quarta-feira, 23 de setembro de 2015

A solução é a prevenção

Olá, voltei mais cedo do que esperava, só porque precisava comentar o caso esse dos arrastões do Rio de Janeiro, bem como algumas outras questões.

Uma das poucas coisas pelas quais agradeço a Deus todos os dias é a de não morar no Rio de Janeiro. Abomino a cidade e em especial os cariocas. Sou cariocafóbico mesmo, confesso. Sim, entendo que existam muitas pessoas legais e decentes morando no Rio de Janeiro. Porém, o estereótipo do carioca malandro e folgado não saiu do nada, e a maioria da população deve ser assim mesmo. 

Eu poderia escrever linhas e mais linhas sobre os cariocas e seus costumes, porém não preciso, porque outra simpática blogueira, que aliás mora no Rio, já fez isso. É verdade que ali ela só fala mal dos pobres cariocas, mas tudo bem, a classe média e a classe alta carioca são quase igualmente abomináveis, embora um pouco menos violentas.

Dito isso, fico também com um pouco de pena dos cariocas devido ao ambiente nocivo em que se encontram, sofrendo todo tipo de crime brutal, em especial os tais "arrastões". Os arrastões, pelo que me parece, são uma invenção carioca. E são muito raros em quase qualquer outro lugar do mundo. Acho que nem na África tem arrastão.

Fiquei com mais pena ainda da turista inglesa assaltada, que ficou chorando e prometeu nunca mais voltar. Pior que a Inglaterra, ou ao menos Londres, não está muito longe de ficar igual. E sem praia.

O engraçado é que essa nova onda de arrastões começou porque foi criticado o hábito da polícia local de parar adolescentes em atitude suspeita, devido a indicadores bastante claros de malandragem como estar mal vestido ou subir no ônibus sem pagar.

A imprensa progressista -- inclusive a imprensa inglesa, que é talvez a mais progressista do mundo -- escreveu alarmantes artigos sobre o "apartheid simbólico" de adolescentes negros e mulatóides "impedidos de ir à praia".

As ONGs pressionaram, os de sempre reclamaram, e a política foi vetada. Resultado: não deu nem uma semana e já encheu de marginais adolescentes na praia cometendo arrastões e apavorando turistas, além de passar uma péssima imagem do Rio de Janeiro. Só o assalto da turista inglesa deve ter custado alguns milhões de dólares a menos em turismo que o Rio não mais terá nas Olim-Piadas.

Agora parece que a polícia voltou atrás e retornará à velha política de prevenção.

Que bom, sou a favor da prevenção. Aliás, sempre achei isso mesmo, que em vez de tentar pegar criminosos depois do ato, a polícia devesse agir principalmente prevenindo-os -- revistando e expulsando todo aquele que pareça representar uma ameaça, em especial os menores. Aliás, nem devia haver menor na rua desacompanhado de seus pais. Cadeia neles, e nos pais, se existirem, por deixá-los na rua. 

A esquerda defende os "menores". Não entendo o motivo. Pessoas entre os 13 e os 20 anos são criaturas perigosas, talvez as pessoas mais violentas que existem na face da Terra. (De fato, leio aqui que a idade pico para os criminosos é entre os 14 e os 25 anos, e provavelmente o pico do pico seja entre os 16-18 anos).

Pessoalmente, detesto adolescentes, de qualquer raça que sejam. São barulhentos, são esquisitos, são problemáticos, são fedorentos, estão sempre em grupo. A adolescência foi a fase que mais detestei de minha vida. Se fosse ditador mundial, eu proibiria o acesso de adolescentes a qualquer local público até não completarem 21.

Mas como isso não é possível, ao menos por enquanto, a melhor forma de impedir esse tipo de crime é mesmo prevenindo e prendendo suspeitos.

Aliás, uma tática ainda melhor de prevenção seria a de prevenir os arrastões já no útero da favelagem, impedindo o nascimento de marginais com melhoria do planejamento familiar. Seria bom ter uma 'política de filho único" no Brasil, assim como na China. Quem quiser mais filhos, que pague, e caro.

Bem, isso funcionaria para a classe média. Agora, como impedir que o pobre tenha filhos, já que não sabe nem usar camisinha, e normalmente está mesmo burlando as leis? Não sei como os chineses fazem, talvez seria bom alguém ir lá e investigar.

Não entendo bem por que, mas vivemos numa época em que todo tipo de gentalha é celebrada como "coitadinha" a ser ajudada, e as poucas pessoas de bem que restam são humilhadas e ultrajadas.

Todas as raças são consideradas "minorias oprimidas". Porém, o branco, que é a raça menos problemática e a única que está se tornando de fato uma minoria a nível global, não tem nem o direito de reclamar: é "racista".

Imigrantes ilegais, refugiados vivendo da ajuda estatal, terroristas, criminosos, sem-teto, prostitutas, travestis, todos eles parece que merecem uma ajudinha. Porém o trabalhador que paga impostos? Que se dane.

Talvez o problema seja que o esquerdo-progressista acredite nessa lenda que a maioria das pessoas são boas, sendo apenas corrompidas pela sociedade.

