo que brancos não estuprem, mas o gênero do estupro coletivo parece ser uma coisa mais típica dos grupos supracitados. O branquelo gosta é de pedofilia, zoofilia e sexo gay, e quando parte para o sexo grupal é mais na linha hippie paz e amor, ainda que naturalmente existam exceções. Mas não colocarei minha mão no fogo por eles -- é bastante possível que grupos de brancos "proles" também se dediquem a esta tarefa.
As evidências, porém, apontam mais para outros grupos. Aqui temos um caso de uma jovem americana de 16 anos (aparentemente branca ou talvez latina, mas não há fotos) que fez sexo voluntário com 25 homens no banheiro da escola, na Flórida. A maioria dos praticantes do "gang bang" foram negros, jogadores do time de futebol da escola.
Em este outro caso, tanto a vítima quanto os praticantes eram latinos na Mexifórnia.
Já nos casos de Colônia e em Rotterham na Inglaterra, os estupradores eram muçulmanos, e as feministas pouco falaram.
Parece claro que negros, latinos e árabes são raças/culturas mais sexuais (no caso dos árabes, coberto por um patriarcalismo exagerado, que reverte na sua liberação apenas com as "putas ocidentais" e não com as muçulmanas), e isso revela-se não apenas no seu comportamento como na sua cultura.
| Carnaval em Veneza |
Carnaval no Brasil
|
O que incomoda é ouvir falar sobre essa tal "cultura do estupro" segundo a qual todo homem seria um estuprador em potencial. Bem, eu não sei você, mas eu nunca estuprei ninguém.
Mais do que falar em "cultura do estupro", acho que poderíamos falar sobre a existência de um "estupro da cultura".
Por exemplo, o funk é um lixo pornográfico que estimula o estupro e a sexualidade desenfreada e deveria ser proibido, ao invés de popularizado. Idem o rap que glorifica a violência, e outros gêneros "musicais" duvidosos.
Aqui não acho que devamos culpar os negros necessariamente. Funk e rap foram promovidos desde cima, e ainda hoje há a tentativa de popularizar esses gêneros entre os brancos, ainda que, creio eu, não tenha dado muito certo.
(Nos anos 80 e 90 rap e hip-hop eram populares entre os brancos, porém hoje em dia parece-me que essa moda passou, e brancos preferem bandas alternativas de rock formadas por nerds branquelos. Porém parece que os árabes na Europa gostam muito de rap).
O funk e o rap, entre outros fenômenos da dita modernidade (Miley Cyrus e Justin Bieber, falo de vocês) são um verdadeiro estupro da cultura, e no fim das contas responsáveis por milhares de mortes, seja pelo estímulo ao sexo promíscuo e conseqüentes doenças, seja pelo estímulo ao uso de drogas, seja pelo estímulo à violência, seja simplesmente pela desagregação social e cultural que geraram -- em especial, entre a comunidade mais pobre.
A decadência é universal. Quem nasceu para Rio de Janeiro jamais chegará a Veneza, mas dizem que até o Rio já foi (nos anos 20-30) uma bela cidade, enquanto hoje até Veneza está virando um cenário mais desolador.
É preciso, mais do que tudo, impedir este constante estupro coletivo cultural.
É preciso deter as hordas dos bárbaros, antes que seja tarde.
É preciso um novo Renascimento.
| Grafitti de Boticelli, famoso pornógrafo e funkeiro italiano. |
sexta-feira, 13 de maio de 2016
Hope Springs Eternal
Por que escrevo este blog? Não sei, ou melhor, não sabia até que o
tal Agente Smith me informou, que é para tentar entender algo sobre o
mundo que nos cerca.
É isto mesmo, nunca quis informar ou convencer ninguém, nem fundar um movimento político ou uma religião, só tentar entender algumas coisas por mim mesmo. Mesmo não tendo entendido quase nada ainda, aliás, parece que fico cada vez mais confuso.
E por isso este blog mudou bastante, de um neocon clássico, a um paleocon, a um questionador de tudo e todos. E já se vão quase nove anos.
Será que é tempo de acabar? Talvez. Já quase acabei uma vez, depois voltei. Talvez acabe de novo. E volte de novo. Ou não. O importante é se renovar e não cair na mesmice.
Claro que um blog acaba criando vida própria, então, acaba tornando-se uma compulsão por sempre escrever. Uma costume incessante e inquieto, uma tentativa de descobrir o que pode existir por trás de tudo o que se vê, mesmo sabendo que tal busca será sempre infrutífera.
Além disso, existem os leitores. Alguns terminaram virando algo próximo da amizade, já que não acredito que uma verdadeira amizade possa ser apenas virtual. Ou será que é possível? Calculo que hoje em dia 90% de nossas interações são virtuais, via telefone, email, mídias sociais, serviços de mensagens e de vídeochamadas, e isto mesmo com familiares ou amigos que moram longe, então talvez estejamos assistindo a um novo fenômeno.
Às vezes assalta-me a nostalgia. Confetti, Chesterton, por onde andarão? E Bárbara? Casou, teve filhos, morreu? Sim, talvez tenha morrido ou parido. Pena.
Não acredito em quase nada, e nem sei se há algo em que se acreditar. Às vezes penso que Schopenhauer tinha razão, às vezes penso que vivemos no pior dos mundos possíveis. A humanidade é um lixo, e é difícil acreditar que algum dia poderá mudar para melhor. No fundo, se não sou "progressista", é apenas por isso: não acredito em progresso nenhum.
Não quer dizer no entanto que tudo seja sempre terrível, ou que não seja possível encontrar alguma beleza mesmo no efêmero. Aliás, é exatamente o contrário, a beleza é o efêmero. O que é bom dura pouco.
Mas as pessoas precisam acreditar, e alguns acreditam nas bandeiras, nas falsas utopias, nas rebeldias bem-comportadas que são vendidas pela televisão e redes sociais, enquanto a elite ri.
E por isso assistimos a eternos ciclos, de "direita" e "esquerda", de "nacionalistas" a "comunistas", de "revolucionários" a "reacionários", um pêndulo que sempre se move de um extremo ao outro (e jamais parando no meio moderado), causando terror e destruição ao seu redor.
Mas vez por outra há momentos de paz. Eis-me aqui desejando que seja possível chegar a algum lugar, que o bom e velho "ocidente" não tenha sido apenas mais um sonho.
É isto mesmo, nunca quis informar ou convencer ninguém, nem fundar um movimento político ou uma religião, só tentar entender algumas coisas por mim mesmo. Mesmo não tendo entendido quase nada ainda, aliás, parece que fico cada vez mais confuso.
E por isso este blog mudou bastante, de um neocon clássico, a um paleocon, a um questionador de tudo e todos. E já se vão quase nove anos.
Será que é tempo de acabar? Talvez. Já quase acabei uma vez, depois voltei. Talvez acabe de novo. E volte de novo. Ou não. O importante é se renovar e não cair na mesmice.
Claro que um blog acaba criando vida própria, então, acaba tornando-se uma compulsão por sempre escrever. Uma costume incessante e inquieto, uma tentativa de descobrir o que pode existir por trás de tudo o que se vê, mesmo sabendo que tal busca será sempre infrutífera.