Estou plenamente convencido do contrário: a maioria das pessoas são puro lixo, e caso não forem, precisam se esforçar muito e provar.

Pronto, agora sim vou embora. Adeus!

Cidade maravilhosa.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Tempos de mudança

Olá queridinhos. Mais uma vez, precisarei dar um tempo aqui por umas semanas no blog para dedicar-me a assuntos pessoais e profissionais. Além disso, estou pensando em dar uma guinada na temática, pois acho que já deu o que tinha que dar. Sinto que só estou repetindo o de sempre, e custa achar novos temas. 

Gostaria de deixar claro que sou uma pessoa de paz. Nunca odiei ninguém ou nenhum grupo a priori, embora confesse que tenda a evitar ciganos quando se aproximam de mim. Nem é preconceito, é que já fui roubado uma vez, então, gato escaldado etcétera. Porém, acho que são os únicos. Por sorte, nunca se vêem ciganos por aqui, e assim não corro o risco de ser racista por acidente.

Peço desculpas aos leitores que por ventura se sentiram ofendidos com estas linhas, sejam brancos, negros, mulatos, mamelucos, mestiços, judeus, árabes, chineses, japoneses, índios, alemães, italianos, maometanos, budistas, católicos, evangélicos, homossexuais, bissexuais, trissexuais, transexuais, heterosexuais, amantes do pornô, feministas, funkeiras e sertanejos.

No outro post falei sobre miscigenação, mas, era mais um exemplo das mudanças globais em andamento. No fundo, a nível pessoal, nem me importa se você transa com brancos, pretos, chineses, portugueses, ou se prefere dar o cú para um zulú. Gostaria que cabelos loiros e olhos azuis, que são recessivos, sobrevivessem ao próximo milênio, e acho que irão. Fora isso, não é muito de minha conta. Aliás, até gosto de observar casais bem estrambóticos e diversos na rua. Me diverte.

Acho que o mundo está indo para as cucuias, e acho que teremos guerra mundial e crise econômica global ainda em nossas vidas. Uma pena. Mas faz parte do ciclo. Nem quero mais falar disso.

Tentarei a partir de agora diversificar um pouco a temática e falar de coisas mais alegres e divertidas. Que tal um post sobre o palhaço Pimpão? 

Até mais.

Fundações do Mal

Uma coisa interessante da qual um leitor me lembrou, e sobre a qual quer falar em maior detalhe um dia, são essas fundações como a Fundação Ford, a Fundação Rockefeller, a Open Society do George Soros, aquela do Bill Gates, etc. Elas estão por trás da maior parte do financiamento a todas as causas da moda, do casamento gay à imigração.

Supostamente, no entanto, nós devemos ignorá-las, e acreditar que o que vemos a o nosso redor são "movimentos espontâneos do povo", "luta dos oprimidos por seus direitos".

Ora, ora. Todos sabem que o povo só se mexe de livre e espontânea vontade se for pra pegar a cervejinha na geladeira, e olhe lá.

Porém, é assim que as elites que financiam as fundações vêem o cidadão médio:


E, quer saber? Talvez tenham razão. Ninguém se preocupa muito em investigar essas tais fundações. A Fundação Ford, por exemplo, é bem curiosa. Foi criada pelo bilionário Henry Ford e sua mulher, mas quem mais a expandiu foi o seu filho. Hoje seu presidente é um militante negro e gay.

Acho que o único que de vez em quando fala sobre fundações e sociedades secretas, ao menos na imprensa brasileira, seria o Olavo de Carvalho, e mesmo assim, foi escorraçado dos jornais mais comerciais.

Na grande imprensa americana, o silêncio é talvez ainda mais ensurdecedor.

E no entanto, tais fundações, juntamente com outras organizações menos públicas, estão por trás das maiores mudanças a nível global.

Porém, não vamos falar disso, não é? Afinal, alguém poderia escutar...


sábado, 19 de setembro de 2015

Você é um zumbi?

Uma pergunta que tenho é: porque algumas pessoas são mais afetadas pela mídia do que outras?

Seria o desejo de conformidade? Será que pessoas menos sociáveis tem menor interesse em seguir o resto da manada?

Eu, por exemplo, sempre desconfiei da mídia, desde adolescente; e nem foi por uma questão ideológica, mas acho que mais por sempre ter sido meio do contra, meio anti-social. 

Ou teria a ver com a hipnose, algumas pessoas sendo menos suscetíveis, outras mais?

A mídia, afinal, é uma forma de hipnotismo. A realidade é filtrada de acordo com certos interesses, e depois capricha-se em uma mensagem para causar pena, espanto ou horror, de acordo com o interesse do momento. A repetição constante de imagens faz o resto.

A questão dos "refugiados" é exemplar. São apresentados como coitadinhos, vítimas, mas os aspectos negativos são escondidos.

E o mesmo é feito com as "minorias" em geral. Nos EUA agora um adolescente muçulmano que "construiu um relógio que foi confundido com uma bomba por brancos racistas" foi convidado para a Casa Branca. Por quê? Sem motivo. O garoto nem mesmo construiu um relógio, parece que apenas desmontou um existente. Mas a mídia está tão ansiosa para ver minorias inteligentes e criativas, que qualquer coisa serve.

Enfim, o que é mostrado pela mídia é uma narrativa, um conto de fadas. O que é aliás bastante óbvio. O curioso é que a maioria das pessoas cai. E digo mais: entre os piores estão os estudantes de Comunicação, supostamente os que seriam mais críticos. Mas não: são os que mais repetem e disseminam as bobagem ouvidas, e estão entre os que mais levam a sério marcas e propagandas.

As tais mídias sociais, supostamente um local que permitiria a expressão individual, terminaram por exacerbar ainda mais o pensamento de manada. Uns imitam os outros, tentando aderir ao último meme esquerdista. Os poucos que reclamam são taxados de xenófobos, homófobos, "cisgêneros", caretas, "coxinhas", racistas, ou pior: "teóricos da conspiração".

Vejam que loucura: a mídia garante que mostra a "realidade", e quem não acredita, é um "teórico da conspiração", um maluco, um insano. Assim fica fácil!

Chega até a ser engraçado. Uma das coisas que a mídia promove, além da imigração, são os casais interraciais. Aqui nesta cidade onde moro não passa um dia que não veja um casal interracial, em geral, de mulheres brancas, e até loiras gostosas, com homens negros. Isso sem falar nos incontáveis casais de homens brancos com mulheres asiáticas.

Mas e daí? Raças não existem, não é mesmo? Aliás, fiquei sabendo no outro dia que Hollywood está fazendo um remake do filme argentino "O segredo de seus olhos". O engraçado é que o novo filme, além de ter Julia Roberts com uma peruca ridícula, tem um negro no papel que foi de Ricardo Darín.

(Não entendo esses remakes. Afinal, os americanos estão cada vez se lixando mais para filmes estrangeiros, e é pouco provável que virem sucesso de bilheteria, então pergunto-me às vezes se o objetivo desses remakes não é mesmo o de zoar. "Vejam o que fazemos com os filmes de seus países, seus trouxas! Quá, quá, quá!")

Bem, mas voltando ao tema, não é apenas o povão, a própria elite está se miscigenando a mais não poder. Será que querem dar o exemplo, ou realmente acreditam no que fazem? Ou estão apenas se preparando para o futuro misto que virá?

Mas agora vou me contradizer, pois acho que a miscigenação pouco ou nada tem a ver com a mídia, e muito com a natureza humana. Conforme já falei antes, são comuns os casais de brancos com asiáticas, e de negros com brancas, mas o contrário (brancos com negras e brancas com asiáticos) é muito raro. Por quê? Simples, tem a ver com a percepção da masculinidade e feminilidade. Homens negros são percebidos como mais masculinos e viris, mulheres asiáticas com feminilidade (neotenia) e submissão. (Se bem que ouvi dizer que isso da mulher asiática ser submissa é um mito -- são ainda mais mandonas do que as brancas ocidentais.) Enquanto isso, homens asiáticos são vistos como nerds feminizados, e mulheres negras, como demasiado masculinas. 

E quanto à imigração, também é verdade que grande parte da população branca apóia e até se delicia, seja por ignorância, seja por pena, seja por simpatia, então a mídia tem apenas um papel parcial.

Bem, se todos, da elite ao povão, querem esse mundo global, que sejam felizes. Quem sou eu para me preocupar, então?

Aliás, agora até acredito que com toda essa mistura de raças, religiões, etnias e culturas que está ocorrendo, quem sabe se não surgirá no final o ser humano perfeito, com a inteligência do asiático, a criatividade do branco, a malemolência do índio, a extroversão do negro, a impetuosidade do árabe, a esperteza do judeu, a perseverança do indiano, a paciência do aborígene e a boemia do cigano. Será um estouro.

E você? Também é afetado pela mídia? Ou é apenas um miserável "teórico da conspiração"?



sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Nós vamos invadir sua praia

Não sei se alguém lembra daquela música do Ultraje a Rigor dos anos 80 ou 90, "Nós vamos invadir sua praia." Lembrei dela ao ver esta foto dos migrantes sírios, afegãos e outros inundando a estação de Budapest para poder pegar trens para a Alemanha e a Suécia.



Alguns os chamam de "imigrantes". Prefiro o termo "invasores". Entendo que muitos deles (certamente não todos) escapem de uma guerra cruel e sanguinária. Porém, porque a Europa é que deve hospedá-los? Existem vários países árabes ricos do petróleo que poderiam fazê-lo, e ficam mais perto também.

Claro, as elites e a esquerda multiculti não se importam com as mudanças que esse gigantesco fluxo humano acarretarà à Europa no futuro. Eles querem mesmo é que tudo se dilua em um grande caldeirão fumegante e mal-cheiroso. Porém para o cidadão normal isso não é nada agradável.

Ou será que é? Nada é mais chocante do que a bizarra atitude da maioria dos europeus ocidentais, muitos deles recebendo de braços abertos a invasão, e pedindo mais.