Além disso, existem os leitores. Alguns terminaram virando algo próximo da amizade, já que não acredito que uma verdadeira amizade possa ser apenas virtual. Ou será que é possível? Calculo que hoje em dia 90% de nossas interações são virtuais, via telefone, email, mídias sociais, serviços de mensagens e de vídeochamadas, e isto mesmo com familiares ou amigos que moram longe, então talvez estejamos assistindo a um novo fenômeno.
Às vezes assalta-me a nostalgia. Confetti, Chesterton, por onde andarão? E Bárbara? Casou, teve filhos, morreu? Sim, talvez tenha morrido ou parido. Pena.
Não acredito em quase nada, e nem sei se há algo em que se acreditar. Às vezes penso que Schopenhauer tinha razão, às vezes penso que vivemos no pior dos mundos possíveis. A humanidade é um lixo, e é difícil acreditar que algum dia poderá mudar para melhor. No fundo, se não sou "progressista", é apenas por isso: não acredito em progresso nenhum.
Não quer dizer no entanto que tudo seja sempre terrível, ou que não seja possível encontrar alguma beleza mesmo no efêmero. Aliás, é exatamente o contrário, a beleza é o efêmero. O que é bom dura pouco.
Mas as pessoas precisam acreditar, e alguns acreditam nas bandeiras, nas falsas utopias, nas rebeldias bem-comportadas que são vendidas pela televisão e redes sociais, enquanto a elite ri.
E por isso assistimos a eternos ciclos, de "direita" e "esquerda", de "nacionalistas" a "comunistas", de "revolucionários" a "reacionários", um pêndulo que sempre se move de um extremo ao outro (e jamais parando no meio moderado), causando terror e destruição ao seu redor.
Mas vez por outra há momentos de paz. Eis-me aqui desejando que seja possível chegar a algum lugar, que o bom e velho "ocidente" não tenha sido apenas mais um sonho.
segunda-feira, 9 de maio de 2016
Globofobia
Qual o melhor sistema político? De certo, não é o socialismo que matou milhões. Por outro lado, tampouco não gosto mais tanto assim do capitalismo atual, onde tudo é mercadoria, e as grandes multinacionais prosperam terceirizando para a Chine e as Filipinas enquanto o trabalhador local se ferra.
No outro dia li um artigo meio tolo sobre um sujeito que decidiu largar tudo e vivia basicamente prestando pequenos serviços comunitários em troca de comida. Não era um mendigo ou sem teto propriamente, pois pagava aluguel de um pequeno quartinho, mas não trabalhava nem tinha qualquer pretensão material.
Os comentários no Foice (onde a notícia fora postada) foram cruéis. Chamaram de "loser", de vagabundo, de comunista, de petralha e de safado que se aproveitava dos serviços públicos sem contribuir.
Por que tanta raiva? Acho que compreendo, quem precisa trabalhar oito horas por dia em um trabalho cansativo ou estressante pode que tenha certa raiva de quem preferiu sair do sistema e viver de forma bem mais frugal, desfrutando de (alguns) serviços públicos sem ter que pagar o preço exigido pela sociedade.
Curioso; a mim não incomoda tanto que um mendigo receba alguns benefícios, mas me incomoda que banqueiros, políticos, juízes e outros parasitas vivam cercados de regalias.
Que mal há a sociedade ajudar quem está na pior? Vejo todo dia mendigos (na maior parte brancos, mas também alguns latinos ou de raça indefinida, e uma vez vi um judeu) dormindo nas praças ou metrôs. Muitos são loucos ou drogados, é verdade, e alguns outros são meros vagabundos. Não acho que esse tipo de comportamento deva ser estimulado, e acho correto que sejam na medida do possível retirados de propriedade privada e de lugares freqüentados pelo grande público.
Porém, tampouco acho tão ruim ajudar. O problema dos europeus (e americanos, até certo ponto) não é o de ter um sistema que ajude os mais pobres, mas o de importar milhões de pobres estrangeiros sobrecarregando o sistema. Até Milton Friedman concordava que o estado do welfare não podia existir com imigração ilimitada. É um contra-senso.
"Direita" e "esquerda" conforme entendidas como na época da guerra fria não existem mais. Não é capitalismo versus socialismo, mas globalismo contra todos.
Tenho um conhecido "direitista", "libertário", que vive postando tolices a favor da imigração. Já criticou os europeus do leste por querer controlar o fluxo, e agora vive criticando o Trump por falar mal dos coitadinhos dos mexicanos.
O libertarianismo, supostamente de "direita", e o progressismo, supostamente "socialista", no entanto promovem ambos apenas aspectos de uma ideologia idêntica: o globalismo.
Ambos são a favor de cada vez mais poder na mão de poucos - a única diferença é que a "esquerda" acha que o controle deve ser feito pelo governo, e a "direita", pelas multinacionais. Na imigração também são parecidos, a "direita" em nome da "liberdade" e para atrair mais consumidores e trabalhadores a baixo custo, a "esquerda" em nome do coitadismo.
Já eu tenho cada vez mais horror ao globalismo. Diversidade, grandes empresas monopolistas, arquitetura moderna, mídias sociais, fim da privacidade, etc. Mas em especial detesto o fim das identidades nacionais. Sofro de um mal sem cura. Só de ver estas famílias muçulmanas ou mexicanas numerosas andando pela rua me causa ânsia e pavor.
O cineasta Jean Luc-Godard, que é um comunista de carteirinha, em uma crítica à União Europeia deixou escapar certa vez algo assim, "eu gostava quando a França era a França, a Alemanha a Alemanha, a Inglaterra a Inglaterra", etc.
Concordo com ele. Gostava e ainda gosto de países que mantém uma certa identidade. Se tudo vira uma babel cheia de muçulmanos, negros, mexicanos, asiáticos, com arquitetura moderna e um McDonalds em uma esquina e um Starbucks na outra, e todos olhando para seus telefones, qual interesse pode haver sequer em viajar?
Mas vejo agora que eu sou o errado, eu sou quem sofre de "globofobia". A maioria das pessoas está bem de acordo com este admirável mundo novo. A notícia do muçulmano que virou prefeito de Londres foi apoiada tanto pelos meus amigos esquerdos quando pelo libertário, todos deram curtidas.
Eles também gostaram da vitória na Escócia do "Partido Nacional Escocês", que, ao contrário do que o nome diz, é abertamente pró-imigração, e tem como líder uma mulher. Naturalmente, todos também adoram este Papa progressista e não-católico, e são a favor de um mundo cada vez mais global, e idêntico em quase todos os seus cantos.
Já eu tendo a ficar deprimido com estas coisas, o que não é normal.
Preciso me tratar. Alguém conhece um bom psiquiatra?
No outro dia li um artigo meio tolo sobre um sujeito que decidiu largar tudo e vivia basicamente prestando pequenos serviços comunitários em troca de comida. Não era um mendigo ou sem teto propriamente, pois pagava aluguel de um pequeno quartinho, mas não trabalhava nem tinha qualquer pretensão material.
Os comentários no Foice (onde a notícia fora postada) foram cruéis. Chamaram de "loser", de vagabundo, de comunista, de petralha e de safado que se aproveitava dos serviços públicos sem contribuir.