Os islandeses até fizeram uma petição para receber mais refugiados em suas próprias casas. E uma italiana sugeriu que os refugiados fossem levados para as cidadezinhas "abandonadas" da Itália e da Espanha onde só moram velhinhos e há várias casas vazias. Pensem o que significa isso: "sim, queremos expulsar nosso próprio povo moribundo e repovoar o país com árabes".

Entendo a solidariedade, porém, tudo tem um limite, não?

E tudo por causa da foto de uma criança morta. Triste, sem dúvida. Mas não tem nada a ver com a história, pois os pais dessa criança nem queriam ir pra Europa, mas sim para o Canadá, onde tinham família. E não estavam mais na Síria, mas na Turquia há um bom tempo. Diz a tia na reportagem: "Eu inclusive pagava o aluguel deles na Turquia, mas é horrível a forma como os sírios são tratados lá". (Quer dizer, em resumo, para ser bem-tratado, não conte com turcos ou árabes, conte com o trouxa do homem branco.) Aliás, acredito que eles sejam, na verdade, curdos. 

Será que só eu que percebo que isso é uma manipulação, uma exploração cínica da morte de crianças para justificar uma invasão imunda?

(É curioso ver como a maioria dos supostos liberais são tão facilmente manipulados pela mídia, logo eles que juram desconfiar da grande mídia e tal...) 

Acho correta a atitutude dos húngaros. Tem mesmo que proibir os imigrantes de passar, e depois construir um muro.

A verdade é que seria fácil para os húngaros só deixar os imigrantes irem para a Alemanha, França e Suécia. Mas os húngaros, tchecos, eslovacos e poloneses não querem, pois os europeus querem fazer um acordo para "dividir" os imigrantes entre os países membros. Ou seja, vai sobrar para o leste europeu, que (já tendo tido bastante trabalho com os turcos) não quer saber de mais muçulmanos por lá.

A única coisa que se pode concluir disso tudo é que ter acabado com o controle de fronteiras entre os países europeus foi um erro estúpido, e mais estúpido ainda trazer para o continente milhões de muçulmanos imundos.

É muito triste o que está ocorrendo com os países europeus, EUA e Canadá. Pode-se culpar a mídia, os políticos, a elite, os banqueiros ou que for (e naturalmente eles têm culpa), mas, no fim das contas, se o povo não tem mais nem o instinto de sobrevivência, então, realmente não há muito o que fazer.

Ou talvez o branco seja apenas bipolar, e possa passar da tolerância à violência fanática em segundos -- afinal, é o mesmo povo que poucas gerações atrás estava se matando em duas gigantescas guerras mundiais.

Não gosto de bater sempre na tecla do pessimismo, mas neste caso só há mesmo uma conclusão possível: isto não vai acabar nada bem.



domingo, 30 de agosto de 2015

O fim da história

A bolsa chinesa caiu, imigrantes árabes e africanos avançam aos milhares rumo à Europa sem qualquer impedimento. PT aqui, ISIS acolá. Parece ser o fim dos tempos. Mas será mesmo?

Muitos acreditam que existe uma luta entre esquerda e direita. Mas não existe. Tanto a direita quanto a esquerda estão do lado do globalismo, que é a ideologia unânime tanto das elites quanto do povão.

Tanto os classe média liberais quanto a elite política apóiam, por motivos diferentes, a invasão árabe ao continente europeu e mexicana à América. E praticamente todo mundo está a favor dos gays, dos transexuais, e de outras mudanças sócio-sexuais. Realmente, nas questões importantes, quase não há oposição, ou, se ela existe, é pequena e sem fazer grande barulho.

É verdade que o mesmo globalismo também é beneficiado por uma série de mudanças tecnológicas (transportes mais rápidos e baratos, Internet, melhor saúde, etc) demográficas (queda geral da fertilidade) e culturais (urbanismo, empregos que permitem ou exigem deslocamento a certos locais), portanto nem podemos dizer que seja exatamente uma ideologia, quanto o "zeitgeist" de nossa era. Impossível resistir.

Se bem que, de vez em quando, uma que outra rachadura na "história" aparece.

Agora, por exemplo, a idéia da harmonia racial sofreu um baque quando um negro assassino matou repórteres brancos ao vivo na TV. Não assisti nem quero assistir ao vídeo, mas parece que é verdade (ainda não acredito muito em Sandy Hook nem na "morte" de "Bin Laden", mas isto parece ser real, ainda que possa não ser).

Admitamos que seja verdade. Pelo que parece, era um negro que sofria de esquizofrenia paranóide. Só que, no caso dele, sua obsessão era com o racismo, como aliás costuma ocorrer com muitos negros, esquizofrênicos ou não.

Tenho alguma experiência com pessoas do tipo, já tendo namorado duas mulheres com transtornos mentais (mas não podemos dizer que todas as mulheres tem algum tipo de transtorno mental? calma, é brincadeirinha).

O que eu queria dizer é que entendo o processo: sei bem como pessoas mesmo apenas levemente paranóicas pegam uma pequena frase ou ação fora de contexto e transformam isso em algo extremamente pessoal. Fazem tempestade em copo de água.