Por que tanta raiva? Acho que compreendo, quem precisa trabalhar oito horas por dia em um trabalho cansativo ou estressante pode que tenha certa raiva de quem preferiu sair do sistema e viver de forma bem mais frugal, desfrutando de (alguns) serviços públicos sem ter que pagar o preço exigido pela sociedade.
Curioso; a mim não incomoda tanto que um mendigo receba alguns benefícios, mas me incomoda que banqueiros, políticos, juízes e outros parasitas vivam cercados de regalias.
Que mal há a sociedade ajudar quem está na pior? Vejo todo dia mendigos (na maior parte brancos, mas também alguns latinos ou de raça indefinida, e uma vez vi um judeu) dormindo nas praças ou metrôs. Muitos são loucos ou drogados, é verdade, e alguns outros são meros vagabundos. Não acho que esse tipo de comportamento deva ser estimulado, e acho correto que sejam na medida do possível retirados de propriedade privada e de lugares freqüentados pelo grande público.
Porém, tampouco acho tão ruim ajudar. O problema dos europeus (e americanos, até certo ponto) não é o de ter um sistema que ajude os mais pobres, mas o de importar milhões de pobres estrangeiros sobrecarregando o sistema. Até Milton Friedman concordava que o estado do welfare não podia existir com imigração ilimitada. É um contra-senso.
"Direita" e "esquerda" conforme entendidas como na época da guerra fria não existem mais. Não é capitalismo versus socialismo, mas globalismo contra todos.
Tenho um conhecido "direitista", "libertário", que vive postando tolices a favor da imigração. Já criticou os europeus do leste por querer controlar o fluxo, e agora vive criticando o Trump por falar mal dos coitadinhos dos mexicanos.
O libertarianismo, supostamente de "direita", e o progressismo, supostamente "socialista", no entanto promovem ambos apenas aspectos de uma ideologia idêntica: o globalismo.
Ambos são a favor de cada vez mais poder na mão de poucos - a única diferença é que a "esquerda" acha que o controle deve ser feito pelo governo, e a "direita", pelas multinacionais. Na imigração também são parecidos, a "direita" em nome da "liberdade" e para atrair mais consumidores e trabalhadores a baixo custo, a "esquerda" em nome do coitadismo.
Já eu tenho cada vez mais horror ao globalismo. Diversidade, grandes empresas monopolistas, arquitetura moderna, mídias sociais, fim da privacidade, etc. Mas em especial detesto o fim das identidades nacionais. Sofro de um mal sem cura. Só de ver estas famílias muçulmanas ou mexicanas numerosas andando pela rua me causa ânsia e pavor.
O cineasta Jean Luc-Godard, que é um comunista de carteirinha, em uma crítica à União Europeia deixou escapar certa vez algo assim, "eu gostava quando a França era a França, a Alemanha a Alemanha, a Inglaterra a Inglaterra", etc.
Concordo com ele. Gostava e ainda gosto de países que mantém uma certa identidade. Se tudo vira uma babel cheia de muçulmanos, negros, mexicanos, asiáticos, com arquitetura moderna e um McDonalds em uma esquina e um Starbucks na outra, e todos olhando para seus telefones, qual interesse pode haver sequer em viajar?
Mas vejo agora que eu sou o errado, eu sou quem sofre de "globofobia". A maioria das pessoas está bem de acordo com este admirável mundo novo. A notícia do muçulmano que virou prefeito de Londres foi apoiada tanto pelos meus amigos esquerdos quando pelo libertário, todos deram curtidas.
Eles também gostaram da vitória na Escócia do "Partido Nacional Escocês", que, ao contrário do que o nome diz, é abertamente pró-imigração, e tem como líder uma mulher. Naturalmente, todos também adoram este Papa progressista e não-católico, e são a favor de um mundo cada vez mais global, e idêntico em quase todos os seus cantos.
Já eu tendo a ficar deprimido com estas coisas, o que não é normal.
Preciso me tratar. Alguém conhece um bom psiquiatra?
sexta-feira, 6 de maio de 2016
Altruísmo patológico, ou mera burrice?
Saiu um bom artigo, quem diria, logo no site Vox, com uma crítica ao estilo presunçoso dos progressistas, isolados das políticas danosas que dizem defender, e como passaram de ajudar os pobres a prejudicá-los (e em contrapartida a ajudar os bilionários).
Dizem alguns que o progressista (e por extensão, o branco) teria mais empatia com o sofrimento alheio, enquanto o conservador seria mais egoísta.
Já outros dizem que a raça branca é mais "boazinha" do que as outras e terminará por cometer suicídio étnico por dar prioridade aos refugiados e pessoas de outras raças. Até chamam este fenômeno de "altruísmo patológico", veja você.
Já acreditei isso, mas não acredito mais. Não creio que seja bondade ou empatia, ou mesmo "altruísmo patológico".
É patológico, sem dúvida, mas nâo é altruísmo.
Qual empatia os liberais brancos têm com o branco redneck pobre que perdeu seu emprego devido à invasão mexicana ou à terceirização chinesa, com o trabalhador de classe-média infeliz que foi morto pelo criminoso favelado que foi liberado no Natal?
Qual empatia eles têm com os próprios negros se matando entre si no gueto, quando não foram mortos por um policial? E qual empatia eles têm com os policiais?
Será que é "bondade" mesmo?
Não. É puro cinismo, egoísmo e hipocrisia.
Sim, em parte é o resultado de manipulação por décadas de uma elite globalista e cruel, mas isso tampouco explica tudo, afinal, raramente as pessoas agem contra seu próprio interesse, ou o que julgam ser seu interesse. Então, qual seria esse interesse?
Em muitos casos, mera competição doentia para parecer mais "virtuoso", virtude esta sendo definida como apoiar as causas "certas" - casamento gay, apoio aos refugiados, direitos dos transsexuais, etcétera. O não-branco é só um instrumento, uma peça utilizada por alguns brancos para causar inveja/ódio/problemas a outros.
Alguns finlandeses estão deixando suas filhas pré-adolescentes tirarem fotos abraçando refugiados muçulmanos. Alguns até dizem que são suas namoradas, o que é meio bizarro, mesmo considerando a predileção dos muçulmanos por novinhas.
Onde estão os pais, pergunta você? Ora, sorrindo enquanto sua filha senta no colo de um dos simpáticos estrangeiros.
Demência? É possível. Movimentos políticos tendem a atrair pessoas com problemas mentais. Vide a professora esquerdista que defecou em público ou o branquelo nazista que matou velhotas negras em uma igreja.
Dizem alguns que o progressista (e por extensão, o branco) teria mais empatia com o sofrimento alheio, enquanto o conservador seria mais egoísta.
Já outros dizem que a raça branca é mais "boazinha" do que as outras e terminará por cometer suicídio étnico por dar prioridade aos refugiados e pessoas de outras raças. Até chamam este fenômeno de "altruísmo patológico", veja você.
Já acreditei isso, mas não acredito mais. Não creio que seja bondade ou empatia, ou mesmo "altruísmo patológico".
É patológico, sem dúvida, mas nâo é altruísmo.
Qual empatia os liberais brancos têm com o branco redneck pobre que perdeu seu emprego devido à invasão mexicana ou à terceirização chinesa, com o trabalhador de classe-média infeliz que foi morto pelo criminoso favelado que foi liberado no Natal?
Qual empatia eles têm com os próprios negros se matando entre si no gueto, quando não foram mortos por um policial? E qual empatia eles têm com os policiais?
Será que é "bondade" mesmo?
Não. É puro cinismo, egoísmo e hipocrisia.
Sim, em parte é o resultado de manipulação por décadas de uma elite globalista e cruel, mas isso tampouco explica tudo, afinal, raramente as pessoas agem contra seu próprio interesse, ou o que julgam ser seu interesse. Então, qual seria esse interesse?
Em muitos casos, mera competição doentia para parecer mais "virtuoso", virtude esta sendo definida como apoiar as causas "certas" - casamento gay, apoio aos refugiados, direitos dos transsexuais, etcétera. O não-branco é só um instrumento, uma peça utilizada por alguns brancos para causar inveja/ódio/problemas a outros.
Alguns finlandeses estão deixando suas filhas pré-adolescentes tirarem fotos abraçando refugiados muçulmanos. Alguns até dizem que são suas namoradas, o que é meio bizarro, mesmo considerando a predileção dos muçulmanos por novinhas.
Onde estão os pais, pergunta você? Ora, sorrindo enquanto sua filha senta no colo de um dos simpáticos estrangeiros.
Demência? É possível. Movimentos políticos tendem a atrair pessoas com problemas mentais. Vide a professora esquerdista que defecou em público ou o branquelo nazista que matou velhotas negras em uma igreja.
Ou será simplesmente que os branquelos adoram utilizar as outras raças para sua própria diversão?
Parece ser o caso de muitos liberais mais calminhos, que não chegam a defecar ou cuspir ou atirar nos outros, mas que adoram pavonear sua "bondade" com negros, latinos ilegais e rapefugiados em público - desde que estes não venham morar na sua vizinhança.
Em Londres elegeram um prefeito muçulmano paquistanês. A mídia e as elites celebram, e o progressista celebra também. Mas por quanto tempo irão comemorar? Obama já não agrada aos liberais tanto quanto outrora.
De qualquer forma, duvido que isto dure muito, só que, quando acabar, espere ainda mais lutas entre os próprios brancos, antes de uma expulsão geral.
Quanto apostam que um dia os alemães e ingleses vão encher o saco de ser "bonzinhos" e vão despejar todos esses imigrantes que acolheram "de braços abertos" nos "desorganizados" sul europeus, ou nos untermenschen do leste europeu?
De fato, vi que a União Européia (leia-se Alemanha e França) já está dando um jeito de obrigar todos os países a "abrigarem sua cota" de rapefugiados...
Parece ser o caso de muitos liberais mais calminhos, que não chegam a defecar ou cuspir ou atirar nos outros, mas que adoram pavonear sua "bondade" com negros, latinos ilegais e rapefugiados em público - desde que estes não venham morar na sua vizinhança.
Em Londres elegeram um prefeito muçulmano paquistanês. A mídia e as elites celebram, e o progressista celebra também. Mas por quanto tempo irão comemorar? Obama já não agrada aos liberais tanto quanto outrora.
De qualquer forma, duvido que isto dure muito, só que, quando acabar, espere ainda mais lutas entre os próprios brancos, antes de uma expulsão geral.
Quanto apostam que um dia os alemães e ingleses vão encher o saco de ser "bonzinhos" e vão despejar todos esses imigrantes que acolheram "de braços abertos" nos "desorganizados" sul europeus, ou nos untermenschen do leste europeu?
De fato, vi que a União Européia (leia-se Alemanha e França) já está dando um jeito de obrigar todos os países a "abrigarem sua cota" de rapefugiados...
Dividir para conquistar. Funciona sempre!
Muitas vezes tinha me perguntado como o branco poderia passar de um extremo a outro, do nazismo ao liberalismo atual.
Mas o fato é que, em alguns aspectos, são dois lados da mesma moeda. O progressismo tem um lado "fascista" também, e, de fato, já naquela velha canção dos Dead Kennedys, "California Über Alles", isso era satirizado.
O branco, se morrer (o que duvido), não vai morrer por ser "bonzinho", vai morrer por ser burro mesmo.
Muitas vezes tinha me perguntado como o branco poderia passar de um extremo a outro, do nazismo ao liberalismo atual.
Mas o fato é que, em alguns aspectos, são dois lados da mesma moeda. O progressismo tem um lado "fascista" também, e, de fato, já naquela velha canção dos Dead Kennedys, "California Über Alles", isso era satirizado.
O branco, se morrer (o que duvido), não vai morrer por ser "bonzinho", vai morrer por ser burro mesmo.
E o branco dança.
quinta-feira, 28 de abril de 2016
Crescei e multiplicai-vos
Eu tinha escrito este post mas decidi reescrevê-lo um pouco pois é um tema bem esquisito e, na verdade, não sei bem o que dizer sobre isso. Não tenho a menor idéia!
Um casal evangélico branco* jovem, não contente com já ter adotado duas crianças negras, decidiu também impregnar o útero da mulher com três embriões negros. Até onde sei, o casal não teve ainda filhos biológicos (ou adotados) brancos, não se sabe se por escolha ou outro problema.
Não é de hoje que as pessoas são orientadas a não serem racistas, e o círculo se fecha mais e mais. Por exemplo segundo este site, um branco "pegar uma pessoa de raça negra" pode ser racista, pois poderia se tratar de exploração de "xotas pretas". (Nada é dito sobre essas mulheres (ou homens) de cor negra que se sujeitam à dominação pelo pênis branco heteronormativo patriarcal. Seria sadomasoquismo?)
Porém, segundo o mesmo site, se você for um gay negro que só se relaciona com brancos, isto pode ser um problema, porém, você terá tempo para refletir. Como você é negro, isso não é racismo, porém, cuidado, você poderia estar ajudando um branquelo a se livrar do seu complexo de branquitude.
Realmente não entendo tudo isso. Deve ter algo de muito errado com a mente humana, e, em especial, a mente branca europeia.
Quer dizer, até gosto de alguns músicos negros como Miles Davis, Nina Simone, Milton Nascimento, e estou ciente de alguns bons atores ou escritores negros, mas, fora isso, sigo muito pouco o que eles fazem ou deixam de fazer "enquanto raça". Não entendo essa obsessão maluca, que provavelmente seria considerada doentia se aplicada a qualquer outro grupo.
Muitos reclamam da baixa natalidade européia, mas, de que adianta, se sua filha irá terminar desta forma aqui, no belo mundo progressista-liberal?
Estamos falando de casos extremos, é verdade, mas a verdade é que a maioria das pessoas atualmente está contaminada por ideias bem estapafúrdias. Não é só lavagem cerebral: até esta tem os seus limites. É algo mais profundo, e mais radical.
Por isto não concordo com aqueles que dizem que a solução seria aumentar de novo a natalidade branca europeia. Alta ou baixa natalidade não é o problema, é a conseqüência. O problema é a insanidade mental que parece ter tomado conta de grande parte dos ocidentais. As ideias são mais importantes do que os bebês (escreverei mais sobre isso em breve, ou não).