No caso dele, por exemplo, qualquer palavra era interpretada como "racismo". Vamos fazer um "trabalho de campo", lhe diziam. "Ah, você quer dizer, trabalhar no campo que nem um escravo? Racista!!". Uma vez, parece que alguém levou melancia no trabalho e ele tomou isso como uma ofensa pessoal. (Nos EUA, associar melancias ou galinha frita com negros é considerado "racista". Não entendo por que. É também "racista" associar italianos com pizza ou espanhóis com paella? Adoro melancia e até que gosto de galinha frita. Mas e daí?) 

Enfim, o negro (que aliás era também gay, e canhoto) foi logo demitido, e com razão, pois nem deveria estar naquele emprego. Só que isso alimentou mais ainda a sua raiva, e ele descontou do jeito que sabia e que a mídia lhe disse que era certo: matando brancos. Em resumo, era um sujeito que deveria estar num sanatório, amarrado com uma camisa de força -- não fosse que nossa sociedade estimula esse tipo de mania de perseguição.

Nesse joguinho infernal, só o branco que não pode ser vítima. O que resta ao branco? Apenas se auto-culpar. Vejam por exemplo como esta bezerrinha branquela aprendeu bem a lição de seus mestres. Não só namora exclusivamente não-brancos, como culpa-se pelo racismo e pela "supremacia branca" em qualquer interação com eles. Só falta pedir desculpas por respirar o mesmo ar que negros e pardos.

Embora menos violenta, acredito que essa seja também uma forma de insanidade mental.

Eles venceram, e o sinal está fechado para nós, que somos brancos. (Quer dizer, vocês, pois eu tenho 2% de sangue africano, portanto, segundo o Direita, sou um mero nigger. Muito embora estes testes genéticos via Internet sejam bem inexatos, e, além disso, "africanos" inclui norte-africanos, o que significa que posso ter antepassados bérberes em vez de yorubá. Não importa. Tenho orgulho de minha herança africana! É o que me dá samba no pé.)

Fukuyama tinha razão. A História acabou. Agora é globalismo, sem oposição. Tá tudo dominado!


Bem, eu nem me importo - como já disse, vou-me embora pra Pasárgada. Vocês que ficam, divirtam-se! Adeus!

sábado, 22 de agosto de 2015

Adeus, otários

Que curioso: instantes depois de escrever o post abaixo post defendendo o homem branco e sua cultura contra a invasão multicultural, leio um artigo sobre dois suecos (na verdade, um sueco e um finlandês) que querem transformar Malmö na cidade mais multicultural do mundo.

A cidade já tem habitantes de 169 países do mundo -- mas estes nórdicos acham pouco. Querem ter pelo menos um cidadão de cada um dos 193 países reconhecidos pela ONU, e estão pagando a passagem e acomodação para eles, através de doações dos próprios habitantes da cidade.

Para quê? Para nada, oras. Pura diversão. Coisa de homem branco, você não poderia entender. 

Malmö já é a cidade mais multicultural da Suécia, e também a mais violenta. Campeã de roubos, estupros e até explosões. Tudo graças às alegres minorias já importadas. Eles querem mais.

Quando alguém é enganado ou ludibriado, ou quando é vítima de sua própria tolice ou ignorância, temos pena. Errar é humano, todos sabemos. E quem nunca tomou uma má decisão?

Porém, quando alguém é enganado dezenas de vezes, ou faz mal a si mesmo das formas mais diversas, o consideramos um otário. O otário não é bem-visto pela sociedade, e com certa razão: uma coisa é ser enganado uma, duas vezes, até três vezes. Mas virar freguês não é motivo algum de orgulho.

O homem branco pode desafiar os maiores perigos para escalar montanhas ou ir à lua. Por que? Sem motivo: "Because it's there -- Por que está aí". O homem branco é responsável pelas maiores conquistas e invenções.

É também um otário.

Talvez seja parte do mesmo espírito, o outro lado da mesma moeda. George Mallory (autor da famosa frase acima) foi um dos primeiros homens a tentar escalar o Everest. Morreu a 200 metros de chegar ao topo.

"Because it's there": o mesmo espírito de desbravamento o leva a cometer tolices, a apostar no desconhecido, a celebrar a própria destruição em nome de um ideal maior.

Tudo bem, porém, eu não vejo mais muito sentido em tentar defender um povo tão tolo. Que façam o que querem. Que passeiem com alegria rumo ao Everest de sua própria extinção.

Eu? Nada. Desisto de tudo. Vou-me embora para Pasárgada.

Sejam felizes vocês também.

Adeus.


sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Até quando?

"Até quando, Catilina, abusarás de nossa paciência"?

Assim o senador romano Cícero começava seus discursos, denunciando o traidor Catilina. Graças a seus esforços, o maldito traidor foi executado.

Também temos traidores no Ocidente. Sob a desculpa de promover as belezas do "multiculturalismo", que nada mais é do que um estupro dos países anteriormente de maioria branca, estão semeando caos e confusão.

A França, que ainda nos anos 50 era um belo país de maioria étnica francesa, virou um verdadeiro inferno multicultural. Os muçulmanos que foram importados, em particular, não sevem para nada a não ser causar desgraça, morte e horror.