Um casal evangélico branco* jovem, não contente com já ter adotado duas crianças negras, decidiu também impregnar o útero da mulher com três embriões negros. Até onde sei, o casal não teve ainda filhos biológicos (ou adotados) brancos, não se sabe se por escolha ou outro problema.
Não é de hoje que as pessoas são orientadas a não serem racistas, e o círculo se fecha mais e mais. Por exemplo segundo este site, um branco "pegar uma pessoa de raça negra" pode ser racista, pois poderia se tratar de exploração de "xotas pretas". (Nada é dito sobre essas mulheres (ou homens) de cor negra que se sujeitam à dominação pelo pênis branco heteronormativo patriarcal. Seria sadomasoquismo?)
Porém, segundo o mesmo site, se você for um gay negro que só se relaciona com brancos, isto pode ser um problema, porém, você terá tempo para refletir. Como você é negro, isso não é racismo, porém, cuidado, você poderia estar ajudando um branquelo a se livrar do seu complexo de branquitude.
Realmente não entendo tudo isso. Deve ter algo de muito errado com a mente humana, e, em especial, a mente branca europeia.
Quer dizer, até gosto de alguns músicos negros como Miles Davis, Nina Simone, Milton Nascimento, e estou ciente de alguns bons atores ou escritores negros, mas, fora isso, sigo muito pouco o que eles fazem ou deixam de fazer "enquanto raça". Não entendo essa obsessão maluca, que provavelmente seria considerada doentia se aplicada a qualquer outro grupo.
Muitos reclamam da baixa natalidade européia, mas, de que adianta, se sua filha irá terminar desta forma aqui, no belo mundo progressista-liberal?
Estamos falando de casos extremos, é verdade, mas a verdade é que a maioria das pessoas atualmente está contaminada por ideias bem estapafúrdias. Não é só lavagem cerebral: até esta tem os seus limites. É algo mais profundo, e mais radical.
Por isto não concordo com aqueles que dizem que a solução seria aumentar de novo a natalidade branca europeia. Alta ou baixa natalidade não é o problema, é a conseqüência. O problema é a insanidade mental que parece ter tomado conta de grande parte dos ocidentais. As ideias são mais importantes do que os bebês (escreverei mais sobre isso em breve, ou não).
Mas ainda assim, tudo tem limites. Até entendo uma pessoa como Rachel Dolezal, que cresceu meio confusa e virou uma espécie de Michael Jackson ao contrário. Mas esse casal dos embriōes?
Aqui tem mais fotos deles. Parecem felizes, mais felizes do que eu, então quem sabe não sejam eles que tem razão?
Aqui tem mais fotos deles. Parecem felizes, mais felizes do que eu, então quem sabe não sejam eles que tem razão?
Por que o fato causa estranheza? Adotar é algo normal. Crianças brancas são minoria no mundo da adoção, portanto é normal um casal branco adotar crianças africanas, ou, se conseguirem, chinesas. O estranho mesmo está em ter ido além do normal e implantado embriōes abandonados no próprio útero levando-os à gestação. Isto realmente parece passar os limites do bom senso.
O objetivo foi obviamente o de gerar um debate. São um casal "pro-life". Então, se a vida começa na fecundação, se o feto é um ser vivo, por que não adotar um feto?
A razão para os embriões serem negros também parece clara, ou seria escura, enfim, mera questão de oferta e demanda. Ainda assim, causa certa estranheza. É como dizer, no linguajar progressista, que "corpos brancos" são o mero conduto para as "vidas que importam".
A razão para os embriões serem negros também parece clara, ou seria escura, enfim, mera questão de oferta e demanda. Ainda assim, causa certa estranheza. É como dizer, no linguajar progressista, que "corpos brancos" são o mero conduto para as "vidas que importam".
E se fossem embriōes brancos? Para mim seria esquisito do mesmo jeito, mas talvez menos para outros. Todo o processo de gerar uma vida, seja geneticamente próxima ou distante, para mim é confuso.
Nunca entendi direito nada disso. Para mim a vida é um mistério e um absurdo, e a gestação mais ainda. Se como dizia o Édipo de Sófocles "o melhor é não ter nascido", e que a vida não é tão maravilhosa ou sagrada assim, e então, para que inflingir numa criatura a vã ilusão e o sofrimento?
Mas isto tmbém é pensar de forma errada. Deus disse, crescei e multiplicai-vos. Os motivos, não sabemos, mas pode bem ser que exista um plano por trás de tudo.
Talvez este casal encontrou um sentido para a sua vida desse jeito, e quem seria eu para culpá-los?
Nunca entendi direito nada disso. Para mim a vida é um mistério e um absurdo, e a gestação mais ainda. Se como dizia o Édipo de Sófocles "o melhor é não ter nascido", e que a vida não é tão maravilhosa ou sagrada assim, e então, para que inflingir numa criatura a vã ilusão e o sofrimento?
Mas isto tmbém é pensar de forma errada. Deus disse, crescei e multiplicai-vos. Os motivos, não sabemos, mas pode bem ser que exista um plano por trás de tudo.
Talvez este casal encontrou um sentido para a sua vida desse jeito, e quem seria eu para culpá-los?
Talvez quem sofra de insanidade temporária seja eu? Juro que não entendo mais nada. Nem sei se essa história é real, ou uma tentativa a mais de confundir as pessoas. Sei lá.
Crescei e multiplicai-vos! E, se não conseguirem por vias ditas naturais, implantem embriões negros, asiáticos, aborígenes, melanésios ou escandinavos (brancos puros!! puríssimos!!!) nos úteros de suas esposas.
O importante é se multiplicar, do jeito que der.
domingo, 24 de abril de 2016
Novas categorias de pena de morte
Alguns acreditam que a pena de morte não deveria existir. Já eu cada vez mais acredito que não só deveria existir, como seu uso deveria ser bem menos restrito do que hoje, aplicando-se não apenas a casos de morte violenta, como a muitos outros crimes menores. Aqui vai uma lista meramente provisória.
Assaltantes de velhinhos.
Predadores que atacam as vítimas mais frágeis e fisicamente indefesas causam nojo e revolta, ainda mais quando atacam pessoas de idade que contribuiram a vida inteira, apenas para sofrer violentamente nas mãos de um marginal. Você pensaria, mas será que este tipo de marginal não pensa, "e se fosse minha mãe, minha avó?". E pensaria errado, pois estas pessoas são tão psicopáticas que provavelmente também assaltariam seus próprios familiares. Câmera de gás neles.
Pessoas que acham que as regras se aplicam aos outros mas não a elas.
No outro dia fui a um concerto, e a apresentadora foi bem clara ao introduzir o espetáculo: não é possível tirar fotos nem gravar. Como se não bastasse, um cartaz bem à vista do público também indicava as regras bem claramente. Porém, mal começou o concerto, já saiu um casal atrás de mim fotografando, e não discretamente com o celular, mas com uma maquininha fazendo barulho de click-click. Já outra mulher filmou tudo com o seu iphone sem sequer pestanejar. Estas pessoas, cada vez mais comuns pelo planeta, pensam da seguinte forma, "se for sómente eu, não vai atrapalhar". Ou quem sabe, "as regras são para os trouxas". Injeção letal neles.
Pessoas que discutem violentamente por política.