Agora, mais um desses jihadistas imundos armado de um fuzil tentou causar um atentado em um trem. Se não fosse a pronta intervenção de dois marines americanos, quantas dezenas ou até centenas de vidas não teriam sido perdidas?

Quem teve a idéia de importar muçulmanos para a Europa? E para quê? Não faz o menor sentido. Não ajudam em nada, e para pior ainda atrapalham. Fala-se que os imigrantes "enriquecem" o país, mas não é claro em qual sentido. Pareceria mais que empobrecem: economicamente, culturalmente, socialmente. Pode-se entender qual a vantagem para os imigrantes que melhoram de vida, mas para o europeu que mora lá, qual a vantagem?

Sempre que vejo uma muçulmana de burca com 7 pirralhos ao lado penso: mas por que diabos as elites estão importando estas desgraças para cá???

E não são só os muçulmanos. Embora menos violentos, os mexicanos que inundam os EUA tampouco contribuem com nada de muito positivo além de mão de obra barata (e de má qualidade).

E os asiáticos? Normalmente celebrados como "minoria modelo", a verdade é que eles tampouco adicionam tanto assim, e também causam problemas.

A cidade de Vancouver, no Canadá, por exemplo, já é 30% chinesa, fora as outras "minorias". (A única "minoria" de verdade são os brancos, que já são menos de 46%). Graças a milionários (mafiosos?) chineses que estão comprando metade das propriedades da cidade em operações de lavagem de dinheiro, o custo de vida na cidade aumentou a mais não poder. Já é a segunda cidade do mundo em custos de habitação, perdendo apenas para Hong Kong -- e os culpados são os mesmos chineses.

Sem poder aquisitivo, as famílias brancas de Vancouver precisam sair e migrar para outras cidades, como Surrey - onde são assediadas por gangues paquistanesas e somalis.

Nos EUA e Europa a situação é ainda pior. O custo de vida só aumenta para as famílias brancas, enquanto muçulmanos, mexicanos e outros vivem ao custo do contribuinte -- e tornam a vida mil vezes pior, em todos os sentidos.

Longe de mim querer idealizar a raça branca -- cujos membros são, aliás, em grande parte responsáveis pela desgraça em que se encontram. Porém, não tem o menor sentido que países de herança européia tenham que se submeter a esta invasão de alienígenas mal intencionados.

Como dizia o personagem de Robert De Niro em "Taxi Driver". o que precisamos é de uma verdadeira chuva, que limpe toda a escória das ruas do mundo civilizado.

Precisamos de um renascimento civilizacional. Isso inclui, naturalmente, uma mudança na própria sociedade e cultura ocidental. Uma mudança de paradigma. Algo difícil, sem dúvida. Mas que outra solução existe?

Assim como está, não pode ficar.

Até quando?



quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Teoria geral do lixo

No outro dia, uma fiscal de prefeitura de uma cidadezinha do interior do Cú do Judas discutiu com dois viciados em droga que estavam em local indevido. Foi esfaqueada e depois atropelada com seu próprio carro. Morreu.

Estivesse eu em controle da sociedade, tais facínoras não teriam tempo sequer de aguardar raiar o sol, quanto menos um julgamento longo: seriam enforcados ou fuzilados em praça pública logo após a captura. Tipos como esse são puro lixo humano, gente que não agrega nada à sociedade, e ainda atrapalha ou acaba com a vida de outros. 

O problema da esquerda é que vive com pena das pessoas erradas. É correto ajudar os mais desvalidos, porém, de forma a enfatizar uma boa forma de viver em sociedade. Ter pena de criminoso é como ter pena de animais peçonhentos. Não faz o menor sentido, prejudica a sociedade em geral e ainda é cruel com as vítimas. (Mas sabemos que, das vítimas, o esquerdista não tem pena.)

Tenho uma teoria, a teoria do lixo. Acredito que infelizmente as más pessoas tentem a proliferar bem mais do que as boas. Uma das melhores pessoas que conheço teve uma doença que a impediu de ter filhos. E todos sabemos que as pessoas inteligentes tendem a procriar bem menos. Enquanto isso, existem pessoas nojentas que engravidam aos 15 e depois tem 7 filhos, cada um com um pai diferente.

Faz sentido: de acordo com a minha teoria geral, o que é bom é pouco numeroso e não prolifera, enquanto que o que é ruim existe em quantidade e se propaga ainda mais. Parece ser uma constante do universo. Assim como ratos e baratas são mais numerosos, impossíveis de erradicar e se reproduzem mais do que coalas fofinhos ou elefantes inteligentes que estão em perigo de extinção, o mesmo ocorre no reino humano. Pessoas boas são poucas e tendem a ser mais vulneráveis, enquanto os psicopatas são legião, e aumentam cada vez mais.

O criminoso é alguém que se aproveita dos outros, usando de violência. É uma pessoa má que deforma o tecido social para se beneficiar, e portanto deve ser punida -- para o bem da vítima, e para o bem da sociedade em geral. Não interessa "regenerar" o bandido -- para quê? Mesmo que fosse possível, o que duvido, estaria premiando-se a pessoa por uma coisa má que ela fez. Não interessa se a pena de morte "reduz o crime" em geral ou não. Acaba com a vida do criminoso, é suficiente. É um bandido a menos, que terá menos bandidinhos.