Xingamentos, cusparadas, tapas. Coxinha, petralha. Ladrão, safado, torturador. Machista, homófobo, feminazi. Seja à direita seja à esquerda, nota-se uma virulência cada vez maior nas brigas entre as pessoas. Começa nas famigeradas redes sociais, e termina nos restaurantes da cidade. Onde irá parar? Sou daqueles à moda antiga que ainda acham que deveria existir um mínimo de convivência e aceitação de opiniões diversas. Briga entre torcidas de futebol, tudo bem. Mas por política? Que fuzilem todos.
Corruptos e fraudulentos.
Assaltantes de velhinhos.
Predadores que atacam as vítimas mais frágeis e fisicamente indefesas causam nojo e revolta, ainda mais quando atacam pessoas de idade que contribuiram a vida inteira, apenas para sofrer violentamente nas mãos de um marginal. Você pensaria, mas será que este tipo de marginal não pensa, "e se fosse minha mãe, minha avó?". E pensaria errado, pois estas pessoas são tão psicopáticas que provavelmente também assaltariam seus próprios familiares. Câmera de gás neles.
Pessoas que acham que as regras se aplicam aos outros mas não a elas.
No outro dia fui a um concerto, e a apresentadora foi bem clara ao introduzir o espetáculo: não é possível tirar fotos nem gravar. Como se não bastasse, um cartaz bem à vista do público também indicava as regras bem claramente. Porém, mal começou o concerto, já saiu um casal atrás de mim fotografando, e não discretamente com o celular, mas com uma maquininha fazendo barulho de click-click. Já outra mulher filmou tudo com o seu iphone sem sequer pestanejar. Estas pessoas, cada vez mais comuns pelo planeta, pensam da seguinte forma, "se for sómente eu, não vai atrapalhar". Ou quem sabe, "as regras são para os trouxas". Injeção letal neles.
Pessoas que discutem violentamente por política.
Xingamentos, cusparadas, tapas. Coxinha, petralha. Ladrão, safado, torturador. Machista, homófobo, feminazi. Seja à direita seja à esquerda, nota-se uma virulência cada vez maior nas brigas entre as pessoas. Começa nas famigeradas redes sociais, e termina nos restaurantes da cidade. Onde irá parar? Sou daqueles à moda antiga que ainda acham que deveria existir um mínimo de convivência e aceitação de opiniões diversas. Briga entre torcidas de futebol, tudo bem. Mas por política? Que fuzilem todos.
Corruptos e fraudulentos.
Dante os coloca no último círculo do Inferno, e com razão. A corrupção é uma praga que tudo destrói. O exemplo mais recente foi o dessa ciclovia que desabou no Rio, vítima de uma onda, três meses após sua inauguração. Pessimanente planejada, mal construída, superfaturada e ainda beneficiando uma construtora de amigos do Secretário de Turismo no Rio, é apenas o mais recente exemplo de que nesse país, seja com "esquerda", seja com "direita", nada nunca vai dar certo. Guilhotina em todos.
Idiotas que vivem reclamando de tudo.
Eles acham que o Ocidente está em crise, que a raça branca está desaparecendo, que acabaram com a moral e os bons costumes, que tudo está indo para o lixo, que a música que os jovens escutam hoje não presta, que todo mundo deveria ser executado devido a crimes menores. São uns velhos ranzinzas, recalcados e fracassados. Cadeira elétrica neles!
Idiotas que vivem reclamando de tudo.
Eles acham que o Ocidente está em crise, que a raça branca está desaparecendo, que acabaram com a moral e os bons costumes, que tudo está indo para o lixo, que a música que os jovens escutam hoje não presta, que todo mundo deveria ser executado devido a crimes menores. São uns velhos ranzinzas, recalcados e fracassados. Cadeira elétrica neles!
quinta-feira, 14 de abril de 2016
Por um mundo melhor
Muitos jovens militantes vivem nos dizendo que lutam "por um mundo melhor".
Mas melhor para quem?
Isto, eles não dizem, ou talvez não saibam. Mas o mundo está ficando pior, bem, pior, justamente para eles, esses mesmos jovens tolos e ingênuos. Nada me irrita mais nos progressistas do que sua empáfia em dizer que "lutam por um mundo melhor".
Será que não percebem que estão lutando contra si mesmos? Ou seria uma ânsia suicida, a tal pulsão de morte? A "luta contra o sistema" é, de certo modo. a luta contra o futuro. É de fato a luta contra a mediocridade da vida de classe média e a meia-idade que virá. Rebeldes sem causa, e, muitas vezes, sem calça.
"Eu vi as melhores mentes de minha geração destruídas pela loucura, seres famélicos histéricos nus, arrastando-se pelos bairros negros ao amanhecer na fissura de um pico", escreveu em 1955 Allen Ginsberg, que era um gay pedófilo drogado e repulsivo, mas enfim, o verso captou bem a essência do que seria a degradação posterior da América nas décadas seguintes.
Não vivi naquele período, evidentemente, e muito menos no anterior, mas penso que em quase todos os aspectos da vida cotidiana, a vida nos anos 50-60 parecia ser melhor.
Arte, arquitetura, medicina (refiro-me à qualidade do atendimento médico, não à tecnologia), sociedade, cinema, tudo parece ter decaído bastante, em especial nas últimas décadas. E não digo apenas nos EUA ou na Europa. No Brasil, na Argentina, também. A queda foi total.
As pessoas eram melhor vestidas e mais bonitas. Havia certamente menos crime. Havia muito mais otimismo. Certamente não havia essa constante sensação de ansiedade no ar.
Sério, existe alguma coisa que melhorou, de lá para cá?
Podemos dizer que a tecnologia, mas mesmo esta, não é claro se mudou as nossas vidas para muito melhor. Quero dizer, antes você comprava um aparelho e ele poderia durar por décadas, enquanto a tecnologia moderna precisa ser trocada a cada ano.
É uma vantagem para os fabricantes, mas será que é tão vantajoso assim para os usuários?
O que mais mudou? A Internet revolucionou o mundo, é verdade, e permite o acesso fácil a grande parte da sabedoria acumulada a longo dos séculos -- mas a maioria das pessoas a utiliza apenas para ver pornografia gratuita, publicar fotos engraçadas ou perder tempo nas redes sociais.
E no mais, o que é que os militantes realmente entendem por "mundo melhor"? Não uma suposta melhora que possa ser quantificada, mas apenas um vago "progresso" em direção a um igualitarismo absurdo e impossível.
Casamento gay, multiculturalismo, feminismo, direitos humanos, ecologia, etc etc. Meros fogos de artifício. E, em muitos casos, falsos.
A vida dos negros na América melhorou de lá para cá? Tem certeza? Com o número de mães solteiras negras passando de 14% em 1950 para 72% hoje em dia? Com o crack, o rap, os tiroteios?
E no Brasil? Será que melhorou?
A vida das mulheres melhorou? Será mesmo? Trabalhando mais, ganhando menos, e tendo menos filhos, e menos tempo e condições de criá-los?
A vida dos gays melhorou? Bem, essa tendo a concordar que talvez tenha melhorado mesmo. Mas só essa.
A vida dos brancos melhorou? Esta foi a que mais piorou. A imigração massiva de não-europeus para países de maioria européia transformou horrivelmente algumas das cidades mais belas do mundo em guetos imundos.