Tudo bem, Estado de Direito, julgamento, defesa com advogados, e tudo mais. Mas depois disso, fuzilamento.

É claro, pena de morte por si só não resolverá o triste problema do crime no Brasil. Seria necessário muito mais, como o fim do tráfico de entorpecentes, policiamento preventivo com remoção de vagabundos de lugares públicos, a remoção de favelas e transferência de seus habitantes para longe da cidade, bolsa-esterilização, e, por que não, melhoria da qualidade de vida das populações mais carentes.

Olhem, eu até que tenho empatia com os pobres e desvalidos. Sei que a vida é difícil para quase todo mundo, e em especial para algumas pessoas com pouca educação ou bens materiais. Nem sempre são más pessoas, não é justo que sofram só pela pobreza ou pela burrice. Que tenham seu lugar ao sol. 

Porém, se tem um grupo social de quem não tenho pena é de bandido, e em especial de assassinos. Escolheram essa vida, é justo que paguem o preço. Quem matou, sabe muito bem que pode morrer. A idéia de "reeducar" ou "resocializar" o bandido é, como já afirmei acima, pouco mais que inútil. Vários estudos mostram que a maioria dos bandidos são reincidentes. É verdade, podem existir exceções, mas são bem raras. Em geral, quem nasce no crime, morre no crime.

É por isso que o Estado, se é que tem alguma função, deveria ser a de ao menos controlar que os criminosos proliferem menos. A longo prazo (e a curto também) isso beneficia toda a sociedade. É preciso reciclar o lixo, transformando-o em adubo.



sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Para onde vai o homem branco?

Estou em Seattle. Belo lugar. Um dos últimos bastiões da América branca, ao menos entre as grandes cidades. Não é coincidência também que seja extremamente progressista: a cidade tem até estátua de Lenin.

Os seattlenses são bem simpáticos. Progressistas em média tendem a ser mais simpáticos do que os conservadores. Podemos dizer que o progressista é como um animal dócil, domesticado: faz amizade com todos, até com o predador que pode caçá-lo ou comê-lo. O conservador é mais arisco, foge ou morde os estranhos.

Por exemplo, um amigo meu espanhol foi morar em uma cidadezinha conservadora do interior dos EUA, acho que em Ohio: disse que é tratado como lixo, confundido com um vulgar mexicano, e que todos são taciturnos e desconfiados.

(Pensando melhor, talvez isso não tenha tanto a ver com a diferença entre conservadores e liberais quanto com a psicologia das cidades grandes versus cidades pequenas. A cidade grande é mais acolhedora inicialmente, mas também mais superficial: as pessoas são simpáticas no começo, mas fechadas a relações mais profundas. Já a cidadezinha é inicialmente mais hostil, porém pode terminar acolhendo estrangeiros com grande afeto se estes se mostram confiáveis (sei disso, já visitei o Sul dos EUA onde fui tratado como membro da família por quase completos estranhos). Na cidadezinha todos se conhecem e se cumprimentam; na grande cidade, há mais cortesia superficial, mas muita solidão. De qualquer forma, a diferença ideológica também se mantém: liberais preferem cidades e conservadores preferem cidadezinhas ou subúrbios. O que veio antes, o ovo ou a galinha? A cidade torna o homem mais liberal, ou é o liberal que tende a querer formar cidades?)

De qualquer forma, se podemos dizer que, em média, o progressista tem maior empatia, há também o lado negativo, que é que termina sendo uma presa fácil de bandidos e psicopatas. Além do fato de não se reproduzir.
Embora Seattle seja uma cidade considerada "branca", os brancos hoje são apenas 69% dos habitantes (já foi de 95%) -- e os asiáticos já são 14% e não param de crescer. Há em especial muitos vietnamitas. São considerados uma "minoria modelo", não sei direito por quê. Os latinos aos pouco também estão subindo desde a Califórnia, depois de terem mexicanizado sem volta Los Angeles.

E os brancos? Bem, seu crescimento é negativo. Seattle é uma das cidades com maior número de solteiros nos EUA - quase 40%. Vi porém pelas ruas vários casais de homens brancos com mulheres asiáticas.

E vejam este sujeito, típico hipster de Seattle, que casou com uma alegre muçulmana de olhos puxados da Indonésia:


Já as mulheres brancas não gostam de asiáticos. Preferem indivíduos mais viris, com instrumentos maiores.

Bem, o que fazer? A América está apaixonada pela diversidade, e é bom que seja assim. É melhor mesmo ter filhos com asiáticos ou outras raças, assim eles não destoam e se acostumam logo ao futuro misto que virá, onde um homem branco será tão raro quanto um mico-leão.

E no mais, eu não posso reclamar da infertilidade branquela, pois seria hipocrisia: também não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado de nossa miséria. E nem foi por falta de oportunidades, pois tive mais de uma. 