E a vida da classe trabalhadora? Aliás, alguém ainda se importa com ela?
Uma das maiores traições da dita esquerda -- e pela qual, curiosamente, ninguém sequer a censura, quase como se tivessem esquecido completamente o discurso anterior -- é como traiu a classe trabalhadora, e hoje sequer se importa por seus direitos, preferindo apoiar CEOs gays e imigrantes ilegais. Trocou sem pestanejar a guerra econômica pela guerra cultural.
O mundo repleto de problemas reais, graves e sérios, mas qual a queixa do progressista? O número de falas femininas nos diálogos dos filmes da Disney. Isto, segundo eles, é algo "urgente" e "imprescindível". E enquanto isso, Roma pega fogo.
Eles dizem que "lutam por um mundo melhor". Mas melhor para quem? Para quem, cara pálida?
Melhor talvez para Dontavius Smith e Zé Pequeno, que podem tocar terror e matar outros membros de gangues impunemente.
Melhor talvez para Chiquito González, que pode viver ilegalmente nos EUA sem ser perseguido e ter apartamento pago pelo Tio Sam.
Melhor talvez para Simon Goldsachstein, diretor de finanças Goldman Sachs, que não precisa pagar tantos impostos.
Melhor com certeza para Chelsea Plinton e Júnior Bush, herdeiros do trono e membros permanentes da elite.
Melhor para Hammad Hussain, que pode planejar atentados colocando os custos das bombas na conta do contribuinte.
Mas para o resto das pessoas, a vida está ficando cada vez mais difícil.
E o progressista? E a esquerda? Onde está? Como é que não vê toda essa injustiça?
Ah, ela está lutando por "um mundo melhor" (para os 1%), incapaz de compreender que com cada um de seus atos só está causando problemas para si e para seus filhos.
Um mundo melhor! Prefiro o mundo horrível dos anos 50, deixem-me ir para lá, Marty McFly, Doc, aceito uma carona no seu DeLorean!
Mas melhor para quem?
Isto, eles não dizem, ou talvez não saibam. Mas o mundo está ficando pior, bem, pior, justamente para eles, esses mesmos jovens tolos e ingênuos. Nada me irrita mais nos progressistas do que sua empáfia em dizer que "lutam por um mundo melhor".
Será que não percebem que estão lutando contra si mesmos? Ou seria uma ânsia suicida, a tal pulsão de morte? A "luta contra o sistema" é, de certo modo. a luta contra o futuro. É de fato a luta contra a mediocridade da vida de classe média e a meia-idade que virá. Rebeldes sem causa, e, muitas vezes, sem calça.
"Eu vi as melhores mentes de minha geração destruídas pela loucura, seres famélicos histéricos nus, arrastando-se pelos bairros negros ao amanhecer na fissura de um pico", escreveu em 1955 Allen Ginsberg, que era um gay pedófilo drogado e repulsivo, mas enfim, o verso captou bem a essência do que seria a degradação posterior da América nas décadas seguintes.
Não vivi naquele período, evidentemente, e muito menos no anterior, mas penso que em quase todos os aspectos da vida cotidiana, a vida nos anos 50-60 parecia ser melhor.
Arte, arquitetura, medicina (refiro-me à qualidade do atendimento médico, não à tecnologia), sociedade, cinema, tudo parece ter decaído bastante, em especial nas últimas décadas. E não digo apenas nos EUA ou na Europa. No Brasil, na Argentina, também. A queda foi total.
As pessoas eram melhor vestidas e mais bonitas. Havia certamente menos crime. Havia muito mais otimismo. Certamente não havia essa constante sensação de ansiedade no ar.
Sério, existe alguma coisa que melhorou, de lá para cá?
Podemos dizer que a tecnologia, mas mesmo esta, não é claro se mudou as nossas vidas para muito melhor. Quero dizer, antes você comprava um aparelho e ele poderia durar por décadas, enquanto a tecnologia moderna precisa ser trocada a cada ano.
É uma vantagem para os fabricantes, mas será que é tão vantajoso assim para os usuários?
O que mais mudou? A Internet revolucionou o mundo, é verdade, e permite o acesso fácil a grande parte da sabedoria acumulada a longo dos séculos -- mas a maioria das pessoas a utiliza apenas para ver pornografia gratuita, publicar fotos engraçadas ou perder tempo nas redes sociais.
E no mais, o que é que os militantes realmente entendem por "mundo melhor"? Não uma suposta melhora que possa ser quantificada, mas apenas um vago "progresso" em direção a um igualitarismo absurdo e impossível.
Casamento gay, multiculturalismo, feminismo, direitos humanos, ecologia, etc etc. Meros fogos de artifício. E, em muitos casos, falsos.
A vida dos negros na América melhorou de lá para cá? Tem certeza? Com o número de mães solteiras negras passando de 14% em 1950 para 72% hoje em dia? Com o crack, o rap, os tiroteios?
E no Brasil? Será que melhorou?
A vida das mulheres melhorou? Será mesmo? Trabalhando mais, ganhando menos, e tendo menos filhos, e menos tempo e condições de criá-los?
A vida dos gays melhorou? Bem, essa tendo a concordar que talvez tenha melhorado mesmo. Mas só essa.
A vida dos brancos melhorou? Esta foi a que mais piorou. A imigração massiva de não-europeus para países de maioria européia transformou horrivelmente algumas das cidades mais belas do mundo em guetos imundos.
E a vida da classe trabalhadora? Aliás, alguém ainda se importa com ela?
Uma das maiores traições da dita esquerda -- e pela qual, curiosamente, ninguém sequer a censura, quase como se tivessem esquecido completamente o discurso anterior -- é como traiu a classe trabalhadora, e hoje sequer se importa por seus direitos, preferindo apoiar CEOs gays e imigrantes ilegais. Trocou sem pestanejar a guerra econômica pela guerra cultural.
O mundo repleto de problemas reais, graves e sérios, mas qual a queixa do progressista? O número de falas femininas nos diálogos dos filmes da Disney. Isto, segundo eles, é algo "urgente" e "imprescindível". E enquanto isso, Roma pega fogo.
Eles dizem que "lutam por um mundo melhor". Mas melhor para quem? Para quem, cara pálida?
Melhor talvez para Dontavius Smith e Zé Pequeno, que podem tocar terror e matar outros membros de gangues impunemente.
Melhor talvez para Chiquito González, que pode viver ilegalmente nos EUA sem ser perseguido e ter apartamento pago pelo Tio Sam.
Melhor talvez para Simon Goldsachstein, diretor de finanças Goldman Sachs, que não precisa pagar tantos impostos.
Melhor com certeza para Chelsea Plinton e Júnior Bush, herdeiros do trono e membros permanentes da elite.
Melhor para Hammad Hussain, que pode planejar atentados colocando os custos das bombas na conta do contribuinte.
Mas para o resto das pessoas, a vida está ficando cada vez mais difícil.
E o progressista? E a esquerda? Onde está? Como é que não vê toda essa injustiça?
Ah, ela está lutando por "um mundo melhor" (para os 1%), incapaz de compreender que com cada um de seus atos só está causando problemas para si e para seus filhos.