Porém, tenho a idéia de passar alguns meses na Alemanha no ano que vem. Lá planejo encontrar uma alemã ariana pura, com a qual irei gerar o novo Adolf Hitler. (Calma, estou brincando -- Hitler além de ser austríaco tinha sangue judeu, e eu não tenho).

Enquanto isso não acontece, passeio pelas ruas de Seattle, aproveitando a simpatia progressista.

Divirtam-se vocês também, enquanto der.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Da possibilidade ou impossibilidade de voar

Desculpem a falta de posts, mas estive ocupado tentando recuperar o que perdi na Bolsa de Valores, e lendo tudo o que é possível sobre como investir. Já aprendi a como perder dinheiro mais rápido! Agora falta descobrir como ganhar. Mas vamos ao post.

Um leitor pediu que eu falasse sobre os "cuckservatives". Nem sabia da existência desse termo, mas encontrei alguma coisa aqui e ali. É simples, é uma mistura da palavra "cuckold" (corno) com "conservative". São os supostos conservadores que na realidade traem a causa, deitando-se com o inimigo. 

Olhem, eu acho que em geral, à esquerda e à direita, são poucas as pessoas com verdadeiros princípios, a maioria dos políticos se vende a quem tem mais grana ou ao que é moda entre a população. Então não há nada de muito novo aí. Tanto Collor quanto Dirceu parecem ter ganho belas propinas do Petrolão.

Nos EUA como no Brasil, mais do que dois partidos com ideologias diferentes, temos mesmo dois times jogando de acordo com as regras de sempre, disputando apenas o poder.

De qualquer forma, eu acho que existe sim uma diferença entre conservadores (os reais) e progressistas, e tudo se remonta à eterna dualidade do nosso ser.

No outro dia li um texto da Chimananda Adichie. Acho que era a transcrição do seu Ted talk. Ela é bem simpática, uma igbo inteligente e criativa. Não li seus romances, mas devem ser bons. Seu texto sobre o feminismo, apesar de ser, hã, feminista, tampouco é ruim.

Ela se trai, porém, ao falar tanto sobre a "cultura" e a "educação". Não que tais fatores não sejam importantes, mas, para o progressista, são tudo o que conta. Para o progressista, o homem (e a mulher) é totalmente auto-perfectível. Pode reinventar a si mesmo eternamente de acordo com as suas preferências ou convicções. Daí que temos a reengenharia social, as tatuagens, a "mudança de sexo" e tantas outras modificações aparentemente absurdas: "Eu sou meu próprio Deus".

Já o conservador entende que existe algo chamado "natureza humana". Seja controlado por Deus ou pelos genes, ou por outros fatores aos quais não temos acesso, para o conservador o fato é que a tal "natureza humana" é algo muito difícil, se não impossível, de mudar. 

Isso não quer dizer que tudo seja estático. Por exemplo, detesto as muçulmanas de burca. E não venham me dizer que elas são pobres vítimas oprimidas pelo machismo muçulmano. Mentira! Elas adoram aquela burca. Adoram esfregá-la na cara das putas ocidentais. É um símbolo de opressão religiosa, sim, mas da opressão muçulmana sobre os infelizes cristãos, que têm que aturá-las em seus países. 

Bem, mas o que eu queria dizer é que, mesmo eu sendo contrário aos excessos do feminismo, não quer dizer que eu queira ver as mulheres vestidas como sacos de batata.

(O mesmo vale, aliás, para os judeus ortodoxos e suas judias ortodoxas; detesto aquelas vestimentas esdrúxulas. Mas gosto das indianas e seus saris. Também acho os vestidos africanos coloridos bonitos, e adoro as japonesas e seus kimonos. É possível ser modesta sem deixar de lado a feminilidade, pois não?). 

Acredito de qualquer forma que possa existir um meio-termo, entre os exageros do conservadorismo mais quadrado e os absurdos do progressismo delirante. Ou será que não?

Talvez eu seja ingênuo. Pelo que se vê na história humana, vivemos quase sempre em um pêndulo de extremos, do fascismo à revolução, com poucos períodos mais moderados.

Bem, de qualquer forma, eu não sei muito bem qual seria a solução. Às vezes eu também gostaria de poder reinventar tudo, toda a sociedade, toda a humanidade, de começar do zero, e de poder especialmente me reinventar, de escapar de meus genes e da inefável condição humana...  Ser livre para voar...

Será que é mesmo impossível?


sábado, 1 de agosto de 2015

...

Há doenças piores que as doenças,
Há dores que não doem, nem na alma,
Mas que são dolorosas mais que as outras....
Há angústias sonhadas mais reais
Que as que a vida nos traz, há sensações
Sentidas só com o imaginá-las
Que são mais nossas do que a nossa vida.
Há tanta cousa que, sem existir,
Existe, existe demoradamente,
E demoradamente é nossa, é nós...
Por sobre o verdor turvo do amplo rio
Os circunflexos brancos das gaivotas...
Por sobre a alma o adejar inútil
Do que não foi, nem pôde ser, e é tudo.


Dá-me mais vinho, porque a vida é nada.

Fernando Pessoa