Um mundo melhor! Prefiro o mundo horrível dos anos 50, deixem-me ir para lá, Marty McFly, Doc, aceito uma carona no seu DeLorean!
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| Ele também lutava por um mundo melhor. |
terça-feira, 5 de abril de 2016
Saindo da Matrix
Eu não sei mais como definir o progressismo, a não ser como uma forma de doença mental irreversível. Uma espécie de Alzheimer social, que faz às sociedades esquecerem seus princípios, e aos indivíduos, o próprio bom senso.
Ora, pode até ser que a mídia nos cause lavagem cerebral, que a elite nos manipule, etcétera etcétera, mas, para poder acreditar nas coisas que a mídia vende, você precisa ao menos inicialmente ter um parafuso solto, não é possível. Ou então as pessoas são bem mais facilmente manipuláveis do que pensamos e, ao contrário do que em "1984", onde era preciso tortura para convencer alguém que 2 + 2 = 5, nos dias de hoje é feito de forma bem mais simples.
Peguemos um site progressista moderno qualquer. Por exemplo, este aqui, "Everyday Feminism". Temos só entre os artigos em destaque:
- Um artigo com dicas sobre como manter sua "identidade queer" ao iniciar uma relação hétero.
- Outro sobre uma feminista branquela que usava dreadlocks mas depois parou porque descobriu que isso era "apropriação cultural" e "racismo implícito".
- Uma história em quadrinhos explicando o que é "privilégio branco" e por que todos os brancos têm que pedir perdão por existir.
- E finalmente uma outra história em quadrinhos na qual um esquizofrênico explica que prefere ser chamado "esquizofrênico" antes de "pessoa com esquizofrenia" pois esta é a "sua verdade" e outros termos o deixam muito louco.
Enfim, é certo que muitos desses autores são pessoas com problemas mentais de verdade, muito além do progressismo. Mas o fato é que tais artigos são lidos e compartilhados por milhares de pessoas "normais".
Ora, pode até ser que a mídia nos cause lavagem cerebral, que a elite nos manipule, etcétera etcétera, mas, para poder acreditar nas coisas que a mídia vende, você precisa ao menos inicialmente ter um parafuso solto, não é possível. Ou então as pessoas são bem mais facilmente manipuláveis do que pensamos e, ao contrário do que em "1984", onde era preciso tortura para convencer alguém que 2 + 2 = 5, nos dias de hoje é feito de forma bem mais simples.
Peguemos um site progressista moderno qualquer. Por exemplo, este aqui, "Everyday Feminism". Temos só entre os artigos em destaque:
- Um artigo com dicas sobre como manter sua "identidade queer" ao iniciar uma relação hétero.
- Outro sobre uma feminista branquela que usava dreadlocks mas depois parou porque descobriu que isso era "apropriação cultural" e "racismo implícito".
- Uma história em quadrinhos explicando o que é "privilégio branco" e por que todos os brancos têm que pedir perdão por existir.
- E finalmente uma outra história em quadrinhos na qual um esquizofrênico explica que prefere ser chamado "esquizofrênico" antes de "pessoa com esquizofrenia" pois esta é a "sua verdade" e outros termos o deixam muito louco.
Enfim, é certo que muitos desses autores são pessoas com problemas mentais de verdade, muito além do progressismo. Mas o fato é que tais artigos são lidos e compartilhados por milhares de pessoas "normais".
E nem falemos sobre o tema da imigração, a ideia absurda de que os europeus e americanos brancos devam aceitar sem sequer reclamar a inundação em um mar de latinos, árabes, chineses e negros, por quê? Porque não aceitar seria "racista". Loucura? Menos doida era minha tia Anastácia que morreu em um asilo, mas sabia que 2 + 2 eram 4.
As igrejas supostamente seriam um local de refúgio espiritual de toda esta desgraça, correto? Errado! Fui visitar uma igreja tradicional da cidade e já no folheto e cartaz informativo na entrada garantiam que realizavam casamentos de gays, lésbicas e divorciados, que não aceitavam preconceito social, sexual, etário ou racial, além de outras mensagens progressistas. Ao lado da cruz, havia um arco-íris. Só faltou afirmar que realizavam abortos no altar. As igrejas também são as primeiras em apoiar refugiados muçulmanos e imigrantes ilegais mexicanos que transformam a vida dos nativos num inferno.
"É preciso sair da matrix", dizem. Mas e quando os próprios criadores do termo fazem parte da "matrix", e são aliás propagadores desta?
Os irmãos Wachowski, diretores do filme "Matrix" de 1999, hoje são duas "mulheres". Ou seriam travestis? Bem, de qualquer forma, o primeiro fez sua transição anos atrás, o segundo recentemente. Agora vestem-se como mulheres e criaram peitos artificiais. Duvido que seja coincidência. Tudo foi planejado cuidadosamente. A matrix controla tudo!
"É preciso sair da matrix", dizem. Mas e quando os próprios criadores do termo fazem parte da "matrix", e são aliás propagadores desta?
Os irmãos Wachowski, diretores do filme "Matrix" de 1999, hoje são duas "mulheres". Ou seriam travestis? Bem, de qualquer forma, o primeiro fez sua transição anos atrás, o segundo recentemente. Agora vestem-se como mulheres e criaram peitos artificiais. Duvido que seja coincidência. Tudo foi planejado cuidadosamente. A matrix controla tudo!
Quanto a mim, pretendo sim sair em breve da matrix, só que aos poucos, lenta mas definitivamente.
Primeiro abandonarei a mídia. Não tenho televisão já faz muitos anos, e não sinto falta.
Filmes? Quase só vejo filmes antigos hoje em dia. Não tenho nem Netflix.
Em breve deletarei minha conta no Foicebook. Que me importa se uma "amiga" fez lipoaspiração e casou com um equatoriano, e um "amigo" comeu sushi de cachorro num restaurante na Cochinchina?
Um dia jogarei meu smartphone no vaso, e puxarei a descarga.
Quebrarei meu computador a marteladas.
Mudarei-me para o campo, longe de tudo e todos. Viverei do cultivo de plantas, tendo por única companhia uma vaca leiteira e um fiel cão.
Não falarei com mais ninguém, só talvez com meu cachorro e com as plantas.
Dedicarei-me a escrever poemas e um tratado filosófico para as futuras gerações. Mas antes de concluir, mudarei de ideia e colocarei fogo em tudo.
Finalmente, quando estiver bem velhinho e cansado, comprarei uma pistola e darei um tiro no meio da testa.
E, ainda assim, não estou completamente certo que depois da morte não nos aguarde outra dimensão, ainda mais corrupta e diabólica. ("For in that sleep of death, what dreams may come", etc.)
Não falarei com mais ninguém, só talvez com meu cachorro e com as plantas.
Dedicarei-me a escrever poemas e um tratado filosófico para as futuras gerações. Mas antes de concluir, mudarei de ideia e colocarei fogo em tudo.
Finalmente, quando estiver bem velhinho e cansado, comprarei uma pistola e darei um tiro no meio da testa.
E, ainda assim, não estou completamente certo que depois da morte não nos aguarde outra dimensão, ainda mais corrupta e diabólica. ("For in that sleep of death, what dreams may come", etc.)
Você pode até sair da matrix, mas a matrix nunca sai de você!!
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